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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Intencionalidade, linguagem e análise do comportamento
    (Universidade Federal do Pará, 2007-06) ÁLLAN, Sylvio; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201
    As abordagens analítico-comportamentais da linguagem ainda não conseguiram fornecer um tratamento conceitual e empírico adequado dos comportamentos verbais complexos. Uma proposta funcionalista recente que vem abordando repertórios complexos na aquisição e no desenvolvimento da linguagem é a teoria da aquisição da linguagem baseada no uso, de Tomasello e cols. Esta teoria vem se desenvolvendo no interior de uma análise mais ampla de Tomasello e cols. sobre a evolução da cognição humana. Nesta proposta, a compreensão e o compartilhamento da intencionalidade são elementos-chave para o desenvolvimento cognitivo e linguístico humano. E é justamente o uso do conceito de intencionalidade o que tem produzido as principais críticas a esta proposta, principalmente, enquanto possibilidade de representar um retorno às propostas mentalistas sobre cognição e linguagem. Com base nisso, o presente trabalho procurou: (1) analisar a proposta de Tomasello e cols. sobre a evolução da cognição humana e a relação entre essa proposta e a aquisição e o desenvolvimento da linguagem – analisando, especificamente, o papel do conceito de intencionalidade nessa proposta e a relação entre intencionalidade e linguagem; (2) analisar o tratamento do conceito de intencionalidade nos trabalhos de John R. Searle e de Daniel C. Dennett, comparando-o com o proposto por Tomasello e cols., segundo os critérios de (a) definição de intencionalidade e (b) relação entre intencionalidade e linguagem; e (3) analisar o tratamento que o conceito de intencionalidade tem recebido na Análise do Comportamento, comparandoo com o proposto por Tomasello e cols, segundo os mesmos critérios (a) e (b). Esperava-se que estas análises permitissem um maior esclarecimento sobre o uso do conceito de intencionalidade na proposta de Tomasello e cols. e uma aproximação dessa proposta com um referencial analítico-comportamental, i.e., sem recorrer a entidades mentais como elementos explicativos da cognição e da linguagem. Tomasello e cols. propõem que a cognição humana é um tipo de cognição primata, derivada de adaptações biológicas característica dos primatas em geral para compreender os outros intencionalmente, em termos de ações, percepções, estados emocionais e objetivos, além de uma motivação exclusivamente humana para compartilhar intencionalidade com os outros. A partir dessas características, os humanos se tornaram capazes de se engajar em atividades de colaboração relacionadas à cognição cultural (envolvendo a criação e o uso de símbolos lingüísticos e matemáticos, artefatos culturais, tecnologias, práticas culturais e instituições sociais), que alteraram profundamente os modos de interação social da espécie humana, permitindo a ela acumular e modificar conhecimentos ao longo da história e transmitir esses conhecimentos para as gerações posteriores. Considerando a análise dos usos do conceito de intencionalidade nas propostas de Tomasello e cols, Searle, Dennett e da Análise do Comportamento, foi possível estabelecer uma relação entre as propostas de Tomasello e cols. e de Dennett, ambas caracterizando a intencionalidade como um conjunto de habilidades cognitivo-comportamentais dos organismos, resultante da história evolutiva das espécies. Contudo, foi possível relacionar o uso do o conceito de intencionalidade nas propostas de Searle e da Análise do Comportamento com o conceito de intencional na proposta de Tomasello e cols., ambos significando uma propriedade referencial (i.e., estar relacionado com) de certos fenômenos em relação a aspectos do mundo. No que concerne à relação entre intencionalidade e linguagem, as propostas de Tomasello e cols., Searle e de Dennett destacam a importância da interação da intencionalidade com a linguagem para a evolução da cognição humana propriamente dita. Contudo, Tomasello e cols. se aproximam mais do modelo de Searle, ao sugerirem que a linguagem simbólica é uma habilidade comportamental humana derivada da intencionalidade. Dennett, por outro lado, se contrapõe a essa hipótese, afirmando que intencionalidade e linguagem simbólica são dois fenômenos comportamentais distintos que co-evoluíram e passaram a interagir em certo momento da história evolutiva da espécie humana. Em geral, o presente trabalho sugere que os principais conceitos utilizados na proposta de Tomasello e cols. sobre a evolução da cognição humana e, especificamente, na teoria da aquisição da linguagem baseada no uso, são compatíveis com alguns conceitos aplicados em outras áreas do conhecimento, como a filosofia da mente e as ciências do comportamento. Em adição, o presente trabalho também possibilitou uma aproximação da proposta de Tomasello e cols. com um referencial analíticocomportamental. Sugere-se que (i) a adoção de um vocabulário analítico-comportamental pode contribuir para abordar os fenômenos contemplados na proposta de Tomasello e cols., evitando a recorrência a pressupostos mentalistas; e, (ii) a proposta de Tomasello e cols. pode oferecer relevantes contribuições para a Análise do Comportamento, no que se refere à investigação de processos simbólicos, principalmente, a aquisição e o desenvolvimento da linguagem simbólica, na medida em que esta proposta tem investigado processos simbólicos mais complexos do que aqueles tradicionalmente investigados na Análise do Comportamento.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Investigando aspectos do mastery learning e da capacidade da memória visual para objetos dinâmicos
    (Universidade Federal do Pará, 2014-12-22) PEREIRA FILHO, Silvio Carlos Ferreira; ALVES, Danilo Teixeira; http://lattes.cnpq.br/6642002445572793
    O “ensino tradicional” de Ciências apresenta vários aspectos problemáticos, tais como: a baixa taxa de retenção da informação nas - predominantes - aulas expositivas; a baixa taxa de domínio do conteúdo; o conceito de domínio de fatos e ferramentas, em contraposição ao domínio do pensamento científico; o esquema predominante de avaliações classificativas, em detrimento ao de formativas. Estes problemas poderiam ser minimizados levando-se em conta, por exemplo: a necessidade da redução da carga cognitiva; a consideração dos conhecimentos prévios do estudante; práticas que estimulem o engajamento dos estudantes, bem como provê-los com feedback sistemático; o uso da Tecnologia no processo de ensino e aprendizagem. Dentre as propostas alternativas de ensino, o “mastery learning” (ensino para domínio) de Keller (proposto na década de 60) troca o esquema predominante de aulas expositivas pelo de estudantes realizando avaliações formativas em sala. O método eleva a taxa de domínio do conteúdo, gerando um efeito de inversão de notas finais (a maioria dos estudantes obtendo as melhores notas). No entanto, apesar de todas as evidências descritas na literatura de que essa alternativa de ensino traz resultados positivos, o método perdeu quase toda a popularidade a partir da década de 80. Um dos fatores pode ter sido a alta carga de trabalho requerida para sua aplicação. No presente trabalho, propomos um modelo matemático para descrever o esquema de um curso executado de acordo com o plano Keller. Este modelo prediz a evolução temporal da distribuição de estudantes por unidade de conteúdo, prediz o efeito de inversão nas notas finais e estabelece condições sob as quais este efeito pode ser observado. O modelo também fornece uma quantificação da carga de trabalho despendida na execução de avaliações, de forma que ele pode ser uma ferramenta útil para aqueles que estão planejando ou interessados em investigações adicionais sobre cursos Keller. Como auxílio na solução dos problemas do ensino tradicional, a Tecnologia, por sua vez, permite o desenvolvimento de ferramentas que podem auxiliar nas práticas que estimulem o engajamento, na identificação de conhecimentos prévios, no provimento de feedback sistemático, na implementação de avaliações formativas e no desenvolvimento do pensamento científico. No presente trabalho, também focamos na questão da sobrecarga da memória de trabalho visual que pode surgir no uso de simulações ix computacionais, as quais envolvem objetos cujas características variam no tempo. Investigamos a retenção na memória visual de quadrados com uma característica simples (cor) que pode variar com o tempo. Nossos resultados registram o impacto na capacidade da memória visual gerado pela alteração das características dos objetos com o passar do tempo. Especificamente, mostramos que a memória visual pode armazenar, aproximadamente, até 2 objetos do tipo quadrados com duas cores separadas no tempo, em contraste com o limite de 4 objetos estáticos encontrado na literatura. Nosso trabalho revela que essas variações temporais de características irão aumentar a carga cognitiva visual, o que pode acabar prejudicando a eficácia educacional da simulação. Desse modo, nossa pesquisa indica que não somente a quantidade de objetos estáticos desnecessários deve ser reduzida nas simulações computacionais, mas também a quantidade de dinâmica desnecessária deve ser reduzida, uma vez que essa dinâmica gera carga cognitiva visual.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Leitura recombinativa generalizada após procedimentos de correção com fading em pessoas com atraso no desenvolvimento cognitivo
    (Universidade Federal do Pará, 2008-01-07) ALVES, Keila Regina Sales; KATO, Olivia Misae; http://lattes.cnpq.br/3612219210222465; ASSIS, Grauben José Alves de; http://lattes.cnpq.br/0722706223558223
    Estudos têm investigado a aplicação de procedimentos de correção, como o ensino de cópia, ditado e oralização na promoção da leitura recombinativa em pessoas com e sem atraso no desenvolvimento cognitivo. A utilização de técnicas de apoio, como o fading, ainda não foram testadas nesses procedimentos como mais uma variável que poderia estar favorecendo de forma imediata, a leitura recombinativa generalizada. A presente pesquisa relata dois estudos. O estudo 1 com duas etapas, tendo como participantes dois alunos com atraso do desenvolvimento cognitivo. Na Etapa A, os alunos foram submetidos ao ensino das relações entre palavras ditadas e palavras impressas (AC) e em seguida, aos testes de equivalência entre figuras e palavras impressas (BC) e palavras impressas e figuras (CB). Após estes testes, foram aplicados os testes de leitura das palavras de ensino (MALA, PATO e BOCA) e das palavras de generalização (formadas a partir da recombinação entre as sílabas das palavras de ensino). Os participantes apresentaram apenas a leitura das palavras de ensino, após ter sido documentado a formação de classes de equivalência entre figuras, palavras ditadas e palavras impressas. Em seguida, foram aplicadas as sondas de controle pelas unidades silábicas, e após essas sondas, aplicou-se um procedimento de correção com destaque das sílabas específicas (sílabas identificadas após a aplicação das sondas de controle pelas unidades silábicas) durante o ensino de combinado de cópia, ditado e oralização. Após quatro exposições ao procedimento de correção, os participantes continuaram a apresentar somente a leitura das palavras de ensino. Na Etapa B, introduziu-se, no procedimento de correção, um fading in nas sílabas específicas. O participante MAR apresentou a leitura correta de todas as palavras de generalização após a segunda aplicação do procedimento de correção e o participante CLA após a terceira aplicação. Os participantes apresentaram a transferência de função para as novas formas verbais AB, AC, BC, CB, AB, AC, BC e CB. Estes resultados indicaram a necessidade de avaliar os dois procedimentos de correção de forma isolada. No Estudo 2, foram selecionados dois participantes com atraso no desenvolvimento cognitivo. Foi aplicado o mesmo delineamento experimental do Estudo 1, sendo que um participante foi submetido ao procedimento de correção e um outro, ao procedimento de correção com fading in. O participante FER foi submetido a procedimento de correção com fading in e o participante JOS ao procedimento de correção com destaque das silabas. Os dois participantes apresentaram a leitura recombinativa generalizada após a condução do procedimento de correção com fading in. Apresentaram ainda a transferência de função para as novas formas verbais AB, AC, BC, CB, AB, AC, BC e CB. Os resultados sugerem que o procedimento com fading in favorece de forma imediata a leitura recombinativa generalizada em pessoas com atraso no desenvolvimento cognitivo.
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