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Navegando por CNPq "CNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA CIVIL::ENGENHARIA HIDRAULICA::HIDROLOGIA"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O aproveitamento de água de chuva para fins não potáveis na cidade universitária professor José da Silveira Netto - Belém/PA
    (Universidade Federal do Pará, 2012-05-03) YOSHINO, Gabriel Hiromite; FERNANDES, Lindemberg Lima; http://lattes.cnpq.br/4641468846318922
    A Amazônia brasileira detém cerca de 69% da água doce disponível no Brasil, quantidade que acaba criando a ilusão de que não falta e nem faltará água na região, assim, a grande oferta deste recurso se torna um problema quando se trata da Gestão e Planejamento dos Recursos Hídricos na Amazônia, em função do uso perdulário e a falta de conservação dos mananciais, agravado pelo lançamento de resíduos líquidos sem tratamento. Falar em programas de conservação de água na Amazônia algumas décadas atrás e ainda hoje, com menor intensidade, é de certa forma estranha, devido à grande quantidade de água disponível e a cultura da abundância. Porém, com as mudanças climáticas, ssociada à crise da água no século XXI e o crescimento da consciência ambiental, surgiu um novo paradigma para o uso da água. Assim, a presente pesquisa busca discutir a importância do aproveitamento de água de chuva para fins não potáveis, visto o potencial de aproveitamento, ao longo de todo ano, devido o alto índice pluviométrico presente na região amazônica, variando, em média, de 119,6mm no mês de novembro a 441,6mm no mês de março. Foi verificado o potencial de aproveitamento de água da chuva, a partir das áreas dos telhados de alguns prédios, localizados na Universidade Federal do Pará – UFPA, Campus Guamá, também conhecido como Cidade Universitária Professor José da Silveira Netto. Os métodos utilizados para o dimensionamento do reservatório foram os de Rippl e o Interativo, sendo a verificação da viabilidade econômica feita através dos métodos do Valor Presente Líquido - VPL e payback descontado. Como resultado, obteve-se através do método de Rippl um volume superior a 1000 m³, enquanto que, pelo método interativo foi de no máximo 75 m³. A viabilidade econômica apresentou-se fragilizada em função do tempo de retorno ser superior a vida útil do sistema de aproveitamento de água de chuva.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Autodepuração do igarapé Santa Isabel no município de Santa Isabel do Pará - aplicação do modelo de Streeter-Phelps
    (Universidade Federal do Pará, 2012-03-23) MORAIS, Kauê de Mendonça Cerqueira; BARP, Ana Rosa Baganha; http://lattes.cnpq.br/0286183914646934
    A presente pesquisa realiza-se em Santa Isabel do Pará. Foi avaliada a autodepuração do igarapé homônimo através da modelagem matemática proposta por Streeter-Phelps (1925). Para isso, durante o período de outubro de 2009 e setembro de 2010, foram analisados os parâmetros físico-químicos OD e DBO e determinadas as variáveis hidráulicas em 11 pontos amostrais, subdividindo em 4 seções o curso d’água. O resultado da modelagem indicou que os trechos 1 e 2 possuem deficiência na autodepuração, pois não obedecem os padrões da legislação CONAMA 357/05. Por fim, ressalta-se ainda que, além de desfavorável capacidade de resiliência que o Igarapé Santa Isabel possui, não há uma atuação efetiva dos órgãos ambientais responsáveis pela fiscalização da qualidade deste recurso hídrico para que haja o controle das quantidades de poluentes lançadas no igarapé. Desta forma, pode-se evitar que, em um cenário futuro, graves problemas, devido aos usos múltiplos das águas deste manancial, venham prejudicar a saúde e o bem estar das populações dependentes do Igarapé Santa Isabel.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação quantitativa da dinâmica espaço-temporal da precipitação na região hidrográfica Tocantins-Araguaia
    (Universidade Federal do Pará, 2012-01-31) LOUREIRO, Glauber Epifanio; FERNANDES, Lindemberg Lima; http://lattes.cnpq.br/4641468846318922
    A análise do comportamento da precipitação em uma bacia hidrográfica é fundamental para a engenharia e gerenciamento dos recursos hídricos. A Região Hidrográfica Tocantins-Araguaia (RHTA) pela sua ocupação recente e potencialidades econômicas, ganha destaque no cenário nacional. Este trabalho avalia quantitativamente a dinâmica espaço-temporal da precipitação anual nesta região durante um período de 30 anos de dados. A dinâmica da precipitação pode ser analisada pelo cálculo da precipitação média em uma dada área, compondo assim mapas de isoietas de precipitação anual. No entanto, a confecção destes mapas requer um método de interpolação que melhor represente as características pluviométricas em locais não amostrados para posterior análise quantitativa do comportamento da precipitação. Para tanto, foram realizados análises exploratórias descritivas amostral e espacial como requisito de estacionaridade do método de interpolação geoestatístico, ajuste e validação do modelo teórico que se adéque ao variograma de precipitação anual. Após a confecção do mapa de isoietas pelo método de Krigagem Ordinária (sem tendência) e Krigagem Universal (com tendência) foi realizado o cálculo do volume precipitado na região hidrográfica pelo método dos contornos. A dinâmica espacial da precipitação foi realizada com base na análise da estatística descritiva, mapa de isoietas, mapa hipsométrico, Índice de Irregularidade Meteorológica (IMM) e Coeficiente de Variação. A dinâmica temporal foi analisada pela distribuição dos totais anuais de precipitação volumétrica para cada sub-bacia da RHTA, pelo Índice de Anomalia Padronizada, na variação interanual de precipitação e teste de tendência e magnitude representados respectivamente pelo Teste de Mann Kendall e Sen’s. Os resultados correlacionados com as anomalias meteorológicas do Oceano Atlântico (Dipolo) e Pacífico (ENOS) indicam o comportamento da precipitação bastante heterogêneo e com grande variabilidade temporal principalmente na sub-bacia Tocantins-Alto (TOA) (14%). Diminuição da amplitude pluviométrica, em anos de anomalia meteorológica intensa ocasionando um incremento de precipitação ao sul das sub-bacias TOA e ARA e diminuição da precipitação na sub-bacia TOB, em eventos de El Niño. Não se pode comprovar pelo teste de Mann Kendall que há uma tendência estatisticamente significativa no volume precipitado na RHTA, mas o estimador Sen’s dá indícios de queda na precipitação na sub-bacia TOA (-1,24 Km³/ano) e Araguaia (ARA) (-1,13 Km³/ano) e aumento da precipitação na sub-bacia do Tocantins Baixo (TOB) (0,53 Km³/ano) e para a RHTA (-1,5 Km³/ano). Assim a variabilidade espacial e temporal nas sub-bacias está intimamente relacionada aos eventos de anomalia meteorológica, na qual, a sua ação ocorre de maneira irregular ao longo da área de estudo e pode influenciar as diversas atividades socioeconômicas na RHTA de acordo com sua magnitude e área de ocorrência.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização hidrológica das sub bacias hidrográficas do Rio Negro e Rio Solimões
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-02) NEVES, Raisa Rodrigues; PESSOA, Francisco Carlos Lira; http://lattes.cnpq.br/8031687016215046; FERNANDES, Lindemberg Lima; http://lattes.cnpq.br/4641468846318922
    A caracterização hidrológica de uma bacia hidrográfica é de extrema importância para a realização adequada do gerenciamento dos recursos hídricos, bem como para o planejamento de atividades que sofrem interferência das oscilações de variáveis como chuva e vazão. As sub bacias hidrográficas do Rio Negro e Rio Solimões destacam-se dentro das sub bacias da Amazônia Legal por apresentarem grandes contribuições em termos de vazão ao Rio Amazonas, com descarga média de aproximadamente 32.000 m³/s e 100.000 m³/s, além de possuírem boa espacialização de estações pluviométricas e fluviométricas ao longo de suas áreas. Esta pesquisa consiste na caracterização hidrológica destas sub bacias com a utilização de 31 anos de dados de precipitação (1984-2014) e na avaliação do comportamento da chuva em função da vazão para identificar os períodos de defasagem entre os registros máximos de precipitação e vazão de estações próximas. Para isso, foram utilizadas informações do Sistema Nacional de Informações Hidrológicas da ANA (Hidroweb) e do software ArcGis 10.1 para realizar os levantamentos necessários. Após a obtenção dos resultados, verificou-se que a sub bacia do Rio Solimões apresentou melhores monitoramento de vazão que a sub bacia do Rio Negro, no entanto, os registros pluviométricos apresentaram-se com melhores monitoramentos na área do Rio Negro, apesar de todas as estações pluviométricas apresentaram falhas. Para preencher essas lacunas, foi utilizado o Método da Ponderação Regional com Regressão Linear. Após a aquisição dessas informações, foram elaborados mapas de isoietas pelo interpolador de Krigagem Ordinária Linear, sendo possível calcular as lâminas de água e o volume precipitado em cada região. O método hierárquico de Ward foi utilizado para a criação de regiões homogêneas de chuvas nas delimitações selecionadas neste estudo, sendo possível identificar as áreas com maiores e menores índices pluviométricos nos mapas elaborados com o uso do interpolador de Krigagem Ordinária Linear e Inverso do Quadrado da Distância (IDW); além disso, a análise de sensibilidade feita de 5 em 5 anos permitiu inferir que houve pouca variação das chuvas ao longo dos 31 anos estudados, logo os dados dos 5 anos mais recentes (2010-2014) são capazes de representar todas as informações da série temporal deste estudo. A variação temporal da precipitação foi analisada anualmente, sendo possível verificar que o fenômeno ENOS têm relação com o comportamento pluviométrico das duas áreas, ocorrendo aumento dos índices pluviométricos em anos de La Niña e redução em anos de El Niño, no entanto, não se pode afirmar que este fenômeno é o principal intensificador dessas variações. Para avaliar as tendências nas séries temporais, foram utilizados os testes de Mann-Kendall e Spearman para os 31 anos de dados pluviométricos, considerando nível de significância de 5%, em que foram percebidas ausência de tendência ou de bruscas variações nas séries de dados. Para avaliar a relação entre chuva e vazão foram elaborados hidrogramas simples, com o eixo das ordenadas composto por dados de chuva e vazão em mm e a o eixo das abscissas composto pela série temporal, em anos. Essa análise permitiu verificar que existe semelhança no comportamento das estações dependendo da sua especialização ao longo das sub bacias, as quais apresentaram maiores índices pluviométricos entre os meses de dezembro a junho, em alguns casos prologando-se até o mês de agosto. Além disso, por se tratar de sub bacias localizadas na fronteira com outros países, verificou-se elevados valores de vazão, devido ao registro acumulado de estações localizadas em rios que ultrapassam as fronteiras do país.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Contribuição à classificação de pequenas bacias hidrográficas em função da área de drenagem
    (Universidade Federal do Pará, 2018-05-25) SANTANA, Laila Rover; BLANCO, Claudio José Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/8319326553139808
    A adoção de um valor de área para definir grandes, médias ou pequenas bacias hidrográficas deve levar em consideração os diversos processos envolvidos no comportamento das bacias. Em pequenas bacias, os fenômenos de conversão chuva-vazão são descritos utilizando técnicas mais simples. Buscando classificar pequenas bacias hidrográficas em função de suas áreas de drenagem, o estudo teve como principal objetivo identificar e classificar as pequenas bacias da Amazônia Legal, utilizando um modelo linear simples (MLS). O modelo é aplicado aos dados de chuva e vazão de bacias testes selecionadas, a fim de verificar a linearidade entre essas variáveis. O MLS utilizado neste estudo é baseado em um sistema linear e invariável no tempo, que estabelece uma relação de causa e efeito entre os dados de chuva e vazão. O desempenho do modelo foi avaliado através do RMS (raiz quadrada do erro quadrático médio), e a partir dos resultados pequenas bacias hidrográficas foram classificadas em função da área de drenagem. O método de Otto Pfafstetter é aplicado buscando identificar em que nível de codificação são encontradas apenas pequenas bacias hidrográficas. Os resultados indicaram que nas bacias com áreas de drenagem menores ou iguais a 620 km² o ajuste entre as curvas de permanência das vazões observadas e simuladas foi melhor, apresentando valores de RMS abaixo de 3 m³/s. Já nas bacias com dimensões acima de 620 km², os resultados de RMS ultrapassaram 4 m³/s, e as curvas de permanência não apresentaram bom ajuste, demonstrando que o MLS falha quando aplicado aos dados hidrológicos dessas bacias. Assim, as pequenas bacias hidrográficas da Amazônia Legal foram classificadas com áreas de drenagem menor ou igual a 620 km². O método de Ottocodificação foi aplicado até o nível 9, onde foram delimitadas 51.319 ottobacias, todas classificadas como pequenas bacias.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Contribuição ao gerenciamento de recursos hídricos do Rio Piracicaba
    (Universidade Estadual de Campinas, 1995-09) BARP, Ana Rosa Baganha; BARBOSA, Paulo Sérgio Franco; http://lattes.cnpq.br/9653654803297649
    Este trabalho trata de um problema de otimização de fluxo em rede aplicado ao sistema hídrico da bacia do rio Piracicaba: Dentre os métodos matemáticos de otimização, selecionou-se aquele que apresenta grande eficiência computacional, visando á possibilidade de auxiliar o gerenciamento e operação de bacias hidrográficas, cuja preocupação central esteja voltada à quantidade e qualidade de água. Optou-se pelos modelos.. matemáticos computacionais, os quais apresentam-se como ferramentas rápidas e eficientes nos processos de tomada de decisão. O problema foi tratado segundo uma formulação multiobjetivo através do Método dos Pesos, tendo como suporte um algoritmo de otimização de fluxos em rede com função objetivo linear por partes. Verificou-se que o sistema hídrico atende satisfatoriamente aos objetivos proposto, desde que se conheçam as vazões no horizonte de 24 (vinte e quatro) meses -vazões determinísticas, com a devida manipulação dos volumes e diferenciação na evolução dos volumes com o tempo. A visão de conjunto que o modelo proporciona, contrapõe-se aos estudos tradicionais os quais avaliam o beneficio das obras hidráulicas de maneira pontual.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Desenvolvimento de um sistema de alerta de enchente aplicado aos planos de defesa civil em áreas de risco no estado do Pará utilizando Sistema de Informações Geográficas (SIG), caso: cidade de Marabá
    (Universidade Federal do Pará, 2012-03-02) COSTA, Jamer Andrade da; COSTA, Tony Carlos Dias da; http://lattes.cnpq.br/5776447682706171
    A presente dissertação desenvolveu um Sistema de Alerta de Enchentes para a Cidade de Marabá, localizada na confluência dos rios Itacaiúnas e Tocantins, a 440 km da cidade de Belém, capital do Estado do Pará. O Sistema de Alerta de Enchentes foi desenvolvido com base no modelo hidrológico MOD-4B incorporado a um Sistema de Informações geográficas. Esse sistema permite prever as variações do nível do Rio Tocantins ao longo do ano, de modo a acompanhar a evolução da cheia com antecedência de 4 dias, o que torna possível uma ação eficiente da defesa civil. O modelo de previsão utilizou como referência as réguas milimétricas localizadas nos rios Tocantins e Araguaia nas cidades de Carolina e Conceição do Araguaia, distantes aproximadamente 225 e 270 km, respectivamente, da cidade de Marabá. O sistema utiliza o software de geoprocessamento ArcView 3.3, que teve implementada uma interface desenvolvida através da linguagem de programação orientada a objetos Avenue, com a finalidade de rodar o aplicativo do modelo hidrológico. O uso de menus e janelas customizados do sistema possibilitou o acesso a dados espaciais e tabelas de dados relacionais e/ou banco de dados cadastral, além de módulos de análise espacial e de visualização de dados geográficos em um Sistema de Informações Geográficas (SIG), possibilitando a previsão de enchentes na forma de mapas, tabelas e relatórios com a indicação das áreas inundadas para os períodos de 4, 3, 2 e 1 dia de antecedência do evento de enchente. O Sistema permitiu identificar os imóveis e as ruas atingidos, e possibilitará através de levantamentos futuros quantificar a população afetada e os prejuízos causados pelo desastre, facilitando que a defesa civil execute planos de ação para enfrentamento eficiente antes, durante e depois da ocorrência da enchente.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Modelagem chuva-vazão em bacias hidrograficas com suporte em redes neurais artificiais
    (Universidade Estadual de Campinas, 1999-12-06) BARP, Ana Rosa Baganha; BARBOSA, Paulo Sérgio Franco; http://lattes.cnpq.br/9653654803297649
    Este trabalho investiga a utilização de modelos determinísticos de simulação hidrológica do tipo chuva-vazão, cuja área de estudo refere-se as bacias dos rios Itapetininga, das Almas e Guarapiranga no estado de São Paulo e bacia do rio Guaporé no estado de Mato Grasso. São testados dois modelos determinísticos do tipo chuva-vazão, ambos com processo de otimização dos parâmetros na forma irrestrita e não linear: SMAP (Soi! Moisture Accouting Procedure) com aplicação de um método de otimização de primeira ordem; e outro modelo utilizando a técnica de Redes Neurais Artificiais (RNA's), com método de otimização de segunda ordem. Em ambos os casos é tomado o intervalo de discretização mensal. A concepção testada sobre a posição de inserção do modelos de RNA's acoplado ao SMAP, tem origem na necessidade de investigação do potencial das RNA's em substituição aos parâmetros e processos tradicionais dos modelos chuva-vazão e, representada diretamente a relação chuva-vazão, partindo-se portanto, como entrada a série de precipitações e gerando-se as vazões através da RNA.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Modelo de gerenciamento de usos múltiplos da água: um estudo de caso para a bacia hidrográfica do rio Tapajós
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02) FIGUEIREDO, Nelio Moura de; BLANCO, Claudio José Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/8319326553139808
    Este trabalho trata de um modelo para gerenciamento de usos múltiplos da água, visando minimizar conflitos de uso, relacionados com a operação de sistemas de reservatórios em aproveitamentos hidrelétricos de bacias hidrográficas. O modelo SOUMA – “Sistema de Otimização de Usos Múltiplos da Água”, que consiste em um modelo estocástico de otimização baseado em programação não linear, foi desenvolvido e estruturado em GAMS (General Algebraic Modeling System) com o emprego do solver MINOS. O SOUMA compõe-se de dois módulos auxiliares. O primeiro é um módulo de previsão de níveis de água, que consiste em um modelo estocástico do tipo ARIMA (Auto Regressive Integrated Moving Average). O segundo é um módulo de previsão de vazões, que é um modelo estocástico chuva-vazão, do tipo RNA. O modelo ARIMA na calibração e na validação apresentou R² médio acima de 0,93 e RMSE abaixo de 0,08, capturando de forma satisfatória o comportamento das séries níveis d’água. O modelo chuva-vazão que foi empregado na composição da vazão afluente ao reservatório, com a utilização de arquitetura RNA, apresentou R² médio de 0,954 e RMSE médio de 0,098. O modelo SOUMA foi aplicado à bacia do rio Tapajós para o futuro Aproveitamento Hidro Energético – AHE São Luiz do Tapajós, Itaituba, PA. Foram criados seis cenários que serviram de parâmetros na otimização e minoração dos conflitos. Vazões afluentes ao reservatório foram obtidas e simuladas, para os cenários hidrológicos seco, médio e úmido e para os cenários climáticos El Niño, Neutro e La Niña. Para geração de energia e profundidade de navegação, considerando as afluências dos cenários hidrológicos seco, médio e úmido, o SOUMA evidenciou, em relação aos níveis de referência dos cenários de navegação baixo, médio e alto, a ocorrência de profundidades abaixo da mínima, para gerações médias abaixo de 2.411 MW, 2.939 MW e 3.586 MW, respectivamente. Para geração de energia e capacidade de carga transportada, considerando as afluências dos cenários hidrológicos seco, médio e úmido, o SOUMA demonstrou, em relação aos níveis de referência dos cenários de navegação baixo, médio e alto, que gerações médias acima de 2.869 MW, 3.508 MW e 4.740 MW, respectivamente, não geram ganhos de capacidade de carga transportada e que gerações médias abaixo de 1.344 MW, 1.622 MW 2.056 MW, respectivamente, inviabilizam o transporte de carga. Para geração de energia e cota de inundação, considerando as afluências dos cenários hidrológicos seco, médio e úmido, o SOUMA mostrou, em relação aos níveis de referência dos cenários de controle de inundação baixo, médio e alto, a ocorrência de inundações a jusante, para gerações médias acima de 4.978 MW, 6.057 MW e 7.390 MW, respectivamente. Retiradas consuntivas são significativas apenas no período de junho a outubro. Considerando a média das demandas consuntivas mensais (145 m³/s), para afluências do cenário hidrológico seco, médio e úmido, o SOUMA evidenciou uma perda mensal na geração de energia elétrica de 50 MW, 47 MW e 44 MW, respectivamente. Os resultados aferidos evidenciam que os modelos desenvolvidos são ferramentas de fundamental importância à otimização operacional de sistemas de reservatórios com usos múltiplos, permitindo a otimização de gerações e de defluências em AHE, em períodos de cheia e de estiagem e de grandes demandas energéticas, com a manutenção de condições de navegabilidade em trechos a jusante de barramentos, através de simulações operacionais sustentáveis que minoram conflitos de uso.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ocorrência de fármacos e desreguladores endócrinos em resíduos da estação de tratamento de água do Bolonha, Belém - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2022-05-10) FERREIRA, Clara Cardoso; TEIXEIRA, Luiza Carla Girard Mendes; http://lattes.cnpq.br/9773700229115395; https://orcid.org/0000-0002-0204-6825
    Atualmente, vem chamando atenção da comunidade científica a presença nas águas de microcontaminantes, uma vez que esses compostos se encontram em pequenas concentrações (ng/L ou µg/L) e podem causar efeitos adversos sobre o ecossistema aquático e a saúde humana. Assim, o presente trabalho teve como objetivo investigar a ocorrência de 24 fármacos e desreguladores endócrinos na água de lavagem dos filtros da estação de tratamento de água do Bolonha, localizada na cidade de Belém, região Norte do Brasil. Buscou-se avaliar também a correlação desses microcontaminantes com características físico-químicas e biológicas investigadas na matriz estudada. Para a pesquisa foram realizadas seis campanhas amostrais durante o período chuvoso e seis campanhas amostrais no período seco durante a lavagem da câmara dos filtros. A determinação dos compostos foi feita por extração em fase sólida e cromatografia acoplada à espectrometria de massas, cromatografia em fase gasosa para Ibuprofeno, Paracetamol, 4-Nonilfenol, 4-Octilfenol, Bisfenol A, Genfibrozila, Estrona, Estradiol, Etinilestradiol e Estriol e em fase líquida para os demais compostos. O Losartan (5,5 a 738,7 ng/L) e Bisfenol A (20,9 a 518,9 ng/L) foram detectados com concentrações mais elevadas que os demais e em todas as amostras coletadas, sendo os compostos com maior frequência de ocorrência na matriz. O 4-Octilfenol (13,5 a 51 ng/L) e a Loratadina (3,4 a 24,6 ng/L) apresentaram baixas concentrações, contudo estavam presentes em 11 das 12 amostras apresentando alta frequência de ocorrência na água de lavagem. A Cafeína (1090,2 ng/L) apresentou a maior concentração dentre os contaminantes, porém, só foi detectada em uma amostra. As análises multivariadas apontaram que os fármacos e desreguladores endócrinos estiveram mais relacionados positivamente entre si e com a turbidez durante o período chuvoso. Vale destacar que os compostos que estiveram mais fortemente correlacionados entre si e com as variáveis físico-químicas e biológicas da água de lavagem, em ambos os períodos, foram o 4-Octilfenol, Bisfenol A, Losartan e Loratadina. O estudo também sugere que a concentração dos microcontaminantes diminuiu com a diminuição da turbidez. Em geral, os resultados confirmaram a influência da precipitação nas variáveis e indicaram a presença de despejos de esgotos domésticos no sistema de abastecimento do complexo Bolonha, especialmente por estar situado em área com intensa atividade antrópica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Proposição metodológica para melhoria do monitoramento pluviométrico em regiões de barramento com escassez de postos
    (Universidade Federal do Pará, 2022-10-10) FERREIRA, Laysse Alves; ISHIHARA, Júnior Hiroyuki; http://lattes.cnpq.br/3498874642887006; https://orcid.org/0000-0002-0081-7913
    A Amazônia brasileira é considerada a maior floresta primária do mundo, tendo grande importâncias na biodiversidade do planeta, bem como na economia nacional, possuindo grandes empreendimentos que utilizam barragens para o seu processo produtivo, como barragens hidroelétricas e barragens para mineração. Apesar da sua importância ambiental e econômica, a Amazônica Legal possui baixa densidade e espacialidade de medição in loco de chuva. Os dados de precipitação são a base dos estudos hidrológicos e para todo o ciclo de implantação, operação e desativação das barragens, onde o conhecimento do comportamento hidrológico possibilita ações para prevenção de eventos climáticos extremos, bem como melhor gerenciamento e tomada de decisões dos recursos hídricos. Grupos de estações que possuem comportamentos hidrológicos semelhantes e diferenças mínimas são denominadas áreas hidrologicamente homogêneas, sendo possível a transferência de dados dessas áreas com monitoramento adequado para áreas que apresentam insuficiência de estações. A regionalização permite essa transferência de dados e a extração de informação sobre o comportamento espacial da precipitação, comumente utilizando algoritmos de agrupamento. Diante deste cenário, utilizou-se neste estudo o método de agrupamento hierárquico de Ward para identificação de grupos hidrologicamente homogêneos e posteriormente regionalização através do método da Krigagem Ordinária. Utilizou-se a série histórica de 1986 -2015 (30 anos) de dados de chuva provenientes de 268 estações. Os resultados demonstraram 6 zonas homogêneas com alta variabilidade de precipitação entre os grupos encontrados. A espacialização ratificou os resultados de outros estudos que concluíram que a Amazônia legal apresenta alta variabilidade de chuva, sendo a regionalização uma ferramenta para auxiliar na gestão de áreas com falta de dados.
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