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Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::ZOOTECNIA::NUTRICAO E ALIMENTACAO ANIMAL::AVALIACAO DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da torta de dendê na dieta de caititus (Pecari tajacu) criados em cativeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2011-07-08) COSTA, Jociel Ferreira; GUIMARÃES, Diva Anelie de Araújo; http://lattes.cnpq.br/2891287458034896
    A criação comercial de caititu (Pecari tajacu) tem despertado interesse em produtores rurais, devido à demanda pelo consumo da carne e utilização industrial de subprodutos como a pele. Todavia, o maior custo com a produção da espécie em cativeiro é o gasto com a alimentação. Neste contexto, a torta de dendê (Elaeis guineensis), um coproduto extraído da amêndoa do fruto, possui baixo custo e alta disponibilidade no Estado do Pará-Brasil, podendo ser utilizada na dieta animal. Tendo em vista isso o objetivo deste trabalho foi testar a eficiência da inclusão da torta da amêndoa de dendê em substituição ao farelo de trigo em rações para caititus, verificando-se o ganho de peso, o consumo de ração e as características de carcaça e dos não componentes da carcaça. Para isso, analisou-se o efeito de níveis crescentes de inclusão da torta de dendê, com 0%, 7,5%, 15% e 22,5%, em rações ofertadas aos animais. O experimento foi realizado na Embrapa Amazônia Oriental, em 12 baias experimentais (12m2), sendo utilizados 40 caititus machos em fase de terminação. Os animais foram alojados dois em cada baia, recebendo a ração correspondente ao tratamento. Cada recinto serviu como uma unidade experimental, sendo as baias e os respectivos tratamentos definidos por meio de sorteio. Os animais foram distribuídos de acordo com o peso e a idade, utilizando-se para tanto o delineamento experimental em blocos casualizados. Após o experimento nutricional, os animais foram abatidos em abatedouro comercial para suínos. De acordo com os tratamentos utilizados (0%, 7,5%, 15% e 22,5%), o ganho diário de peso (GDP) foi de 46,85g, 26,83g, 36,10g e 52,13g, e o consumo diário de ração, de 437,68g, 440,27g, 436,54 e 436,25g, respectivamente. Houve ganho de peso médio nos animais medida à que a inclusão da torta de dendê foi aumentando, muito embora a diferença significativa (p<0,05) tenha sido observada somente no T7,5% em relação ao T0% e T22%. Para cada tratamento utilizado (0%, 7,5%, 15% e 22,5%), o rendimento de carcaça foi 59,54%, 56,63%, 56,58%, 62,07%, e a porcentagem de pernil em relação à meia carcaça esquerda foi 31,61%, 33,58%, 30,16% e 35,57%, respectivamente, sem haver diferença significativa (p>0,05). Apesar de não haver diferença significativa entre os tratamentos utilizados em ambas variáveis, foi observada uma tendência de elevação de 4% e 12%, para os rendimentos de carcaça e porcentagem de pernil em relação à meia carcaça esquerda, respectivamente, no T22,5%, quando comparado ao T0%. O peso vivo, o peso em jejum, o comprimento e o peso de carcaça, sangue, cabeça, pele, órgãos e glândulas, patas e cortes comerciais não foram influenciados pelos níveis de inclusão da torta de dendê (p>0,05). Os resultados sugerem a inclusão até o nível de 22% de torta de dendê na ração de caititus, em substituição ao farelo de trigo, sem que ocorra prejuízo ao desempenho dos animais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do ganho de peso e aspectos reprodutivos de primíparas zebuínas suplementadas com uréia no período seco
    (Universidade Federal do Pará, 2009) CARDOSO, Robson Pinto; FATURI, Cristian; http://lattes.cnpq.br/8389692203753236
    Este trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho produtivo e reprodutivo de vacas de corte primíparas, suplementadas com uréia no período seco. Foram utilizadas 58 fêmeas mestiças Tabapuã x Nelore, prenhas, com idade média de 39 meses e peso médio de 399 kg. Os animais experimentais foram vermifugados e divididos em dois grupos, um grupo (A) suplementado com sal mineral e o outro (B) com sal mineral enriquecido com uréia, na proporção de 80:20 (sal:uréia). Os animais foram mantidos em uma área de 50 hectares de capim Brachiaria brizantha, sendo 25 hectares para cada grupo. Durante os meses de agosto a novembro, período mais seco do ano na região, o pasto apresentou em média 5.800 kg de matéria seca por hectare com 6,2% de proteína bruta. As misturas minerais foram administradas em cochos cobertos de forma a atender um consumo ad libitum durante o período seco. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com dois tratamentos. Foi verificada diferença no peso vivo ao final do experimento (PVF) entre os tratamentos com sal mineral e sal mineral com uréia, com valores médios de 360,1 kg e 385,8 kg, respectivamente. Também foi observada diferença para o ganho médio diário, com média de 0,465 kg/an/dia para o grupo tratado com uréia, e 0,284 kg/an/dia para o grupo controle, com ganho pós-parto de 41,2 e 26,5 kg/animal, respectivamente. O melhor desempenho dos animais suplementados deve estar relacionado ao aumento no consumo de matéria seca promovido pela suplementação com uréia (12,610 kg contra 8,744 kg). O melhor desenvolvimento corporal (peso e escore corporal) ao início da estação de monta refletiu na manifestação de cio dos animais, sendo que 75% das vacas suplementadas com uréia já haviam manifestado cio durante os primeiros 60 dias da estação de monta contra apenas 53,33% das não suplementadas. Quando se avaliou o período integral da estação de monta não foi observado diferença entre a manifestação de cio das fêmeas suplementadas ou não, fato relacionado ao bom escore corporal apresentado pelos animais ao fim da estação de monta, 3,7 nas fêmeas suplementadas e 2,9 nas não suplementadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação nutricional da torta de dendê para suplementação de ruminantes na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2006) COSTA, Dayana Alves da; CAMARÃO, Ari Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/1649891765946593; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544
    O trabalho foi realizado na Embrapa Amazônia Oriental, em Belém, Pará, (1º28´ S 48º27´ W de Greenwich), com o objetivo de avaliar a influência da adição da torta de dendê (Elaeis guineensis) como alternativa para suplementação alimentar de ruminantes, em períodos críticos de produção de forragem na Amazônia Oriental. Foram determinadas as características nutricionais da torta de dendê, durante um período de 21 dias, com 16 ovinos, em gaiolas metabólicas individuais, distribuídas em delineamento inteiramente casualizado, em quatro tratamentos e quatro repetições, onde os tratamentos (T1, T2, T3 e T4) continham quicuio-da-amazônia (Brachiaria humidicola) e níveis crescentes de 10%, 20%, 30% e 40% de inclusão de torta de dendê. Os consumos de matéria seca, em g/dia e % do peso vivo, foram de 666,6 e 2,5; 686.9 e 2,4; 649,4 e 2,4; e 540,9 e 2,0, de matéria orgânica 706,5; 710,8; 708,1 e 632,3 g/dia, e de proteína bruta 37,3; 42,9; 58,7 e 56,4 g/dia. O consumo de FDN, em g/dia, foi de 584,7; 583,5; 565,2; 527,0. Os coeficientes de digestibilidade da matéria seca foram de 50,3; 47,8; 52,2; e 55,2%, da matéria orgânica de 50,8; 49,6; 53,5; e 56,3% e de proteína bruta de 48,0; 38,7; 66,8; 69,4%, em T1, T2, T3 e T4, respectivamente. A torta de dendê possui potencial produtivo, com elevada disponibilidade de matéria seca e bom valor nutritivo, constituindo-se em alternativa para ser utilizada como suplemento alimentar para ruminantes, principalmente em períodos críticos de estiagem, em níveis em torno de 30%, e possibilita maior consumo e digestibilidade de matéria seca, matéria orgânica, proteína bruta, com suprimento adequado de energia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação reprodutiva de touros bubalinos alimentados com subprodutos da agroindústria na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2011-10-19) SANTOS, Alessandra Ximenes; FATURI, Cristian; http://lattes.cnpq.br/8389692203753236; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; GARCIA, Alexandre Rossetto; http://lattes.cnpq.br/2678267039338224
    Os subprodutos farelo de coco (FC) e a torta de amêndoa de dendê (TAD) disponíveis na agroindústria da Amazônia Oriental podem ser utilizados como alimentos alternativos na substituição de concentrados convencionais, porém com poucas informações a respeito da sua composição bromatológica, e sua relação com as características produtivas e reprodutivas dos animais. Assim, este trabalho visou avaliar o consumo alimentar, desempenho ponderal, perímetro escrotal, qualidade seminal e níveis de testosterona de búfalos suplementados com rações experimentais à base de TAD ou FC. O trabalho foi desenvolvido na Unidade de Pesquisa Animal “Senador Álvaro Adolpho”, da Embrapa Amazônia Oriental, em Belém-PA. Foram utilizados como doadores de sêmen 15 machos bubalinos (Bubalus bubalis) adultos, divididos em três grupos experimentais: Controle, Base-FC (farelo de coco) e Base-TAD (torta de amêndoa de dendê). Os concentrados experimentais foram fornecidos individualmente na proporção de 1% do peso vivo (PV) de cada animal, diariamente. As colheitas seminais (n=173) foram realizadas semanalmente, e iniciaram 112 dias após o início da suplementação. Foram avaliadas as características físicas (aspecto, cor, volume, concentração, pH, motilidade e vigor espermáticos) e morfológicas (defeitos espermáticos e integridade de membrana plasmática) do sêmen. Os resultados foram submetidos à análise de variâncias, pelo comando PROG GLM do SAS, com comparações de médias feitas por Teste t (P<0,05). O consumo médio de matéria seca dos concentrados experimentais foi de 4,778 ± 1,233 kg, no Grupo Controle, 3,112 ± 0,693 kg, no Base-FC, e 4,558 ± 1,077 kg no Base-TAD (P>0,05). Os pesos médios dos animais foram 591, 4 ± 103,3 kg, 566,4 ± 94,1 kg e 578,3 ± 107,5 kg (P>0,05), e as medidas de perímetro escrotal de 34,6 ± 2,0 cm, 33,0 ± 1,9 cm e 32,7 ± 1,9 cm, spectivamente, nos grupos Controle, Base-FC e Base-TAD. Não houve diferença na concentração espermática (x106 sptz/mL) entre Controle (1326,3 ± 893,8), Base-FC (1.698,1 ± 1023,0) e Base-TAD (1.003,2 ± 569,0). A integridade da membrana plasmática (%) foi de 68,0 ± 19,5, 72,0 ± 22,6 e 82,1 ± 12,2, respectivamente para Controle, Base-FC e Base-TAD, juntamente com a motilidade espermática progressiva (%), foram maiores (P<0,05) no grupo Base-TAD (71,7 ± 15,1%), quando comparadas ao Controle (59,3 ± 20,5%) e Base-FC (56,7 ± 24,8%). Foram observadas correlações entre as variáveis de resposta. O consumo dos concentrados experimentais e ingredientes contidos neles, como PB, lipídeos, macro, micronutrientes e metais foram maiores no Grupo Base-TAD, com exceção de K, maior no Grupo Controle, e de Ti, maior no Grupo Base-FC. Em relação os parâmetros seminais não houve diferença significativa (P>0,05) no volume espermático, movimento de massa, vigor espermático, pH e patologias espermáticas, contudo, maiores concentrações espermáticas foram observadas no Grupo Base-FC e, maior motilidade espermática e integridade de membrana plasmática no Grupo Base-TAD. Deste modo, podemos concluir que as rações à base de subprodutos, como farelo de coco e torta de amêndoa de dendê podem ser utilizadas para touros reprodutores bubalinos, contudo, a melhor qualidade seminal foi observada nas rações à base de torta de amêndoa de dendê.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cinética de fermentação e parâmetros ruminais de animais alimentados com dietas contendo níveis de inclusão de torta da amêndoa de castanha-do-pará
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-25) BUDEL, Juliana Cristina de Castro; SILVA, André Guimarães Maciel e; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420; SOUSA, Luciano Fernandes; http://lattes.cnpq.br/4653514398045610; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544
    A cinética de fermentação e a degradabilidade efetiva (DE) da torta da amêndoa de castanha-do-pará (Bertholletia excelsa Bonpl.) - (TAC) foram avaliadas nas proporções 0 (controle), 15, 30, 45, 60 e 100% da matéria seca em substituição à silagem de milho (SM), através da produção de gases in vitro, nos tempos 3, 6, 9, 12, 24, 48, 72 e 96 horas. O delineamento experimental para produção de gases foi em blocos ao acaso, com seis tratamentos, três blocos e duas repetições por bloco. Para estimativa dos parâmetros de cinética de fermentação ruminal de cada tratamento, o modelo de France et al. (1993) foi ajustado aos dados. Em experimento in vivo, avaliou-se os parâmetros ruminais de ovinos alimentados com 0, 15, 30 e 45% (MS) de TAC, e silagem de milho. As coletas de líquido ruminal para determinação da concentração dos AGCC, pH e N-NH3 foram realizadas às 08h00, antes do fornecimento da dieta, e às 10h00, 12h00, 14h00, 16h00 e 18h00, pós-prandial. O delineamento foi inteiramente casualizado, com medidas repetidas no tempo, sendo quatro tratamentos e três repetições. Os resultados das variáveis: acetato, propionato, butirato, relação acetato:propionato, pH e NH3 foram submetidos à análise de variância e regressão (linear e quadrática) considerando-se tratamento, tempo e a interação de ambos. Utilizou-se o teste F, com nível de significância de 5% (P<0,05). O padrão de cinética de fermentação e DE foi linear decrescente (P<0,05), diminuindo a produção de gás total à cada nível de inclusão do coproduto. Não houve efeito da interação tratamento vs tempo para as variáveis AGV total (P>0,40), ácido acético (P>0,41), propiônico (P>0,85), butírico (P>0,62) e pH (P>0,57). Não houve, também, efeito na concentração de AGV total (P>0,75), nem na de ácido acético (P>0,07), entre os tratamentos. A concentração dos ácidos propiônico e butírico mMol/100 mL de líquido ruminal reduziram (P<0,001) e (P<0,022), com a inclusão de 45% MS de TAC. As maiores concentrações, nos tempos de mensuração foram observadas 4 horas após a alimentação. Os valores de pH apresentaram efeito quadrático tanto na inclusão (P<0,001), quanto no tempo (P<0,001). Houve interação tratamento vs tempo na concentração de N-NH3 (mg/ml) (P<0,001) e na relação dos ácidos acético:propiônico (P<0,014). Recomenda-se o uso da TAC, em níveis iguais ou inferiores a 30%, combinado com diferentes fontes de carboidratos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Composição centesimal, colesterol e maturação ovariana do Acetes marinus Omori, 1975 coletado no Baixo Tocantins
    (Universidade Federal do Pará, 2007-11-30) ASSUNÇÃO, Antônia do Socorro Américo de; LOURENÇO, Lúcia de Fátima Henriques; http://lattes.cnpq.br/7365554949786769; PAIVA, Rosildo Santos; http://lattes.cnpq.br/0510818763187669
    A espécie Acetes marinus Omori, 1975, possui total aproveitamento alimentar constituindo-se em uma espécie de grande importância nutritiva para a população regional onde ocorre, porém, é muito pouco estudada. Visando contribuir com um melhor aproveitamento deste recurso foram realizadas coletas mensais de A. marinus durantes os meses de janeiro de 2006 a junho de 2007, em duas praias, próximas da cidade de Cametá, no baixo Tocantins. Foram determinadas a composição centesimal (%) e o teor de colesterol (mg/100g) relacionado aos parâmetros ambientais: pH, temperatura e material em suspensão da sub-superfície da água. A caracterização do desenvolvimento ovariano, baseado nas modificações macro e microscópicas. Para essas duas praias o pH médio anual foi de 7,52 ± 0,71, a temperatura foi de 26,57°C ± 1,26, e o material em suspensão foi de 73mg/L ± 65,53. Para a composição centesimal do A. marinus obteve-se: 87,1 % ± 1,1- umidade; 9,8% ±1,3-cinzas; 71% ± 1,8-proteínas; 5,4% ± 2,9-lipídios; 13,7% ± 2,6- carboidratos; 387,6% ± 13,2 Kcal-valor calórico. O teor de colesterol foi de 374,87mg/100g ± 207,08. Foi revelado um grande potencial nutricional, principalmente protéico, desta espécie, porém esta é rica em colesterol. E para o desenvolvimento ovariano foram descritos três estágios de maturação, baseados em quatro diferentes tipos de ovócitos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Consumo, digestibilidade dos nutrientes e comportamento ingestivo, em ovinos sob dieta com níveis de inclusão de farelo de dendê (Elaeis guineenses)
    (Universidade Federal do Pará, 2014) PINHO, Bianca Damasceno; SILVA, André Guimarães Maciel e; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544
    O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos dos níveis crescentes de farelo de dendê (Elais guineensis) - FD, nos níveis de 0, 15, 30, 45 e 60% na matéria seca total da dieta, em substituição à silagem de milho sobre o consumo voluntário, digestibilidade aparente dos nutrientes e comportamento ingestivo em ovinos. Foram utilizadas 20 fêmeas, com média de 35 kg, mantidas em gaiolas metabólicas individuais, que recebiam a dieta em duas refeições, as 8h e 17h, distribuídos em delineamento inteiramente ao acaso, em cinco tratamentos e quatro repetições. O experimento foi realizado na Embrapa Amazônia Oriental, Belém, Pará, durante 30 dias, dos quais 21 de adaptação à dieta e instalações, cinco dias de coleta de dados para determinação do consumo e digestibilidade aparente dos nutrientes, e quatro dias de avaliação do comportamento ingestivo animal. Foram observados efeito linear crescente (P>0,05) nos consumos de todos os nutrientes, com exceção do extrato etéreo (EE) e carboidrato não fibroso (CNF), que não apresentaram efeito (P>0,05), em função dos níveis de FD na dieta. Observou-se efeito quadrático (P<0,05) sobre a digestibilidade aparente dos nutrientes, com valores máximos nos níveis de 31% a 40,4% de inclusão de FD na dieta, exceto para o coeficiente de digestibilidade do EE (CDEE) e coeficiente de digestibilidade do CNF (CDCNF), que não apresentaram efeito (P>0,05). Os animais reduziram o tempo de alimentação e aumentaram o tempo despedido em ócio, com valor máximo de 14 horas/dia, com a inclusão de 37,62% de FD. O número de bolos ruminados por dia não foram influenciados pelos níveis de FD na dieta, enquanto o tempo de ruminação por bolo apresentou comportamento quadrático, com valor mínimo de 44,37/segundo, no nível de 35,19% de FD. O número de mastigações merícicas (NMM) apresentou comportamento quadrático, com valores mínimos estimados de 51,16 MM/bolo e 32.002,44 MM/dia, respectivamente, com 33,68% e 35,06% de inclusão do subproduto. Os consumos de matéria seca (MS) e fibra em detergente neutro (FDN) foram influenciados pelos níveis de FD na dieta, o que provocou alterações na eficiência de alimentação e ruminação (g MS e g FDN/hora) e ruminação em (g MS e g FDN/bolo). A inclusão de FD aumenta o consumo de MS da dieta, melhora o comportamento ingestivo e, quando utilizada até o nível de 40% na dieta, não compromete a digestibilidade dos nutrientes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Consumo, digestibilidade, balanço de nitrogênio e composição bromatológica da torta de murumuru (Astrocaryum murumuru var. murumuru Mart.), na alimentação de ruminantes
    (Universidade Federal do Pará, 2012-02-10) MENEZES, Bruno Peres de; SILVA, André Guimarães Maciel e; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420; http://lattes.cnpq.br/9647377426235964; ANDRADE, Stefano Juliano Tavares de; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544
    Foi avaliado a torta de murumuru (Astrocaryum murumuru var. murumuru, Mart.), oriunda do processamento de amêndoas, após a extração do óleo pela indústria cosmética, sobre os efeitos da substituição dos níveis 0%; 10%, 20%, 40% e 60%, na dieta básica da gramínea mombaça (Panicum maximum cv. Mombaça) sobre o consumo e digestibilidade aparente da matéria seca (CDMS); matéria orgânica (CDMO); extrato etéreo (CDEE); proteína bruta (CDPB); fibra em detergente neutro (DAFDN); fibra em detergente ácida (CDFDA); celulose (CDCEL) e hemicelulose (CDHCEL) e balanço de nitrogênio. Foi realizado ensaio metabólico com 20 ovinos castrados, peso vivo médio de 24 kg, distribuídos em cinco tratamentos e quatro repetições, em delineamento inteiramente casualizado. Houve período adaptativo de 21 dias, com cinco dias de coleta de dados da dieta fornecida e sobras, fezes e urina. Os CMS, CMO, CEE, CPB, CFDN, CFDA, CHCEL, CLIG apresentaram efeitos quadráticos em função dos níveis de substituição com torta na dieta. Os CDMS; CDMO e CDPB não apresentaram efeitos significativos. Os CDEE, com nível de substituição ótimo de 56,64% e digestibilidade máxima de 88,62%, CDFDN com nível de substituição ótimo de 42,45% e digestibilidade máxima de 68,25%, CDFDA com nível de substituição ótimo de 31,63% e digestibilidade máxima de 66,80%, CDCEL com nível de substituição ótimo de 27,45% e digestibilidade máxima de 72,21% apresentaram efeito quadrático devido à substituição com torta de murumuru. O balanço de nitrogênio não apresentou efeito significativo no intervalo de inclusão de 0% a 60% de torta. Conclui-se que a torta de murumuru (Astrocaryum murumuru var. murumuru, Mart.), tem como principal limitação o baixo consumo alimentar e digestibilidade, além da impossibilidade de sua utilização como concentrado exclusivo na dieta de ovinos mostrando-se como alternativa alimentar em até 20% de substituição em dietas para ovinos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Desempenho e características de carcaças de cordeiros suplementados com diferentes níveis de resíduo de biodiesel
    (Universidade Federal do Pará, 2011-02-15) SOARES, Bruno Cabral; ÁVILA, Sandra Cristina de; http://lattes.cnpq.br/9683521652094464; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420; SILVA, André Guimarães Maciel e; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544
    Objetivou-se verificar o efeito de diferentes níveis de suplementação do resíduo de biodiesel oriundo do dendê, na dieta de cordeiros em confinamento. Foram utilizados 25 ovinos machos, SRD, castrados, com peso vivo médio de 20 kg. O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso, com cinco repetições por tratamento, para os dados de ganho de peso e características de carcaça. Os dados de biometria foram analisados em um esquema de parcelas subdivididas. O período experimental foi de 84 dias, com quatorze dias de adaptação e 70 dias para obtenção das variáveis estudadas. O arraçoamento foi dividido em duas refeições, às 7h:00 e 17h:00. As dietas foram compostas de 34% de feno de Panicum maximum cv. Massai e 61% de concentrado, a base de milho quebrado, farelo de soja, minerais e 5% de óleo de dendê ou resíduo de biodiesel de dendê, em níveis crescentes (zero, 25, 50, 75 e 100%), respectivamente. No inicio do período experimental e a cada 14 dias foram realizadas pesagens pela manhã, antes da primeira refeição para avaliação do desempenho e medidas biométricas e abatidos ao final do período experimental para avaliação das características de carcaça após passarem por 12 h de jejum de sólidos e dieta líquida. Foram observados efeitos significativos (p < 0,05) dos níveis de inclusão do resíduo de biodiesel oriundo de dendê. As equações de regressão apresentaram efeito linear crescente, para as variáveis: consumo de matéria seca (CMS), peso vivo (PV), ganho de peso (GPD), escore corporal (EC), comprimento corporal (CC), perímetro torácico (PT), largura de peito (PT), e quadrático para PCQ, PCF, RCQ e RB. A utilização de resíduo de biodiesel de dendê, em substituição ao óleo dendê na alimentação de cordeiros, promove efeito crescente no consumo de matéria seca e ganho de peso, melhora as características de carcaça e torna-se uma alternativa para aumentar a densidade energética de dietas para ovinos em crescimento.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo de uma alimentação proteica para Melipona flavolineata (Hymenoptera: Apidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2015) TEIXEIRA, Joyce Caroline da Silva; MENEZES, Cristiano; DOMINGUES, Felipe Nogueira; http://lattes.cnpq.br/1461187309835749
    A meliponicultura tem avançado consideravelmente nos últimos anos e, como consequência, aumentaram as demandas por colônias. Entretanto as técnicas de produção precisam ser aprimoradas para atingir a escala necessária. A alimentação das abelhas é uma das técnicas que precisam ser estudadas, pois existem longos períodos de escassez de florada, o que reduz a disponibilidade de alimento para as abelhas e limita a produção de colônias. O presente trabalho teve como objetivo estudar uma alimentação artificial proteica para Melipona flavolineata. Foi investigado a composição nutricional do alimento natural (pólen estocado) e artificial (a base de extrato de soja), seus efeitos sobre a sobrevivência e tamanho dos imaturos e longevidade dos adultos. O alimento artificial é mais rico em carboidratos e lipídeos, porém mais pobre em proteínas. Contudo, a diferença não afetou a sobrevivência e tamanho dos indivíduos imaturos; foi afetada somente a longevidade dos indivíduos adultos. É recomendado que nas próximas fabricações, seja reduzida a quantidade de açúcar e adicionado ingredientes com teor de protéina mais elevado. A dieta a base de extrato de soja se mostrou um bom substituto para o polén, mas não perfeito. Pequenos ajustes de ingredientes podem ser direcionados a partir dos resultados desse trabalho para se chegar a um alimento de qualidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Exigência de proteína bruta na dieta de alevinos e juvenis do ornamental Amazônico acará severo (Heros severus) (Heckel, 1840)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-07-21) SOUSA, Jonathan Alves de; VERAS, Galileu Crovatto; http://lattes.cnpq.br/4497651649653210; COSTA, Rauquírio André Albuquerque Marinho da; http://lattes.cnpq.br/4504677939464624
    A aquicultura é a prática de criar de forma controlada organismos aquáticos, dividindo-se em dois segmentos: alimentação humana e fins ornamentais. Dentre os organismos contribuintes para a diversidade da ictiofauna ornamental Amazônica, encontra-se o acará severo (Heros severus). Quando criado em cativeiro, aceita bem todo tipo de ração industrializada, no entanto, ainda são desconhecidas as exigências nutricionais para a espécie, inclusive quanto ao requerimento de proteína. Desta forma, realizaram-se dois experimentos com o objetivo de determinar a exigência de proteína bruta (PB) na dieta de alevinos e juvenis de H. severus. Em ambos os experimentos testaram-se cinco dietas isoenergéticas (3.200 kcal de ED/ kg) contendo cinco níveis de PB (28%, 32%, 36%, 40% e 44% de PB). No experimento com alevinos, 75 indivíduos (21,31 ± 1,48 mm e 0,16 ± 0,04 g) foram distribuídos em 15 aquários (30L), em um delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos e três repetições. Durante 105 dias, os alevinos foram alimentados a uma taxa de 10% do seu peso vivo, três vezes ao dia. Não houve efeito significativo (P>0,05) dos níveis de PB da dieta sobre a sobrevivência, índice hepatossomático, viscerossomático e umidade corporal. Ocorreu efeito quadrático do ganho de peso e comprimento, taxa de crescimento específico, consumo de ração diário e conversão alimentar com o aumento dos níveis de PB da dieta, estimando-se valores de 41,86%; 40,42%; 41,29%; 39,60%; 43,54% de PB, respectivamente. Ocorreu efeito quadrático da proteína corporal, lipídeo corporal e cinzas, com o aumento dos níveis de PB da dieta, estimando-se valores de 40,64%; 37,77% e 37,50% de PB, respectivamente. No experimento com os juvenis, foram distribuídos 100 indivíduos com 50,03 ± 12,05 mm e 2,30 ± 0,55 g em 20 aquários (50L), em um delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições. Durante 105 dias os juvenis foram alimentados a uma taxa de 3% do seu peso vivo, duas vezes ao dia. Não houve efeito significativo (P>0,05) dos níveis de proteína da dieta sobre a sobrevivência de juvenis. Foi observado efeito quadrático do ganho de peso, taxa de crescimento específico, conversão alimentar, taxa de eficiência proteica e índice hepatossomático de juvenis, estimando-se valores de 37,03%; 37,20%; 35,13%; 35,85%; 38,78% de PB, respectivamente. A glicemia e o hematócrito apresentaram menores valores (P<0,05) nos peixes que receberam dieta com o menor teor de proteína. Com base no desempenho, eficiência de utilização dos nutrientes e índices de condição corporal de alevinos e juvenis de acará severo, estima-se os níveis de 37,77% a 43,54% e 34,74% a 38,78% de PB, respectivamente.
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    Farelo de coco e torta de dendê como suplementos alimentares na dieta de novilhas bubalinas recriadas em pasto de capim-marandu
    (Universidade Federal do Pará, 2011-07-18) AMARAL JÚNIOR, João Maria do; FATURI, Cristian; http://lattes.cnpq.br/8389692203753236; BERNARDES, Thiago Fernandes; http://lattes.cnpq.br/9614321233731548
    A bubalinocultura leiteira no Estado do Pará, o qual é detentor de 51% do rebanho bubalino nacional, vem buscando alternativas para o aumento da produtividade dos sistemas, os quais são baseados no uso do pasto como fonte alimentar. Neste contexto, objetivou-se avaliar o desempenho de novilhas bubalinas recriadas em pasto de capim-Marandu e suplementadas com diferentes estratégias. Utilizaram-se 48 novilhas com idade e peso médio iniciais de 12 meses e 207,0 kg, respectivamente, distribuídas em delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e duas repetições. As dietas testadas foram um suplemento a base de farelo de coco (COC); o segundo a base de torta de dendê (DEN); terceiro com milho e soja (M+FS) como controle positivo e um quarto tratamento utilizando mistura mineral (MM) como controle negativo. Os animais que consumiram os suplementos COC, DEN e M+FS apresentaram ganho diário adicional de 0, 399, 0, 405, 0, 319 kg/animal, respectivamente, em relação aos do grupo controle (P<0,05). O tratamento a base de coco obteve a melhor relação custo/benefício quando comparado aos demais tratamentos. A suplementação da dieta de novilhas bubalinas recriadas em pasto no período seco por meio do uso de subprodutos agroindustriais proporciona ganhos semelhantes ao binômio milho e farelo de soja e adicionais quando comparados ao sal mineral a um menor custo, traduzindo-se em aumento da produtividade, sustentabilidade e receita da atividade.
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    Farelo de dendê como aditivo sequestrante de umidade na silagem de capim-elefante
    (Universidade Federal do Pará, 2013-08-12) SANTOS, Ivan Alberto Palheta; RÊGO, Aníbal Coutinho do; http://lattes.cnpq.br/4330113577933018; DOMINGUES, Felipe Nogueira; http://lattes.cnpq.br/1461187309835749
    Objetivou-se com esse trabalho fazer uma revisão bibliográfica sobre o uso de aditivos sequestrantes de umidade, assim como o uso do farelo de dendê como aditivo para silagens de capim-elefante, após isso, houve um experimento científico em que avaliou-se o efeito da adição de farelo de dendê como aditivo sequestrante de umidade na silagem de capim-elefante. As características químicobromatológicas e fermentativas foram analisadas em delineamento inteiramente casualizado, com seis tratamentos e seis repetições onde as médias dos resultados dos dias de fechamento e de abertura foram analisados por meio de análise de regressão. Nas análises de estabilidade aeróbia empregou-se esquema de parcelas subdivididas, de modo que os tratamentos foram aleatorizados nas parcelas e os tempos de avaliação nas subparcelas. Coletaram-se amostras no momento da ensilagem e após 190 dias de armazenamento para avaliação dos teores de matéria seca, proteína bruta, carboidratos (totais, não-fibrosos, solúveis em água, celulose e hemicelulose), material mineral, lignina e extrato etéreo. Nos dias de aerobiose coletaram-se amostras para obter valores de pH, nitrogênio amoniacal, fungos e leveduras. O capim-elefante deste experimento apresentou valores de 13,9% de MS e 8,25% de PB enquanto que o FD possui 77,2% de MS e 16,9% de PB. A inclusão de FD teve influência direta nas populações de fungos e leveduras durante a fase de estabilidade aeróbia, quanto maior a dose, menor a proliferação, em consequência disso, os valores de pH e N-NH3 também apresentaram comportamento semelhante. A inclusão do farelo de Dendê em doses entre 10% a 15% podem ser usadas em silagens de capim-elefante, inibindo fermentações indesejáveis e tornando-as mais estáveis, doses acima deste valor podem comprometer o valor nutritivo da silagem pelo alto teor de lignina do aditivo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Níveis de cálcio e fósforo na dieta de muçuã Kinosternon scorpioides (LINNAEUS, 1766) em diferentes fases de criação em cativeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2013-08-23) FERNANDES NETO, Dário Lisboa; MARQUES, José Ribamar Felipe; http://lattes.cnpq.br/0104908318773676; GUIMARÃES, Diva Anelie de Araújo; http://lattes.cnpq.br/2891287458034896
    Na Amazônia o consumo de quelônios é muito mais do que uma simples maneira de se obter carne ou proteína é, também, parte da cultura. A criação em cativeiro de forma comercial é fundamental para combater a caça predatória e, consequentemente, evitar a extinção das espécies. Um maior conhecimento das exigências alimentares, quanto aos minerais, podem servir de base para formulações em dietas de quelônios, como alternativas para corrigir deficiências destes compostos nas rações fornecidas em cativeiro. Assim neste estudo objetivou-se determinar os níveis de cálcio para fase inicial e crescimento e níveis cálcio e fósforo e sua relação na fase adulta para muçuãs (Kinosternon scorpioides). Na fase inicial e de crescimento o delineamento foi Inteiramente casualizado, com cinco níveis de cálcio (4.7, 5.2, 5.7, 6.2 e 6.7%) com fósforo a 3,0%, com três repetições, contendo 4 e 2 animais por unidade experimental, respectivamente. Na fase adulta o delineamento foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 5x3, cinco níveis de cálcio (5.0, 5.7, 6.4, 7.1 e 7.7%) e três níveis de fósforo (2.6, 3.0, e 3.4 %), com três repetições contendo três animais por unidade experimental. Quinzenalmente os animais foram submetidos a pesagem e a biometria. Os dados foram processados utilizando análise de regressão por superfície de resposta. Na fase inicial a variação dos níveis de cálcio não influenciou nas variáveis respostas, sendo absorvido e desviado para o fortalecimento das partes osseas. Na fase de crescimento, o cálcio absorvido foi destinado ao desenvolvimento corporal dos muçuãs recomendando-se os níveis de 5,7% Ca com 3,0% P. Confirmou-se a relação cálcio e fósforo mantendo o melhor desempenho nos níveis de 1,92 ± 0,26 a 2.08 ± 0,18 Ca:P, recomendado-se o nível de 5,0% Ca e 2,6% P na fase adulta. Este estudo é pioneiro para a determinação de níveis minerais nas dietas da espécie Kinosternon scorpioides criados em cativeiro, fazendo-se necessário mais pesquisas, a fim de determinar outras exigências nutricionais desses animais, incentivando e viabilizando sua criação comercial.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Óleo de fritura residual na alimentação de ovinos: consumo e digestibilidade
    (Universidade Federal do Pará, 2014-08-27) OLIVEIRA, Cristiane do Socorro Barros de; RÊGO, Aníbal Coutinho do; http://lattes.cnpq.br/4330113577933018; FATURI, Cristian; http://lattes.cnpq.br/8389692203753236
    Objetivou-se avaliar o efeito da inclusão de óleo de fritura residual no consumo e digestibilidade aparente da matéria seca e dos nutrientes das dietas e balanço de nitrogênio. No ensaio do consumo e digestibilidade aparente utilizou-se 20 cordeiros da raça Santa Inês, com idade média de 90 dias e peso corporal médio inicial de 19,29±3,17 kg, em delineamento inteiramente casualizado. O período experimental teve duração de 19 dias, 14 dias de adaptação e cinco de coleta total das dietas fornecidas, sobras, fezes e urina. A coleta total das fezes foi realizada em coletores de plástico e pesada diariamente. A urina foi coletada em baldes de plástico e adicionada diariamente nos coletores solução de ácido clorídrico a 10%. Os animais foram alojados em gaiolas metabólicas individuais e alimentados duas vezes ao dia, com dietas a base de volumoso e concentrado (50:50), enquanto o óleo residual foi incluído nas dieta nas concentrações 0; 2; 4; 6 e 8% da matéria seca do concentrado. A adição do óleo de fritura residual não apresentou efeito significativo (p>0,05) no consumo de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente acido (FDA), carboidrato total (CHOT), carboidrato não fibroso (CNF). No entanto, o consumo de extrato etéreo (CEE) aumentou linearmente com a inclusão de óleo no concentrado, Y= 0,0244+0,0051X (p<0,01). Também, não houve efeito na digestibilidade da MS, PB, MO, FDN, FDA, CHOT e CNF e balanço de nitrogênio. A digestibilidade do EE aumentou linearmente com a inclusão do óleo na dieta, Y= 83,68+1,66X (p<0,01). A inclusão do óleo de fritura residual, na dieta de ovinos, no nível de inclusão de até 8% na matéria seca no concentrado pode ser utilizada sem prejuízo ao consumo e digestibilidade dos nutrientes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Óleo de palma na alimentação de ovinos, degradabilidade ruminal e digestibilidade aparente
    (Universidade Federal do Pará, 2014-02-28) MORAIS, Eziquiel de; ÁVILA, Sandra Cristina de; http://lattes.cnpq.br/9683521652094464; SILVA, André Guimarães Maciel e; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420
    Foram estudados os efeitos de inclusões crescentes de óleo de palma nos parâmetros de degradação ruminal in situ dos nutrientes, matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), da silagem de capim elefante e a digestibilidade aparente da MS, MO, PB, FDN, FDA e extrato etéreo (EE) das dietas experimentais em ovinos. Foram testados os seguintes tratamentos: inclusão de óleo de palma em 0, 25, 50, 75 e 100 g/kg MS da dieta total. As dietas constituíam de silagem de capim elefante e concentrado a base de milho, farelo de soja e mistura mineral, o óleo de palma foi misturado ao concentrado para facilitar a distribuição, mantendo-se uma relação volumoso:concentrado de 1:1, formuladas para serem isoprotéicas, isofibrosas, porém não isoenergéticas oferecidas na razão de 1.5% do peso vivo (consumo restrito). Não foram observadas semelhanças significativas (P>0.05) nas variáveis de degradação ruminal avaliadas, até a inclusão de 75 g de óleo /kg MS. A matéria orgânica apresentou redução linear na digestibilidade aparente, efeito contrário ao observado para o EE que apresentou aumento linear na digestibilidade aparente, os demais nutrientes não tiveram suas digestibilidades afetadas pelas inclusões de óleo de palma à dieta, e indica que essa fonte lipídica pode ser utilizada em níveis superiores às recomendações para inclusão de gordura livre à dieta de ruminantes.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Palm kernel meal as additive in the elephant-grass silage
    (Universidade Federal do Pará, 2014-09) SANTOS, Ivan Alberto Palheta; DOMINGUES, Felipe Nogueira; RÊGO, Aníbal Coutinho do; SOUZA, Natália Sidrim da Silva de; BERNARDES, Thiago Fernandes; BARATA, Zuleide Rafaela Pimentel; MORAES, Carina Martins de
    Objetivou-se com este estudo avaliar o efeito da adição de farelo de dendê (BP) como aditivo na silagem de capim-elefante. A composição química e fermentação foram analisadas em delineamento experimental inteiramente casualizado, com seis tratamentos, sendo um sem BP (C) e seis repetições, em que as médias dos resultados dos dias de fechamento e abertura foram analisadas por análise de regressão. As amostras foram coletadas no momento da ensilagem e após 190 dias de armazenamento para avaliação da matéria seca, proteína bruta, carboidratos (total, não fibrosos, solúvel em água, celulose e hemicelulose), cinzas, lignina e extrato etéreo. Na fase aeróbia, foram coletadas amostras para pH, nitrogênio amoniacal, fungos e leveduras. O capim-elefante do experimento apresentou valores de 13,9% de MS e 8,25% de PB, enquanto a BP tem 77,2% de MS e 16,9% de PB. A inclusão de BP inibiu o crescimento de fungos e leveduras. O aumento do teor de BP diminuiu a concentração de NH3-N. Maiores concentrações de BP tornaram as silagens mais estáveis, tendo sua quebra em 72 horas, enquanto que a estabilidade de C foi de 19 horas. As silagens com concentrações superiores a 15% BP não apresentaram variações significativas no pH, na fase aeróbica. A inclusão de farelo de palma, em concentrações de 10% a 15% pode ser usado em silagem de elefante, inibindo fermentação indesejável e tornando-as mais estáveis. Concentrações acima deste valor podem afetar o valor nutritivo da silagem pelo alto teor de lignina do aditivo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Potencial nutritivo da torta de dendê na alimentação de ruminantes no estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2010-06-23) VASCONCELOS, Helbilena Gildeli Rodrigues; ÁVILA, Sandra Cristina de; http://lattes.cnpq.br/9683521652094464; FATURI, Cristian; http://lattes.cnpq.br/8389692203753236
    Avalia os efeitos da inclusão de torta de dendê na dieta de ovinos em crescimento, criados sob condições tropicais, com ênfase para efeitos sob o consumo, a digestibilidade aparente e o desempenho desses ruminantes. Para o ensaio do consumo e da digestibilidade aparente utilizou-se 16 ovinos da raça Santa Inês, com idade média de 3 meses e peso aproximado de 19 kg, durante 19 dias, sendo 14 de adaptação e cinco dias de coleta de dados e amostras em gaiolas metabólicas. E para o desempenho, 15 machos com 4 meses de idade, da mesma raça, com peso aproximado de 20 kg por 56 dias, distribuídos em um delineamento em blocos ao acaso em quatro tratamentos : 0, 25, 50 e 75% de inclusão da torta de dendê no concentrado, com dietas compostas por 40% (base matéria seca) de silagem de capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum) e 60% de concentrado composto por grão de milho, farelo de soja, torta de dendê e minerais. Analisando os dados verificou-se redução linear no consumo de matéria seca com a inclusão da torta de dendê, porém não houve diferença estatística significativa na digestibilidade da matéria seca. Notou-se ainda um aumento da digestibilidade da FDN e FDA em dietas com maior proporção de torta de dendê. No ensaio de desempenho, observou-se redução linear no ganho de peso dos animais conforme se aumentou o teor de torta de dendê na dieta, resultado do menor consumo de matéria seca (p<0,05), piorando a conversão alimentar. A torta de dendê é potencialmente produtiva, com alta disponibilidade de matéria seca e bom valor nutritivo. Constitui uma boa alternativa para ser utilizada como suplemento alimentar para ovinos, porém em níveis mais elevados pode reduzir o desempenho animal, sendo a sua utilização dependente do preço de aquisição e da relação custo: beneficío.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Resíduos da agroindústria de frutas como aditivos para ensilagem de capim elefante
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-27) AZEVEDO, Jorge Cardoso de; ROCHA, Norberto Silva; http://lattes.cnpq.br/7845601346733559; DOMINGUES, Felipe Nogueira; http://lattes.cnpq.br/1461187309835749
    Objetivou-se com este trabalho avaliar o potencial de utilização de resíduos da agroindústria de fruticultura (banana, manga e maracujá), como aditivos absorventes de umidade na ensilagem de capim-elefante (Pennisetum purpureum) cultivar Napier, sob diferentes massas específicas, determinando seu efeito na qualidade fermentativa, características microbiológicas e composição bromatológica. O delineamento experimental utilizado foi interiamente casualisados, com quatro repetições, em esquema fatorial 4 x 3, sendo composto por testemunha, resíduo de banana (RB), resíduo de manga (RMg); e resíduo de maracujá (RMj) e três massas específica (400, 500 e 600 kg MV/m3). Após 240 dias de fermentação os silos experimentais foram abertos e retiradas amostras para determinação do teor de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE) fibra em detergente neutro corrigidos para cinzas e proteína (FDNcp), fibra em detergente ácido (FDA), hemicelulose (HEM), lignina (LIG), carboidratos totais (CHOT) e carboidratos não fibrosos (CNF), nitrogênio insolúvel em detergente neutro (NIDIN/NT), nitrogênio insolúvel em detergente ácido (NIDA/NT), potencial hidrogênio (pH), nitrogênio amoniacal (N-NH3), bactérias ácidos láticas (BAL), fungos filamentosos (FUN) e leveduras (LEV). Os tratamentos foram analisados através do software R, considerando significativo ao nível de 5% de probabilidade (P<0,05). Para comparação das médias de cada tratamento, quando esta influenciou a variável resposta, foi adotado o teste de Tukey de 5% de significância. O efeito da massa específica no silo é mais efetivo na silagem exclusiva de capim-elefante, onde a compactação de 600 kg /m3 contribui para melhorias no processo fermentativo, microbiológico. A massa específica exerce pouco efeito sobre a composição bromatológiva. A adição do resíduo de banana na ensilagem do capim-elefante promoveu melhorias apenas na composição bromotológica, elevando os teores de MS, PB, CNF e redução nos componentes fibrosos (FDNcp e FDAcp), porém não favorece o processo fermentativo e microbiológico. A adição de subprodutos de maracujá e manga promove o aumento da MS e favorece o processo fermentativo, microbiológico e bromatológico da silagem, independente da massa específica.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Respostas termorregulatórias e comportamentais de fêmeas bubalinas criadas a pasto, em condições de ambiente do trópico úmido
    (Universidade Federal do Pará, 2015-09-11) BRCKO, Carolina Carvalho; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544
    Com o objetivo de avaliar as respostas termorreguladoras e de comportamento de búfalas, na Amazônia Oriental, foram conduzidos três experimentos na Embrapa Amazônia Oriental (01°.26’.03” S e 48°.26’.03” W), no período de julho de 2013 a junho de 2014, com 24 búfalas mestiças Murrah/Mediterrâneo, que ficaram em piquetes com Brachiaria brizantha (CV. Marandu), em sistema rotacionado, com água para beber e sal mineral à vontade. O primeiro experimento, que gerou o Artigo 1 objetivou avaliar os efeitos do clima e da inclusão de quatro níveis (0; 0,25; 0,5 e 1% do PV) de torta de palmiste na termorregulação de búfalas. Foram registrados dados de temperatura do ar (TA), umidade relativa do ar (UR), temperatura de ponto de orvalho, temperatura do bulbo úmido, temperatura de globo negro (TG), temperatura retal (TR), temperatura da superfície corporal (TSC), frequência respiratória (FR). Os animais receberam alimentação diária, em cochos individuais e a dieta foi ajustada, mediante nova pesagem dos animais, a cada 28 dias. Concluiu-se que não há efeito da torta de palmiste sobre o termorregulação de búfalas. O segundo experimento, que gerou o Artigo 2 objetivou estudar a capacidade de troca e conservação de calor diária de búfalas e teve duração de seis dias. Foram realizadas coletas de dados fisiológicos (TR, FR e TSC por termografia infravermelha) e climáticos (TA, UR, TG) às 6h00, 9h00, 12h00, 15h00, 18h00 e 21h00. Apesar de expostos a condições climáticas adversas, os búfalos são capazes de retornar a sua homeostase ao final do dia, indicando que a espécie possui grande capacidade adaptativa. Por fim, o terceiro experimento, que gerou o Artigo 3 visou estudar se a inclusão da torta de palmiste, em diferentes níveis (0; 0,25; 0,5; 1% do PV) é capaz de alterar o comportamento de búfalas criadas a pasto. O experimento foi realizado em dois períodos do ano (mais chuvoso e menos chuvoso). As variáveis climáticas analisadas são as descritas no experimento 1. A análise comportamental (pastejo, ruminação, ócio e outras atividades) foi realizada entre 6h00 e 18h00 por três dias consecutivos, em cada campanha de coleta. Foram utilizadas 24 búfalas, sendo seis para cada tratamento. A dieta testada não influencia no comportamento de búfalas. Apesar de sofrerem alterações fisiológicas e comportamentais em função do efeito das variáveis ambientais, principalmente no período com temperaturas mais elevadas, os bubalinos apresentaram capacidade de retornar a sua homeostase a medida que a temperatura foi ficando mais amena, indicando grande capacidade adaptativa.
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