Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por CNPq

Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA::ENDOCRINOLOGIA"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 10 de 36
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Abordagem multiprofissional na assistência ao paciente com Diabetes Mellitus: uma revisão integrativa
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-30) SANTOS, Grace Kelly Cabral dos; PIANI, Pedro Paulo Freire; http://lattes.cnpq.br/6434100473666705
    O Diabetes Mellitus (DM) como doença crônica e sem sintomas visíveis no seu início pode ter como efeitos particularidades sobre o comportamento dos pacientes, assim como suscitar formas de como abordar a população no que se refere à sua prevenção. O silêncio sintomatológico na fase inicial da doença repercute sobre comportamentos preventivos e a cronicidade da doença, é um aspecto que pode favorecer o estabelecimento de hábitos que se tornam um estilo de vida do paciente ou pode reduzir os cuidados em decorrência do cansaço em seguir dietas ou orientações o que implica outro estilo de vida em que as orientações sobre a doença não estão na prioridade do paciente. O componente da subjetividade deve ser considerado em qualquer abordagem às doenças em um sistema de saúde que envolve promoção, prevenção, tratamento e reabilitação. Aqui, a subjetividade é compreendida como processos individuais que implicam diretamente na adesão ao tratamento em saúde (GUIMARÃES; MENEGHEL, 2003). O DM é um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia persistente, decorrente de deficiência na produção de insulina ou na sua ação, ou em ambos os mecanismos (SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES, 2019). O DM é um problema de saúde pública em franco crescimento em todo o mundo. Em 2021, a Federação Internacional de Diabetes projetou que 16% da população mundial entre 20 e 79 anos de idade, viviam com diabetes. E a estimativa para o ano de 2045, será de aproximadamente 783 milhões de pessoas com Diabetes (INTERNATIONAL DIABETES FEDERATION, 2021). Nas Américas, as estimativas são de que 62 milhões de indivíduos vivam com DM, e estes números tendem a aumentar a cada ano. Para conter o avanço do DM, há um acordo global para a redução do número de DM e Obesidade até o ano de 2025 (PAHO, 2021a).
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Abordagem nutricional em pessoas com Diabetes Mellitus Tipo 2: protocolo para nutricionistas da atenção primária à saúde
    (Universidade Federal do Pará, 2023-12-13) QUEIROZ, Samara da Silva; CARVALHAL, Manuela Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/0708921042608519; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0003-1397-0471; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    O nutricionista possui papel importante na Atenção Pimária à Saúde (APS) para promover a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) aos usuários com DM2, objetivando alcançar melhor manejo glicêmico, atenuar as complicações decorrentes da doença e oferecer melhora na qualidade de vida dessas pessoas. Dessa forma, este trabalho tem por objetivo desenvolver um protocolo para conduta nutricional com foco em DM2 para ser utilizado por nutricionistas que atuam na APS. Trata-se de um estudo metodológico, do tipo desenvolvimento, dividido em três fases: levantamento bibliográfico; elaboração do material ilustrativo e validação de conteúdo, aparência e aplicabilidade do material por juízes especialistas e pelos nutricionistas da APS. Para a elaboração do protocolo, foi realizado uma revisão integrativa para definição do conteúdo com base nas necessidades encontradas pelos nutricionistas da APS. Para a validação, foram utilizados dois instrumentos em formato eletrônico: um formulário para validação do conteúdo e outro para validação aparente. Os dados obtidos foram compilados e armazenados no programa Microsoft Office Excel versão 2016. Para a análise dos dados, foi aplicado o Índice de Validade de Conteúdo (IVC) para o painel de especialistas. Na análise dos dados julgados pelo público- alvo, foram considerados validados os itens com nível de concordância mínimo de 75% nas respostas positivas. Este estudo faz parte do projeto intitulado “Criação e validação de protocolos de intervenções associadas para controle do Diabetes Mellitus na atenção primária à saúde” e todos os aspectos éticos foram respeitados, conforme a Resolução 466/12, do Conselho Nacional de Saúde. Na validação de conteúdo, a média global do IVC foi de 0,92, indicando excelente grau de concordância entre os especialistas. Com relação a validação com o público- alvo, obteve-se um grau de concordância superior a 75%. Ao final, foi realizada a revisão do material, com adequação do protocolo e confecção de ilustrações. Diante do exposto, conclui- se que a ferramenta foi validada, o que atesta a eficácia, relevância e aplicabilidade da tecnologia.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre saúde mental e hábitos alimentares em indivíduos com Diabetes Tipo 1 durante o distanciamento social pela pandemia de COVID-19 no Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2021-07-02) AINETT, Waléria do Socorro de Oliveira; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    O distanciamento social foi considerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a estratégia no combate à pandemia do COVID-19, afim de evitar a disseminação da doença, porém essa estratégia provocou uma série de reconfigurações na vida social das pessoas, incluindo pessoas com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1). Alterações na saúde mental estão frequentemente associadas ao diabetes, podendo resultar em menor adesão ao tratamento e a piores desfechos relacionados ao manejo da doença. Considerando que o contexto vivido durante o distanciamento social possa afetar a saúde mental e os hábitos alimentares de indivíduos com DM1, o presente estudo objetivou avaliar a associação entre saúde mental e hábitos alimentares de indivíduos com DM1 durante o distanciamento social por COVID-19 no Brasil. Tratou-se de um estudo transversal realizado em julho 2020 por meio de um formulário online. Foram utilizados dados sociodemográficos e econômicos, percepção de saúde mental por meio da Escala Transversal de Sintomas de Nível 1 do DSM-5 – adulto – adaptada, além de dados sobre hábitos alimentares, por meio do padrão de consumo de frutas, hortaliças, doces, ultraprocessados, hábito de cozinhar, número de refeições diárias, mudança no consumo de alimentos e de água. Os resultados mostraram que os participantes que apresentavam percepção de sintomas de depressão e de ansiedade em graus moderados e graves tiveram associação positiva com o aumento do consumo de alimentos de forma geral, com destaque para doces e alimentos ultraprocessados, como petiscos (salgadinhos e biscoitos), bem como tiveram associação positiva com diminuição do consumo de frutas e diminuição do hábito de cozinhar. Indivíduos com menores percepções de sintomas de depressão e ansiedade apresentaram associação negativa com piores hábitos alimentares. Evidenciou-se que situações de distanciamento social, como a provocada pela pandemia de COVID-19, podem impactar na saúde mental de indivíduos com DM1, desta forma, maiores percepções de sintomas de depressão eansiedade podem provocar alterações no consumo e nas escolhas alimentares, afetando o autocuidado e a adesão à terapia nutricional recomendada para esta população.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação das anormalidades do metabolismo mineral ósseo em pacientes portadores de lipodistrofia e HIV positivos
    (Universidade Federal do Pará, 2012-03-21) OLIVEIRA, Danielle Lima de; LIBONATI, Rosana Maria Feio; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618
    Os avanços na terapia antirretroviral (TARV) suprimiram marcadamente a atividade virótica e aumentaram a longevidade daqueles que vivem com HIV/SIDA; entretanto, uma variedade de anormalidades metabólicas relacionadas ao tratamento foi descrita após a introdução da TARV combinada. Entre estas complicações, as alterações da densidade mineral óssea merecem destaque, não só por suas implicações em longo prazo, mas também pelos dados conflitantes disponíveis na literatura atualmente. OBJETIVO: avaliar as alterações das densidade mineral óssea, e correlacioná-las ao sexo, idade, índice de massa corpórea, tipos de lipodistrofia, níveis laboratoriais de cálcio sérico, paratormônio e vitamina D e perfil hormonal. METODOLOGIA: neste estudo transversal foram analisados 77 pacientes HIV positivos com síndrome lipodistrófica em tratamento com a terapia antirretroviral altamente ativa (TARV), e inscritos no ambulatório de lipodistrofia do Hospital Universitário João de Barros Barreto. O exame clínico dos pacientes envolveu a medida do peso, altura e circunferência abdominal. Os exames laboratoriais realizados incluíram a medida de cálcio sérico, vitamina D, paratormônio, estradiol (mulheres e homens), testosterona (homens). Os pacientes foram divididos em três grupos de acordo com a forma de lipodistrofia: mista, atrófica e hipertrófica. RESULTADOS: a maioria dos pacientes era do sexo masculino, e a forma de lipodistrofia predominante foi a mista. O tempo médio de infecção após o diagnóstico do HIV foi de 10,98±6,03 anos. A prevalência de osteopenia foi 61,03% e osteoporose foi 25,97%. Os pacientes do sexo masculino apresentaram com maior freqüência osteoporose em colo femoral e as pacientes do sexo feminino, em coluna lombar. A osteoporose em coluna lombar foi mais prevalente na forma mista de lipodistrofia e em colo femoral e demonstrou ser semelhante entre as formas mistas e atrófica de lipodistrofia. E a frequência de osteoporose ocorreu em todas as sequências de idade no sexo masculino, sendo no feminino apenas após os 50 anos. CONCLUSÃO: a prevalência de osteoporose aumenta de acordo com a idade no sexo feminino. Não houve associação entre DMO e a forma de lipodistrofia.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do crescimento linear em crianças com o diagnóstico de Diabetes Mellitus Tipo 1
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-21) BARBOSA, Bruna Lopes; FELÍCIO, Karem Miléo; http://lattes.cnpq.br/5289063715182942
    O Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) é caracterizado pela perda da produção endógena de insulina. Constitui a forma de diabetes mais comum na faixa etária pediátrica e o tratamento é multifatorial, sendo a insulinoterapia a medicação primordial. Na ocorrência de descontrole glicêmico, a insulinopenia portal geraria um padrão de "resistência ao hormônio do crescimento" caracterizado pela redução na concentração de IGF-1, GHBP, e na expressão de GHR. Há aumento na produção de IGFBP-1 e GH, com piora da resistência insulínica. Este trabalho avaliou a influência do controle glicêmico na altura dos pacientes com DM1 atendidos no Hospital Universitário João de Barros Barreto e comparou o crescimento destes pacientes com a referência. Para isso, realizou-se um estudo de coorte retrospectivo através da revisão de prontuários dos pacientes com DM1 que tinham ao diagnóstico £ 15anos (sexo feminino) e £ 17anos (sexo masculino) atendidos neste serviço de referência. Os dados relacionados à fase de crescimento foram coletados entre 5 e 19 anos de idade. A amostra foi composta por 78 pessoas (sexo feminino: 40/ sexo masculino: 38) que possuíam idade ao diagnóstico de 8,6± 4,3 anos, tempo de doença de15,4 ± 10,4 anos, hemoglobina glicada (HbA1C) 10,5± 2,2%. Destes, 58 pacientes já tinham alcançado a altura final (EstF) e estavam distribuídos igualmente entre os sexos. As mulheres tiveram EstF de 156,2cm (com Z escore -1,11DP) e os homens apresentaram EstF de 166cm (Z escore -1,45DP). Apenas 19% tinham altura final acima da média da OMS e 26% tinham o diagnóstico de baixa estatura. Dos 58 pacientes, 9% estavam com Z≤ -3DP. O pior controle metabólico (HbA1C ≥9,5%) teve relação negativa com a altura final. Cada 1% de aumento na HbA1C pode estar associado a um decréscimo de 2,23cm na EstF e aproximadamente 26% da variabilidade da EstF do paciente foi explicada pela HbA1C. Aqueles com HbA1C ³ 9% apresentaram perda estatural significativa com relação a alvo familiar (TH). Concluiu-se que os pacientes com DM1 da amostra apresentaram menor altura final quando comparados à média da OMS, porém a grande maioria não apresentou baixa estatura; o pior controle glicêmico teve correlação negativa com o Z escore de altura final e com o prejuízo estatural com relação ao TH. E por fim, não foi encontrado correlação entre Est F e peso, dose total de insulina, sexo e tempo de doença.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização da adesão ao acompanhamento nutricional por adultos com Diabetes Mellitus Tipo 1 durante a pandemia de COVID-19 no Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-23) TOMPSON, Amanda Cristina Cunha; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença crônica e de tratamento complexo, por isso, acredita-se que a adesão ao tratamento nutricional tenha sido prejudicada durante a pandemia por Covid-19. Manter o atendimento nutricional on-line é uma estratégia para melhorar a adesão à alimentação saudável, que melhora o controle glicêmico e previne complicações clínicas do DM. O objetivo deste estudo foi caracterizar a adesão ao acompanhamento nutricional de adultos que vivem com DM1 na pandemia de COVID-19 no Brasil. Trata-se de um estudo transversal descritivo e analítico, realizado em julho de 2020. Foi utilizado um formulário on-line para coleta de dados sociodemográficos, econômicos, características do acompanhamento nutricional e dos hábitos alimentares, bem como distanciamento social de adultos com diagnóstico de DM1 residentes no Brasil. O teste Qui-Quadrado de Pearson foi aplicado, com análise de resíduos ajustados, considerando nível de significância estatística de p<0,05. Dos 472 participantes, 86,02% eram do sexo feminino, 62,50% viviam em capital ou região metropolitana e 32,42% tinham renda familiar entre 3 e 5 salários-mínimos. Ao avaliar o acompanhamento nutricional, 62,08% não faziam e mantiveram a não adesão ao acompanhamento nutricional na pandemia, 4,66% dos participantes mantiveram o acompanhamento nutricional on-line e 2,12% mantiveram essas consultas presencialmente. Ter melhor escolaridade (p=0,048) e renda (p=0,009) estava associado a manter o acompanhamento nutricional on-line. Foi encontrada associação positiva entre o consumo adequado de frutas (p=0,001) e hortaliças (p=0,049) e manter o acompanhamento nutricional on-line ou presencial e on-line. Houve associação positiva entre começar a fazer o acompanhamento nutricional presencial e consumir menos alimentos por delivery (p=0,024). Manter ou começar a fazer o acompanhamento presencial ou on-line foi associado a aderir à contagem de carboidratos (p=0,047). A adesão às consultas de telenutrição, é uma alternativa inovadora e complementar aos cuidados de saúde em DM.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartilha educativa para pessoas idosas que vivem com Diabetes Mellitus Tipo 2
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-26) LOBATO, Alyne Maciel; SOUZA, Ana Carolina Contente Braga de; http://lattes.cnpq.br/0609863332556837
    O Diabetes Mellitus é uma condição crônica complexa caracterizada pela hiperglicemia e desregulações metabólicas. O Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), tipo mais frequente de diabetes, é marcado pela progressiva e irreversível perda da secreção de insulina pelas células β pancreáticas, associada à resistência da ação da insulina em tecidos periféricos, resultando em maior incidência e diagnóstico tardio. O tratamento requer uma abordagem multifacetada, especialmente em pessoas idosas, que enfrentam desafios adicionais devido ao envelhecimento. Isso inclui mudanças no estilo de vida, como dieta, exercício físico e administração de medicamentos, além da necessidade de educação em saúde para promover adesão ao tratamento e autocuidado. A abordagem do DM2 demanda uma visão holística do paciente, considerando as particularidades do envelhecimento. Diante do exposto, o estudo tem como objetivo desenvolver uma cartilha educativa para pessoas idosas que vivem com DM2, visando fornecer informações de fácil compreensão, orientações de autocuidado e registros de informações. O estudo se caracteriza como qualitativo e descritivo, dividido em duas etapas a revisão das publicações dos últimos cinco anos (2018-2023) da temática nas bases de dados BVS, Scielo, Periódicos Capes e Pubmed e o desenvolvimento de uma tecnologia assistiva no formato de cartilha. Foram identificados 725 resultados relacionados à temática proposta durante a busca. Desses, 111 estudos foram selecionados para embasar o estudo em questão. Dentre esses, 17 estudos foram destacados como principais resultados e nortearam a discussão dos tópicos. Posteriormente, elaborou-se a cartilha que abrange desde apresentação do que é o diabetes tipo 2, ao processo de autocuidado e recomendações para as pessoas idosas. Conclui-se, com base na condução deste estudo, que o processo de educação em saúde para a população idosa é imprescindível. Consequentemente, visa fortalecer as práticas de autocuidado, aumentar a adesão à terapia medicamentosa, promover mudanças no estilo de vida e conscientizar sobre a importância da prevenção de complicações em pessoas idosas que vivem com DM2. Tais medidas têm como objetivo melhorar a qualidade de vida global desses indivíduos.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartilha educativa sobre cuidados com o uso de insulina injetável no tratamento do Diabetes Mellitus
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-25) GOMES, Adriana dos Santos Mendes; SANTOS, Márcia Costa dos; http://lattes.cnpq.br/5450061620179886
    Introdução: O Diabetes Mellitus (DM) é um distúrbio hormonal caracterizado por hiperglicemia persistente decorrente da deficiência na produção e/ou na ação da insulina. Para o tratamento medicamentoso do DM tipo 2 (DM2) temos duas classes de drogas injetáveis: insulina e análogos de Glucagon-like peptide 1 (GLP-1), sendo a insulina o medicamento injetável mais usado na atualidade. Objetivos: Criar material educativo sobre cuidados com o uso do medicamento injetável insulina voltado para pacientes portadores de DM2; orientar de maneira clara e objetiva sobre os dispositivos existentes e sobre o preparo e aplicação da insulina; e validar a cartilha educativa junto aos juízes docentes de conteúdo (JDC) e juízes profissionais de saúde assistenciais (JPSA). Metodologia: realizada pesquisa bibliográfica, nas bases de dados MEDLINE, portal Pubmed e Scielo, a qual resultou em 2.920 publicações e destes registrados 29 artigos científicos. Com base na revisão rápida da literatura, elaborou-se a Cartilha Educativa sobre cuidados com o uso de insulina injetável no tratamento do DM2. Após a delimitação do conteúdo da cartilha, foi aplicado o Índice de Facilidade de Leitura Flesch (IFLF), com o objetivo de avaliar a facilidade com que um texto pode ser lido. Em seguida foi realizada a validação de conteúdo através da apreciação de comitê composto por Juízes Docentes de Conteúdo (JDC) e Juízes Profissionais de Saúde Assistenciais (JPSA). Para análise da validade de conteúdo da cartilha pelos 8 juízes, foi usado o Índice de Validade de Conteúdo (IVC). O instrumento utilizado para validação da cartilha pelos juízes foi a Escala de Likert, através das seguintes variáveis: Clareza da Linguagem, Pertinência Prática e Relevância Teórica. Resultados: A cartilha abordou os seguintes pontos sobre cuidado com o uso de insulina injetável: tipos de insulina existentes na atualidade, como obtê-la pelo SUS, quais os insumos necessários, como realizar sua aplicação e sobre os cuidados no descarte dos materiais utilizados. Na análise da cartilha o teste do IFLF revelou um índice de 79,94 (%), estando dentro do intervalo de 70-80, o que classifica o material como razoavelmente Fácil. Calculou-se o IVC global (média de todas as notas) para a cartilha educativa, tendo sido obtido os valores de 0,9 para clareza da linguagem, 0,97 para pertinência prática e 0,96 para relevância teórica, indicando excelente nível de concordância entre os juízes. Conclusão: Elaborada a cartilha contendo orientações claras e objetivas a respeito dos principais pontos para utilização de forma autônoma de insulina por pacientes portadores de DM2. O material educativo apresenta-se com leitura razoavelmente fácil e boa validação de conteúdo. Espera-se que esse material tenha uma boa aceitação, estimule a educação em DM e sirva como um guia prático ao paciente com DM para o dia a dia, favorecendo o desenvolvimento de habilidades, autonomia e autocuidado e que desenvolva habilidades e favoreça a autonomia e o autocuidado.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartilha educativa sobre saúde óssea para pessoas que vivem com Diabetes Mellitus
    (Universidade Federal do Pará, 2024-06-21) KHALED, Isabel Jane Campos Lobato; QUEIROZ, Natércia Neves Marques; http://lattes.cnpq.br/5359261920325026
    O Diabetes Mellitus tem sido relacionado a uma pior saúde dos ossos, o que leva a um maior risco de fraturas em pessoas que vivem com diabetes. O DM afeta a saúde óssea de diversas formas. Para prevenir e manejar problemas ósseos em portadores, algumas estratégias precisam ser adotadas, como controle glicêmico rigoroso, dieta com ingestão adequada de cálcio e vitamina D, além de exercícios físicos com ênfase em atividades de fortalecimento. A abordagem educativa valoriza as experiências populares, promove a autonomia do indivíduo no autocuidado. O objetivo deste estudo foi de elaborar uma cartilha educativa com o intuito de gerar conhecimento para o indivíduo, utilizando uma metodologia descritiva-exploratória para o desenvolvimento de uma tecnologia leve em saúde. O material foi produzido a partir de uma linguagem de fácil compreensão e imagens objetivas.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cartilha nutricional para pessoas com Diabetes Mellitus Tipo 1
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-29) SOUZA, Laysa Lira de; QUEIROZ, Natércia Neves Marques; http://lattes.cnpq.br/5359261920325026
    O Diabetes é uma condição crônica que está relacionada a produção insuficiente de insulina ou a não produção desse hormônio ocasionando desequilíbrio no metabolismo glicêmico. O Diabetes Mellitus tipo 1, consiste predominantemente em uma lesão nas células produtoras de insulina pelo próprio corpo; neste caso, a maioria deles são diagnosticados durante a infância e necessitam de insulina para sobreviver. No tratamento do DM1 envolve a insulinoterapia, educação alimentar e atividade física e vem obtendo progresso. Os programas de educação em diabetes são ferramentas essenciais para melhora do controle metabólico e inserção do paciente ao seu tratamento. Sendo assim, o objetivo desse estudo é a elaboração de uma cartilha de educação nutricional para pessoas que vivem com diabetes mellitus tipo 1, visando auxiliar o tratamento. Para isso, foi elaborado o material educativo do tipo cartilha sobre educação nutricional para pessoas com diabetes mellitus tipo 1. Por meio de uma pesquisa de desenvolvimento metodológico com abordagem qualitativa. A abordagem foi estruturada em duas etapas: primeira etapa foi o levantamento bibliográfico que ocorreu entre os meses de setembro de 2021 a julho de 2022, nas bases de dados e bibliotecas virtuais LILACS, SciELO, MEDLINE, e PUBMED, foram acrescidas 7 referências pertinentes ao tema abordado na cartilha e 5 diretrizes e posicionamentos mais recentes da Sociedade Brasileira de Diabetes buscando referências com alto nível de evidência científica. A segunda etapa consistiu na elaboração da cartilha, tendo como base o conteúdo científico obtido através da etapa anterior. O material foi produzido a partir de uma linguagem de fácil compreensão e imagens objetivas. Sendo composta por informações sobre alimentação no DM1, estratégias de contagem de carboidratos, elaboração de tabelas na identificação dos grupos alimentares na busca de oferecer autonomia e informação a respeito da alimentação no DM1. E após a elaboração do material, objetiva-se validá-lo, através de considerações de juízes selecionados com expertise no tema.
  • «
  • 1 (current)
  • 2
  • 3
  • 4
  • »
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA