Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
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Navegando Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP por Institutos "Instituto de Biologia – IB/UNICAMP"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Aspectos bioquímicos e morfológicos da matriz extracelular das cartilagens septal e alares do nariz suíno(Universidade Estadual de Campinas, 1999-07-02) MESSIAS JÚNIOR, Nazário de Souza; GOMES, Laurecir; http://lattes.cnpq.br/0032653238117133Este trabalho teve por objetivo caracterizar alguns aspectos dos componentes da matriz extracelular de duas cartilagens do nariz suíno, as alares e a septal, além disso caracterizar a organização histológica e alguns aspectos histoquimicos. Para extração de componentes da matriz foi utilizado o agente caotrópico Gu-HCL O glicosaminoglicano predominante para as duas cartilagens é o condroitim sulfato. Após ultracentriíugação dos extratos a fração D4 das duas cartilagens foi fracionada em DEAE-Sephacel usando gradiente de NaCl. A análise em SDS-PAGE, para as duas cartilagens mostrou semelhanças com a presença de fibromodulim, decorim e proteínas de ligação. Somente a cartilagem septal apresentou o componente de 115 kDa que possivelmente aparece como subunidadesde30kDaapósaaçãodeagenteredutor. Para a determinação das populações de glicosaminoglicanos foi utilizado fracionamento com Sephadex G-75, seguida de análise em PAGE-Barbital. As duas cartilagens apresentaram uma população fortemente polidispersa. As populações de proteoglicanos foram analisadas após fracionamento em Sepharose CL-6B seguida de análise das amostras em gel agarosepoliacrilamida. As duas cartilagens apresentam uma população fortemente polidispersa, sendo que a septal é menos uniformemente polidispersa que a alar. O fracionamento de AD2 em DEAE-Sephacel, e a análise em SDS-PAGE e agarose-poliacrilamida, mostraram a presença dos pequenos proteoglicanos biglicam e decorim provavelmente associados aos grandes proteoglicanos. A cartilagem septal apresenta os condrócitos grosseiramente enfileirados acompanhando o eixo maior da cartilagem, enquanto em alar os condrocitos estão dispostos caracteristicamente em grupos isógenos. Para a histoquímica utilizou-se Xylidine Ponceau para proteínas totais, Picrosirius-Hematoxilina para colágeno. Azul de Toluidina para glicosaminoglicanos totais e Azul de Alcian em pH 2,5 e 1,0 para glicosaminoglicanos sulfatados e carboxilados. Os glicosaminoglicanos totais estão mais evidenciados na matriz territorial ao passo que as proteínas totais são mais evidenciadas na matriz interterritorial. O colágeno em cartilagem septal está grosseiramente organizado acompanhando o eixo longitudinal da peça entre as fileiras de condrócitos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estrutura e ultraestrutura do epitélio epididimário de búfalos (Bubalus bubalis) em diferentes idades(Universidade Estadual de Campinas, 1995-02-17) SANTOS, Jeannie Nascimento dos; DOLDER, Mary Anne Heidi; http://lattes.cnpq.br/7046643907575335A regionalização do epidídimo de búfalos das raças Mediterrânea (Me), Murrah (Mu) e mestiços Me x Mu foi estudada entre as idades de quatro a trinta e seis meses. Os animais foram agrupados em duas faixas etárias: pré e pós-púberes e os epidídimos foram divididos em 7 sub-regiões denominadas de A a G. Cada sub-região foi analisada sob microscopia de luz e eletrônica de transmissão. A microscopia de luz inclui técnica de rotina para coloração com Hematoxilina e Eosina, histoquímica com P AS e análise morfométrica para diâmetros de túbulo e lúmen e alturas de epitélio e estereocílios. À microscopia eletrônica foram analisados os aspectos ultraestruturais dos tipos celulares do epitélio epididimário e duetos eferentes. Ao longo do epidídimo, à microscopia de luz, observou-se em ambas as faixas etárias, células Principais (P), Basais (B), Apicais (A) e leucócitos intraepiteliais (LI). Figuras mitóticas no terço apical do epitélio também estavam presentes, sendo mais numerosas nas sub-regiões B e C, principalmente em búfalos prépúberes. A análise histoquímica revelou a existência de atividade secretória a partir dos 5 meses de idade, principalmente na sub-região A, a qual contém os duetos eferentes e nestes a atividade se torna cada vez maior com o amadurecimento do animal. Através da análise morfométrica, observou-se que os búfalos em pré-puberdade já possuem bem definidas as variações dos diâmetros tubular e lurninal e das alturas de epitélio e estereoecílios, que se mostraram semelhantes ao observado nos animais pós-púberes. Os diâmetros tubular e lurninal são crescentes entre as sub-regiões A e G, enquanto as alturas de epitélio e estreocílios apresentam um comportamento contrário; mais, em ambos os aspectos morfométricos existe uma diferença significativa (pDissertação Acesso aberto (Open Access) Fauna associada as bromelias Cannistran aff. giganteum (Baker) L. B. Smith e Neoregelia cruenta (R. Graham) L. B. Smith de restinga do litoral norte do Estado de São Paulo(Universidade Estadual de Campinas, 1981) FERREIRA, Clara Pantoja; BENSON, Woodruff Whitman; http://lattes.cnpq.br/7116492347323901O presente estudo visou determinar a composição da mesofauna associada às bromélias Cannistrum aff. giganteum (Baker) L. B. Smith e Neoregelia cruenta (R. Graham; L.B. Smith nas restingas da Praia do Codó e da Praia Dura, localizadas no Município de Ubatuba, litoral Norte do Estado de São Paulo. No período de setembro de 1976 a abril de 1978, foram efetuadas 74 coletas das duas espécies de bromélias, correspondendo a 37,082 litros de água, nos quais foi encontrado um total de 24,902 organismos (13,826 em C. aff. giganteum e 11,076 em N. cruenta), pertencentes a 26 espécies das quais 14 foram comuns às duas bromélias, incluídos em 5 taxa superiores: Turbellaria, Oligochaeta, Crustacea, Arachnida e Insecta. O grupo mais representativo em número de espécies foi Insecta com 15 espécies, principalmente em estágio larval, com uma predominância na classe Diptera. Entretanto, em termos numéricos o grupo Crustácea foi o mais abundante em todas as amostras, devido principalmente ao ostrácodo Elpidium bromeliarum Moller. As espécies componentes da mesofauna de cada espécie de bromélia, em cada uma das duas restingas, foram classificadas em espécies características, associadas e ocasionais, através do Índice de Valor Biológico, baseado na freqüência e abundância de cada espécie... Observação: O resumo, na íntegra, poderá ser visualizado no texto completo da tese digitalTese Acesso aberto (Open Access) Influência dos frutos sobre a fixação de nitrogênio em soja (Glycine max L. Merril) cv. Santa Rosa(Universidade Estadual de Campinas, 1987-03-25) GOMES, Maria Auxiliadora Feio; SODEK, Ladaslav; http://lattes.cnpq.br/2012001011713124O principal objetivo desse trabalho foi obter informações sobre a relação entre o desenvolvimento reprodutivo e a atividade dos nódulos. Com essa finalidade, foram utilizadas plantas de soja noduladas induzidas a florescer em idades diferentes. As plantas foram cultivadas em vermiculita, adubadas com solução nutritiva deficiente de nitrogênio e mantidas em casa de vegetação. O controle da floração foi feito nos estádios de desenvolvimento V2, V5 e V8. Foram também realizados tratamento com flores removidas e plantas mantidas em estado vegetativo (DL) durante todo o seu ciclo. As medidas de avaliação da fixação de nitrogênio foram realizadas com o sistema de plantas intactas o qual permitiu usar as mesma plantas durante todo o seu desenvolvimento. Quando essas medidas exigiam a quantificação e o peso fresco dos nódulos, era utilizado o sistema de raízes destacadas. O seccionamento da parte aérea foi feito somente antes de iniciar as medidas. Os sistemas de plantas intactas e de raízes destacadas apresentaram atividades semelhantes da enzima nitrogenase, demonstrando que ambos os métodos são plenamente confiáveis; a vantagem do sistema intacto esta em poder utilizar as mesma plantas durante todo o experimento. Dos experimentos realizados nesse trabalho, dois foram conduzidos no verão, cujas plantas induzidas nos estádios V2 e V5 apresentaram curvas de atividades semelhantes, independentes da fase de desenvolvimento reprodutivo. Esse fato também confirmado pelos resultados dos tratamentos sem frutos e plantas mantidas em estado vegetativo, os quais não modificaram a forma curva. Em outro experimento conduzido no outono, as plantas com os mesmos tratamentos (V2 e V5) apresentaram picos de atividades em idades diferentes, correspondentes a fase de desenvolvimento reprodutivo, ou seja de preenchimento do grão. Dessa forma, nas condições desse experimento, foi obtida uma clara relação entre a presença dos frutos e a queda da atividade da enzima nitrogenase. O comportamento diferente das plantas nesse experimento comparado com os demais foi atribuído às condições menos favoráveis de luz e temperatura. Desses resultados ficou evidenciado que a competição entre frutos e nódulos por fatossintatos em plantas de soja, não é o principal fator responsável pela queda na atividade da nitrogenase, embora possa ser em certas condições menos favoráveis.Tese Acesso aberto (Open Access) Manguezais do Pará: fauna de galerias perfuradas por teredo em toras de Rhizophora(Universidade Estadual de Campinas, 1989-11-29) FERREIRA, Clara Pantoja; AMARAL, Antonia Cecília Zacagnini; http://lattes.cnpq.br/4597417616952392Considerando a reconhecida importância dos manguezais, a grande extensão que ocupam no litoral paraense e para que pudesse conhecer a composição de sua vegetação e demonstrar a importância das galerias perfuradas em toras de madeira, como habitat para diversas populações, foram realizadas coletas cíclicas de toras de Rhizophora. Paralelamente foram medidas a temperatura, pH, salinidade e oxigênio dissolvido da água. A região de estudo foi dividida em 2 ÁREAS. A primeira com 3 Subáreas no manguezal do Igarapé-Curuçambá (Ananindeua), onde as coletas foram efetuadas de abril de 95 a janeiro de 86, a segunda ÁREA com 4 Subáreas, nos municípios de Benevides, ilha de Mosqueiro, Vigia e São Caetano de Odivelas, cujas coletas foram realizadas em julho de 87 e janeiro de 88; estes períodos correspondem as estações seca e chuvosa. Os bosques de mangue de todas ÁREAS são bem desenvolvidos, particularmente os de Vigia e São Caetano de Odivelas que são estruturalmente os mais desenvolvidos. Rhizapbora ffanile foi a espécie dominante nas 2 ÁREAS. Um total de 45 espécies e 5022 indivíduos foram registrados nas galerias das 40 toras de Rhizophora analisadas. CRUSTÁCEA foi o táxon dominante em número de indivíduos e de espécies em quase todas as Subáreas, sendo o Anfipoda Grandidierella bonnieroides a espécie dominante da fauna, representando 43,5% do total dos indivíduos. O alto grau de afinidade da fauna na ÁREA I reflete a grande proporção de espécies comuns a Subáreas. O baixo valor de similaridade entre as Subáreas da ÁREA II, indica que a composição da fauna encontrada nas galerias é influenciada pelas diferentes condições físicas e biológicas a que estão sujeitas as toras de Rbizophora. Os valores relativamente altos de diversidade nas ÁREAS sugerem condições estáveis no interior das galerias, oferecendo possibilidades de adaptações e interações biológicas, que resulta na coexistência de várias espécies no interior das galerias.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Metabolismo de ureídeos e asparagina durante a ontogenia do fruto de plantas de soja nodulados e não-nodulados(Universidade Estadual de Campinas, 1982) GOMES, Maria Auxiliadora Feio; SODEK, Ladaslav; http://lattes.cnpq.br/2012001011713124A síntese e acúmulo de proteínas na semente necessita de um grande suprimento de nitrogênio reduzido. Normalmente o transporte deste nitrogênio de outras partes da planta envolve alguns compostos específicos, dependendo da espécie e condições de crescimento. A fixação de N2 pela associação simbólica soja Rhizobium cultivada em meio sem fonte de nitrogênio mineral leva à incorporação de N atmosférico em ureídeos (alantoína e ácido alantóico), que formam os principais compostos nitrogenados encontrados nas vias de transporte de plantas de soja noduladas. Por outro lado em soja cultivada na ausência de Rhizobium e com NO 3 como fonte de nitrogênio, a asparagina é a forma de nitrogênio predominante nas vias de transporte destas plantas. O acúmulo de proteínas nos frutos destas plantas dependerá, portanto, do aproveitamento destas formas de nitrogênio para a síntese de aminoácidos. Os objetivos deste trabalho foram: Primeiramente, verificar a presença das enzimas provavelmente envolvidas na utilização destes compostos (isto é, alantoinase e asparaginase). Segundo, investigar o efeito dessa mudança no transporte de nitrogênio principalmente de ureídeos (plantas noduladas) para asparagina (não-noduladas)sobre a atividade dest as enzimas durante a ontogenia do fruto, especificamente nos tecidos da vagem, dos cotilédones e do tegumento. A asparaginase foi dosada pelo método radiométrico, após a separação do produto por cromatografia, enquanto que a alantoinase foi dosada medindo-se a formação do produto após a transformação em glioxilato Encontrou-se atividade de ambas as enzimas em todos os tecidos do fruto a não ser da vagem onde não detectou-se atividade da asparaginase. Tanto a enzima alantoinase como asparaginase mostraram baixa atividade no tegumenento, ocorrendo apenas um pequeno pico mais no fim do desenvolvimento da semente, tanto para plantas moduladas como não noduladas. Na vagem e cotilédones a atividade da alantoinase foi mais alta durante a fase de acúmulo de proteína. A atividade nos cotilédones, por exemplo, foi em acima da taxa de acúmulo de nitrogênio. Para a asparaginase a atividade também foi mais alta nesta fase de desenvolvimento dos cotilédones embora o nível de atividade fosse menor, sendo semelhante a taxa de acúmulo de nitrogênio neste tecido. Comparando as curvas de atividade obtidas para plantas noduladas e não-noduladas, houve pouca diferença, havendo apenas uma tendência da alantoinase permanecer alta (vagem e cotilédone) durante mais tempo na planta nodulada (apesar da maturação ter ocorrido mais cedo). Por outro lado, a asparaginase manteve a atividade alta durante mais tempo nas não-noduladas. Foi discutido o possível significado deste resultado em termos do fluxo de ureídeos e asparagina para os frutos. Quanto aos níveis de ureídeos e aminoácidos nos tecidos do fruto, os dados mostraram que os ureídeos, apesar de estarem associados com a atividade do nódulos, foram presentes em nível não tão baixos como esperados nas plantas não-noduladas. E, destes tecidos apenas os da vagem mostraram níveis de ureídeos bem mais altos (200 X) nas plantas noduladas comparado com as não-noduladas, que tanto nos cotilédones como no tegumento o nível de ureídeos foi baixo e semelhante para os dois casos. Fato interessante ocorreu com o níval de aminoácidos que foi geralmente o inverso dos ureídeos, encontrando-se níveis mais altos destes nos tecidos de plantas não-noduladas.
