CCAST - Campus Universitário de Castanhal
URI Permanente desta comunidadehttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/2569
Navegar
Navegando CCAST - Campus Universitário de Castanhal por Periódicos "Acta Amazonica"
Agora exibindo 1 - 6 de 6
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Conforto ambiental de bezerros bubalinos (Bubalus bubalis Linnaeus, 1758) em sistemas silvipastoris na Amazônia Oriental(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2010-12) MORAES JUNIOR, Raimundo José; GARCIA, Alexandre Rossetto; SANTOS, Núbia de Fátima Alves dos; NAHÚM, Benjamim de Souza; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; ARAÚJO, Cláudio Vieira de; COSTA, Norton Amador daFoi analisado o efeito de dois sistemas silvipastoris nos índices de conforto ambiental e alterações nos parâmetros fisiológicos de bezerros bubalinos criados na Embrapa Amazônia Oriental, Belém–PA (clima Afi), no Período 1 (abril a setembro/2007) e Período 2 (outubro/2007 a março/2008). Foram inseridos onze bezerros no Sistema Silvipastoril 1 (SSP1), que apresentava sombreamento útil nas pastagens de 18 a 21%, e oito no Sistema Silvipastoril 2 (SSP2), sem sombreamento, com lago para banho. Foram mensuradas as variáveis fisiológicas: temperatura retal (TR), frequência respiratória (FR), temperatura da pele (TP), e calculados o Índice de Temperatura e Umidade (ITU) e Índice de Conforto de Benezra (ICB), nos dois períodos experimentais, comparados pelo Teste Tukey (P < 0,05). O ITU apresentou diferença estatística entre horários (P < 0,05) e período do ano (P < 0,05), e oscilou de 73,5 ± 1,3 até 82,2 ± 0,8. A TR apresentou diferença estatística entre horários e períodos do ano (P < 0,05), com amplitude de 38,3 ± 0,26 a 39,3 ± 0,38 °C. A FR apresentou diferença significativa entre horários (P < 0,05), com amplitude de 32,2 ± 9,2 a 56,5 ± 19,0 mov min-1, consideradas acima dos níveis normais, enquanto a TP foi diferente estatisticamente entre períodos e horários (P < 0,05) e variou de 23,6 ± 8,3 a 31,7 ± 5,4 °C. Nos Períodos 1 e 2 e nos dois SSP's, os ICBs estiveram acima do valor ideal, variando de 2,46 ± 0,33 a 3,31 ± 0,62 (SSP1) e 2,42 ± 0,30 a 3,45 ± 0,66 (SSP2).Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Ethnoveterinary knowledge of the inhabitants of Marajó Island, Eastern Amazonia, Brazil(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2011) MONTEIRO, Maria Vivina Barros; BEVILAQUA, Claudia Maria Leal; PALHA, Maria das Dores Correia; BRAGA, Roberta Rocha; SCHWANKE, Katiane; RODRIGUES, Silvane Tavares; LAMEIRA, Osmar AlvesEm várias partes do mundo existem relatos etnoveterinários sobre a utilização de plantas em protocolos terapêuticos, entretanto não existem informações disponíveis sobre a etnoveterinária praticada na Amazônia brasileira. Desta forma, objetivou-se documentar o conhecimento etnoveterinário de habitantes da Ilha do Marajó, Amazônia Oriental. Foram realizadas 50 entrevistas individuais com aplicação de questionários semi-estruturados que foram analisados quantitativamente através de estatística descritiva utilizando freqüência de distribuição. O valor de uso foi calculado para determinar as espécies mais importantes. Amostras de plantas com relatos de uso medicinal foram coletadas e identificadas botanicamente. Cinqüenta plantas, distribuídas em 48 gêneros e 34 famílias, foram indicadas para 21 diferentes usos medicinais. A família Asteraceae foi a que teve maior número de espécies citadas e Carapa guianensis Aubl, Crescentia cujete L., Copaifera martii Hayne, Caesalpinia ferrea Mart., Chenopodium ambrosioides L., Jatropha curcas L. e Momordica charantia L. foram as espécies com maiores valor de uso. As partes das plantas mais utilizadas para preparo dos medicamentos etnoveterinários foram folhas (56%), cascas (18%), raizes (14%), sementes (14%) e frutos (8%). Quanto à forma de uso o chá foi citado por 56% dos entrevistados e a maioria das preparações (90,9%) utiliza uma só planta. Além das plantas medicinais, os entrevistados relataram o uso de produtos de origem animal e mineral. Esse trabalho contribui para realização de um inventário das plantas utilizadas na etnoveterinária marajoara que pode servir de base de dados para futuros estudos de validação científica.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Histological study of capuchin monkey (Cebus apella) ovarian follicles(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2004-09) DOMINGUES, Sheyla Farhayldes Souza; DINIZ, Luiz Viana; COSTA, Sônia Helena Furtado; OHASHI, Otávio Mitio; RONDINA, Davide; SILVA, Lúcia Daniel Machado daO objetivo do presente trabalho foi obter dados quantitativos e qualitativos da população folicular ovariana de fêmeas de Cebus apella. Foram obtidos 7 ovários de 4 fêmeas adultas de C. apella através de ovariectomia. Os ovários foram submetidos à preparação para histologia ótica de rotina. O número de folículos pré-antrais e antrais por ovário foi estimado utilizando o Método Fracionador. Os folículos pré-antrais foram classificados em primordial, transição, primário e secundário. Foram considerados folículos antrais todos aqueles que apresentavam uma cavidade antral. Todos os folículos contados foram classificados em normais ou degenerados. Com o intuito de acompanhar o desenvolvimento folicular, os diâmetros médios folicular, oocitário e do núcleo do oócito foram determinados. Todos os resultados foram apresentados em Média ± Erro Padrão. A população média de folículos pré-antrais foi de 56.938 ± 21.888 e 49.133 ± 26.896 para os ovários direito e esquerdo, respectivamente. A percentagem de folículos pré-antrais estimados normais foi de 80,00 ± 4,95 %. O diâmetro médio folicular variou de 22,0 ± 0,5 µm a 61,2 ± 4,0 µm. No tocante aos folículos antrais, a população média de folículos normais e degenerados por ovário foi de 60,0 ± 19,0 e 3 ± 1,8 folículos, respectivamente. O diâmetro médio folicular foi de 514,4 ± 56,6 µm. Para concluir, as informações obtidas neste trabalho poderão servir como parâmetro para posteriores estudos in vivo ou in vitro da foliculogênese de primatas não-humanos neotropicais da espécie C. apella.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Intervalos de referência sanguíneos e a influência da idade e sexo sobre parâmetros hematológicos e bioquímicos de ovinos da raça Santa Inês criados na Amazônia Oriental(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2015-09) LIMA, Misael Brito de; MONTEIRO, Maria Vivina Barros; JORGE, Ediene Moura; CAMPELLO, Claudio Cabral; RODRIGUES, Luiz Fernando Souza; VIANA, Rinaldo Batista; MONTEIRO, Frederico Ozanan Barros; COSTA, Cícero Temístocles CoutinhoO hemograma e o perfil bioquímico são usados para diagnosticar doenças em animais domésticos. Esses exames podem ser influenciados pela idade, sexo, nutrição, raça, espécie e condições ambientais. Portanto, dados de uma região não podem ser totalmente extrapolados para animais criados em regiões geograficamente distintas. Isso se aplica a ovinos criados no Bioma Amazônico. O objetivo deste estudo foi determinar os valores hematológicos e bioquímicos de ovinos Santa Inês, de diferentes idades e gêneros criados na Amazônia oriental. Foram examinados 91 ovinos divididos em três grupos: G1 (3-6 meses de idade, n = 31); G2 (7 a 24 meses de idade, n = 30) e G3 (mais de 24 meses de idade, n = 30). O hemograma e as determinações bioquímicas foram realizados com um contador automático e um analisador semi-automático, respectivamente. Os resultados foram comparados pelo teste de Tukey. O número de eritrócitos, índices eritrocitários, plaquetograma, número de eosinófilos, teor de proteína total, de ureia e de creatinina foram influenciados pela idade dos animais. O coeficiente de variação dos eritrócitos e a concentração de creatinina foram influenciados pelo sexo, sendo maiores nos machos. A relação neutrófilos:linfócitos (N:L) foi maior que um para todos os grupos etários. Neste estudo foram determinados valores de referência para ovinos criados na Amazônia Oriental. Além disso, demonstrou-se que ao interpretar exames hematológicos e bioquímicos de ovinos, a idade e o sexo devem ser considerados.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Perfil hematológico de búfalas da raça Murrah, criadas ao sol e à sombra, em clima tropical da Amazônia Oriental(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2011) SILVA, Jamile Andréa Rodrigues da; ARAÚJO, Airton Alencar; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; VIANA, Rinaldo Batista; SANTOS, Núbia de Fátima Alves; GARCIA, Alexandre RossettoForam avaliadas as respostas hematológicas de 20 búfalas, criadas ao sol (grupo - SS) e à sombra (grupo - CS), em Belém, Pará. Os animais do grupo CS (n = 10) estavam em sistema silvipastoril, com Racosperma mangium e os do SS (n = 10), em piquetes sem sombra, em pastagem de Brachiaria humidicola, água para beber e sal mineral. Foram mensuradas temperatura do ar (TA), umidade relativa do ar (UR) e temperatura de globo negro, em cada tratamento. A coleta de sangue para eritrograma e número total de leucócitos foi realizada a cada 14 dias, às 13 h, durante o ano de 2009. Através da análise de variância constatou-se que em todos os períodos do ano, a TA e índice de temperatura de globo e umidade (ITGU) foram diferentes (P < 0,05), com níveis mais elevados no grupo SS. No período mais chuvoso, o grupo CS apresentou valores elevados de leucócitos, enquanto nos períodos de transição e menos chuvoso, foram maiores no grupo SS. No período menos chuvoso do ano, o grupo SS apresentou maiores valores de hemácias. O teor de hemoglobina teve maiores níveis (P < 0,05) nos períodos de transição e menos chuvoso. Somente a hemoglobina teve correlação significativa e negativa (P < 0,05) com a UR. Conclui-se que as novilhas búfalas Murrah estão sujeitas a um ambiente hostil e o período menos chuvoso é o mais propício a causar estresse térmico.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Seroprevalence for brucellosis and leptospirosis in dogs from Belém and Castanhal, State of Pará, Brazil(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2015-09) PAZ, Giselle Souza da; ROCHA, Katarine de Souza; LIMA, Michele de Souza; JORGE, Ediene Moura; PANTOJA, José Carlos Figueiredo; MORAES, Carla Cristina Guimarães de; LANGONI, HelioBrucelose e leptospirose são enfermidades bacterianas amplamente disseminadas e o cão é importante fonte de infecção e reservatório para ambas, podendo eliminar o agente no meio ambiente, e transmiti-lo para humanos e/ou outros animais. O presente estudo teve como objetivo pesquisar a ocorrência de cães reagentes para anticorpos contra Leptospira spp., Brucella canis e B. abortus em Belém e Castanhal, Pará, Amazônia, Brasil. Foram colhidas de forma aleatória 156 amostras no município de Belém e 158 amostras em Castanhal. A pesquisa de anticorpos anti-B. canis foi realizada pela técnica de Imunodifusão em Gel de Ágar (IDGA) com e sem tratamento do soro com 2-mercaptoetanol (IDGA-2ME) e para pesquisa de anticorpos anti-B. abortus foi utilizada a técnica de Soroaglutinação Rápida com antígeno acidificado tamponado (AAT). Para pesquisa de anticorpos contra-Leptospira spp. utilizou-se a Técnica de Aglutinação Microscópica (MAT). Nenhum animal reagiu para Brucella abortus e um animal foi reagente para B. canis na IDGA, porém foi negativo na IDGA-2ME. Dezessete por cento dos cães (47/274) apresentaram anticorpos contra-Leptospira spp., com predominância do sorovar Canicola. Os cães de Belém e Castanhal não são fontes de infecção para B. abortus e B. canis, no entanto são reservatórios de diferentes sorovares de Leptospira spp.
