IECOS - Instituto de Estudos Costeiros/Campus Bragança
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Navegando IECOS - Instituto de Estudos Costeiros/Campus Bragança por Periódicos "Acta Amazonica"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Características sedimentares fluviais associadas ao grau de preservação da mata Ciliar - Rio Urumajó, Nordeste Paraense(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2009-03) BRITO, Roney Nonato Reis de; ASP NETO, Nils Edvin; BEASLEY, Colin Robert; SANTOS, Helane Súzia Silva dosOs rios são os agentes mais importantes no transporte dos sedimentos para as áreas mais baixas dos continentes e para o mar. Além dos efeitos diretos do clima local, a cobertura vegetal atua no controle da descarga e no suprimento de sedimentos. Sendo assim, o presente trabalho enfoca o padrão de distribuição granulométrica do rio Urumajó (nordeste paraense) em relação ao estado de preservação da mata ciliar. Cinco estações (A-E) foram estabelecidas de forma a registrar um transecto da nascente à foz do rio. Nessas estações, procedeu-se com a caracterização da mata ciliar, bem como do seu grau de preservação. Além disto, elaborou-se um perfil transversal ao canal para cada estação, com coleta de cinco amostras de sedimentos em cada perfil. Estes foram submetidos à análise granulométrica, que resultou na obtenção de valores da média, mediana, seleção, assimetria e curtose. Com os resultados foi possível reconhecer as características sedimentares normais do rio, onde areia média é a principal classe granulométrica transportada. Foram observadas nas estações A e C a clara tendência das amostras serem moderadamente bem selecionadas e aproximadamente simétricas, com dominância absoluta de areia média, o que está diretamente relacionado ao seu bom estado de preservação. Significativas variações granulométricas nas estações B, D e E foram associadas com o processo erosivo das margens do rio, conseqüência da degradação da mata ciliar. Além disso, foi constatada a influência das correntes de maré na sedimentologia da estação E, subsidiando também a delimitação do ambiente estuarino que se encontra associado ao canal fluvial.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Chemometric identification and nutritional evaluation of three species of Lutjanidae (Perciformes) from the Amazonian Atlantic Coast based on fatty acid profiles(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2016-12) ALMEIDA, Edilene Santos de; SILVA, Evaldo Martins daPerfis de ácidos graxos (AGs) de espécies de peixes com uma origem genética ou geográfica semelhante são importantes parâmetros de qualidade e apresentam interesse bioecológico, uma vez que são influenciados pelos hábitos nutricionais das espécies. O objetivo deste estudo foi determinar a composição centesimal e os perfis de AGs do coração, cérebro e músculo de três espécies de peixes (Lutjanus purpureus, Lutjanus synagris e Ocyurus chrysurus) capturados na Costa Atlântica Amazônica. Além de fornecer uma análise nutricional dos perfis de AGs, uma análise de componentes principais (ACP) foi realizada como uma ferramenta quimiométrica para discriminar entre as espécies. Lutjanus synagris teve o maior teor de proteína (18,23%), enquanto O. chrysurus apresentou a maior concentração de lipídios (4,25%). Todos os parâmetros de qualidade nutricional (as proporções de n-6/n-3 e ΣPUFAs/ΣSFAs, e os índices dietéticos de aterogenicidade e trombogenicidade) dos perfis de AGs nas três espécies se mostraram de interesse para os consumidores. Em geral, o AGs predominante nos tecidos de todas as espécies analisadas foi o ácido palmítico, seguido pelo ácido esteárico. O ácido oléico foi predominante entre os AGs monoinsaturados, enquanto que o ácido docosahexaenoico foi o mais prevalente entre a classe poliinsaturada. A análise quimiométrica foi uma ferramenta eficaz para identificação dos peixes. A ACP mostrou que os perfis de AGs dos tecidos cerebrais foram melhores para discriminar entre as espécies, com O. Ocyurus mostrando o perfil de AGs mais diferente em relação às outras espécies. O perfil de AGs do músculo foi o mais útil para a identificação de L. purpureus.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Crescimento de mudas de mangue sob diferentes níveis de sombreamento na península de Ajuruteua, Bragança, Pará(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2013-09) LOPES, Elaine Cristina; ARAÚJO, Erneida Coelho de; COSTA, Rejane Silva da; DAHER, Rogerio Figueiredo; FERNANDES, Marcus Emanuel BarroncasO objetivo do estudo foi avaliar a influência de diferentes níveis de sombreamento sobre o desenvolvimento de mudas das espécies arbóreas de mangue Avicennia germinans (L.) Stearn., Rhizophora mangle L. e Laguncularia racemosa (L.) Gaertn. f. O experimento foi conduzido na comunidade de Tamatateua, na península de Ajuruteua, município de Bragança. Para a produção das mudas, os propágulos das espécies arbóreas de mangue foram semeados em embalagens de polietileno (17 x 27 cm), preenchidas com substrato típico de manguezal. As mudas das três espécies foram testadas a pleno sol, 30% e 60% de sombreamento em delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial (3 x 3) x 3 (3 espécies arbóreas e 3 níveis de sombreamento). Após as plantas atingirem a idade de nove meses, retiraram-se amostras de oito mudas por repetição de cada tratamento. As variáveis avaliadas foram: altura da parte aérea, diâmetro do coleto, massa da parte aérea, massa seca do caule, matéria seca das raízes e matéria seca total e índices morfológicos. O crescimento das mudas de R. mangle ocorreu em todos os níveis de luminosidade. As mudas de A. germinans apresentaram maior crescimento a pleno sol e a 30% de sombreamento. Já as mudas de L. racemosa foram tolerantes a 30% e 60% de sombra, mas se desenvolveram melhor a pleno sol.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Developmental morphology of mouthparts and foregut of the larvae and postlarvae of Lepidophthalmus siriboia Felder & Rodrigues, 1993 (Decapoda: Callianassidae)(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2006) ABRUNHOSA, Fernando Araujo; MELO, Marlon Aguiar; LIMA, Jô de Farias; ABRUNHOSA, Jacqueline PompeuA morfologia dos apêndices bucais e o estômago de larvas e pós-larvas de Lepidophthalmus siriboia cultivados em laboratório foi investigada. Os apêndices bucais (maxilas e maxilípedes) durante os estágios zoeae apresentam número reduzido de cerdas e espinhos, ou mesmo, ausentes em alguns indivíduos. O estômago aparece pouco desenvolvido, com poucas cerdas pequenas nas câmaras cardíaca e pilórica. Contrariamente, após a metamorfose para o estágio megalopa, todas estas estruturas bucais possuem muitas cerdas, e o estômago apresenta um moinho gástrico bem desenvolvido com dois fortes dentes laterais. No estágio juvenil ocorre incremento de cerdas e espinhos em todas estruturas bucais e o estômago torna-se mais especializado. Estas observações sugerem fortemente que as zoeae de L. siriboia têm desenvolvimento lecitotrófico, mas que as megalopae e juvenis passam a ingerir alimentos exógenos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O efeito da salinidade no desenvolvimento larval do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Decapoda: Ocypodidae) no Norte do Brasil(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2008) SIMITH, Darlan de Jesus de Brito; DIELE, KarenO presente trabalho estudou o efeito da salinidade na sobrevivência e na duração do desenvolvimento larval do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (do estuário do Rio Caeté, Norte do Brasil), até a fase de megalopa em sete tratamentos de salinidade (0, 5, 10, 15, 20, 25 e 30). A salinidade afetou significativamente a sobrevivência das larvas zoea, no entanto não afetou a duração do desenvolvimento larval (20,77 ± 1,56 dias). Nas salinidades 0, 5 e 10 houve total mortalidade das larvas zoea. Somente a partir da salinidade 15 observou-se um desenvolvimento completo até a fase de megalopa. A taxa de sobrevivência foi maior em salinidade 30 (72%) e menor em 15 (16%). A reduzida taxa de sobrevivência das larvas zoea de U. cordatus, em salinidades baixas, indica a necessidade de dispersão larval do estuário para as águas costeiras onde as condições de salinidade para o desenvolvimento larval são mais favoráveis. Caso contrário se não houvesse a dispersão, a reduzida salinidade das águas estuarinas no período chuvoso, causaria uma elevada mortalidade, afetando desta forma o recrutamento, a manutenção e o crescimento da população de U. cordatus nos manguezais.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Efeitos do tratamento com formalina e sulfato de cobre sobre os parâmetros hematológicos e parasitos monogenéticos em juvenis de Hemigrammus sp. (Osteichthyes: Characidae)(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2013-06) PAIXÃO, Luciana Farias; SANTOS, Rudã Fernandes Brandão; RAMOS, Fabrício Menezes; FUJIMOTO, Rodrigo YudiO objetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia da formalina e sulfato de cobre no controle de monogenéticos em juvenis de Hemigrammus sp e seu efeito na contagem diferencial de leucócitos. Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado com 5 tratamentos e 3 repetições. Todos os tratamentos tiveram duração de três dias e corresponderam a: T1, controle; T2 e T3 banho por imersão de uma hora em formalina, em duas concentrações uma de 0,25 ml e outra 0,1 ml formalina L-1; o T4, banho de 24 horas com 0,025 ml de formalina L-1; e o T5, banho de 24 horas com sulfato de cobre (0,3 mg L-1). Após o período experimental observou-se que em T2 ocorreu 100% de mortalidade. O T3 e T5 proporcionaram eficácia de 100%, porém os peixes apresentaram intoxicação e mortalidades de 66 e 80%, respectivamente. T4 apresentou eficácia de 77,7% e diminuição dos índices parasitológicos: número total de parasitos de 11,3± 9, intensidade média de infecção de 3,2± 2 e prevalência de 47,1%. Quanto aos leucócitos observou-se que no T3, T4 e T5 ocorreram diferenças na proporção de linfócitos, monócitos e neutrófilos em relação ao controle. O CuSO4 e a formalina reduzem a carga parasitária, mas apresentaram-se tóxicos nas maiores concentrações.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Larval development of Lepidophthalmus siriboia Felder & Rodrigues, 1993 (Decapoda: Thalassinidea) from the Amazon region, reared in the laboratory(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2005) ABRUNHOSA, Fernando Araujo; PIRES, Marcus Alexandre Borges; LIMA, Jô de Farias; COELHO FILHO, Petrônio AlvesO desenvolvimento completo de Lepidophthalmus siriboia Felder & Rodrigues, 1993 foi descrito e ilustrado em detalhes a partir de espécimens cultivados em laboratório. Fêmeas ovígeras foram coletadas na ilha de Canela nordeste do Estado do Pará. As larvas eclodem como prezoea e o desenvolvimento larval consiste de 3 estágios de zoea e 1 de megalopa. O desenvolvimento dos 3 estágios de zoea durou em média de 69 a 111 horas. A duração de megalopa foi cerca de 185 horas (cerca de 8 dias). O primeiro juvenil foi alcançado em 254 horas (cerca de 10 dias) após a eclosão. Comparações morfológicas com espécies do mesmo gênero são discutidas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Mangrove sedimentary characteristics and implications for crab Ucides cordatus (Crustacea, Decapoda, Ucididae) distribution in an estuarine area of the Amazonian region(2013-12) GOMES, José Diego; ABRUNHOSA, Fernando Araujo; SIMITH, Darlan de Jesus de Brito; ASP NETO, Nils EdvinNa zona costeira, sedimentos, água e organismos interagem intensamente. Nas costas equatoriais dominadas por maré os manguezais são abundantes. Estas áreas são conhecidas por sua importância ecológica. No caso dos manguezais da costa atlântica da América do Sul o caranguejo-uçá Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) se destaca por sua relevância ecológica e econômica, sendo que altas densidades deste organismo são encontradas na zona costeira amazônica. O presente estudo investiga a distribuição de sedimentos nos manguezais de Bragança (costa Amazônica, Brasil) e suas correlações com a vegetação e a distribuição do caranguejo-uçá. Quarenta e sete amostras de sedimento foram avaliadas, assim como caranguejos de 8 destas áreas foram coletados, onde o tipo dominante de vegetação foi também identificado. Os resultados demonstram que os sedimentos superficiais, assim como no extrato 0,8 a 1 m de profundidade, na área são principalmente compostos por silte (59%), incluindo em média 21% de areia e 20% de argila. O tipo de vegetação predominante foi significativamente correlacionado com a abundância e tamanho/peso dos caranguejos. As características sedimentares também foram substancialmente diferentes dependendo da vegetação. Áreas dominadas por Avicennia germinans tiveram mais areia e argila que as áreas dominadas por Rizophora mangle, onde a fração silte prevalece grandemente e os caranguejos eram significativamente maiores e mais abundantes. Os resultados demonstraram que sedimentos, invertebrados bentônicos e vegetação estão intimamente relacionados nos manguezais e devem ser estudados de maneira integrada.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Mangrove vegetation in Amazonia: a review of studies from the coast of Pará and Maranhão States, north Brazil(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2008) MENEZES, Moirah Paula Machado de; BERGER, Uta; MEHLIG, UlfO presente estudo apresenta uma compilação da literatura sobre a vegetação dos manguezais da costa norte do Brasil, apresentando uma síntese do conhecimento e listando a literatura disponível. O estudo se concentra na costa dos estados do Pará e Maranhão que formam um cinturão contínuo de manguezais. Foram contabilizadas seis espécies arbóreas exclusivas de mangue e várias outras associadas. A altura e o diâmetro das árvores de mangue variam em função de parâmetros abióticos locais. As variações sazonais do regime de chuvas e da salinidade afetam a fenologia das espécies e a produção de serapilheira. A população costeira utiliza a flora do manguezal para diferentes fins (ex: combustível, medicinal, construção rural). O aumento da ocupação costeira inicia um processo de impacto para as florestas de mangue e a disponibilidade de seus recursos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) The morphology of the foregut of larvae and postlarva of Sesarma curacaoense De Man, 1892: a species with facultative lecithotrophy during larval development(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2006) MELO, Marlon Aguiar; ABRUNHOSA, Fernando Araujo; SAMPAIO, Maria Iracilda da CunhaEstudo prévio sobre o efeito da inanição em larvas de Sesarma curacaoense propôs que estas larvas apresentam comportamento lecitotrófico facultativo. No presente trabalho a morfologia do estômago de S. curacaoense foi estudada durante os estágios larvais, megalopa e juvenil I. A estrutura do estômago da zoea I possui cerdas específicas e com filtro pilórico aparentemente funcional. Especialização no estômago do zoea II (último estágio larval) foi evidenciada pelo incremento do número de cerdas na válvula cárdio-pilórica e pela complexidade do filtro pilórico. Após a metamorfose para o estágio megalopa, o estômago ficou consideravelmente complexo, com o aparecimento de um moinho gástrico contendo um medial e dois laterais dentes bem desenvolvidos. O estômago do juvenil I mostrou-se ainda mais especializado que no estágio anterior, exibindo características morfológicas similares àquelas descritas para decápodes adultos. Estes resultados corroboram o proposto em trabalhos anteriores, nos quais é indicado que S. curacaoense possui um desenvolvimento larval lecitotrófico facultativo.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) New records of Fredius denticulatus (H. Milne-Edwards, 1853) and F. reflexifrons (Ortmann, 1897), and the eastern limits of the distribution of pseudothelphusid crabs (Crustacea: Decapoda) in Brazil(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2005) MAGALHÃES FILHO, Célio Ubirajara; ABRUNHOSA, Fernando Araujo; PEREIRA, Milena de Oliveira; MELO, Marlon AguiarÉ registrada pela primeira vez a ocorrência de Fredius reflexifrons (Ortmann, 1897), um caranguejo da família Pseudothelphusidae de ampla distribuição na Amazônia e nas Guianas, no estado do Ceará, Nordeste do Brazil. São feitos registros adicionais de dessa espécie e de Fredius denticulatus (H. Milne-Edwards, 1853) para a região amazônica. É feita uma discussão sobre os limites orientais da distribuição da família Pseudothelphusidae no Brasil.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Observações hidrológicas e resultados de modelagem no espalhamento sazonal e espacial da pluma de água Amazônica(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2009) SILVA, Alex Costa da; SANTOS, Maria de Lourdes Souza; ARAUJO, Moacyr Cunha; BOURLÈS, BernardNeste estudo são apresentadas as análises espaciais e temporais dos dados sinóticos coletados durante quatro campanhas oceanográficas do programa “REVIZEE/SCORE-N” realizadas em março-abril de 1995, outubro-novembro de 1997, abril-maio de 1999 e agosto-setembro de 2001. Em complemento às análises dos dados hidrológicos, foram utilizados resultados do modelo numérico CLIPPER - Experimento ATL6 (1/6 deg.). A ênfase deste artigo é avaliar o deslocamento sazonal e espacial da pluma de água Amazônica nas regiões localizadas à sudoeste, noroeste e em frente à foz do rio Amazonas. Dados hidrológicos e resultados do modelo demonstram que durante os meses de março-maio a pluma do rio Amazonas move-se para sudoeste, ao longo da costa norte brasileiro, tendendo a diminuir o deslocamento da pluma para sudoeste durante os meses de agosto-setembro. De outubro a novembro, não foi observado ou registrado o deslocamento da pluma para sudoeste. Resultados do modelo revelam anéis gerados pela retroflexão da Corrente Norte do Brasil (CNB) em torno de 7º N, e também a influência de água proveniente do rio Amazonas em volta desses anéis durante o mês de agosto.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Seasonality of nematode larvae in Iguanodectes spilurus (Characidae) an ornamental fish from northeastern Para, Brazil(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2013-12) FUJIMOTO, Rodrigo Yudi; ANJOS, Ellem Cristina Silva dos; RAMOS, Fabrício Menezes; MARTINS, Maurício LaterçaO presente estudo apresenta um levantamento parasitológico de larvas de nematóides de Iguanodectes spilurus capturados no fluxo do Rio Caeté, nordeste do Pará, Brasil. Um total de 176 espécimes com médias de 1,36 ± 0,75 g de peso e 5,53 ± 0,98 cm de comprimento total foram analisados. Foram identificados em 124 peixes os nematóides Capillaria sp., Procamallanus sp. e da família Anisakidae, apresentaram uma prevalência de 70,45% e intensidade de infecção de 1,81 a 4,70 larvas. A maior prevalência foi de 57,38% no fígado, mas não foi observada sazonalidade, indicando alta potência de infecção ao longo do ano. A sazonalidade foi observada em peixes parasitados no intestino, estômago e ceco com prevalência e intensidade média de 17,61% e 2,32 parasitas, 12,5% e 1,81 parasitas, 10,79% e 2,21 parasitas, respectivamente. A maior infecção foi encontrada na estação chuvosa, provavelmente devido ao aumento da disponibilidade de hospedeiros intermediários ou de alimentos.
