Artigos Científicos - CCAST
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Navegando Artigos Científicos - CCAST por Periódicos "Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Indução do estro em cutias (Dasyprocta leporina) utilizando-se protocolos à base de prostaglandina isolada ou em associação com análogo de GnRH(FEPMVZ Editora, 2018-06) PEIXOTO, Gislayne Christianne Xavier; MAIA, Keilla Moreira; CAMPOS, Lívia Batista; OLIVEIRA, Gislaine Borba; OLIVEIRA, Maurilio Fernandes de; BRITO, Adriel Behn de; DOMINGUES, Sheyla Farhayldes Souza; SILVA, Alexandre Rodrigues; ALMEIDA, Laressa Marques deComparou-se a eficiência de protocolos para indução de estro em cutias. Em cinco fêmeas, foram administradas duas doses de cloprostenol (5µg) com intervalo de nove dias, via intraperitoneal; em outras cinco, administraram-se 30µg de análogo do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH), via intravulvar, seguidos de 5µg de cloprostenol, via intraperitoneal, após sete dias e, após mais dois dias, nova dose do análogo de GnRH. A cada três dias, a ciclicidade reprodutiva dos animais foi monitorada, por meio de coleta de sangue, para dosagem hormonal, ultrassonografia ovariana e citologia vaginal. Duas das fêmeas que receberam apenas prostaglandina, as quais estavam em fase luteal no início do tratamento, manifestaram o estro aos três e seis dias após a segunda administração da droga. Já nas fêmeas que receberam a prostaglandina associada ao análogo do GnRH, duas que originalmente estavam em fase luteal apresentaram estro aos quatro dias após o tratamento, e uma outra apenas após 10 dias. Não foram evidenciadas diferenças estatísticas quanto à eficiência dos tratamentos (P>0,05). Conclui-se que, de acordo com os protocolos utilizados, o uso da prostaglandina isolada ou em associação com análogo do GnRH para a indução do estro em cutias D. leporina apresenta eficiência limitada às fêmeas que estejam em fase luteal por ocasião do início do tratamento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Long-term assessment of a modified tibial tuberosity advancement technique in dogs(FEPMVZ Editora, 2018-08) MEDEIROS, Regina Mendes; SILVA, Marco Augusto Machado; TEIXEIRA, Pedro Paulo Maia; CHUNG, Denise Granato; CONCEIÇÃO, Maria Eduarda Bastos Andrade Moutinho da; CHIERICE, Gilberto Orivaldo; PADILHA FILHO, João Guilherme; DIAS, Luís Gustavo Gosuen GonçalvesO objetivo deste estudo foi avaliar, em longo prazo, aspectos clínicos e radiográficos do joelho de cães submetidos à técnica modificada de avanço da tuberosidade da tíbia (mTTA). Um total de 15 joelhos de 11 pacientes foram submetidos à mTTA para correção de doença do ligamento cruzado cranial. A avaliação envolvia análise de marcha do paciente, teste de compressão tibial e de gaveta, goniometria do joelho para amplitude articular, circunferência das pernas e coxas e evidência radiográfica de progressão da osteoartrose. As variáveis foram comparadas entre membros operados e saudáveis e entre os momentos (M0) no pós-operatório imediato; (M1) 120 dias de pós-operatório; e (M2) aproximadamente cinco anos após a cirurgia. Foi avaliado um questionário sobre as percepções do proprietário após aproximadamente cinco anos de cirurgia. A maioria dos cães apresentou resposta positiva aos testes de gavetas e de compressão tibial em joelhos operados. Houve também diminuição na goniometria e na circunferência da coxa e aumento do perímetro das pernas. Evidências radiográficas de progressão da osteoartrite foram observadas especialmente no seguimento de longo prazo (M2). Na análise de marcha, a maioria dos animais apresentou algum grau de claudicação em diferentes condições, em contraste com as percepções dos proprietários. A osteoartrite ainda se desenvolve em cães após a cirurgia de mTTA para doença CCL. No entanto, os proprietários estavam, em geral, satisfeitos com a recuperação dos animais e estavam dispostos a aceitar a indicação de mTTA para cães com doença do ligamento cruzado cranial.
