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Navegando por Linha de Pesquisa "AÇÕES PÚBLICA E COLETIVA, TERRITÓRIO E AMBIENTE"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A dendeicultura em Igarapé-Açu/Pará: um olhar sobre as relações de trabalho que tipificam o trabalhador rural na Agroindustrial Palmasa
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-29) CARDOSO, Marlon Kauã Silva; RIBEIRO, Tânia Guimarães; http://lattes.cnpq.br/1193175057010343; https://orcid.org/0000-0003-1683-3659
    O objetivo desta pesquisa foi analisar as relações de trabalho que tipificam os trabalhadores rurais na agroindústria do dendê em Igarapé-Açu, notadamente analisando a Agroindustrial Palmasa. A agroindústria do dendê, em nível macropolítico, foi territorializada no nordeste paraense através das ações estatais desenvolvimentistas nos governos civis-militares nos anos 1960, planejadas pela Superintendência de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA) e pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), e, tem novo impulso com o neodesenvolvimentismo dos anos 2000, associada ao desenvolvimento sustentável, através do Programa Nacional de Produção do Biodiesel (PNPB) e do Programa Sustentável de Óleo da Palma (PSOP). Estes desembocaram em projetos de integração, para a obtenção do Selo do Combustível Social (SCS), entre produtores do dendê e agricultores familiares em municípios do nordeste paraense. Através de metodologia de natureza qualitativa, aliando dados de entrevistas, bibliográfico e quantitativos verificamos que as políticas públicas mais recentes não abrangeram as atividades econômicas da Agroindustrial Palmasa, em Igarapé- Açu. Na região predominam contratos, mas apenas de compra e venda, relação associativa, entre médios/grandes produtores rurais de dendê e a própria empresa. Dessa forma, as relações diretas entre classes gravitam entre médios/grandes fazendeiros e boias-frias responsáveis pelo trabalho nas lavouras.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Mulheres descolonizando a Amazônia pelos caminhos de vida: Produção de subjetividades atravessadas pelo projeto de nação desenvolvimentista
    (Universidade Federal do Pará, 2020-07-10) CASTRO, Brenda Thainá Cardoso de; LOUREIRO, Violeta Refkalefsky; http://lattes.cnpq.br/3092799127943216
    As subjetividades desafiam constantemente o projeto de nação ao confrontarem políticas desenvolvimentistas que adotam como premissas valores e modos de vida diferentes dos seus. Diante disso, alguns contextos, como o caso da Amazônia, possibilitam que percebamos como a produção de subjetividades se dá em dinâmica com o capitalismo e o Estado, especificamente nos anos de crise política vividos no Brasil desde meados de 2014 e 2015, passando pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff até a ascensão do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro. O presente estudo desenhase, então, neste cenário, para pensar a partir dos caminhos de vida de mulheres que vivem no Tapajós, de que forma se relacionam com o projeto de nação sob o signo desenvolvimentista que historicamente projeta na Amazônia o futuro da nação por meio de uma lógica de expropriação e exploração. O estudo se deu por meio de uma pesquisa de campo desenvolvida ao longo de recorrentes viagens de 2017 a 2019, conectandoas a desdobramentos macropolíticos no período e a realidade em três localidades diferentes: a Vila de AlterdoChão, Santarém; a comunidade de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós; e a comunidade de Coroca, no rio Arapiuns, parte do Projeto de Assentamento Agroextrativista Lago Grande. Além da vivência e de conversas cotidianas durante as visitas, foram realizadas 11 entrevistas com mulheres que vivem nas três localidades em torno de eixos sobre suas perspectivas de vida. A discussão foi apoiada principalmente na abordagem da modernidade/colonialidade e decolonialidade, assim como da esquizoanálise, para se identificar os efeitos da colonialidade nas estruturas e relações contemporâneas, tanto sobre sujeitas e sujeitos, mas também sobre instituições e regiões, como a Amazônia, construída no imaginário social como lugar generificado e racializado, o que historicamente coaduna com uma visão de projeto desenvolvimentista para o Brasil. Para mulheres, tal processo envolverá peculiaridades a partir da colonialidade de gênero, que também atravessa relações de raça, de classe e de lugar origem/pertencimento. Percebeuse que as subjetividades podem tanto ser compatíveis com os valores que servem aos interesses capitalistas e estatais, como também podem ser incompatíveis, levando a uma ruptura e a singularização destas subjetividades. Igualmente, também foi percebido que existe uma possibilidade de atravessamento, em que se busca uma ruptura, mas pelas próprias limitações estruturais e sistemáticas, o deslocamento é uma ferramenta encontrada para atender às próprias necessidades, coexistir dentro de uma sociedade capitalista e ainda assim produzir desejos próprios mesmo que envolvidos na lógica moderna/colonial.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Produção habitacional no contexto da financeirização urbana: impactos no déficit habitacional e nas dinâmicas socioespaciais no território de Macapá/AP
    (Universidade Federal do Pará, 2025-08-20) SANTOS, NAIARA VIDEIRA DOS; MOURA, EDILA ARNAUD FERREIRA; http://lattes.cnpq.br/2154370107837866; https://orcid.org/0000-0003-0093-8464; CASTRO, CARLOS POTIARA RAMOS DE; PEIXOTO, RODRIGO CORREA DINIZ; LIMA, JOSÉ JÚLIO FERREIRA; RODRIGUES, JOVENILDO CARDOSO; http://lattes.cnpq.br/3132802376511499; http://lattes.cnpq.br/9872938064820413; http://lattes.cnpq.br/5176390429456548; http://lattes.cnpq.br/9028575905648156; https://orcid.org/0000-0002-0493-6397; https://orcid.org/; https://orcid.org/0000-0001-5431-3529; https://orcid.org/0000-0002-5650-1168
    Esta tese tem objetivo analisar o processo de inserção da cidade de Macapá, capital do estado do Amapá (AP), em contextos de financeirização urbana, com ênfase nas implicações desse fenômeno na formulação e na implementação da política habitacional entre os anos de 2009 e 2020, avaliando seus impactos socioambientais e sua efetividade na redução do déficit habitacional, com foco no PMCMV do Governo Federal. Desse modo, apresentou-se os seguintes questionamentos: De que forma a financeirização da habitação, através do PMCMV, desenvolveu-se na cidade de Macapá/AP entre os anos de 2009 a 2020? Quais são os impactos socioambientais desse processo? A política habitacional implementada tem impactado na redução do déficit habitacional na cidade de Macapá? De que maneira o agente estatal tem atuado na formulação e na execução da política habitacional em Macapá/AP e em que medida sua atuação revela limites e contradições no enfrentamento da desigualdade habitacional em um contexto urbano periférico marcado pela financeirização e pela exclusão socioespacial? A metodologia adotada foi a qualitativa, envolvendo levantamento bibliográfico, análise documental de planos e relatórios oficiais e pesquisa de campo realizada entre julho de 2024 e fevereiro de 2025, com aplicação das técnicas de observação direta e entrevistas semiestruturadas com gestores e técnicos municipais e estaduais. Os resultados indicaram que a financeirização se apresenta em Macapá a partir da presença de atores como construtoras e instituições financeiras na implementação do PMCMV, bem como evidencia-se expansão urbana sobre áreas vulneráveis e intensificação da segregação socioespacial sem reduzir significativamente o déficit habitacional na cidade de Macapá.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O rio que embaçou no horizonte: narrativas e percepções sobre os impactos urbanos da construção e operação do terminal da Cargill em Santarém - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2025-02-27) PIMENTA, Karina Cunha; SILVA, Carlos Freire da; http://lattes.cnpq.br/7489756177996098; https://orcid.org/0000-0002-0202-8678
    Este trabalho investiga os impactos urbanos da instalação e operação do terminal da Cargill em Santarém (PA), focando nas transformações socioambientais resultantes dessa intervenção e na experiência vivida pelos moradores da cidade. A pesquisa surgiu a partir de uma abordagem etnográfica iniciada em 2017, com o objetivo de compreender as mudanças nas paisagens urbanas, a partir das narrativas de moradores que, antes da instalação do terminal, viviam na antiga praia da Vera Paz e foram deslocados para o atual bairro do Laguinho. A partir dessa perspectiva, busca-se refletir sobre os efeitos da extinção desse espaço de lazer e sociabilidade, ampliando a análise para as dinâmicas econômicas do agronegócio, a expansão da monocultura da soja e os impactos decorrentes de grandes projetos de infraestrutura. Com base em uma metodologia qualitativa, a pesquisa utiliza narrativas orais, relatos de vida, entrevistas, poemas, canções e análise de documentos para explorar como as transformações causadas pelo terminal da Cargill moldaram novas formas de sociabilidade e resistência. A dissertação questiona como os processos de exploração econômica alteram a dinâmica urbana e ambiental, abordando não só as consequências econômicas, mas também os impactos sobre o sensível e as subjetividades dos moradores. A pesquisa também destaca a reconfiguração do sensível, simbolizada pela extinção da antiga praia da Vera Paz, e como isso representa um cerceamento do direito à cidade, revelando um processo de aceleração das violências socioambientais, invisibilizadas pela mídia, e propõe um olhar interdisciplinar sobre as questões urbanas na Amazônia, integrando dimensões emocionais e culturais frequentemente negligenciadas, visando abrir caminho para investigações mais profundas sobre as paisagens amazônicas e as novas formas de luta e pertencimento que emergem desses conflitos socioambientais.
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