Programa de Pós-Graduação em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia - PPGSSEA/ICB
URI Permanente desta comunidadehttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/10077
Navegar
Navegando Programa de Pós-Graduação em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia - PPGSSEA/ICB por Assunto "Cateteres de demora"
Agora exibindo 1 - 1 de 1
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Dissertação Acesso aberto (Open Access) Fatores de risco para infecções urinárias em pacientes submetidos a cateter vesical de demora em unidade de terapia intensiva de um hospital universitário(Universidade Federal do Pará, 2015-04-06) CARVALHO, Aidê Teles de; SOUSA, Rita Catarina Medeiros de; http://lattes.cnpq.br/3560941703812539Infecção relacionada à assistência à saúde é um importante agravo de saúde pública que nos últimos anos tem contribuído para o aumento das taxas de morbimortalidade, tempo de internação hospitalar e custos. O objetivo da pesquisa foi analisar fatores de risco para infecção urinária associada ao uso de cateter vesical de demora na Unidade de Terapia Intensiva (UTI)do de um hospital universitário federal do norte do País, no período de 2010 a 2013. Foi realizado um estudo exploratório, descritivo, retrospectivo, com abordagem quantitativa. Foram utilizados dados da Comissão de controle de Infecção Hospitalar e da Divisão de Arquivo Médico e Estatístico, prontuários e fichas de notificação e analisados a incidência, além dos fatores de risco, principais microrganismos envolvidos na etiologia dessa infecção e tempo de permanência do cateter vesical de demora. Na análise dos dados, evidenciou-se que de um total de 48 pacientes, 60% (29/48) eram do sexo feminino. A presença de fatores de risco como Diabetes Mellitus, tratamento prévio com antimicrobianos e tempo de permanência do cateter foram fatores determinante de ITU-RC. Os microrganismos mais encontrados nas culturas de urina positivas foram Candida spp 47% (16/34), Pseudomonas aeruginosa 12% (4/34), Klebsiella spp 9% (3/34), Escherichia coli 9% (3/34), Acinetobacter 9% (3/34), Enterococcus spp 6% (2/34), Serratia marcense 6 % (2/34). Os resultados deste estudo reforçam a importância de um programa de controle de infecção hospitalar efetivo e com o envolvimento de todos profissionais de saúde que atuam em unidades de terapia intensiva.
