Programa de Pós-Graduação em Cidades, Territórios, Identidades e Educação - PPGCITE/Abaetetuba
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Cidades, Territórios, Identidades e Educação - PPGCITE/Abaetetuba por Assunto "Anambé"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Cultura e identidade na comunidade indígena Mapurupy-Anambé/PA: negociações e conflitos interculturais na modernidade(Universidade Federal do Pará, 2024-09-16) ARAÚJO, Ezequiel Fonseca; CRUZ, Fernando Manuel Rocha da; http://lattes.cnpq.br/1048087637452959; https://orcid.org/0000-0002-1254-5601; LOBATO, Vívian da Silva; PÉREZ, Xerardo Pereiro; http://lattes.cnpq.br/8153247121237657; https://orcid.org/0000-0002-6298-5701A pesquisa debruça-se sobre a Cultura e a Identidade em uma comunidade tradicional indígena no interior da Amazônia e tem por objetivo refletir sobre o processo de reconfiguração da Cultura e Identidade no contexto da interculturalidade e Modernidade na Comunidade Indígena Mapurupy – Anambé/PA. A abordagem metodológica é de carácter qualitativo, de natureza básica e exploratória quanto a realização dos objetivos e tem por base a observação participante e o registro etnográfico da Celebração do Dia dos Povos Indígenas na Comunidade nos anos de 2023 e 2024, lócus da pesquisa, assim como a aplicação de entrevistas semiestruturadas com 07 (sete) lideranças indígenas. Iluminada pelos trabalhos de Bauman (1999, 2003), Hall (2014, 2017), Giddens (1992, 1999), Featherstone (1997), Assis e Neves (2013) e Krenak (2019, 2020, 2022), a presente dissertação apresenta em seus resultados que, devido a uma série de fatores históricos, sociais, econômicos e culturais, os habitantes do Alto Cairari passam, atualmente, por um significativo processo de (re)construção de suas identidades, reconfigurando costumes e tradições, para além da incorporação de novos elementos identitários e culturais provenientes da convivialidade com a sociedade moderna.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Representações sociais sobre a pajé Becuú – a guardiã dos saberes ancestrais da aldeia Anambé, em Moju/PA: memória, identidade e cultura(Universidade Federal do Pará, 2024-11-19) LIMA, Natália do Socorro; CRUZ, Fernando Manuel Rocha da; http://lattes.cnpq.br/1048087637452959; https://orcid.org/0000-0002-1254-5601; CHAGAS, Kadydja Karla Nascimento; ARAÚJO, Gracineia dos Santos; RODRIGUES, Eliana Teles; http://lattes.cnpq.br/2409854653619871; http://lattes.cnpq.br/7421183915733725; http://lattes.cnpq.br/8360730445815109; https://orcid.org/0000-0002-1563-3682; https://orcid.org/0000-0001-5697-4443; https://orcid.org/0000-0001-6717-3174Esta investigação se propôs a fazer reflexões sobre memórias, culturas e representações identitárias do povo Anambé, uma sociedade indígena estabelecida na região do Baixo Tocantins paraense. Seu ponto de partida foi a rede imaginária sobre a Pajé Becuú, uma pajé ancestral que foi depositária dos saberes tradicionais dos Anambé. O objetivo geral da pesquisa é analisar as narrativas orais sobre a Pajé Becuú, tendo em conta as interferências do construto histórico nas tramas que constituem as complexidades culturais e identitárias dos Anambé. Ela se justifica por propiciar uma melhor compreensão sobre as complexidades identitárias expressas nas práticas sociais e culturais do povo originário Anambé. A metodologia tem natureza qualitativa e tem por base a pesquisa documental e bibliográfica complementada por entrevistas semiestruturadas como instrumento de coleta de dados. Em termos de conclusão, verificamos que a memória é um instrumento fundamental para a construção da identidade e da consciência de um grupo social, independentemente de como está registrada. Sem ela é impossível fazer uma análise crítica sobre a cultura de um povo, o que poderia ocasionar o esquecimento e apagamento de sua etnia e seus conhecimentos. Por meio da pajé Becuú, foi possível demonstrar que memórias e narrativas identitárias podem atuar como instrumentos transformadores, tanto no fortalecimento do senso de pertencimento cultural quanto na busca por novos espaços de poder. Acresce que o povo Anambé se comprova resistente e resiliente em quanto à sua identidade cultural, atuando como elemento de resistência ao apagamento da sua cultura e à opressão do homem branco.
