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Navegando por Assunto "Aconselhamento em aprendizagem de línguas"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Diálogo no aconselhamento em aprendizagem de inglês: interação, reflexão e autonomia
    (Universidade Federal do Pará, 2018-07-12) RIBEIRO, Juliana Araújo; SILVA, Walkyria Alydia Grahl Passos Magno e; http://lattes.cnpq.br/6129530461830312
    Nas últimas décadas, o aconselhamento em aprendizagem de línguas (AAL) vem se destacando como uma abordagem que busca estimular o protagonismo dos aprendentes de línguas (KELLY, 1996; MOZZON-MCPHERSON; VISMANS, 2001; CARSON; MYNARD, 2012; MAGNO E SILVA, 2012, 2016; KATO; MYNARD, 2015). Na Faculdade de Letras Estrangeiras Modernas (FALEM) da Universidade Federal do Pará, alguns estudantes entram sem proficiência na língua alvo (LA) e por isso, ao longo do curso, precisarão tanto formar-se professores quanto tornar-se falantes da LA. Ansiedade, insegurança e desmotivação são alguns dos sentimentos comuns a eles. Com o intuito de ajudá-los a administrar essas várias demandas, o serviço de AAL foi implantado. Esta pesquisa buscou identificar como ocorre o diálogo no AAL e quão eficaz ele pode ser para a promoção da autonomia no contexto da FALEM com três pares de conselheiros e aconselhados. Os aconselhados participantes deste estudo entraram na universidade sem proficiência na língua inglesa. Sessões virtuais e presenciais foram analisadas bem como questionários foram aplicados. Buscou-se verificar os padrões interacionais durante as sessões e averiguar como a reflexão é estimulada pelos conselheiros. Além dos estudos sobre AAL, este trabalho baseou-se nas contribuições de Vygotsky (1991) acerca da interação na perspectiva sociocultural e sobre reflexão por Dewey (1910), Boyd e Fales (1983) e Schön (2000). Os resultados indicam que a relação no AAL é entendida como menos hierárquica do que em outros contextos de aprendizagem ao demonstrarem que ambos, conselheiro e aconselhado, atuam colaborativamente em prol de um objetivo maior, negociando atividades, temas, local e horário de encontros. Percebeu-se diversas estratégias que o conselheiro utiliza para estimular processos reflexivos, destacando uma postura não-diretiva e de não correção. O uso da língua materna prevalece ao longo das sessões com os aprendentes mais iniciantes e a LA passa a ser empregada como oportunidade de prática para os mais proficientes. Finalmente, ouvir as conversas do AAL pode significar uma maior compreensão sobre as possibilidades para práticas de ensino-aprendizagem em que o aprendente tenha sua voz ouvida e valorizada.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Práticas de aconselhamento e regulação da aprendizagem em aulas de Português língua estrangeira: em busca de uma integração
    (Universidade Federal do Pará, 2021-02-26) OLIVEIRA, Marcia Alves de; CUNHA, Myriam Crestian Chaves da; http://lattes.cnpq.br/0057919162522146; https://orcid.org/0000-0002-9635-5054
    Este estudo tem por objeto a articulação entre práticas de aconselhamento linguageiro e de avaliação formativa na aprendizagem de Português Língua Estrangeira (PLE) por estudantes iniciantes em imersão no Brasil, num curso intensivo de preparação a um exame de certificação, no qual devem alcançar o equivalente ao nível B1 do Quadro Europeu Comum de Referências para as Línguas (QECRL). A motivação para a realização deste estudo surgiu a partir da minha experiência como conselheira em aprendizagem de línguas e do interesse em compreender como os processos regulatórios e os autorregulatórios, característicos da avaliação formativa, podem ser potencializados por meio de práticas de aconselhamento. Todavia, o aconselhamento em aprendizagem de línguas acontece habitualmente fora da sala de aula, no ritmo desejado pelo aprendente, e não está necessariamente vinculado aos objetos de aprendizagem das aulas de língua, como ocorre com a avaliação formativa que se exerce em referência aos objetivos de aprendizagem. A turma de PLE do Programa de Estudantes- Convênio de Graduação (PEC-G) da Universidade Federal do Pará (UFPA), que dispõe de apenas sete a oito meses para alcançar aprovação no exame, torna-se, desse modo, um ambiente propício para desenvolver pesquisas em avaliação formativa e em práticas de aconselhamento articuladas à ação pedagógica. Portanto, esta pesquisa visa contribuir para a articulação didático-pedagógica entre os pressupostos da (auto)(r)regulação da aprendizagem e do aconselhamento em aprendizagem de línguas, em vista da autonomização dos aprendentes. Trata-se de uma pesquisa-ação realizada em uma turma do curso pré-PEC-G da Faculdade de Letras Estrangeiras Modernas (FALEM) do Instituto de Letras e Comunicação (ILC), no período de fevereiro a outubro de 2019, adotando uma abordagem qualitativa interpretativa dos dados gerados. Os dados, embora, ainda limitados, mostram os benefícios obtidos nessa integração entre os processos formativos e as práticas de aconselhamento que permitiram aumentar significativamente as autorregulações cognitivas e metacognitivas dos aprendentes a respeito de seu processo de aprendizagem. Desse modo, o desenvolvimento de sua autonomia foi potencializado.
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