Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Acoustic communication"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 2 de 2
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • TeseAcesso aberto (Open Access)
    Acoustic ecology of dolphins of the genus Sotalia (Cetartiodactyla, Delphinidae) and of the newly described Araguaian boto Inia araguaiaensis (Cetartiodactyla, Iniidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2018-03-09) SANTOS, Gabriel Melo Alves dos; MAY-COLLADO, Laura J.; SILVA, Maria Luisa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108
    Sistemas sensoriais são vitais para que os animais obtenham informações sobre seus arredores. A informação pode ser adquirida por vias visuais, químicas, elétricas, táteis e acústicas. Estes sinais são usados em diferentes contextos ecológicos incluindo forrageamento, competição, defesa, interações sociais (e.g. corte), e também podem indicar uma condição, e estado emocional ou reprodutivo, ou a identidade do emissor do sinal. Para os mamíferos aquáticos o som é o meio de comunicação mais importante. A luz atenua rapidamente com a profundidade em ambientes aquáticos, limitando a comunicação visual. Todavia, a atenuação do som na água é baixa e ele viaja cerca de cinco vezes mais rápido na água do que no ar, o que o torna um meio de comunicação extremamente eficiente em baixo da água. Logo, o som é um aspecto fundamental da biologia dos cetáceos, já que estes animais dependem do som para comunicação, navegação e localização de presas. O gênero Sotalia compreende duas espécies que vivem em hábitats contratantes. O botocinza (Sotalia guianensis) que habita águas costeiras da Nicarágua ao sul do Brasil, e o tucuxi (Sotalia fluviatilis) restrito aos principais tributários da Bacia Amazônica. Enquanto que golfinhos do gênero Inia – popularmente conhecidos como botos-vermelhos – são encontrados exclusivamente nas Bacias dos rios Amazonas, Orinoco e Tocantins. Com ambos os seus estados de conservação como dados deficientes há grande demanda de informações quanto a sua biologia. Como fator-chave da biologia dos cetáceos a acústica pode nos prover uma riqueza de informações e ser usada como ferramenta para adquirir dados quanto ao uso de hábitat, números populacionais e comportamento. Entretanto, para fazê-lo, primeiro é necessário conhecer o repertório vocal das espécies em detalhe de forma que possamos diferenciá-las usando métodos acústicos. Portanto apresentamos aqui a primeira análise englobando toda a distribuição de golfinhos do gênero Sotalia e padrões geográficos e de diversidade de seus assobios. Além disso, apresentamos a primeira descrição do repertório vocal e de Inia araguaiensis focando na diversidade de repertório e em sua estrutura. O repertório de assobios de ambas as espécies de Sotalia é altamente estruturado, com populações da espécie fluvial apresentando um repertório menos diverso do que as populações da espécie costeira. Esta estruturação se dá provavelmente devido a áreas de vida pequenas e ao baixo fluxo gênico entre populações. As diferenças na riqueza entre o repertório destas espécies parecem estar relacionadas a uma combinação de fatores socio-ecológicos e evolutivos. Também apresentamos a primeira descrição do comportamento acústico do boto-o Araguaia (Inia araguaiaensis) e mostramos que eles possuem um repertório rico composto por assobios e principalmente chamados pulsados. Assobios foram produzidos raramente, um tipo específico de chamado, chamados curtos com dois componentes, foram o tipo de sinal mais comum durante nosso estudo. Estes chamados são similares em estrutura a aqueles produzidos por orcas (Orcinus orca) e baleias-piloto (Globicephala sp.). Devido ao contexto no qual estes sinais foram produzidos, nós hipotetizamos que eles podem funcionar para a comunicação ente mãe e filhote. Sotalia e Inia podem ser distintos acusticamente baseados em seus sons sociais, já que o primeiro tem um repertório baseado em assobios e o último em chamados pulsados. A baixa emissão de assobios por Inia faz com que a chance de identificação errônea seja baixa. Logo, sons 14 de ambos os gêneros podem ser usados para distingui-los durante monitoramentos acústicos passivos e podem servir como ferramentas para determinar a presença destas espécies em estudos de distribuição, uso de hábitat e abundância.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Comportamento alimentar e repertório vocal de Brotogeris versicolurus (AVES, PSITTACIDAE)
    (Universidade Federal do Pará, 2023-10-05) AMORIM, Márcia Soares; GALVÃO, Olavo de Faria; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075; https://orcid.org/0000-0001-9912-3833; SILVA, Maria Luisa da; http://lattes.cnpq.br/2101884291102108; https://orcid.org/0000-0002-8949-5622; DUTRA, Natália Bezerra; MAGALHÃES, Nadja Simão; CARDOSO, Guilherme Sementili; http://lattes.cnpq.br/9477887434121232; http://lattes.cnpq.br/9152932863563017; http://lattes.cnpq.br/9609555307155260; https://orcid.org/0000-0002-0766-0795; https://orcid.org/0000-0003-2346-7714
    O tema desta dissertação é a comunicação vocal que acompanha a atividade de alimentação dos indivíduos da espécie de periquito-de-asa-branca (Brotogeris versicolurus). No primeiro capítulo o tema abordado é o comportamento alimentar e itens que compõem a dieta de B. versicolurus, uma espécie onívora adaptada ao ambiente urbanizado. A metodologia de observação consistiu de “feeding bouts'', que consiste em registrar os eventos de alimentação na proporção de tempo que corresponde ao registro de alimentação; e "Scan Sampling”, amostragem por varredura dos indivíduos avistados durante o período de alimentação por 10 minutos. Em 164 observações verificou-se que a maioria dos itens consumidos foram a região do mesocarpo de frutos imaturos, seguidas de sementes e flores. O comportamento alimentar mais observado foi o de alcançar e o de comer aos pedaços, sem arrancar o item inteiro do ramo. O segundo capítulo descreve o repertório vocal de B. versicolurus no contexto de alimentação, agressividade e chamados em voo, em três áreas frequentadas em Belém, Pará, tendo sido analisadas gravações de vocalizações emitidas por B. versicolurus em seus contextos comportamentais. Foram encontrados e descritos sons de chamados em voo, agressividade, alarme e chamado por alimento. Classificamos 4 categorias comportamentais: (1) chamados de contato em voo na chegada à árvore-alvo; (2) chamado de contato pousado relacionado à alimentação; (3) chamado agressivo de alarme e defesa do território no contato agonístico e afugentamento de predadores; e (4) chamados alimentares no contexto de alimentação. B. versicolurus são aves sociais e vivem em bandos, mantendo contato enquanto procuram alimento. Apresentam sons de reconhecimento específicos nos chamados em voo, distribuídos em diferentes notas. Apresentam chamados agressivos como parte dos comportamentos agonísticos, chamados de alarme para sinalizar ameaças potenciais, e combinações de sons envolvendo chamados alimentares.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA