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Navegando por Assunto "Adenosina"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Adenosina modula os níveis extracelulares de glutamato induzido por hiperosmolaridade em cultura de astrócitos hipotalâmicos
    (Universidade Federal do Pará, 2016-04-29) BRAGA, Danielle Valente; DINIZ, Domingos Luiz Wanderley Picanço; http://lattes.cnpq.br/9601463988942971; SILVA, Anderson Manoel Herculano Oliveira da; http://lattes.cnpq.br/8407177208423247
    Estudos recentes mostram que liberação de glutamato por células gliais hipotalâmicas é uma importante resposta fisiológica em situações de hiperosmolaridade. Além disso, estudos prévios apontam um marcante aumento dos níveis de adenosina no fluido intersticial renal após o aumento da ingestão de sódio. Neste contexto, o objetivo do presente estudo foi caracterizar a possível relação entre a liberação de adenosina e a liberação de glutamato em culturas primárias de astrócitos expostas à situação de hiperosmolaridade. Culturas de astrócitos hipotalâmicos obtidos de ratos da linhagem Wistar nos dois primeiros dias de nascidos, foram expostas à solução hipertônica com sódio (340mOsm/L) nos tempos 3, 5, 10 e 15 minutos. Após o estímulo, o meio de incubação foi coletado e os níveis extracelulares de glutamato e adenosina foram determinados por Cromatografia Liquida de Alta Eficácia (CLAE). Afim de avaliar a relação entre estes compostos em situações hiperosmóticas, utilizou-se o tratamento das culturas com Adenosina, com R- PIA um agonista do receptor A1, bem como com glutamato e agonista do receptor tipo NMDA. Nossos resultados demonstraram elevação significativa dos níveis extracelulares de glutamato após o estímulo hiperosmótico com um pico em 5 minutos. Similarmente, observamos o aumento nos níveis de adenosina no meio de incubação após 10 e 15 minutos. O tratamento com glutamato induziu aumento nos níveis extracelulares de adenosina após 15 e 20 minutos em meio iso-osmótico. A exposição ao NMDA não induziu a liberação de adenosina e em nenhuma das concentrações utilizadas. Os pré- tratamentos com adenosina e o agonista A1 R-PIA impediram a liberação de glutamato induzida por hiperosmolaridade. Nossos resultados mostraram também que o efeito do estímulo na liberação de glutamato e adenosina é dependente de sódio, e apresenta uma resposta específica para astrócitos do hipotálamo que pode ser modulada através da ativação do receptor A1 de adenosina.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Glutationa modula a liberação de adenosina em cultura primária de astrócitos corticais de camundongo
    (Universidade Federal do Pará, 2022-09-06) SILVA, Mateus dos Santos; OLIVEIRA, Karen Renata Herculano Matos; http://lattes.cnpq.br/3032008039259369; SILVA, Anderson Manoel Herculano Oliveira da; http://lattes.cnpq.br/8407177208423247
    A glutationa (GSH) é um dos principais antioxidantes no Sistema Nervoso Central (SNC) e um potencial gliotransmissor, induzindo ondas de cálcio no citosol de células gliais. A adenosina (Adn) é um neuromodulador amplamente expresso no SNC e os seus níveis extracelulares são um fator crítico para determinar o seu efeito no tecido nervoso. Sabe-se que vias dependentes de Ca2+ regulam a liberação de Adn. Uma vez que a GSH tem a capacidade de induzir ondas de Ca2+ no citosol de células gliais, o presente trabalho se propõe a investigar se essa molécula pode regular os níveis extracelulares de Adn. Para avaliar isso, foram utilizadas culturas primárias de astrócitos corticais mantidas em DMEM+10% SBF em estufa de CO2 (37oC, 95% O2/5% CO2) por 12-15 dias, quando atingiram a confluência. As células foram incubadas com tampão Hank por diferentes intervalos de tempo, após o qual foi realizada a coleta dessa solução e os neurotransmissores ali presentes foram quantificados por Cromatografia Líquida de Alta Eficácia. Nossos dados mostram que a GSH induz um aumento de 80% nos níveis extracelulares de Adn em dois tempos analisados: 5 e 20 minutos. A remoção da GSH do meio de incubação faz a concentração de Adn retornar aos níveis basais. A remoção de Na+ ou Ca2+ do meio não interferiu no efeito da GSH. O bloqueio dos transportadores equilibrativos de nucleosídeos por dipiridamole (10 µM) diminuiu significativamente os níveis de Adn no meio, mas não interferiu na ação da GSH. A fim de avaliar se o efeito da GSH deriva de uma modulação indireta sobre a liberação de glutamato ou GABA (Dois agentes descritos como reguladores da liberação de Adn), foi realizada a quantificação desses transmissores. Ambos foram significativamente aumentados na presença da GSH. No entanto, diferente do que foi observado com a Adn, a remoção de Na+ do meio de incubação mitigou o efeito da GSH sobre a liberação de glutamato. A incubação dos astrócitos com GABA (50 e 100 µM) não influenciou na concentração extracelular de Adn em nosso modelo experimental, descartando uma modulação GABAérgica por trás do efeito da GSH. A avaliação de agentes redox demonstrou que compostos tiol reproduzem o efeito da GSH, enquanto o antioxidante não-tiol alfa tocoferol não regulou os níveis extracelulares de Adn. Desse modo, o presente trabalho conclui que os astrócitos expressam um componente sensível à GSH que pode ser modulado pelo seu grupamento sulfidrila.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Possible involvement of A1 receptors in the inhibition of gonadotropin secretion induced by adenosine in rat hemipituitaries in vitro
    (1999-09) DINIZ, Domingos Luiz Wanderley Picanço; VALENÇA, Marcelo Moraes; FAVARETTO, Ana Lucia Vianna; MCCANN, S.M.; RODRIGUES, José Antunes
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Receptor A2A de adenosina modula o transporte de glutamato independente de sodio em cultura primaria de celulas da retina
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11) LIMA, Caroline Araujo Costa de; OLIVEIRA, Karen Renata Herculano Matos; http://lattes.cnpq.br/3032008039259369
    Desregulações nos níveis extracelulares de glutamato estão diretamente associadas a diversas patologias do SNC, evidenciando a importância dos transportadores de glutamato na manutenção da homeostasia tecidual e no desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. A retina é particularmente vulnerável a eventos excitotóxicos devido aos seus altos níveis de glutamato extracelular e à exposição frequente a estímulos oxidantes, reforçando a necessidadede mecanismos regulatórios para preservação da fisiologia retiniana. Nesse contexto, a adenosina emerge como um neuromodulador essencial, apresentando efeitos regulatórios dependentes de concentração e do tipo de receptor ativado. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi caracterizar o efeito da adenosina no transporte de glutamato independente de sódio em cultura de células retinianas. Assim, culturas primárias mistas de embriões de galinha White leghorn (E7-E8) foram mantidas por 7 dias em DMEM+10% de FBS a 37°C e 5% de CO₂. As células foram submetidas a uma pré-incubação com bloqueador do receptor A2A e incubadas com diferentes concentrações de adenosina para os ensaios de liberação e captação de glutamato. Os níveis de glutamato foram quantificados por CLAE, e os níveis de proteína pelo método de Bradford, com substituição equimolar de NaCl por LiCl. Além disso, a imunoflurescência com anticorpo antixCT e marcador nuclear DAPI foi utilizada para identificar o transportador de glutamatoindependente de sódio, com análise de imagens no ImageJ e Photoshop CS6.A análise estatística foi realizada pelo teste T de Student e ANOVA one-way com post-hoc Tukey pelo GraphPad 9.0 com dados expressos como porcentagem de controle±D.P. com p<0,05. Os resultados confirmaram a expressão da subunidade xCT, indicando que o sistema xCG-é o transportador de glutamato independente de sódio nas células da retina. Observou-se também que a adenosina na concentração de 50μM aumentou a liberação de glutamato em cerca de 800%, enquanto a captação de glutamato independente de sódio foi completamente inibida. Estes efeitos foram totalmente revertidos com a inibição do A2AR. Assim, mostramos que a ativação do receptor A2A modula o transporte de glutamato independente de sódio cuja expressão foi detectada em células da retina.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A sinalização adenosinérgica na regulação da gravidade da sepse e da liberação de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09) PAMPOLHA, Ana Flavia Oliveira; CUNHA, Fernando de Queiroz; http://lattes.cnpq.br/2869737621338203; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0003-4755-1670; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390; https://orcid.org/0000-0002-3328-5650
    Neutrófilos expressam diferentes receptores purinérgicos, incluindo quatro receptores P1 de adenosina, que regulam suas funções primárias, como migração e produção de mediadores inflamatórios, incluindo armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs). Na sepse, as NETs desempenham um papel duplo: possuem propriedades microbicidas, mas também contribuem para o dano orgânico, levando à falência múltipla de órgãos e agravando a condição clínica. Neste estudo, investigamos o papel da adenosina na liberação de NETs e na progressão da sepse experimental induzida pelos modelos de Ligadura e Punção do Ceco (CLP) ou endotoxemia. Observamos que o tratamento de camundongos submetidos a ambos os modelos com adenosina deaminase (ADA), que metaboliza adenosina em inosina, agrava o dano orgânico e reduz a taxa de sobrevida dos animais sépticos. Apoiado por esses achados, demonstramos que a produção de NETs in vitro por neutrófilos estimulados com PMA foi aumentada pelo tratamento com ADA e reduzida por NECA, uma molécula que mimetiza as ações da adenosina. A modulação da produção de NETs pela adenosina foi atribuída à ativação dos receptores A2AAR. Em conclusão, nossos resultados sugerem que, durante a sepse, a adenosina é liberada e diminui a produção de NETs via ativação do receptor A2AAR.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Stimulatory effects of adenosine on prolactin secretion in the pituitary gland of the rat
    (2002-07) DINIZ, Domingos Luiz Wanderley Picanço; VALENÇA, Marcelo Moraes; FAVARETTO, Ana Lucia Vianna; RODRIGUES, José Antunes
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