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Navegando por Assunto "Adolescentes e violência"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Características biopsicossociais de autores de agressão sexual de crianças e/ou adolescentes em contexto intrafamiliar e extrafamiliar
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-28) COSTA, Lucilene Paiva da; CAVALCANTE, Lília Iêda Chaves; http://lattes.cnpq.br/4743726124254735
    Esta pesquisa teve como objetivo geral compreender as características biopsicossociais de autores de agressão sexual de crianças e/ou adolescentes nos contextos intrafamiliar e extrafamiliar. Foram realizados dois estudos, um referente à revisão sistemática de literatura, e outro descritivo, documental, com caráter exploratório e abordagem quantitativa. O primeiro analisou as semelhanças e as diferenças das características biopsicossociais de autores de agressão de crianças e/ou adolescentes, no período de 1983 a 2013, a partir de publicações na literatura nacional e internacional. O segundo investigou e analisou, por meio de dados contidos em processos jurídicos, as características biopsicossociais de pessoas adultas acusadas de praticar agressão sexual contra crianças e adolescentes, no município de Belém, no Estado do Pará, no período de 2012 a 2014. O resultado do primeiro estudo indicou que as pesquisas sobre autores de agressão sexual são realizadas em sua maioria com condenados presos (84%) do sexo masculino (93%). Entre as publicações selecionadas, predominaram aquelas que se referiam simultaneamente aos contextos, intrafamiliar e extrafamiliar (77%). Essas publicações demonstraram que, no contexto intrafamiliar, os autores de agressão sexual mantêm relacionamento com a vítima de natureza não hostil e utilizam estratégias sutis e manipuladoras. Diferentemente do observado no contexto extrafamiliar, onde os autores dessa agressão tendem a utilizar estratégias coercitivas e a se expor a riscos mais elevados de apreensão. Os resultados do segundo estudo indicaram que no contexto intrafamiliar os principais autores foram os pais e padrastos das vítimas. No contexto extrafamiliar houve a predominância de autores conhecidos da família das vítimas, em ambos os contextos, as vítimas eram em sua maioria do sexo feminino. Os resultados encontrados no segundo estudo sugeriram que entre as pessoas acusadas nos processos jurídicos de praticar agressão sexual com idade acima dos 30 anos, com cônjuge e filhos, e com vínculo de parentesco com a vítima possuíam maior probabilidade de pertencer ao contexto intrafamiliar do que aquelas que possuem idade abaixo de 30 anos, com cônjuge e filhos, mas sem vínculo de parentesco com a vítima. A razão de chance (2,949) sugere que as pessoas acusadas acima dos 30 anos possuíam aproximadamente 2 vezes mais chance de pertencer ao contexto intrafamiliar quando comparado a uma com idade abaixo dos 30 anos. Neste estudo, utilizou-se como instrumento de coleta de dados um Formulário de Caracterização Biopsicossocial (FCB) e todas as análises foram realizadas no software estatístico SPSS versão 20.0 for Windows. Os resultados dos estudos realizados sugerem que existem diferenças nítidas no perfil dos autores de agressão sexual de crianças e adolescentes do contexto intrafamiliar e extrafamiliar, sendo no primeiro caso mais manipuladores e no segundo mais coercitivos, porém outras pesquisas precisam ser realizadas para que esta questão seja melhor compreendida. Espera-se que este estudo possa contribuir com a discussão dessa temática, principalmente, no contexto da região Amazônica, que necessita de mais investigações que utilizem como referencial a perspectiva bioecológica do desenvolvimento humano para compreensão do perfil e trajetória dos autores de qualquer forma de agressão, principalmente a sexual.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O que os olhos não vêem o coração não sente: implicações para a opinião sobre a redução da maioridade penal
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04-27) CALDAS, Ivete Furtado Ribeiro; PEREIRA JÚNIOR, Antônio; http://lattes.cnpq.br/1402289786010170
    O crescimento da violência urbana tem levado a sociedade a cobrar do Estado medidas mais severas e punitivas para resolver o problema da criminalidade juvenil. Uma das propostas é a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. As discussões sobre essa proposta têm sido polarizadas ideologicamente e são raras as instâncias onde o debate é baseado em evidências científicas confiáveis. Nessa pesquisa, tentamos contribuir para identificar os condicionantes sociais e morais implícitos associados com a questão da maioridade penal. Para isso, desenhamos dois experimentos para avaliar como fatores socioeconômicos, sociodemográficos e o desenvolvimento moral do indivíduo influenciam na opinião sobre o tema. Objetivo: Verificar a relação entre fatores socioeconômicos, sociodemográficos e o desenvolvimento moral na opinião sobre a redução da maioridade penal. Materiais e Métodos: Trata-se de uma pesquisa quali-quantitativa com delineamento transversal que constituiu-se de dois experimentos: Experimento Belém e Experimento Regional. No Experimento Belém os dados foram coletados em dois locais públicos do município de Belém, Pará, a Praça Batista Campos e o Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA). No Experimento Regional foi utilizada uma ferramenta on line com o intuito de alcançar pessoas de diferentes regiões do território brasileiro. A amostra foi composta por indivíduos maiores de 18 anos de ambos os sexos. Os instrumentos utilizados foram: (1) Questionário socioeconômico e sociodemográfico e (2) Dilema do adolescente em conflito com a lei. Na análise dos dados foi utilizado o teste do Qui-quadrado (χ2) de Pearson e a mineração de dados. Resultados: Os funcionários do tribunal apresentam preferência por estágios inferiores (estágio 1) e menor nível de competência moral (índice C médio) (3,97, diferente do público em geral que prefere estágios superiores (estágio 6) e índice C (14.29). Houve uma relação significativa entre a preferência de estágios e a opinião dos sujeitos, apenas no grupo dos funcionários do tribunal (χ2 = 20,665, df = 10, p = 0,024). O primeiro é menos de acordo com a redução da idade de responsabilidade criminal do que o segundo. Conclusão: A acurácia da opinião é maior nos extremos da distância psicológica, ou seja, quando o indivíduo está muito distante ou muito perto da realidade desse adolescente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Risco e proteção à violência intrafamiliar nas trajetórias desenvolvimentais de adolescentes e jovens
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05-30) MAIA, Rosely Cardoso; SILVA, Lúcia Isabel da Conceição; http://lattes.cnpq.br/5758168217659420
    Esta dissertação teve como objetivo investigar a exposição de adolescentes e jovens à violência no contexto familiar, identificando suas percepções sobre esta violência, sobre os fatores de risco e proteção, bem como suas implicações nas trajetórias de desenvolvimento de estudantes de escolas públicas do município de Belém. Para tanto, foram realizados dois estudos, o primeiro consistiu em uma Revisão Sistemática de Literatura acerca do panorama das pesquisas sobre violência intrafamiliar contra a adolescentes e jovens, onde a busca deu-se nos diretórios da CAPES, SciELO e LILACS, tendo sido selecionados para análise 22 artigos que estavam em consonância com os critérios de inclusão pré-determinados. A análise foi feita através da análise de conteúdo, resultando em duas categorias finais: os fatores de risco e os fatores de proteção. Os fatores de risco mais frequentes nos estudos foram violência sexual, violência física, violência psicológica, gravidez na adolescência, abuso de álcool e DST/AIDS. Já os fatores de proteção corresponderam ao acolhimento institucional, percepção sobre a violência intrafamiliar, rede de atendimento, percepção sobre a família e rede de apoio. O segundo estudo teve abordagem qualitativa, com delineamento transversal e retrospectivo sobre as questões que envolvem as relações familiares e a exposição à violência intrafamiliar contra adolescentes e jovens. Participaram deste último, cinco estudantes de escolas públicas do município de Belém, na faixa etária de 16 a 19 anos. Foram utilizados para a coleta de dados a entrevista semiestruturada e o diário de campo. A técnica de análise foi feita por meio da análise de conteúdo, que evidenciou as seguintes categorias temáticas: relações familiares, percepções sobre a família, risco e proteção nas relações familiares e, implicações da violência intrafamiliar nas trajetórias de desenvolvimento dos sujeitos. De modo geral, os resultados destas categorias evidenciaram que os adolescentes e jovens têm percepção positiva sobre a família, onde esta exerce papel fundamental na vida destes, apesar de terem sido expostos à violência física e/ou psicológica ao longo das suas trajetórias de desenvolvimento. Ademais, os estudantes atribuíram como implicações da exposição à violência intrafamiliar a mudança no comportamento de modo a prevenir a reincidência da violência, bem como não reproduzir com os filhos a violência sofrida. Conclui-se apontando para a necessidade de compreender a dinâmica familiar e como esta pode se configurar como fator de risco aos adolescentes e jovens, colocando-se em discussão o seu papel protetivo no desenvolvimento dos membros familiares.
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