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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Experiência estética com formas geométricas nos anos iniciais
    (Universidade Federal do Pará, 2019-10-16) CAVALCANTE, Larissa Gabrielle Mendes; SILVA, Carlos Aldemir Farias da; http://lattes.cnpq.br/7226908910873590; https://orcid.org/0000-0001-5463-1316
    O presente estudo reflete sobre a integração de conhecimentos entre as Artes Visuais e a Geometria, em uma atitude inter-transdisciplinar, a partir do conceito de experiência estética em John Dewey. O objetivo geral é investigar a maneira pela qual o processo de ensino-aprendizagem das formas geométricas, fundamentado na vivência de uma experiência estética, pode contribuir para consolidar o pensamento geométrico da criança nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Como empiria do trabalho, foi realizado o ateliê “Experiência Estética com Formas Geométricas”, com cinquenta e duas crianças do terceiro ano da escola básica da rede municipal de ensino de Belém, Pará. Três pintores modernistas foram acionados: Pablo Picasso, Paul Klee e Almada Negreiros, para abordar conteúdos de Geometria com os alunos, por meio de atividades que estimularam o desenvolvimento da percepção visual, das relações de espaço e da capacidade de abstração das formas geométricas, a partir de elementos do cotidiano e da natureza. As atividades resultaram na produção de desenhos, pinturas e colagens, reunidos em um caderno de visualidades, que integra a segunda parte do trabalho. A produção evidencia que os alunos assimilaram os conteúdos propostos, de maneira a reconhecer as formas geométricas como parte de sua experiência cotidiana ao encontrar maneiras criativas e flexíveis de expressar o conhecimento geométrico. Assim, os resultados do Ateliê nos permitem considerar a integração com as Artes Visuais como um caminho possível para tornar o ensino das formas geométricas nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental um processo de ensino-aprendizagem que esteja em sintonia com as potencialidades da criança. Os dados obtidos a partir dessa ação pedagógica foram registrados em fotografias, gravação de áudio e diário de bordo. A proposta de viver uma experiência estética no ensino das formas geométricas constituiu um ponto de partida para refletir sobre a necessidade de integração dos saberes no cenário de fragmentação em que se encontra a educação escolar.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O Grivo faz obra de atrovo: experiência estética em “Cara-de-Bronze”, de João Guimarães Rosa
    (Universidade Federal do Pará, 2021-01-29) VIDAL, Eduardo de Figueiredo; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278; https://orcid.org/0000-0003-3971-9007
    “Cara-de-Bronze” é uma das sete narrativas de Corpo de baile (1956), de João Guimarães Rosa (1908-1967), ela contém elementos que a torna singular em meio às demais, porque hibridiza os gêneros lírico, épico e dramático, apresenta paratextos e notas de pé de páginas que potencializam sua linguagem poética e seus virtuais sentidos. Como alternativa teórica e metodológica, as investigações de Hans Robert Jauss (1921-1997) no campo da Experiência estética (1979; 1986) e da Hermenêutica literária (1983) nos subsidiam no processo interpretativo da obra, pois segundo o teórico, toda experiência com a arte resulta do prazer estético, que se manifesta por meio de três funções: poiesis, aisthesis e katharsis, ou seja, as funções produtora, receptora e comunicativa da arte. Dessa forma, a presente pesquisa objetiva interpretar como ocorre às três funções da experiência estética em “Cara-de-Bronze”, que se manifestam na relação do personagem Grivo, criador da obra, com os vaqueiros e com o fazendeiro Cara-de-Bronze, expectadores dela. O método hermenêutico considera o aspecto diacrônico da recepção da obra, por isso os diálogos com textos críticos sobre a narrativa rosiana compõem o último momento da interpretação, eles percorrerão da recepção clássica — Benedito Nunes ([1967] 2009) e Dirce Riedel (1971) — a contemporânea — Sofia Elaine Cerni Baú (1996), Clara Rowland (2003), Parreira Duarte (2006) e Yudith Rosenbaum (2011). Com isto, busca-se ampliar o horizonte interpretativo da narrativa “Cara-de-Bronze”, de João Guimarães Rosa.
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