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Navegando por Assunto "Agentes antiinfecciosos"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo do crescimento bacteriano na presença de óleos essenciais de Dysphania ambrosioides l. e Ocimum campechianum mill. para avaliar seus potenciais como antissépticos bucais
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-31) MOURA, Luiziana Barbosa; SANTOS, Alberdan Silva; http://lattes.cnpq.br/5976702134131016
    As plantas aromáticas como Dysphania ambrosioides (mastruz) e Ocimum campechianum (alfavaca), que fazem parte da medicina popular no Brasil, apresentam substâncias fenilpropanoídicas e terpenoídicas em seus óleos essenciais como resultado do metabolismo secundário, o qual influencia na adaptação e defesa destas espécies no meio ambiente. O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antimicrobiana dos óleos essenciais de Dysphania ambrosioides L. e Ocimum campechianum Mill. contra bactérias patogênicas bucais. Para isso foram utilizados os métodos de disco de difusão em Ágar e de microdiluição em caldo adaptado. As plantas foram obtidas no município de Santa Izabel do Pará, suas folhas foram lavadas e pesadas; o óleo essencial foi obtido por hidrodestilação. Anteriormente, os componentes dos óleos essenciais foram identificados por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas. As linhagens de bactérias utilizadas foram: Lactobacillus casei (ATCC 7469), Lactobacillus fermentum (ATCC 9338), Streptococcus mutans (ATCC 25175), Streptococcus oralis (ATCC 10557) e Agregatibacter actinomycetencomitans (ATCC 29522). As suspensões bacterianas para os testes foram preparadas e padronizadas a 0,5 McFarland. Como controle positivo adotou-se o digluconato de clorexidina a 0,12%. Observaram-se halos de inibição para todas as amostras nas diferentes concentrações de cada óleo (1%, 5%, 10%, 25%, 50% e 75%). Os maiores halos foram encontrados para A. actinomycetencomitans. No teste de microdiluição o óleo de alfavaca inibiu a bactéria S. mutans, principal fator etiológico da cárie, em concentração de 1%; o óleo de mastruz inibiu L. casei, microrganismo que potencializa o processo de cárie, em concentrações a partir de 10%; Ambos os óleos inibiram o crescimento de A. actinomycetemcomitans, e podem ser eficazes contra a doença periodontal provocada por esse patógeno. As espécies vegetais deste estudo produzem classes de metabólitos secundários com potenciais aplicações na formulação de produtos odontológicos.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Estudo químico e atividade antibacteriana do fungo endofítico Scedosporium apiospermum de Bauhinia guianensis e de fungos da Serra de Carajás
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06-22) CORDEIRO, Jorgeffson da Silva; MARINHO, Patricia Santana Barbosa; http://lattes.cnpq.br/4826647905254039; MARINHO, Andrey Moacir do Rosario; http://lattes.cnpq.br/2511998363000599
    Fungos endofíticos são micro-organismos que vivem em associação com a espécie hospedeira, e são uma promissora fonte de produtos naturais importantes. Não menos importantes os fungos de solo também, são capazes de produzir muitas substâncias de valor econômico. Deste modo, o trabalho a seguir teve como objetivo a obtenção de compostos bioativos produzidos por fungos endofíticos de M. acutistipula var. ferrea e do solo da Serra de Carajás, além do endófito S. apiospermum do cipó da Bauhinia guianensis Aublet. da espécie M. acutistipula var. férrea, foram isolados 56 fungos endofíticos e 64 fungos de solo. Foram selecionados, aleatoriamente, 12 fungos para serem reativados em placas de Petri contendo meio BDA. Após a reativação, foram obtidos os micro-extratos dos 12 fungos conforme a metodologia adaptada de Smedsgaar. Os micro-extratos foram avaliados por CLAE-DAD para determinação do perfil cromatográfico e, também, submetidos a ensaios antimicrobianos. O fungo FSF12 (Trichoderma sp.), selecionado após a triagem do perfil químico e biológica foi cultivado em escala ampliada em meio sólido (arroz) e levou ao isolamento de cinco substâncias: ácido graxo poliinsaturado (E1), 5’-inosil (E2), tirosol (E3), harzialactona A (E4) e 2-anidromevalônico (E5). Já em relação ao fungo EJCP13 (S. apiospermum), foram isolados os compostos triacil (J1), peróxido de ergosterol (J2), ergosterol (JA19), cerivisterol (JA29) e éster metílico (JA24), dulcitol (D) e Brefeldina A (JA). O composto brefeldina A apresentou importante atividade antimicrobiana e, também, mostrou ser o metabolito secundário majoritário nos extratos de S. apiospermum. Assim, resolveu-se quantificar essa substância nos extratos, o que corroboraram com os resultados, indicando a presença da brefeldina A somente nos extratos AcOEt e hexânico. O isolamento das substâncias foi realizado através de técnicas cromatográficas, como CCVU e, monitoramento, por CCDA. As estruturas químicas foram elucidadas com auxílio de técnicas espectroscópicas (RMN de 1H e 13C, HMQC, HMBC) e espectrométrica (ESI-MS).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Perfil de utilização de antimicrobianos em pacientes idosos de um hospital universitário de Belém
    (Universidade Federal do Pará, 2015-02-23) SOUSA, Kassio Cardoso; SILVA, Marcos Valério Santos da; http://lattes.cnpq.br/0379783635000306; ANDRADE, Marcieni Ataíde de; http://lattes.cnpq.br/8514584872100128
    Avanços na medicina e melhorias nas condições gerais de vida da população levaram ao aumento da expectativa de vida, contribuindo para o envelhecimento populacional. Há características clínicas nos idosos importantes, como fato de estes indivíduos apresentarem uma série de alterações que interferem diretamente nos processos farmacocinéticos. Os medicamentos são os tratamentos mais utilizados nos serviços de saúde, sendo que nos países em desenvolvimento cerca de 30% dos recursos da saúde são destinados para estes produtos. Neste sentido os Estudos de Utilização de Medicamentos são importantes ferramentas estratégicas de racionalização de uso de medicamentos. Diante disso esta pesquisa tem por objetivo investigar o perfil de prescrição e de utilização de antimicrobianos em idosos internados nas clínicas: Clínica médica, clínica de doenças infecciosas e parasitárias, centro de tratamento intensivo e clínica cirúrgica do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB) no período de 2009 a 2012, visando observar as iniciativas voltadas à segurança do paciente quanto ao uso de antimicrobianos. Trata-se de um estudo transversal, obeservacional e de caráter descritivo. A amostra foi composta de prontuários de 299 pacientes, internados e que receberam o tratamento com pelo menos um antimicrobiano de uso sistêmico. Com relação a caracterização do perfil sócio-demográfico da população de pacientes idosos admitidos no HUJBB durante o período do estudo observou-se que o gênero mais frenquente foi o feminino com 44%, a média de tempo de internação foi de 18,90 dias, a faixa etária mais frequente foi a de 60 a 70 anos com 46,15%, o estado civil foi casado com 52,51%, declarando-se pardos (69,90%), procedentes da capital (72,24%) e com o tempo de internação de até 30 dias (82,94%). Sobre o perfil de prescrição e de utilização de antimicrobianos para pacientes idosos detectamos que a classe das cefalosporinas de 3ª geração foi a mais prescrita com 29,94%, seguida das quinolonas com 17,15% e Macrolídeos com 9,30%. Dentre os 23 antimicrobianos encontrados em prescrições médicas, a ceftriaxona foi a mais utilizada com 20,13% seguida da ceftadizima com 10,50% e por claritromicina com 9,85%. As patologias mais frequentes foram a trato respiratório com: DPOC (10,16%), bronquiectasia infectante (8,07%) e pneumonia (4,30%) e a via de administração mais frequente utilizada nos idosos foi a endovenosa com 84%. Associando-se o quadro de infecção do trato respitatório (28,13%) com o uso mais frequentes de antimicrobianos das classes das cefalosporinas e das quinolonas totalizando 47,09%. Em relação ao desfecho do quadro clínico 72% dos pacientes receberam alta. O perfil de prescrição de antimicrobianos em idosos apresenta-se dentro das diretrizes preconizadas para o uso racional de medicamentos, bem como para com as iniciativas voltadas à segurança do paciente.
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