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Navegando por Assunto "Agentes neurotóxicos"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Exposição subcrônica de ratos wistar jovens a dose baixa de chumbo induz déficits locomotores e alterações morfológicas associados a estresse oxidativo e disfunção sináptica
    (Universidade Federal do Pará, 2018-12-18) PENHA, Luana Ketlen Reis Leão da; LIMA, Rafael Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/3219037174956649
    O chumbo (Pb) é um metal pesado, que pode ser utillizado na produção de diversos compostos. A principal via de exposição do homem é através do consumo de comida ou água contaminada, sendo que uma vez absorvido, cerca de 99% do chumbo circulante difunde-se para tecidos moles, dentes, ossos e cérebro. No Sistema Nervoso Central (SNC), diversos estudos vêm demonstrando déficits na capacidade de aprendizagem, cognição e desenvolvimento intelectual em humanos expostos ao chumbo durante determinado período da vida. Contudo, encontra-se pouco compreendido os mecanismos de ação envolvidos com a toxicidade do Pb. A partir disso, este estudo buscou avaliar os efeitos exploratórios, motores e teciduais induzidos pela exposição subcrônica de ratos Wistar jovens a 50 mg/Kg de chumbo, associado a possíveis mecanismos de ação. Foram utilizados ratos machos Wistar, expostos durante 55 dias a uma dose de 50mg/Kg de Pb por gavagem, sendo que os animais controles receberam água destilada. Realizou-se os testes de campo aberto, plano inclinado e rota-rod para avaliação locomotora. Foi realizado coloração com hematoxilina e eosina, bem como, imuno-histoquímica para quantificação de neurônios maduros, bainha de mielina e vesículas sinápticas. Para avaliação da expressão de proteínas foi realizado o perfil proteômico. A análise estatística foi realizada pelo teste t de Student, sendo considerado como significativo p <0,05. Após observamos depósito de chumbo apenas no cerebelo, foi possível caracterizar déficits exploratórios e motores nos ratos expostos ao chumbo, sendo que observamos diminuição no número de células de Purkinje, bem como neurônios maduros, diminuição de vesículas sinápticas e diminuição da bainha de mielina. Na avaliação da indução de estresse oxidativo, foi possível avaliar aumento de MDA e nitrito apenas no córtex motor. E na avaliação da expressão de proteínas, ambas as regiões apresentaram alterações em proteínas responsáveis pelo processo de liberação de neurotransmissores, bem como receptores e segundos mensageiros e, ainda, proteínas envolvidas com processo de apoptose. Com isso, concluímos que o a exposição subcrônica a baixa dose de Pb de ratos Wistar jovens promoveu altrações locomotoras e histológicas, associado a indução de estresse oxidativo, alterações no processo de sinalização celular, bem como morte por apoptose.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Investigação dos efeitos bioquímicos, proteômicos e estruturais da exposição prolongada ao cloreto de mercúrio sobre a medula espinhal de ratos
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09) CORRÊA, Márcio Gonçalves; LIMA, Rafael Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/3512648574555468; https://orcid.org/0000-0003-1486-4013
    O Cloreto de mercúrio (HgCl2) é um poluente amplamente encontrado no meio ambiente. Esta espécie de mercúrio é capaz de promover diversos prejuízos ao Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo danos no córtex motor, área relacionada ao planejamento e execução da atividade motora, no entanto, permanecem desconhecidos os efeitos do HgCl2 na medula espinhal, uma importante via de comunicação entre o SNC e a periferia. Administramos HgCl2 para ratos adultos, por 45 dias, via oral, a fim de investigarmos os efeitos na bioquímica oxidativa, no perfil proteômico e em estruturas da medula espinhal. Nossos resultados mostraram que a exposição a este metal promoveu aumento dos níveis de Hg no parênquima medular, prejuízo na bioquímica oxidativa, alteração em proteínas do sistema antioxidante, do metabolismo energético e na mielina; bem como causou desorganização na bainha de mielina e redução na densidade neuronal. Apesar da baixa dose, concluímos que a exposição prolongada ao HgCl2 provoca alterações bioquímicas e na expressão de diversas proteínas, culminando em danos na bainha de mielina e redução de neurônios na medula espinhal.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Potencial neuroprotetor da atividade física em populações ribeirinhas da Amazônia expostas ao mercúrio
    (Universidade Federal do Pará, 2025-05) NAZARÉ, Caio Gustavo Leal de; OLIVEIRA, Marcus Augusto de; http://lattes.cnpq.br/6036530007649294; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0002-4772-9929; LOPEZ, Maria Elena Crespo; http://lattes.cnpq.br/9900144256348265; https://orcid.org/0000-0002-1335-6853
    O mercúrio é um metal altamente tóxico e está entre as três substâncias com maior potencial de ameaça à saúde humana. Sua espécie orgânica, o metilmercúrio, é especialmente perigosa para a saúde humana devido sua facilidade em atravessar barreiras biológicas. Sendo assim, o cérebro é um alvo crítico para o metilmercúrio, onde é capaz de causar distúrbios neurológicos, incluindo déficit motor, visual, auditivo, comportamental e cognitivo. As células gliais estão intimamente implicadas nos mecanismos que medeiam tais distúrbios, e podem atuar protegendo ou danificando o SNC, dependendo do contexto. Além disso, nenhum tratamento farmacológico mostrou-se eficaz contra intoxicação mercurial até então, e a literatura já mostrou que tanto o exercício físico quanto a atividade física são capazes de modular aspectos gliais envolvidos na fisiopatologia comum entre diversas condições neurológicas e intoxicação por metilmercúrio. Assim, uma abordagem potencialmente terapêutica e não-farmacológica, como exercício físico – e até mesmo a atividade física – seria conveniente para populações vulnerabilizadas que se encontram econômica, social e geograficamente em desvantagem, como as populações ribeirinhas amazônicas que estão cronicamente expostas ao metilmercúrio através da ingestão de peixes contaminados. Este trabalho tem por objetivo verificar se o perfil de atividade física pode influenciar a sintomatologia da intoxicação mercurial em ribeirinhos da região do lago de Tucuruí. Entrevistas foram realizadas para obter um perfil de atividade física e sintomas neurológicos autodeclarados, e mercúrio total foi mensurado a partir de amostras de cabelo. Nossos resultados apontam para uma possível e complexa relação entre os níveis de mercúrio capilar e a prática de atividade física, sugerindo que a prática de exercícios físicos pode ser uma alternativa viável a ser inserida no cotidiano.
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