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Navegando por Assunto "Agressividade (Psicologia)"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Agressividade e o adolescente em conflito com a lei: um estudo psicanalítico
    (Universidade Federal do Pará, 2007-10-20) CRUZ, Alexandre Théo de Almeida; MOREIRA, Ana Cleide Guedes; http://lattes.cnpq.br/9245673017553186
    A presente dissertação de mestrado trata-se de uma pesquisa teórica fundamentada na psicanálise e na psicopatologia fundamental e propõe um estudo sobre agressividade e o adolescente em conflito com a lei. Primeiramente demonstra-se como a agressividade é constitutiva da subjetividade, ou seja, existe em todos os sujeitos humanos, tomando como base a análise feita por Freud em o Mal-estar na civilização (1930); posteriormente estuda-se a agressividade em Winnicott (2002) o qual também afirma ser esta constitutiva da subjetividade e enfatiza a importância de se compreender este conceito em sua relação com a tendência anti-social e a delinquência. Em seguida, apresenta-se uma reflexão sobre a conduta anti-social e a delinquência onde se destaca o pensamento de Vilhena (2002) que diferencia agressividade e violência ao mesmo tempo em que articula os conceitos de de-privação com aspectos da contemporaneidade, destacando que a família é o lugar do suporte para o adolescente que transgride as leis sociais, assim como a falência dos papéis parentais deve ser levada em consideração no estudo da agressividade, tendência anti-social e delinquência. Por fim apresenta-se a teoria de Marta Gerez-Ambertín (2004) sobre o "sujeito do ato" Para a autora o sujeito deve ter um comprometimento subjetivo com seus atos através de seu discurso. Trabalha-se com a hipótese de que os adolescentes em conflito com a lei tentam encontrar respostas a seus conflitos e desejos inconscientes. Outrossim, ao adolescente em conflito com a lei, deve-se oferecer a possibilidade de falar sobre seu ato e assumir as responsabilidades por sua conduta.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Assertividade e autocontrole: interpretação analítico-comportamental
    (2010-06) MARCHEZINI-CUNHA, Vívian; TOURINHO, Emmanuel Zagury; Universidade Federal de Brasília
    Questões relacionadas à assertividade têm recebido atenção por parte de terapeutas comportamentais há mais de três décadas. É mais recente, porém, o esforço de terapeutas analítico-comportamentais para examinar problemas dessa ordem com os mesmos recursos conceituais e metodológicos empregados por seus pares da pesquisa básica e conceitual. O presente trabalho tem como objetivo oferecer uma interpretação analítico-comportamental para padrões de comportamento assertivos, agressivos e passivos. Recuperamos algumas definições de assertividade/agressividade/passividade e examinamos os fenômenos correspondentes enquanto relações comportamentais; discutimos alguns aspectos da abordagem analítico-comportamental para o autocontrole; e sugerimos que as relações comportamentais definidas como assertividade/agressividade/passividade podem ser interpretadas enquanto instâncias de autocontrole ou impulsividade. A abordagem pode abrir novas perspectivas de investigação clínica de habilidades sociais sob um enfoque analítico-comportamental.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dissociação entre observação e interação na modificação do display agressivo do Betta splendens
    (Universidade Federal do Pará, 2011) CUNHA NETO, João Soares da; GOUVEIA JUNIOR, Amauri; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274
    A observação de luta (ou seja, a presença de um observador anônimo de uma luta) é algo que altera os parâmetros do display de luta do Betta splendens. O objetivo desse trabalho é identificar se e como a observação isolada ou associada a interação modifica a emissão do display. Foram utilizados Betta splendens (N=28) machos em uma bateria de experimentos a fim de identificar se a observação de um co-específico em situação de confronto modifica o display agressivo (Experimento I) ou se observação de um co-específico em situação de confronto e posterior exposição ao mesmo modifica o display agressivo (Experimento II). Não foram encontradas diferenças estatísticas nos dados obtidos através do experimento I, entretanto, com relação aos dados obtidos com o experimento II pode se identificar uma diferença estatística significativa (F(1,6)= 6,002; p= 0,05) refletida em um aumento da latência do Display Horizontal. Concluímos com isso que no Experimento I os comportamentos se mantiveram estáveis, e que a observação associada a interação (Experimento II) é capaz de modificar a emissão do display agressivo do Betta splendens.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito do ganhar ou perder nos niveis de raiva e ansiedade em lutadores de judô
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-17) ARDILA, Héctor Andrés Páez; GOUVEIA JUNIOR, Amauri; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274
    A agressão e um comportamento que envolve uma ativação simultânea de componentes fisiológicos, bioquímicos, neurológicos e comportamentais e emoções, como ansiedade e raiva. Nos seres humanos, os esportes podem ser considerados como uma forma de display, pois permitem que a agressão seja expressada com uma baixa probabilidade de danos permanentes para os sujeitos. As competições tem sido usadas como modelos para avaliar a ativação produzida pelas diferentes fases de competição, tal como o resultado do combate. O judô tem sido utilizado como um modelo de agressão competitiva para avaliar as diferentes respostas corporais nos comportamentos agonisticos em seres humanos, pois oferece um contexto semelhante aos estudados nas lutas em animais. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito do ganhar/perder nos níveis de raiva e ansiedade em lutadores de judô regional, do sexo masculino, vinculados a federação paraense de Judô, utilizando as escalas psicométricas STAXI e IDATE, assim como fazer uma comparação destes resultados com a população geral brasileira e uma análise de correlação para conhecer as diferenças entre os diferentes componentes com o numero de golpes, utilizando uma avaliação pré e pós lutas e a filmagens das lutas. Se encontraram diferenças entre vencedores e perdedores, assim como entre lutadores e a população brasileira; os perdedores apresentaram maiores níveis de raiva, enquanto que a ansiedade foi maior para os vencedores.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Etologia, Antropologia e cinema: uma etnografia da violência em Sob o Domínio do Medo
    (2009-12) SOUZA, Maurício Rodrigues de
    Este artigo aparece como uma tentativa de compreensão do fenômeno da agressão em seus múltiplos aspectos, tarefa para a qual contaremos com os referenciais teóricos advindos da Etologia e da Antropologia Social. Para melhor expressar as idéias aqui expostas utilizaremos o cinema como recurso etnográfico. Neste sentido, destacaremos alguns trechos do filme Sob o Domínio do Medo (1971), os quais serão trabalhados em maiores detalhes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Homens no cenário da Lei Maria da Penha: entre (des)naturalizações, punições e subversões
    (Universidade Federal do Pará, 2008) LIMA, Maria Lúcia Chaves; MÉLLO, Ricardo Pimentel; http://lattes.cnpq.br/9026097374517495
    O presente trabalho visou estudar o lugar ocupado pelos homens no contexto da violência contra a mulher, mais precisamente no atual cenário circunscrito pela Lei Maria da Penha. Tal legislação traz várias modificações quanto às estratégias para “combater” à violência contra a mulher. A novidade mais comentada é a severidade na punição aos considerados “agressores”. Então, almejando conhecer os sentidos que circulam sobre os homens nesse atual contexto, essa pesquisa foi realizada a partir de duas etapas fundamentais. A primeira consistiu em um levantamento de todos os serviços voltados aos casos de violência contra a mulher na cidade de Belém, Brasil. Nesse momento se constatou a ausência de qualquer serviço de atenção ao homem envolvido em situação de violência. Uma vez que a Delegacia da Mulher se apresentou como a organização de maior referência sobre o tema em Belém, iniciou-se a segunda etapa da pesquisa, subdividida em três estratégias metodológicas: observação no cotidiano da delegacia, conversas com as pessoas que transitavam naquele local e entrevistas com os seus funcionários. As informações obtidas pelos dois recursos iniciais mostraram que a Delegacia da Mulher é um lugar com pretensões de ser acolher, mas acaba por se revelar um ambiente violento, seja por sua arquitetura, seja pelo atendimento prestado. Já nas entrevistas foi possível acompanhar algumas concepções sobre os homens (e também sobre as mulheres) que circulavam em tal delegacia. O ponto-chave dessa discussão está em torno de uma nova naturalização dos homens que cometem violência contra a mulher: da “essência” violenta para a socialização violenta. Apesar da consideração de que esses homens sejam produzidos por uma “educação machista”, todos os entrevistados indicam a prisão como a punição mais adequada aos denunciados por agressão contra a mulher. Entretanto, como a prisão é reconhecida como incapaz de promover mudanças “positivas”, é recomendado que a ela seja acrescido algum tipo de tratamento psicológico. Percebe-se que há um discurso de “tratamento” para esses homens. Porém, este se configura como uma maneira de tentar “regenerá-los” para posteriormente serem “devolvidos” ao chamado “convívio social”. Considera-se que esta abordagem só aumenta a intolerância para com os homens que cometem violência, uma vez que os coloca estigmatizados como a parte da sociedade que deve ser saneada, formatada e, posteriormente, devolvida a “acolhedora sociedade”. Por fim, mais do que um “tratamento”, proponho que seja criado um espaço de escuta capaz de instaurar a dúvida sobre as certezas a respeito das relações de gênero que produzem e mantêm as situações de violência contra a mulher.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Violence against women: Can "jealousy" mitigate the significance of violence?
    (Universidade Federal do Pará, 2016-09) COSTA, Maria de Nazaré Pereira da; GOMES, Holga Cristina da Rocha; ALMEIDA, Thais Cristiny Carvalho; PINHEIRO, Renata da Conceição da Silva; COSTA, Calíope Almeida; GONDIM, Ludmilla Moreira Lima; SILVA, Mayra Raab Pereira da; CAMPOS, Rayane Sobral; SILVA, Stephanie Matos; LIMA, Valentina Ferreira Santos de Almada
    Crenças sobre amor e ciúme podem constituir-se em variáveis que influenciam a violência contra a mulher. Esta replicação de um estudo norte-americano buscou, sobretudo, comparar os dados encontrados com os do estudo original quanto à aceitação da violência relacionada ao ciúme. Participaram 264 universitários. Todos ouviram e avaliaram dois áudios ("ciúme" e "não ciúme"), porém, metade ouviu que o marido bate na esposa e metade que ele não bate. Após cada áudio, os participantes avaliaram seis questões, dentre elas, o quanto o marido amava a esposa e quanto duraria a relação. Observou-se que a agressão, na condição "não ciúme", teve um significado acentuadamente negativo tanto no estudo norte-americano quanto no atual, o que não foi observado na condição "ciúme". Concluiu-se que a violência contra a mulher é uma prática cultural no Brasil e que regras sociais sobre honra masculina, submissão feminina e ciúme exercem influência sobre essa prática.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Violência otélica: a agressão masculina nas relações conjugais
    (Universidade Federal do Pará, 2007) SOUZA, Jaime Luiz Cunha de; BRITO, Daniel Chaves de; http://lattes.cnpq.br/4547584911539063
    Este trabalho versa sobre violência nas relações conjugais e afetivas; mais precisamente, sobre os episódios em que o agressor é o homem e a vítima de agressão é a mulher. O foco principal de nossa discussão é a motivação das agressões sob o ponto de vista dos homens envolvidos neste tipo de episódio. Nossa análise se concentra nos inquéritos policiais qualificados como violência doméstica, instaurados após a promulgação da Lei Maria da Penha. Buscou-se explicitar os fatores sociais envolvidos na construção da lógica que orienta a ação do agressor. Constatou-se inicialmente que há uma inadequação nos termos comumente utilizados para designar as agressões praticadas pelos maridos e namorados contra suas esposas e namoradas, o que limita a compreensão da real dimensão do problema. Os resultados sugerem que a violência tem uma racionalidade que é dada pela sua relação com a tradição; e esta por sua vez, introjetada e reproduzida como conhecimento de senso comum, funciona como um recurso de linguagem através do qual os códigos informais que servem de parâmetro para a vida conjugal são constantemente reafirmados. Constatou-se que há uma relação de complementaridade entre aquele pratica e aquela que sofre a agressão, principalmente nos casos em que a violência se instala como uma prática rotineira; verificou-se também que as agressões do cônjuge masculino sobre o cônjuge feminino estão quase sempre relacionadas a valores e papéis tradicionalmente consagrados tais como: suspeita de infidelidade conjugal, hierarquias domésticas e espaços sociais.
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