Navegando por Assunto "Agricultural education"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Do Campo à escola: as ciências no ensino agrícola do Pará (1909-1921)(Universidade Federal do Pará, 2021-04-22) SANTOS, José Arimatéa Gouveia dos; ALVES, José Jerônimo de Alencar; http://lattes.cnpq.br/9586790409626243Esta Tese tem por objetivo analisar a difusão das Ciências por meio do Ensino Agrícola no Pará, entre 1909 e 1921. Período esse que se justifica pela criação do Campo de Agricultura Experimental, em 1909, e se entende até 1921, quando a Escola de Agronomia do Pará apresentou a consolidação de suas atividades. Para alcançar nosso intento, abordamos uma historiografia que considera as condições de possibilidades para que as Ciências Naturais estivessem presentes em instituições agrícolas. E entre essas possibilidades, enfatizamos os discursos, embora não desconsiderando os outros elementos. Essa abordagem caracteriza a metodologia historiográfica elaborada por autores como Foucault (1986) e Wortmann e VeigaNeto (2001), que consideram o discursivo como condição histórica para o surgimento de objetos. Por último, em relação à difusão das Ciências no contexto histórico, social e cultural na região aqui recortado, nos apoiamos em historiadores da Ciência, como Saldaña (2000) e Quevedo (2000). Como pesquisa de natureza histórica, as fontes utilizadas foram principalmente o jornal Estado do Pará e as Mensagens de Governo do Estado do Pará, em que analisamos os discursos de Ensino Agrícola baseados nas Ciências. Em decorrência da pesquisa, podemos considerar que a difusão das Ciências no Ensino Agrícola no Pará, entre 1909 a 1921, foi mediada por aspectos culturais, sociais e históricos, produzindo efeitos para que essa difusão ocorresse de forma gradual e instável, iniciando no Campo de Cultura Experimental, a partir de um único saber, a Zoologia Agrícola, em 1911. Em seguida, em 1913, o Ensino Agrícola foi proposto por Lei para ser implantado em um conjunto de escolas e outras instituições agrícolas e modalidades de ensino com uma variedade de saberes das Ciências. No entanto, a despeito dessa lei, a proposta desse ensino não esteve em compasso com o que se observava nos discursos a respeito, pois as fontes indicam que as Ciências estavam na forma de coleções didáticas, em 1916. No ano seguinte, em 1917, foi criada uma escola agrícola secundária com o currículo rico em Ciências Naturais, porém não apresentou continuidade no seu funcionamento, sendo mais um caso de instabilidade das Ciências. Todavia, por meio do ensino superior, as Ciência se consolidaram, entre 1919 a 1921, por meio de currículo, práticas docentes e artigos publicados em periódicos por professores da Escola de Agronomia e Veterinária do Pará.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) História oral: re-construindo a realidade e as relações sociais(Universidade Federal do Pará, 2013-09) NASCIMENTO, Ana Lídia Cardoso doO trabalho a ser apresentado é resultado da dissertação apresentada ao Curso de Mestrado Internacional em Planejamento do Desenvolvimento, no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), com o título “Escolas-família agrícola e agroextrativista no estado do Amapá: práticas e significados”, sob a orientação da profª Drª Lígia T. L. Simonian, defendida em março de 2005. O trabalho buscou a realização de estudo acerca das experiências das Escolas-Família do estado do Amapá, sob a perspectiva de percebêlas como alternativa de educação no meio rural com potencialidade de contribuir para o desenvolvimento rural do estado. As discussões para a construção da proposta dessas escolas originam-se nas lutas travadas pelos agricultores que, partindo da análise de sua realidade verificaram que as escolas rurais convencionais não atendiam aos seus interesses e que, a proposta pedagógica da EFA poderia se constituir em uma solução para a educação no ambiente rural. O artigo tem a intenção de apresentar algumas questões verificadas no decorrer do desenvolvimento da pesquisa no que se refere à aquisição de conhecimentos por meio da oralidade, garantindo o resgate histórico, cultural, social e econômico de um dado momento histórico.
