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Navegando por Assunto "Alunos Deficientes Visuais"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Emergência das relações de equivalência de numerais arábicos em cegos: Braille, E.V.A Braille, E.V.A. e alfabeto romano em alto relevo
    (Universidade Federal do Pará, 2018-03-26) FIGUEIREDO, Rosana Mendes Éleres de; KATO, Olivia Misae; http://lattes.cnpq.br/3612219210222465; BARROS, Romariz da Silva; CHAQUIAM, Miguel; COSTA, Andrea Lilian Marques da; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; http://lattes.cnpq.br/9356361533701895; http://lattes.cnpq.br/3397209187174021; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X
    O paradigma de equivalência de estímulos tem fornecido fundamentação teórica e metodológica a estudos que têm contribuído para o desenvolvimento de tecnologias de ensino que podem ser promissoras e benéficas às pessoas de desenvolvimento “típico” e “atípico”. Objetivou-se verificar a emergência de relações de equivalência entre numerais arábicos, de 1 a 9, impressos em Braille, em E.V.A. e no alfabeto romano (AR) em alto relevo, e os nomes correspondentes desses números, após ensino de discriminações condicionais entre os numerais ditados e seus correspondentes táteis. Foram realizados três Estudos, com dois participantes em cada um, todos deficientes visuais, matriculados em séries do Ensino Fundamental II, na Escola de Cegos do Maranhão (ESCEMA), com idade entre 14 a 31 anos. Utilizou-se numerais e seus nomes correspondentes de 1 a 9 impressos em Braille, em E.V.A., e no AR em alto relevo, nas fontes Arial e Times New Roman, tamanhos 24, 22 e 20, com e sem espaçamento entre as letras dos nomes dos numerais. Os Estudos foram divididos em etapas de pré-teste, ensino das discriminações condicionais em arranjo de treino uninodal com um modelo auditivo para diferentes estímulos de comparação táteis e teste das relações de equivalência e de nomeação. O critério de percentual de acerto estabelecido para mudança de fase era de 100% no treino e 90% nos testes. Ao final da etapa de testes era realizada uma entrevista acerca da importância do estudo. Os principais resultados demonstraram desempenhos emergentes de todos os participantes, com exceção de P2, ainda que em algumas etapas de ensino e teste os demais participantes tenham necessitado ser reexpostos aos testes para atingir o critério estabelecido. Não foram encontradas nítidas diferenças na ordem de apresentação dos conjuntos de estímulos, nem entre as fontes Arial e Times New Roman e nem em relação ao seu tamanho. A maior dificuldade registrada foi em relação ao parâmetro sem espaçamento entre as letras. Novos estudos devem avançar na direção do ensino da matemática desenvolvendo tecnologias que constituam em alternativa à simbologia do Braille. Entende-se que esta direção pode ser um caminho seguro para prevenir e reverter o insucesso escolar para pessoas de desenvolvimento “atípico” e poderá beneficiar diretamente as de desenvolvimento “típico”.
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