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Navegando por Assunto "Animal models"

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  • TeseAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos Paramétricos do Comportamento Tipo-Ansiedade em Diferentes Estágios de Desenvolvimento de Guppies (Poecilia reticulata) no Labirinto em Cruz com Rampa
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-12) CARVALHO, Ana Cláudia Costa de; GOUVEIA JUNIOR, Amauri; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274; https://orcid.org/0000-0003-1710-9662; CHIRINÉA, Guilherme; FRANCO, Edna Cristina Santos; NASCIMENTO, Gabriela Souza do; MAYER, Paulo César Morales; http://lattes.cnpq.br/5323638843102754; http://lattes.cnpq.br/5939607544965550; http://lattes.cnpq.br/8929203812398361; http://lattes.cnpq.br/5360949596306254; https://orcid.org/0000-0001-6328-3931; https://orcid.org/0000-0003-2909-949X; https://orcid.org/0000-0002-8731-4496
    Estudos paramétricos do comportamento tipo-ansiedade em animais não humanos são essenciais para aumentar a validade e a eficácia desses modelos ao estabelecerem parâmetros determinantes da manifestação da resposta ansiosa. O Labirinto em Cruz com Rampa (LCR) foi desenvolvido como um modelo de ansiedade para peixes adultos, inspirado no Labirinto em Cruz Elevado (LCE) utilizado para roedores. Esta pesquisa, dividida em dois estudos, focou na adaptação do LCR de peixes adultos para guppies (Poecilia reticulata) nos primeiros estágios de desenvolvimento. No Estudo I, foi realizada a análise paramétrica do LCR para larvas e juvenis de guppies. Avaliou-se a sensibilidade dos animais a diferentes tempos de exposição ao aparato e níveis de água, com o objetivo de analisar a resposta dos guppies ao estímulo aversivo produzido pelo LCR e seus níveis de resposta tipo-ansiosa por meio da exploração do aparelho. As avaliações incluíram o tempo em cada braço do labirinto e o número de transposições, representando variáveis comportamentais. No Estudo II, com base nos parâmetros de tempo de sessão e coluna d'água estabelecidos no primeiro estudo, foram realizadas exposições hídricas a diferentes concentrações de álcool e cafeína. O objetivo foi examinar os efeitos dessas substâncias no comportamento semelhante à ansiedade em guppies, desde a fase larval até a fase adulta. Os resultados dos dois estudos indicaram que o LCR é um modelo válido para estudar a ansiedade em guppies desde os estágios iniciais do desenvolvimento. As variáveis medidas no aparelho, como o tempo, a coluna d'água e número de entradas, permitiram induzir respostas comportamentais semelhantes à ansiedade nestes animais larvais e juvenis. Além disso, os resultados mostraram que foi possível avaliar o efeito do álcool e da cafeína sobre o nível da resposta ansiosa, que varia conforme a dose, idade e sexo dos animais. Essas descobertas reforçam também a validade do Guppy como modelo animal para investigações sobre o comportamento ansioso desde os primeiros estágios de vida.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos do Isolamento Social durante a Adolescência na Escolha por Taxas e Concentrações de Sacarose: Um Estudo a partir da Lei da Igualação Generalizada
    (Universidade Federal do Pará, 2026-03-02) MEDEIROS, Caio Roberto Silva de; PATIÑO, Diana Milena Cortés; http://lattes.cnpq.br/6818778734031623; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463; COELHO, Cristiano; MIJARES, Miriam Garcia; http://lattes.cnpq.br/0905415720792566; http://lattes.cnpq.br/7653437611275971
    O isolamento social na adolescência tem sido associado a alterações comportamentais, incluindo maior resposta ao estresse e vulnerabilidade à dependência de drogas. Apesar da ampla literatura que reporta alterações na sensibilidade as recompensas em sujeitos isolados, os efeitos do isolamento sobre a procura por reforçadores naturais e o comportamento de escolha permanecem pouco claros. Este estudo avaliou o impacto do isolamento social adolescente sobre o consumo e a escolha por sacarose, com base na lei da igualação generalizada. Após o desmame, ratos foram alocados aos grupos isolamento (GI, n = 12) ou social (GS, n = 12). Na idade adulta, avaliaram-se: (a) o consumo de sacarose 10% em teste de duas garrafas com água como alternativa; (b) a escolha entre diferentes taxas de entrega de sacarose 10% em esquemas concorrentes VI–VI; e (c) a escolha entre três concentrações de sacarose (3%, 8% e 15%) em testes de duas garrafas. O isolamento aumentou o consumo de sacarose 10% sob acesso limitado (2 h), mas não sob acesso livre (24 h). Além disso, nos testes de escolha, os parâmetros de sensibilidade ao reforço e viés não diferiram entre os grupos, tanto nos esquemas concorrentes VI–VI quanto na escolha entre concentrações. Esses resultados estendem, para a escolha concorrente, achados prévios que indicam ausência de efeitos do isolamento sobre o comportamento operante por sacarose em esquemas simples. As diferenças restritas ao teste curto sugerem que os efeitos do isolamento podem ser transitórios e mascarados em avaliações de longa duração.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos do Isolamento Social na Adolescência de Ratos Sobre a Demanda Por Sacarose
    (Universidade Federal do Pará, 2026-02-24) MELO, Evelyn Freire; PATIÑO, Diana Milena Cortés; http://lattes.cnpq.br/6818778734031623; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463; GONÇALVES, Fábio Leyser; SOARES FILHO, Paulo Sergio Dillon; http://lattes.cnpq.br/6100301531146481; http://lattes.cnpq.br/8647259688931170; https://orcid.org/0000-0003-1304-1963
    O isolamento social (IS) na adolescência é um evento adverso do desenvolvimento que tem sido associado a uma maior vulnerabilidade à dependência de drogas como o álcool, cocaína e anfetaminas. Este efeito do isolamento tem sido explicado a partir de uma alteração na sensibilidade do organismo a estímulos com função de recompensa. No entanto, ainda não é claro se esses efeitos também seriam observados com reforçadores não farmacológicos. No presente estudo, ratos machos foram criados em isolamento ou em grupo e comparados nas suas respostas de procura por sacarose (10% e 4% p/v) durante a idade adulta. A sensibilidade foi analisada a partir de um modelo quantitativo de demanda para avaliar se o isolamento altera respostas operantes quando o preço (razões) para acessar o reforçador aumenta. O isolamento adolescente não alterou a atividade locomotora nem a sensibilidade ao preço da sacarose com relação aos criados em grupo. Esses achados coincidem com a literatura que indica que o isolamento não altera a sensibilidade aos estímulos de forma generalizada, mas depende do tipo de reforçador usado e destacam a importância do uso de modelos quantitativos para a análise dos mecanismos pelos quais o IS pode mudar o comportamento dos roedores.
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