Navegando por Assunto "Aninga"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação da composição mineral do chá da folha senescente de Montrichardia linifera (arruda) schott (araceae) por espectrometria de absorção atômica com chama (FAAS)(2011) AMARANTE, Cristine Bastos do; SILVA, Jesiel Cardoso Furtado da; MÜLLER, Regina Celi Sarkis; MÜLLER, Adolfo HenriqueArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Caracterização física, química e nutricional dos frutos da Aninga(2011-06) AMARANTE, Cristine Bastos do; SOLANO, Flávio Alípio Rodrigues; LINS, Alba Lucia Ferreira de Almeida; MÜLLER, Adolfo Henrique; MÜLLER, Regina Celi SarkisMontrichardia linifera, conhecida popularmente como aninga, pertence à família Araceae e forma grandes populações às margens dos rios e igarapés da Amazônia, principalmente de águas brancas (barrentas). Seus frutos fazem parte da dieta alimentar de peixes, tartarugas e de grandes herbívoros, como peixe-boi e búfalo, havendo, portanto, a hipótese de seu aproveitamento na nutrição animal. Entretanto, apesar de sua vasta distribuição na paisagem amazônica, não existem dados na literatura sobre a composição nutricional desses frutos. Com os objetivos de avaliar o seu potencial nutricional e contribuir para o conhecimento dessa espécie, foi realizada, neste trabalho, a caracterização física, química e nutricional dos frutos. A infrutescência pesa em média 500 g, com um conjunto de aproximadamente 80 frutos. O seu valor nutritivo se resume, basicamente, ao seu valor energético (≅ 350 kcal), devido principalmente ao teor de carboidratos (≅ 80%), possuindo baixo valor proteico (< 0,5%). As concentrações de manganês (≅ 1.800 mg kg-1) foram consideradas tóxicas, extrapolando o limite máximo tolerável em nutrição de bubalinos (1.000 mg kg-1).Dissertação Acesso aberto (Open Access) Caracterização química, avaliação da toxicidade oral aguda e da atividade antinociceptiva do extrato metanólico das folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schott(Universidade Federal do Pará, 2024-08) COSTA, Wellington Junior Taisho Nagahama; AMARANTE, Cristine Bastos do; http://lattes.cnpq.br/4101983776191966; https://orcid.org/0000-0002-8602-8180; BASTOS, Gilmara de Nazareth Tavares; http://lattes.cnpq.br/2487879058181806Introdução: Montrichardia linifera (Arruda) Schott é popularmente conhecida como “aninga”, “aningaçu”, “aningaíba” e “aninga-do-igapó”. As compressas e emplastros das folhas são da planta medicinal utilizados para tratar abscessos, tumores e dores causadas por ferroada de arraias. Objetivo: O estudo teve como objetivo investigar o potencial antinociceptivo do extrato metanólico das folhas de Montrichardia linifera (EMFML), bem como realizar a caracterização química e toxicidade oral aguda. Material e métodos: As folhas foram coletadas durante a estação chuvosa e o extrato metanólico foi obtido após extração em gradiente em diferentes solventes. O EMFML foi analisado por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) e ressonância magnética nuclear (RMN). A avaliação do teste de toxicidade oral aguda foi utilizada para observar a presença de substâncias tóxicas. Posteriormente, foram utilizados os testes de ácido acético, placa quente e formalina para avaliar os efeitos analgésicos. Resultados: A análise do CLAE fingerprint permitiu a identificação de rutina, quercetina e epicatequina. A análise dos espectros de RMN identificou rutina e quercetina, bem como os flavonoides luteolina e crisoeriol. O EMFML não demonstrou efeitos considerados tóxicos. No teste do ácido acético, o EMFML inibiu a dor periférica em 51,46% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg e 75,08% (p < 0,001) na dose de 100 mg/kg. O teste da placa quente avaliou o tempo de latência dos animais, demonstrando atividade central em 30 e 60 min aumentando em 164,43% (p < 0,01) e 122,95% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg, e 162,62% (p < 0,01) e 136,68% (p < 0,05) na dose de 100 mg/kg. O teste da formalina avaliou o efeito antinociceptivo central e periférico do EMFML. Na fase neurogênica, redução de 35,25% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg e 52,30% (p < 0,01) na dose de 100 mg/kg. Na dor inflamatória, foi observada uma redução de 66,39% (p < 0,0001) e 72,15% (p < 0,0001). Conclusão: A atividade antinociceptiva corrobora com o seu uso etnofarmacológico. Este efeito analgésico está provavelmente associado aos flavonoides identificados, todos possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antinociceptivas. Além disso, o EMFML não apresentou toxicidade.
