Navegando por Assunto "Ansiedade matemática"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Ansiedade e Aprendizagem Matemática em Estudantes de dois Programas Curriculares: Efeitos sobre os conteúdos estadísticos básicos(Universidade Federal do Pará, 2024-07-30) ENRÍQUEZ, Jakeline Amparo Villota; GOUVEIA JUNIOR, Amauri; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274; https://orcid.org/0000-0003-1710-9662; NASCIMENTO, Márcio Lima do; PEDROSO, Janari da Silva; SOUZA, Ruth Daisy Capistrano de; GUIMARÃES, Celina Maria Colino de; http://lattes.cnpq.br/6668311810812135; http://lattes.cnpq.br/4096274367867186; http://lattes.cnpq.br/1938685418183005; http://lattes.cnpq.br/1695449937472051; https://orcid.org/0000-0002-1177-3776; http://orcid.org/0000-0001-7602-834XEsta pesquisa consiste em analisar os efeitos de dois programas de ensino tais como Projeto Educativo Comunitário (PEC) e O Projeto Educativo Institucional (PEI) sobre a ansiedade matemática e a aprendizagem de conteúdos estatísticos mediante tarefas computacionais. O Projeto Educativo Comunitário se fundamenta nos conhecimentos próprios e universais. O primeiro núcleo tem como objetivo fortalecer a identidade cultural desde a escola, em quanto o segundo núcleo tem como finalidade ensinar as áreas universais desde a interculturalidade. O Projeto Educativo Institucional é um instrumento que ajuda a direcionar a identidade institucional com fins educativos propostos pelas leis colombianas. Os contextos de pesquisa foram duas escolas localizadas na Colômbia; onde participaram 80 alunos da 7º serie de Ensino Básico matriculados nas respectivas escolas. O método que se utiliza é quantitativo e os instrumentos para a recolecção de informação foram: Escala de Atitudes de Auzmendi – Subescala de Ansiedade, diagnostico, tarefas matemáticas computacionais. Os resultados indicam que: 1) O teste Escala de Atitudes de Auzmendi – Subescala de Ansiedade aplicado nos programas de ensino PEI e PEC tem mesma média que a implementação realizada na Latino América, ainda que o grupo PEC apresenta maior ansiedade por diferentes elementos ligados ao campo cultural (representações de identidade); 2) A velocidade e eficácia da aprendizagem de conteúdos matemáticos mediante as tarefas computacionais é influenciado pelos programas de ensino PEC e PEI ; 3) A aprendizagem das matemáticas mediante tarefas matemáticas computacionais altera a ansiedade dos estudantes dos programas de ensino PEC e PEI já que o treinamento no desenvolvimento das tarefas comportasse de forma diferente posto que está relacionado com os métodos de ensino utilizados pelo professor de matemáticas. A modo de conclusão, a ansiedade está ligada na aprendizagem das matemáticas dos estudantes do PEI e PEC no desenvolvimento de tarefas matemáticas computacionais, ainda que, os estudantes são capazes de aprender.Tese Acesso aberto (Open Access) Interações entre música, emoções e desempenho matemático: análise de fatores psicofisiológicos com acadêmicos de licenciatura em matemática(Universidade Federal do Pará, 2025-03-31) SANTOS, Ricardo Sousa; GONÇALVES, Tadeu Oliver; SILVA, Marcos Guilherme Moura; http://lattes.cnpq.br/3278058288104378; https://orcid.org/0000-0003-3589-1897; SILVA, Marcos Guilherme Moura; GONÇALVES, Tadeu Oliver; TORRES NETO, João Bento; LUCENA, Isabel Cristina Rodrigues de; SANTOS, Flávia Heloísa dos; SATO, João RicardoDentre os fatores que explicam o baixo desempenho em matemática está a sensação de tensão e medo frente a situações numéricas, constructo delineado na literatura como Ansiedade Matemática (AM). Considerando seus preditores, desenvolvemos esta tese com o objetivo de propor modelo de intervenção cognitivo comportamental com audição de música relaxante para Regulação Emocional e possível modulação do estado emocional de acadêmicos de licenciatura em matemática. A interação entre música e emoções pode ser compreendida à luz do Modelo da Integração Neurovisceral que explica a relação intracorpórea, como a integração córtex pré-frontal-coração, examinada a partir do tônus vagal cardíaco e indexado por índices de Variabilidade da Frequência Cardíaca. Organizou-se esta tese no formato multipaper (múltiplos artigos) sendo que, no primeiro artigo descreveu-se uma proposta teórico-explicativa discutindo como a música influencia a AM, com a apresentação áreas neurais envolvidas nas manifestações subjacente da AM e de processamento auditivo emocional, considerando a VFC como indexador de tais manifestações. No segundo artigo disponibilizamos versão traduzida da escala de classificação da AM, possibilitando assim o mapeamento da população com alta AM, elegível à modelos de intervenção, logo, apresenta-se o processo de tradução, adaptação transcultural e validação de constructo do Mathematics Anxiety Rating Scale: short version (MARS-SV), escala de AM amplamente difundida internacionalmente, porém sem tradução para o português. No terceiro paper desenvolveu-se estudo experimental, constituído a partir da aplicação de teste matemático e funções executivas, enquanto registramos a frequência cardíaca de grupo de acadêmicos de licenciatura em matemática (n = 26), submetidos às condições experimentais, de controle e intervenção, em um desenho experimental cruzado intrasujeitos, com atividades experimentais pré e pós intervenção. O agrupamento, para fins de análise estatística ocorreu a partir de aplicação da Escala de Classificação de Ansiedade Matemática. Os resultados indicam a evocação de estados emocionais com audição de música relaxante, potencialmente eficazes na mitigação dos efeitos da AM, manifestados na ativação das redes de dor e medo, com envolvimento principalmente da Ínsula e Amígdala, entre outras estruturas dos sistemas límbico e paralímbico, que também são influenciadas por características internas da música tonal, executada em instrumentos de teclas ou cordas a uma faixa de 60 a 80 bpm. A audição de música relaxante influenciou o desempenho matemático dos acadêmicos de modo que os scores de desempenho foram significativamente superiores aos do instante pré intervenção. Infere-se que a melhora de desempenho é proveniente de condições emocionais favoráveis ao enfrentamento de atividades matemáticas, visto que, registrou-se melhora significativa de afetos negativos associada a aumento da complexidade da VFC, imediatamente antes da tarefa matemática na condição experimental de intervenção. Conclui-se que o desenvolvimento deste trabalho entrega à comunidade acadêmica perspectivas positivas ao ensino e aprendizagem da matemática, uma vez, teoricamente propôs-se um modelo explicativo da influência da música sobre a AM, que a partir desta produção passa a contar com instrumento específico de classificação da população acometida por suas manifestações, bem como a viabilidade de implementação de recursos auditivos no contexto escolar fundamental e/ou universitário.Tese Acesso aberto (Open Access) Manifestações subjacentes da ansiedade matemática no sistema nervoso autônomo: uma análise da variabilidade da frequência cardíaca, desempenho matemático e função executiva em crianças escolares(Universidade Federal do Pará, 2019-03-11) SILVA, Marcos Guilherme Moura; TORRES NETO, João Bento; http://lattes.cnpq.br/7874863858825807; https://orcid.org/0000-0002-9155-9445; GONÇALVES, Tadeu Oliver; http://lattes.cnpq.br/6789250569319668; https://orcid.org/0000-0002-2704-5853Ansiedade Matemática (AM) é uma das interferências emocionais mais estudadas no processo de raciocínio matemático, podendo associar-se à déficits no controle inibitório, comprometendo o desempenho durante a infância. Investigar as manifestações fisiológicas da AM no início da escolaridade formal, poderá contribuir com sua identificação e estratégias de intervenção por parte de professores/pesquisadores, possibilitando seu gerenciamento em contextos escolares e não escolares. Nós investigamos a Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) como um parâmetro fisiológico associado ao nível de Ansiedade Matemática em crianças, enquanto submetidas as condições de repouso, teste de desempenho matemático e teste de controle inibitório, analisando seus desempenhos matemáticos e função executiva. O estudo foi conduzido com 99 crianças de ambos os sexos, com idades entre 9 e 12 anos, classificadas quanto ao nível de Ansiedade Matemática com controle estatístico para ansiedade geral. Identificamos pela primeira vez uma associação dos resultados não lineares da VFC com o nível de Ansiedade Matemática em crianças. No momento que respondiam as tarefas matemáticas, crianças com maior AM apresentaram redução do tônus vagal cardíaco e reduções significativas na entropia aproximada (ApEn) e Entropia de Amostra (SampEn) - medidas não lineares que mensuram a regularidade e a complexidade da VFC. Essas relações não foram associadas para ansiedade geral, indicando se tratar de um evento moderado pela Ansiedade Matemática. Nossos achados sugerem que crianças com alta AM podem ter uma resposta na condição de stress associada a redução da complexidade na VFC, apresentando padrões que podem contribuir com sua caracterização a partir do sistema nervoso autônomo. Além disso, os modelos de mediação indicaram uma relação recíproca entre Ansiedade Matemática e Desempenho Matemático em crianças, quando mediado pelo controle inibitório. Nossa pesquisa se une aos esforços que vem sendo empreendidos na área da Educação Matemática, principalmente aqueles relacionados ao estudo dos aspectos emocionais e cognitivos e seus impactos na aprendizagem. Incentivamos a área a implementar uma perspectiva sistêmica de investigação e análise que integre aspectos comportamentais, cognitivos e fisiológicos.Tese Acesso aberto (Open Access) Relações entre ansiedade matemática e a formação de professores: uma revisão sistemática em pesquisas acadêmicas (1998-2022).(Universidade Federal do Pará, 2024-02-29) MATOS, Maria Dulce Gonçalves de; LAMEIRÃO, Soraia Valeria de Oliveira Coelho; GONÇALVES, Tadeu Oliver; http://lattes.cnpq.br/6789250569319668Temos como foco de pesquisa a ansiedade matemática (AM)de professores em formação inicial e /ou continuada. Nesse sentido, formulamos a seguinte questão de pesquisa: Em termos de pesquisas acadêmicas, que fatores potencializam o desencadeamento ou aumento da ansiedade matemática em professores e/ou futuros professores em formação? Buscamos alinhar a referida questão de investigação ao objetivo geral delimitando-o do seguinte modo: Sistematizar fatores que podem desencadear ou aumentar ansiedade matemática de professores e ou futuros professores em formação descritos em pesquisas acadêmicas. Temos como objetivos específicos: i) identificar pesquisas acadêmicas em língua inglesa e/ ou portuguesa que versem sobre ansiedade matemática e formação de professores; ii) investigar sobre a ansiedade matemática na formação de professores; iii) analisar possíveis relações entre a ansiedade matemática e a formação de professores. Desta forma, com base nas ideias de Bauer, Borba e Araújo optamos por desenvolver a pesquisa de natureza qualitativa, numa abordagem bibliográfica, especificamente, uma revisão sistemática na perspectiva de Mendes e Pereira. Adotamos aportes teóricos para dialogarmos sobre a ansiedade matemática, tomamos como principal referência Carmo e seus colaboradores. Para tratarmos de Neurociência e Educação, recorremos as contribuições de Damásio, Lent, Guerra, entre outros. Ao seguirmos o protocolo da revisão sistemática (questão de pesquisa, objetivos, critérios de inclusão e exclusão, Parâmetros Prisma e a Avaliação da qualidade metodológica de Joanna Briggs) selecionamos 55 (cinquenta e cinco) artigos que abordam a temática em foco dessa investigação. Para a organização dos dados coletados fizemos uso do Software IraMuTeQ.Em nossa imersão sobre os resultados das pesquisas selecionamos os seguintes fatores: Experiências negativas com a matemática; Crenças de autoeficácia e Atitudes em relação a Matemática; Processos formativos de professores e Estereótipos de Gênero relacionado a matemática, com potencialidade que podem desencadear ou aumentar a ansiedade matemática de professores e ou futuros professores da educação básica em formação. Diante desse quadro, entendemos ser urgente utilizarmos estratégias diversas para que o ciclo formado pelos referidos fatores nos diversos ambientes, em especial no ambiente acadêmico seja interrompido. Nesse sentido, vemos a importância de os programas de formação de professores contemplarem a análise dos fatores potencializadores e/ou responsáveis pelo desencadeamento da ansiedade matemática tanto em estudantes quanto em professores.
