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Navegando por Assunto "Antioxidantes"

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  • TeseAcesso aberto (Open Access)
    Adsorção e dessorção supercrítica de carotenos e antioxidantes do óleo de buriti (Mauritia flexuosa, Mart) em leito de γ- Alumina
    (Universidade Federal do Pará, 2012-03) CUNHA, Marcos Augusto Eger da; FRANÇA, Luiz Ferreira de; http://lattes.cnpq.br/6545345391702172; MACHADO, Nélio Teixeira; http://lattes.cnpq.br/5698208558551065
    Neste trabalho foi investigado o enriquecimento de antioxidantes do óleo de buriti (Mauritia flexuosa, Mart.) pelo processo de adsorção supercrítica. A adsorção foi realizada experimentalmente pelo método da análise frontal em colunas empacotada com y-alumina a 15, 20 e 25 MPa, 333 K, e vazão de solvente de QCO2 = 10,6 L/min, utilizando uma montagem de colunas duplas de 81 cm3, testado e aprovado para ser usado como uma célula de adsorção. O óleo de buriti foi físico-quimicamente caracterizado de acordo com métodos oficiais da AOCS e mostrou-se compatível com os dados relatados na literatura. A composição em termos de ésteres metílicos foi determinada por cromatografia gasosa (GC) e a atividade anti-oxidante segundo o método de captura de radicais livres (DPPH). O adsorvente foi caracterizado por fluorescência e difração de raios X, determinando a distribuição de tamanho de partículas, porosidade e área específica por BET. A cada experimento, um balanço material era realizada na coluna de adsorção para calcular a massa das espécies adsorvidas em y-alumina no processo de adsorção supercrítico. A influência da pressão sobre a adsorção supercrítica foi investigada através da análise do comportamento das isotermas. A isoterma de Langmuir foi usada para modelar os dados experimentais de adsorção. Os resultados experimentais mostram um aumento da capacidade adsorvente com pressões mais elevadas, mostrando um máximo de 90,9 ± 8,6 mg de óleo/g g- alumina, a 25 MPa. A adsorção supercrítica de óleo de buriti em y-alumina utilizando dióxido de carbono como solvente parece é método alternativo para extração de antioxidantes incluindo os carotenos.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Alterações oxidativas em portadores de doença de Parkinson: correlação com critérios clínicos e estágios da doença
    (Universidade Federal do Pará, 2012-08-31) DOMINGUES, Mariângela Moreno; KIETZER, Kátia Simone; http://lattes.cnpq.br/7986644672973004; LIMA, Patrícia Danielle Lima de; http://lattes.cnpq.br/3411620003450812
    A doença de Parkinson (DP) constitui uma das mais prevalentes doenças neurológicas. Nesta doença, ocorre a neurodegeneração do sistema nigroestriatal com alteração da circuitaria neuronal dos núcleos da base levando ao comprometimento motor característico da doença. Os sintomas clássicos são o tremor de repouso, rigidez, acinesia ou bradicinesia e instabilidade postural. A patogênese da DP ainda permanece obscura. No entanto, estima-se que a disfunção mitocondrial e o desenvolvimento de estresse oxidativo na substância negra tenham papel relevante neste processo. O diagnóstico da DP é clinico e normalmente acontece tardiamente, quando a maioria dos neurônios nigrais está degenerada. Alguns trabalhos mostram o efeito neuroprotetor de medicações antiparkinsonianas e isto demonstra que quanto mais precoce a introdução do tratamento melhor o prognóstico à longo prazo da doença. Portanto o desenvolvimento de marcadores periféricos que ajudem no diagnóstico precoce da doença é importante para que se inicie o tratamento a tempo de retardar o avanço da morte neuronal. O objetivo deste trabalho foi verificar a existência de alterações em parâmetros oxidantes e antioxidantes no sangue de pacientes parkinsonianos e sua relação com o estágio da doença e critérios clínicos. Foram avaliados 30 portadores de DP e 30 indivíduos sem a doença. Para avaliar o estágio da doença e caracteres clínicos foram aplicadas as escalas de Hoehn & Yahr e a UPDRS (escala unificada para doença de Parkinson) nos pacientes parkinsonianos. Para avaliar a atividade oxidativa no plasma dos individuos, foi analisada a peroxidação lipídica através da mensuração de produtos da ação de Espécies Reativas de Oxigênio e Nitrogênio (ERON; TBARS) e para avaliar a resposta antioxidante foi feita a avaliação da Capacidade Antioxidante Total (TEAC). Nos grupos DP leve e DP moderado foi encontrado maior valor do TBARS e menor valor do TEAC em relação aos controles e DP grave (p<0,05), confirmando a presença de estresse oxidativo nas fases precoces da DP. Nesta pesquisa esses parâmetros demonstraram serem bons marcadores periféricos do estresse oxidativo, colaborando para um diagnóstico precoce da DP.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Apocinina reverte fibrose e disfunção elétrica cardíaca induzida pelo aumento sistêmico de MMP-2 em camundongos adultos
    (Universidade Federal do Pará, 2024-09) PONTES, Maria Helena Barbosa Pontes; RODRIGUES, Keuri Eleutério; http://lattes.cnpq.br/0030683756521893; PRADO, Alejandro Ferraz do; http://lattes.cnpq.br/7016475842644161; https://orcid.org/0000-0001-7495-9837
    A insuficiência cardíaca (IC) se caracteriza pela inabilidade do coração de manter o fluxo sanguíneo tissular, associado ao déficit de contração e relaxamento, devido a um evento lesivo agudo ou crônico. A metaloproteinase de matriz 2 (MMP-2) está associada à patogênese e fisiopatologia da IC, promovendo proteólise de proteínas contráteis e estresse oxidativo. Terapias de resgate que modulem a atividade de MMP-2 de forma direta ou indireta podem contribuir na melhora do remodelamento e disfunção cardíaca. A apocinina, apresenta efeito inibitório sobre NADPH, atenuando o estresse oxidativo. Desta forma, esse estudo levanta a hipótese que a apocinina reverta o remodelamento e disfunção elétrica cardíaca induzida pela MMP-2 por impedir o desequilíbrio oxidativo. O presente estudo tem como objetivo avaliar o efeito da apocinina sobre o desequilíbrio oxidativo e remodelamento cardíaco induzido pelo aumento sistêmico de MMP-2 em camundongos adultos. Camundongos machos adultos C57BL/6 foram submetidos a dois protocolos experimentais, primeiramente os animais foram submetidos ao protocolo time course e divididos em dois grupos: O grupo veículo recebeu solução salina 0,9% via ip e o grupo MMP-2 recebeu MMP-2 150 ng/g de peso do animal via ip, por um período de até 4 semanas. Posteriormente foi realizado o protocolo de tratamento com apocinina adicionando 4 semanas após o término de administração da MMP-2, nesse período os animais foram distribuídos em quatro grupos experimentais: 1) veículo (recebeu água via gavagem); 2) apocinina (50mg/Kg via gavagem); 3) MMP-2 (recebeu água via gavagem); e 4) MMP-2 + apocinina (50mg/Kg via gavagem). Ao final dos protocolos todos os animais passaram pelo eletrocardiograma, em seguida o coração foi coletado para avaliação morfológica e bioquímica. Durante o time course o grupo MMP-2 apresentou maior atividade gelatinolítica, desequilíbrio oxidativo, fibrose, diminuição da frequência cardíaca, acompanhada de aumento dos intervalos RR, PQ, QT e QTc a partir da primeira semana de administração, efeitos que se mantiveram ao longo de quatro semanas, mesmo sem administração de MMP-2. O tratamento com apocinina reverteu o aumento na atividade e a expressão de MMP-2 no coração, assim como, o desequilíbrio oxidativo, peroxidação lipídica, hipertrofia, fibrose cardíaca e disfunção elétrica cardíaca. Concluímos que o aumento de MMP-2 sistêmica é capaz de promover remodelamento cardíaco pelo aumento da atividade e expressão de MMP-2 no tecido cardíaco, levando ao desequilíbrio redox e disfunção elétrica e que o tratamento com apocinina foi capaz de reverter os efeitos induzidos pela MMP-2 sugerindo que estes efeitos são dependentes do desequilíbrio oxidativo e NADPH oxidase.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Atividade antimicrobiana, antioxidante e imunomoduladora de Agaricus brasiliensis e Ilex paraguariensis in vitro e em modelo de sepse murino
    (Universidade Federal do Pará, 2016-09-15) NAVEGANTES, Kely Campos; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390
    A sepse é uma disfunção orgânica causada por uma resposta imune desregulada a uma infecção. Na abordagem terapêutica inicial da sepse são utilizados antimicrobianos de amplo espectro, que não é suficiente para o controle da infecção, sendo necessário associações com outras terapias. Dessa forma, o Ilex paraguariensis por ser um potente antimicrobiano, antioxidante, e Agaricus brasiliensis possui propriedades imunomoduladora poderiam ser uma nova fonte de terapia. Assim, o presente estudo visou avaliar o efeito antimicrobiano, antioxidante e imunomodulador in vitro e in vivo dos extratos. Para tanto, neste estudo, foi avaliada a ação antimicrobiana in vitro dos extratos aquosos de A.brasiliensis e I. paraguariensis frente à Staphylococcus aureus e Escherichia coli pelo método da microdiluição e espectrofotmétrico para determinação de concentração inibitória Mínima e técnica de cultivo em placa de petri para a concentração bactericida mínima. Foi também avaliada a citotoxicidade em macrófagos, produção de óxido nítrico (NO), proliferação, fagocitose, capacidade antioxidante equivalente ao Trolox (TEAC) e determinação da atividade antioxidante total pela captura do radical livre e produção de espécies reativas de oxigênio (ERO). In vivo, os camundongos swiss com sepse induzida foram pré-tratados com os extratos aquosos de A.brasiliensis e I. paraguariensis e após 12 e 24 horas suas amostras coletadas,e avaliado a sobrevida, migração leucocitária, hemograma, carga bacteriana, produção de NO, níveis de malonaldeído, TEAC em ex vivo avaliou-se capacidade fagocítica e liberação de EROs. O A.brasiliensis não apresentou atividade antimicrobiana in vitro, manteve as células viáveis, reduziu a capacidade fagocítica, aumentou NO, mas na presença de LPS reduziu o NO, apresentou efeito proliferativo, mas na presença do mitógeno teve efeito antiproliferativo e possui uma forte atividade antioxidante e capacidade de sequestro de radicais in vitro. O I.paraguariensis apresentou atividade antimicrobiana assim como efeito citotóxico, induziu à capacidade fagocítica dos leucócitos, aumentou NO, mas na presença de LPS reduziu, teve efeito proliferativo e atividade antioxidante com capacidade de sequestro de radicais in vitro. Em modelo de sepse in vivo, ambos aumentaram da sobrevida dos animais. O A.brasiliensis reduziu o influxo de leucócitos enquanto que o I. paraguariensis aumentou. Somente A.brasiliensis teve o hemograma semelhante ao sham, ambos extratos reduziram a carga bacteriana e diminuíram os níveis de NO, MDA e aumentaram os níveis de antioxidante nos tecidos, além disso, ambos diminuíram a produção de ERO. Apesar de ambos extratos apresentarem excelente resultados in vitro, o extrato aquoso de A.brasiliensis mostrou ser mais promissor que o extrato de I.paraguariensis como uma terapia adjuvante na sepse, devido sua elevada atividade antimicrobiana, antioxidante e anti-inflamatória in vivo.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Atividade imunomoduladora e antioxidante da saliva do Aedes aegypti em modelo de sepse
    (Universidade Federal do Pará, 2017-07-04) GOMES, Rafaelli de Souza; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390
    A sepse e uma disfuncao organica causada por uma resposta imune desregulada a uma infeccao. A mesma tem em sua abordagem terapeutica inicial a utilizacao de antimicrobianos de amplo espectro, os quais nao sao suficientes para o controle da infeccao, sendo necessario a busca por novas terapias focadas na interrupcao da resposta inflamatoria em cascata produzida pela invasao e disseminacao de agentes patogenicos. Dessa forma, a saliva do Aedes aegypti apresenta caracteristicas imunomoduladoras, com potencial de inibicao de citocinas pro-inflamatorias, bem como a presenca de peptideos ativadores de oxido nitrico. Com isso, seria de grande interesse investigar o efeito imunomodulador da saliva em modelo animal de sepse. Neste sentido, camundongos foram pre-tratados com a saliva do Aedes aegypti sendo a sepse induzida pelo modelo de transfixacao do coto-cecal. Apos 12 e 24 horas as amostras foram coletadas, e avaliado a sobrevida, carga bacteriana, migracao leucocitaria e parametros oxidativo (NO, EROs, MDA, TEAC, DPPH e GSH). A saliva melhorou o prognostico dos animais, aumentando a sobrevida e o peso. Alem disso, reduziu a carga bacteriana e aumentou o influxo de monocitos no sangue. A saliva, tambem, mostrou efeito antioxidante por reduzir a producao de especies reativas e aumentar a capacidade antioxidante, alem de diminuir a peroxidacao lipidica. Assim, a saliva foi capaz de inibir os danos causados pela sepse em animais in vivo melhorando seu prognostico.
  • TeseAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do efeito da fração lipídica extraída de Agaricus brasiliensis antioxidante e imunomoduladora in vitro e em modelo de sepse letal em murino
    (Universidade Federal do Pará, 2021-01) LIMA, Kely Campos Navegantes; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390; https://orcid.org/0000-0002-3328-5650
    A sepse é definida como uma disfunção orgânica potencialmente fatal causada por uma resposta imune desregulada do hospedeiro à uma infecção. Durante a sepse ocorre a desregulação da resposta do hospedeiro com a liberação excessiva de mediadores pró- inflamatórios, geração de espécies reativas com depleção das defesas antioxidantes e dano celular. Com isso o paciente desenvolve disfunção orgânica. Nesse contexto, nosso grupo propõem que a Fração lipídica de A.brasiliensis (FLAb) como uma possível terapia da sepse considerando sua atividade imunomoduladora e antioxidante sistêmica do em modelo de sepse murino. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivo avaliar a atividade da FLAb isolada in vitro e avaliar o efeito do tratamento com FLAb isolada ou associada ao antibiótico ertapenem (F-ERTA) nos parâmetros da coagulação, antioxidante e imunomodulador no modelo de sepse letal em murino. Para isso, a FLAb foi fornecido gentilmente pela Dr. Herta Dalla-Santa da UNICENTRO. No presente estudo foi avaliado a capacidade antioxidante de diferentes concentrações de FLAb (1,25 e 5 μg/mL) e em linhagem de macrófagos RAW 264.7- Luc foi avaliado a citotoxicidade, capacidade fagocítica, óxido nítrico, atividade da NF-κB e citocinas TNF-α e IL-6. Em modelo de sepse CLP em Mus musculus de linhagem swiss foi avaliado a sobrevida por 7 dias dos grupos CLP+Sal (0,9%), CLP+FLAb (0,2mg/Kg), CLP+F- erta (0,2mg/Kg; 30mg/Kg). Para avaliação dos parâmetros na coagulação, antioxidante e imunomodulador, os camundongos foram tratados por 6 ou 24h após CLP. In vitro, a FLAb mostro atividade antioxidante e anti-inflamatória em ambas concentrações. In vivo, o animais CLP+Sal vieram a óbito dentro dentro de no máximo 48 horas enquanto os grupos tratados com FLAb e F-Erta sobreviveram os 7 dias. Durante esse período foi avaliado parâmetros clínicos destes animais, os animais sépticos tratados com salina apresentaram piloereção, com nível de consciência pouco ativo e na maior parte do tempo apresentaram-se parados na gaiola, alguns destes apresentaram secreção ocular. Além disso, os animais tratados com salina apresentaram perda de peso significativa, redução no consumo de água e ração resultando no óbito. Os grupos FLAb e F-ERTA apresentaram-se ativos, com a aparência normal, com respiração e batimentos cardíacos normais além de consumirem água e ração dentro do normal. No sítio inflamatório, cavidade peritoneal o tratamento com a FLAb apresentou efeito anti-inflamatório, diminuiu as espécies reativas de oxigênio (ERO) e aumentou a atividade antioxidante GSH e protegeu do dano celular, mantendo o recrutamento de neutrófilos e os níveis de óxido nítrico (NO), reduzindo a carga bacteriana. Nos parâmetros da coagulação (plaquetograma, tp e ttpa), o tratamento com a FLAb e F-Erta eliminou a carga bacteriana protegeu os animais do dano tecidual. No fígado, 6 horas após CLP o tratamento com a FLAb e F-ERTA foi observado nos parâmetros bioquímicos efeito protetor, além disso, apresentou atividade imunomoduladora, antimicrobiana e antioxidante evitando o dano hepático. Nos parâmetros avaliados no coração, o tratamento com a FLAb e F-ERTA após CLP protegeu os animais do dano cardíaco através da atividade imunomoduladora, antimicrobiana e antioxidante. Nesse sentido, a FLAb isolada mostrou ser promissora como tratamento e/ou coadjuvante na sepse além de evitar a disfunção orgânica dos animais sépticos.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Dihydroflavonols from the leaves of Derris urucu (Leguminosae): structural elucidation and DPPH radical-scavenging activity
    (2009) LÔBO, Lívia Trindade; SILVA, Geilson Alcantara da; FERREIRA, Malisson; SILVA, Milton Nascimento da; SANTOS, Alberdan Silva; ARRUDA, Alberto Cardoso; GUILHON, Giselle Maria Skelding Pinheiro; SANTOS, Lourivaldo da Silva; BORGES, Rosivaldo dos Santos; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro
    Derris urucu é uma planta da Amazônia com propriedades inseticida e ictiotóxica. Estudos com esta espécie reportam a presença de flavonóides, principalmente rotenóides, bem como de estilbenos. A partir do extrato etanólico das folhas de Derris urucu (Leguminosae), três novos diidroflavonóides, denominados urucuol A (1), B (2) e C (3) e o diidroflavonol isotirumalina (4), foram isolados e identificados. As estruturas destes compostos foram elucidadas por uma extensiva análise espectroscópica de RMN uni e bidimensional, UV, IV e dados de EM, além de comparação com dados da literatura. Os compostos isolados (1-4) foram avaliados quanto ao seu potencial sequestrador do radical DPPH• e apresentaram baixo poder antioxidante quando comparados ao antioxidante comercial trans-resveratrol.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito citoprotetor e cicatrizante gástrico do extrato padronizado de Euterpe oleracea Mart.
    (Universidade Federal do Pará, 2024-05) SOUZA, Keyla Rodrigues de; MELLO, Vanessa Jóia de; http://lattes.cnpq.br/9437589201689717
    A úlcera gástrica é uma lesão péptica ácida do trato digestivo resultante do desequilíbrio entre os fatores que danificam a mucosa e aqueles que a protegem. É uma doença prevalente no mundo inteiro e os medicamentos utilizados no seu tratamento, embora eficientes, apresentam efeitos colaterais. Nesse contexto, a busca por novas alternativas terapêuticas que sejam eficazes seguras e com menos efeitos colaterais é de suma importância e tem havido grande interesse na pesquisa por produtos naturais. Entre estes, o açaí (Euterpe oleracea Mart.), apresenta alta capacidade antioxidante e anti-inflamatória devido à sua composição de fitoquímicos bioativos que incluem a classe das antocianinas, proantocianidinas e outros flavonóides com efeitos promissores à saúde. O presente trabalho investigou a atividade citoprotetora e cicatrizante gástrica do extrato padronizado de Euterpe oleracea Mart. (EO). Inicialmente foi avaliada a capacidade do EO promover o aumento da migração celular de células do tipo epiteliais (Vero) no modelo de cicatrização in vitro. No espectro de avaliação da atividade antiúlcera in vivo, inicialmente a atividade citoprotetora do EO foi determinada nos modelos de úlcera gástrica induzida por etanol e por indometacina. Além disso, foi investigada a ação do EO sobre a secreção gástrica. O efeito cicatrizante in vivo foi avaliado em modelo de úlcera gástrica induzida por ácido acético. O tratamento com EO na concentração de (1 μg/mL) promoveu aumento significativo na migração celular após 48 horas. O pré-tratamento com EO nas doses de (2,5 μL/g e 10 μL/g) reduziu a área da lesão gástrica nos modelos de úlcera induzida por etanol e por indometacina. O EO não foi capaz de aumentar o pH, reduzir a acidez ou o volume de secreção gástrica para níveis semelhantes aos animais tratados com omeprazol (20 mg/kg) em modelo de ligação de piloro. No modelo de úlcera gástrica induzida por ácido acético, tratamento com EO nas doses de (2,5 μL/g e 10 μL/g) por oitos dias, reduziu a área da úlcera gástrica induzida pelo ácido, aumentando a taxa de cicatrização quando comparado aos animais sem tratamento (ANOVA “one way”, pós- teste Tukey p < 0,0001). O tratamento com EO no modelo de ácido acético também aumentou a atividade da catalase, aumentou os níveis de glutationa total e reduziu os níveis de malondialdeído, e nitrito em comparação com animais não tratados. De acordo com os resultados, o extrato padronizado de Euterpe oleracea Mart. (EO) apresentou efeito cicatrizante tanto nos estudos in vitro quanto in vivo. Apresentou efeito citoprotetor que provavelmente não deve estar relacionado a uma capacidade moduladora da secreção gástrica, mas possivelmente relacionada a redução do estresse oxidativo e seus efeitos cicatrizantes.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito da temperatura e molaridade na avaliação das atividades antimicrobiana, citotóxica e antioxidante do bio-óleo da semente do açaí (Euterpe oleracea, Mart.)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08) SILVA, Iago Castro da; MACHADO, Nélio Teixeira; http://lattes.cnpq.br/5698208558551065; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390; https://orcid.org/0000-0002-3328-5650
    O açaí, uma fruta da Amazônia, é valioso tanto do ponto de vista econômico quanto nutricional. Suas sementes, geralmente descartadas, podem ser transformadas em bio-óleo por meio da pirólise (Processo de degradação termoquímica de biomassa residual), oferecendo uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis. Este estudo investiga como a temperatura e a molaridade com Hidróxido de Potássio (KOH) e Ácido clorídrico (HCl) que são reagentes de impregnação química no processo, influenciam as atividades antimicrobiana, antioxidante e citotóxica do bio- óleo produzido. Foram realizados testes utilizando Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massas (CG-MS) e ensaios para avaliar a atividade antimicrobiana, antioxidante e citotóxica em diferentes temperaturas (350, 400 e 450 °C) e molaridades (0,5 M, 1,0 M e 2,0 M). Os compostos fenólicos foram os mais abundantes no bio-óleo (55,70%), seguidos por hidrocarbonetos cíclicos e aromáticos (11,89%) e hidrocarbonetos lineares (9,64%). Apesar da redução nos compostos oxigenados, o bio-óleo manteve atividade bacteriostática contra Escherichia coli e Staphylococcus aureus em várias faixas de temperatura, destacando-se a 350 °C. A atividade antioxidante foi maior a 350 °C e em molaridades menores. Além disso, concentrações mais baixas de impregnação ácida apresentaram efeito citotóxico em altas temperaturas. Assim, o bio-óleo de sementes de açai gerados pelo processo de pirólise demonstra potencial para atividades antioxidantes e antimicrobianas, sugerindo viabilidade para testes adicionais em diluições com menor citotoxicidade.
  • DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O efeito in vitro dos compostos ácido alfa-lipoico e resveratrol em parâmetros do estresse oxidativo durante o uso da poliquimioterapia para hanseníase
    (Universidade Federal do Pará, 2014-10-20) PESSÔA, Mariely Cristine Amador; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390
    A hanseníase é uma doença infecciosa que ainda representa uma preocupação na saúde pública mundial no século XXI. A poliquimioterapia preconizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), apesar de ser a barreira mais eficaz no combate ao Mycobacterium leprae, é um dos responsáveis pela produção de EROs e desenvolvimento de metemoglobinemia e anemia hemolítica nos pacientes em tratamento. Nesse sentido, o objetivo desse trabalho foi verificar os possíveis danos oxidativos em pacientes hansenianos em uso de poliquimioterapia (PQT), ao avaliar parâmetros hematológicos e o perfil oxidativo em eritrócitos, e detectar os efeitos do tratamento in vitro com os antioxidantes resveratrol (RSV) e ácido alfa-lipoico (ALA) na prevenção da metemoglobinemia e na atividade de enzimas antioxidantes. Os resultados obtidos demonstraram diminuição dos valores de hemácias e reticulocitose nos pacientes entre o quarto e o sétimo mês de tratamento com PQT, comparados aos valores encontrados no grupo controle. A formação de metemoglobina (MetHb) aumentou a partir do 5º mês de tratamento com PQT, e a utilização de RSV e ALA na concentração de 100 μM manteve o percentual de MetHb somente em amostras de pacientes que estavam entre o 4º e 6º mês de uso de PQT. Observou-se nos pacientes hansenianos uma atividade de SOD similar ao controle e uma decrescida atividade de CAT, o que possivelmente implica maior produção de H2O2. O tratamento com RSV e ALA nas concentrações de 100 e 500 μM elevou em duas vezes a atividade de SOD em amostras de pacientes na 4ª dose de PQT; no entanto, não alterou a atividade enzimática de CAT e SOD observada nos pacientes com hanseníase. Dessa forma, os resultados descritos sugerem que os antioxidantes RSV e ALA, nas concentrações testadas in vitro, não mostram atividade antioxidante quando utilizados em situações de estresse oxidativo previamente estabelecidas, porém estudos posteriores são necessários para verificar os efeitos dose e tempo-dependentes de RSV e ALA como prevenção de danos oxidativos nas doenças infecciosas crônicas.
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