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Navegando por Assunto "Aquatic insects"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Diversidade de presas e predadores (Insecta) em mesohabitats de córregos de Cerrado
    (Museu de Ciências Naturais, 2018-12) GIEHL, Núbia França da Silva; RESENDE, Bethânia Oliveira de; SILVA, Karina Dias; NOGUEIRA, Denis Silva; CABETTE, Helena Soares Ramos; ROGES, Paulo F. S. S.
    Córregos tropicais apresentam alta variedade de hábitats e gradientes ambientais, que refletem na maior riqueza de insetos aquáticos. Dessa forma, avaliamos se a diversidade de insetos aquáticos das categorias presa e predador é influenciada pelo tipo de substratos ou por porções longitudinais em córregos de Cerrado. Nossa hipótese é que a diversidade de presa e predador será determinada pelo tipo de substrato, partindo do pressuposto de que o substrato serve como fonte para forrageamento e/ou refúgio. Ademais, o substrato folhiço apresentará maior abundância e riqueza devido à disponibilidade de abrigo e alimento provida por esse tipo de substrato. Haverá diferença na composição de presa e predador entre substratos, pois algumas espécies apresentam associações com o tipo de substrato. As porções do córrego não exercerão efeito sobre a diversidade de presa e predador, uma vez que, em córregos de até terceira ordem não apresenta mudanças consideráveis nas características físicas. O estudo foi realizado nas porções nascente (1ª ordem), intermediário (2ª) e foz (3ª), em dois córregos, nos períodos seco e chuvoso. Foram coletadas cinco subamostras de areia, cascalho, rochas ou matacões, folhiço de remanso, de corredeira e raízes (substrato). O substrato influenciou todas as variáveis respostas de presa e predador (abundância, riqueza e composição), porém, o ambiente (porções longitudinais) não influenciou a abundância e composição de predador. A influência de substratos para a diversidade de presas e predadores evidencia a importância da vegetação ripária como fonte de material alóctone em córregos de cabeceira.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Histórico do uso da terra e composição de gerromorpha (insecta: subordem heteroptera) em igarapés da Transxingu
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-28) COSTA, Iluany da Silva; SILVA, Karina Dias da; http://lattes.cnpq.br/2271768102150398; https://orcid.org/0000-0001-5548-4995
    A Floresta Amazônica enfrenta ameaças devido à crescente exploração de recursos naturais impulsionada pelo crescimento econômico da região, intensificada desde a exploração da borracha entre 1879 e 1912. Desde os anos 1960, o governo implementou programas de desenvolvimento econômico, ocupação territorial e construção de rodovias, como a BR-230, também conhecida como Transamazônica. Essa rodovia teve um impacto significativo na região sudoeste do Pará, especialmente nas bacias hidrográficas do Xingu, contribuindo para o desmatamento desordenado e prejudicando a biodiversidade, especialmente às margens dos corpos d'água. Para lidar com os problemas ambientais, foram desenvolvidos vários métodos de análise e monitoramento, incluindo o sensoriamento remoto, que permite estudar grandes áreas em pouco tempo. O monitoramento biológico também é utilizado, pois alguns organismos, como os insetos aquáticos da infraordem Gerromorpha, são sensíveis às mudanças ambientais e podem indicar a qualidade do habitat. Por isso, um estudo recente analisou o histórico do uso da terra na região nos últimos 30 anos e avaliou a composição da infraordem Gerromorpha em igarapés da Transxingu. Observou-se uma grande perda de cobertura vegetal nas últimas décadas, especialmente próxima às estradas, muitas vezes relacionada à pecuária. No entanto, houve uma redução no desmatamento ao longo do tempo, possivelmente devido a medidas de conservação, como o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), criação de reservas extrativistas, reconhecimento de terras indígenas e o Cadastro Ambiental Rural (CAR). No estudo da composição da infraordem Gerromorpha nos igarapés da Transxingu, verificou-se que muitas amostragens foram influenciadas pelo desmatamento ao longo dos anos. Além disso, foi constatado que o índice de integridade do habitat físico do igarapé pode ser mais eficaz do que métricas geoespaciais na avaliação do impacto ambiental. Embora não tenha havido diferenças significativas na comunidade de Gerromorpha entre ambientes preservados e alterados, percebeu-se uma variação na abundância desses organismos ao longo dos gradientes ambientais. Isso indica que a comunidade responde às mudanças no ambiente, independentemente da presença de espécies bioindicadoras específicas. Portanto, há necessidade de mais estudos em ambientes altamente preservados para entender melhor essas dinâmicas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Histórico do uso da terra e composição de gerromorpha (insecta: subordem heteroptera) em igarapés da Transxingu
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-28) COSTA, Iluany da Silva; SILVA, Karina Dias da; http://lattes.cnpq.br/2271768102150398; https://orcid.org/0000-0001-5548-4995
    A Floresta Amazônica enfrenta ameaças devido à crescente exploração de recursos naturais impulsionada pelo crescimento econômico da região, intensificada desde a exploração da borracha entre 1879 e 1912. Desde os anos 1960, o governo implementou programas de desenvolvimento econômico, ocupação territorial e construção de rodovias, como a BR-230, também conhecida como Transamazônica. Essa rodovia teve um impacto significativo na região sudoeste do Pará, especialmente nas bacias hidrográficas do Xingu, contribuindo para o desmatamento desordenado e prejudicando a biodiversidade, especialmente às margens dos corpos d'água. Para lidar com os problemas ambientais, foram desenvolvidos vários métodos de análise e monitoramento, incluindo o sensoriamento remoto, que permite estudar grandes áreas em pouco tempo. O monitoramento biológico também é utilizado, pois alguns organismos, como os insetos aquáticos da infraordem Gerromorpha, são sensíveis às mudanças ambientais e podem indicar a qualidade do habitat. Por isso, um estudo recente analisou o histórico do uso da terra na região nos últimos 30 anos e avaliou a composição da infraordem Gerromorpha em igarapés da Transxingu. Observou-se uma grande perda de cobertura vegetal nas últimas décadas, especialmente próxima às estradas, muitas vezes relacionada à pecuária. No entanto, houve uma redução no desmatamento ao longo do tempo, possivelmente devido a medidas de conservação, como o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), criação de reservas extrativistas, reconhecimento de terras indígenas e o Cadastro Ambiental Rural (CAR). No estudo da composição da infraordem Gerromorpha nos igarapés da Transxingu, verificou-se que muitas amostragens foram influenciadas pelo desmatamento ao longo dos anos. Além disso, foi constatado que o índice de integridade do habitat físico do igarapé pode ser mais eficaz do que métricas geoespaciais na avaliação do impacto ambiental. Embora não tenha havido diferenças significativas na comunidade de Gerromorpha entre ambientes preservados e alterados, percebeu-se uma variação na abundância desses organismos ao longo dos gradientes ambientais. Isso indica que a comunidade responde às mudanças no ambiente, independentemente da presença de espécies bioindicadoras específicas. Portanto, há necessidade de mais estudos em ambientes altamente preservados para entender melhor essas dinâmicas.
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