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Navegando por Assunto "Argumentation in science teaching"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Argumentação no ensino de ciências e temas controversos: possibilidades para pensar a embriologia nas aulas da educação básica
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05-24) SILVA, Rider Moura da; VIEIRA, Eduardo Paiva de Pontes; http://lattes.cnpq.br/2902323640527915; https://orcid.org/0000-0003-1641-7014
    A embriologia é um tema presente nas aulas do ensino fundamental e médio e suas possibilidades em apresentar e promover discussões relacionadas ao desenvolvimento dos vertebrados justificaria sua importância na formação básica. A abordagem, contudo, pode ser notoriamente enfadonha, tanto para professores, quanto para os alunos, sobretudo, ao pautar o ensino na aprendizagem mecânica de conceitos. A presença da ―embriologia‖ no material didático, comumente não relaciona questões inerentes ao processo de construção de saberes ou de suas controvérsias. Nessa perspectiva, defendemos a possibilidade de que professores de ciências e biologia desenvolvam com seus alunos práticas docentes baseadas na argumentação e na discussão de temas controversos relacionados ao desenvolvimento embrionário. A argumentação é particularmente importante no ensino de ciências, partindo do princípio de que a investigação científica gera e justifica a produção de conhecimento, além de possibilitar articulações com outros sistemas de pensamento na compreensão dos fenômenos naturais e das interações sociais e culturais. O desenvolvimento embrionário e particularmente, o da espécie humana, viabiliza e subsidia o entendimento das causas de malformações congênitas, das interações e dos cuidados no processo de formação e progressão do embrião, das possibilidades ou impossibilidades de tratamentos terapêuticos a partir de células embrionárias e ainda oportuniza discussões no âmbito da filosofia das ciências biológicas os definidores de início e fim da vida. Consideramos relevante a inovação de práticas docentes ao abordar a embriologia, amplamente discutida na atualidade e evidenciada na mídia em aspectos que se estendem da gravidez na adolescência ao desenvolvimento biotecnológico, como a pílula do dia seguinte, a utilização das células tronco embrionárias, os métodos cirúrgicos para esterilização entre outros. O ensino de ciências é um local fértil para práticas que garantam, a partir de ações contextualizadas e distantes da mera comprovação de conceitos, uma formação intelectual coadunada à contemporaneidade e que forme pessoas que tenham a capacidade de lidar com questões socialmente significativas. A argumentação no ensino de ciências por meio de temas controversos é uma perspectiva que não deve ser negligenciada em assuntos como o desenvolvimento embrionário, com efeito, é possível pensar no empreendimento em pesquisas na área de ensino que resultem na produção de materiais didáticos relacionados às demandas atuais e que articulam cada vez mais os saberes científicos, a organização social e as proposições legislativas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Argumentação no ensino de ciências: padrões argumentativos de estudantes do ensino médio sobre fisiologia animal
    (Universidade Federal do Pará, 2018-08-13) TAVARES, Erivandro do Carmo; VIEIRA, Eduardo Paiva de Pontes; http://lattes.cnpq.br/2902323640527915; https://orcid.org/ 0000-0003-1641-7014
    O objetivo do presente estudo é analisar a construção argumentativa de estudantes de Ensino Médio durante um curso experimental de ciências sobre fisiologia animal. Selecionamos um evento organizado metodologicamente pela Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) para análise das interações em grupo. Em nossas inspirações teóricas, metodológicas e de criação, constam a apropriação de elementos da perspectiva de Investigação Qualitativa em Educação e pressupostos da Teoria Interacionista da Argumentação. Com efeito, e de forma proposital, este trabalho traz um tipo de análise hibrida dos quadros de interação das proposições dos estudantes, pois optamos por combinar perspectivas teóricas para análise interpretação dos pontos de investigação. Os resultados indicam que os padrões argumentativos dos estudantes foram estabelecidos em torno de dois aspectos: o primeiro, identifica-se a constituição de argumentos básicos, de estrutura simples, compostos por número mínimo de elementos. O segundo, aponta que os estudantes estabeleceram a argumentação durante o curso, constatando-se o alcance de três fases do desenvolvimento argumentativo. Para isso, travamos um diálogo com outras pesquisas sobre argumentação em contexto de ensino de ciências e apontamos contribuições para a atividade docente e para pesquisa em educação.
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