Navegando por Assunto "Arrabidaea chica"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Análise farmacognóstica das folhas de Arrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Verlt., Bignoniaceae(2010-05) ALVES, Mauro Sérgio Marques; MENDES, Patrizia Cardoso; VIEIRA, Janaína Gell de Pontes; OZELA, Eliana Ferreira; BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; SILVA JÚNIOR, José Otávio CarréraArrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Verlt. é uma Bignoniaceae amplamente utilizada na medicina popular como anti-inflamatório e adstringente, e para várias doenças como cólicas intestinais, diarréias, anemias e enfermidades da pele. Devido as suas propriedades biológicas e a produção de corante a espécie passou a ser utilizada pela indústria cosmética. A utilização de produtos naturais de origem vegetal implica no controle de qualidade farmacobotânico e em ensaios de pureza que compõem as especificações técnicas da espécie. Para isso foi realizada a descrição anatômica das folhas jovens e maduras de A. chica a partir de observações realizadas ao microscópio óptico, a partir de cortes histológicos. As folhas são hipoestomáticas e dorsiventrais com mesofilo heterogêneo. No pecíolo, a epiderme é uniestratificada contendo tricomas e dotada de cutícula delgada. Os testes farmacopéicos incluíram a determinação da distribuição granulométrica do pó da planta, determinação do teor de umidade e de cinzas totais, além da abordagem fitoquímica da tintura, visando estabelecer parâmetros para seu controle de qualidade.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Arrabidaea chica (HBK) Verlot: phytochemical approach, antifungal and trypanocidal activities(2008-12) BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; PINTO, Lucianna do Nascimento; QUIGNARD, Etienne Louis Jacques; VIEIRA, José Maria dos Santos; SILVA JÚNIOR, José Otávio Carréra; ALBUQUERQUE, Sérgio deArrabidaea chica (HBK.) Verlot (Bignoniaceae) popularmente, "Pariri", é um arbusto escandente, distribuído do sul do México até a Guiana e Brasil central e é tradicionalmente indicado para tratar sintomas de inflamações e afecções da pele. Seu extrato etanólico foi quimicamente investigado e testado contra leveduras e fungos dermatófitos. A atividade tripanocida do mesmo extrato foi também avaliada. Este trabalho reporta o isolamento de três flavonóides, a inibição total do crescimento de Trichophyton mentagrophytes e um significante efeito tripanocida do extrato etanólico e de suas frações. Não foi detectada qualquer toxicidade aguda relevante, mesmo a uma dose de 1000 mg/kgArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação de minerais em plantas medicinais amazônicas(2009-06) MARTINS, Alexsandro Sozar; ALVES, Claudio Nahum; LAMEIRA, Osmar Alves; SANTOS, Alberdan Silva; MÜLLER, Regina Celi SarkisAmazônia brasileira oferece um apreciável potencial de plantas com propriedades terapêuticas, embora a maioria seja pouco conhecida. Dessa forma, com o objetivo de verificar a potencialidade nutricional de ervas medicinais, determinou-se a concentração de Ca, Mg, Fe, Cu e Zn nas folhas e nos chás das espécies: Piper callosum Ruiz & Pav., Piperaceae, Mikania lindleyana DC., Asteraceae e Arrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Verl., Bignoniaceae. As amostras de plantas depois de terem sido processadas, foram submetidas a digestão e em seguida realizada as leituras dos metais em um espectrofotômetro de absorção atômica. Para o chá de Arrabidaea chica foram detectados teores de Ca (6955 a 20058 mg/L), Mg (2390 a 3094 mg/L) e Fe (40 a 61 mg/L). Para o chá de Mikania lindleyana além da presença de altos valores de Ca (17722 a 22336 mg/L), Mg (4531 a 9370 mg/L) e Fe (20 a 87 mg/L) foram encontrados de 7 a 16 mg/L de Cu e 9 a 41 mg/L de Zn. O chá do Piper callosum apresentou em média 2036 a 4344 mg/L de Ca, 618 a 4023 mg/L de Mg e 39 a 60 mg/L de Fe. Comparando-se os resultados dos minerais com os valores recomendados pela Organização Mundial da Saúde, conclui-se que os metais presentes nos chás das plantas poderiam contribuir na complementação das dietas alimentares das pessoas que as utilizam.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Caracterização farmacognóstica, química, físico-química e estudos preliminares de pré-formulação da Arrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Verlt.(Universidade Federal do Pará, 2008-10-22) ALVES, Mauro Sérgio Marques; SILVA JÚNIOR, José Otávio Carréra; http://lattes.cnpq.br/4437885351749994Realiza estudos de caracterização química, físico-química e de pré-formulação de Arrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Vert., pertencente à família Bignoniaceae, a qual recebe várias denominações, sendo que na região amazônica ela é conhecida popularmente como pariri, amplamente utilizada na medicina popular para o tratamento de várias doenças, dentre elas as enfermidades da pele causadas por dermatomicoses. A utilização de produtos naturais de origem vegetal implica no controle de qualidade farmacobotânico e em ensaios de pureza que compõem as especificações técnicas da espécie. Para isso, foi realizada a descrição anatômica das folhas jovens e maduras da planta a partir de observações realizadas ao microscópio óptico em cortes histológicos. Os testes Farmacopéicos incluíram a determinação da distribuição granulométrica do pó da planta, determinação do teor de umidade e de cinzas totais, e para a tintura foram realizadas determinações de pH, densidade aparente e teor de sólidos, sendo realizadas ainda a prospecção química, o perfil cromatográfico por CCO e CLAE, além da avaliação da sua atividade antimicrobiana. Tanto para o pó quanto para a tintura de A.chica foram observados os perfis por espectroscopia na região do infravermelho e perfis térmicos por TG e OTA. Foram realizados ainda, os estudos de pré-formulação através de espectroscopia na região de infravermelho e análise térmica (TG e OT A) das misturas físicas dos adjuvantes da formulação proposta para veicular a solução extrativa, com a finalidade de avaliar possíveis incompatibilidades da solução extrativa com os mesmos. Os resultados obtidos evidenciaram que a tintura de A. chica se adequa ao fim pretendido, além de ter assegurado a compatibilidade com os adjuvantes testados para constituírem a formulação proposta, já que não foi observado indícios de incompatibilidade física ou química entre os mesmos. Os estudos forneceram dados relevantes para o desenvolvimento da formulação proposta, visando obter resultados rápidos e com a precisão desejada.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Desenvolvimento e caracterização tecnológica de micropartículas de arrabidaea chica (h & B) B. Verl. obtidas por spray dryer(Universidade Federal do Pará, 2012-08) SAMPAIO, Rita de Cássia Almeida; BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; http://lattes.cnpq.br/1372405563294070; SILVA JÚNIOR, José Otávio Carréra; http://lattes.cnpq.br/4437885351749994O presente trabalho teve como objetivo o desenvolvimento tecnológico de formas farmacêuticas particuladas obtidas a partir de solução extrativa (tintura) de partes aéreas de Arrabidea chica (pariri), empregando-se a secagem por spray drying. Investigou-se a influencia de adjuvantes tecnológicos (maltodextrina e goma arábica, isoladas e em associação) no desempenho da secagem e nas propriedades dos produtos secos. A tintura de A. chica foi concentrada em evaporador rotativo obtendo-se o extrato concentrado (EC) o qual foi adicionado dos adjuvantes tecnológicos e submetidos a secagem em spray drying. O processo de secagem foi avaliado através da determinação da recuperação de produto e eficiência térmica. As micropartículas (ES) foram avaliadas quanto a umidade residual; atividade de água; diâmetro médio das partículas; densidade bruta, densidade de compactação e índices de fluidez, perfil térmico e espectroscópico por IV. O monitoramento químico foi realizado por espectrofotometria UV-vis, utilizando como marcador químico os flavonoides (Ft), polifenois (Pt) e taninos totais (Tt) presentes na A. chica. A atividade antioxidante do produto foi avaliada pelo método DPPH e quimioluminescência. O teor de umidade nas ES teve seus valores na faixa de 2,77 a 4,69% estando dentro do especificado. Os valores de atividade de água ficaram abaixo de 0.2, que e favorável a estabilidade físico-química e microbiológica. O percentual de degradação dos marcadores químicos nas ES em relação ao EC ficou na faixa de 24 a 46% para Ft, de 48 a 56% para Pt, e de 53 a 72% para Tt, que pode estar associada a degradação térmica e oxidação dos compostos. Na analise por CCD, a tintura, o EC e os ES apresentaram os padrões luteolina e canferol mostrando que o processo de secagem não causou a perda destes compostos. A distribuição granulométrica mostra que os ES apresentaram diâmetro médio em torno de 10 μm sendo que as partículas apresentaram morfologia esférica e algumas com superfície rugosa. Através da determinação dos índices de fluidez e de acomodação dos pós obteve-se resultados característicos de pós com baixa fluidez e características de compressibilidade. A atividade antioxidante dos ES apresentou valores entre 32,17 a 44,53 μg/mL. Na analise colorimétrica, os parâmetros comprovaram a coloração vermelha-amarelada. A recuperação de produto ficou na faixa de 60 a 65% e os valores de eficiência térmica ficaram entre 36 % e 39%. As analises de espectroscopia na região do infravermelho e analises térmicas se mostraram ferramentas importantes na caracterização físico-química e controle de qualidade dos sistemas micropartículados obtidos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Investigação fitoquímica biomonitorada da tintura 70% de Arrabidaea chica (Humb. & Bompl.) Verlot(Universidade Federal do Pará, 2011) RIBEIRO, Jeane Francisca Alves; SILVA JÚNIOR, José Otávio Carréra; http://lattes.cnpq.br/4437885351749994; BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; http://lattes.cnpq.br/1372405563294070A Arrabidaea chica (H&B) Verlot, popularmente conhecida como pariri ou crajirú. É um arbusto escandente de pequeno porte, aproximadamente 2,5 m de altura, que ocorre do sul do México até o Brasil central, sendo comum na Amazônia, onde é utilizada pelos índios para a pintura corporal. Popularmente o chá das folhas é indicado para inflamação, anemia, cólicas intestinais, regulação de menstruação, diarréia entre outros. Estudos recentes comprovam sua atividade antioxidante e cicatrizante in vivo e in vitro, além de atividade antifúngica contra Trichophyton mentagrophytes e do efeito tripanocida. O presente trabalho tem por objetivo contribuir para a validação da alegação de uso e para a padronização de forma de emprego da A. chica enquanto recurso fitoterápico, uma vez que a mesma encontrase na RENISUS. Os extratos etanólico e aquoso da planta foram investigados quanto a seus metabolitos secundários. Foram determinados parâmetros para o controle de qualidade da droga vegetal, através de granulometria, perda pó dessecação e cinzas totais. Além da obtenção de perfis cromatográficos por CCD, CLV, LC-MS e LC - DAD. A planta encontra-se com seus parâmetros de controle de qualidade em conformidade com a literatura. Um perfil de CCD obtido com o eluente Hexano/Acetona/MeOH (67,5:27,5:5) e revelado com NP/PEG, revelou uma banda com Rf=0,17 com fluorescência amarela característico de flavonóides. No perfil de CLAE - DAD obteve-se cromatogramas com características de quinonas e flavonóides também. A partir destes resultados o trabalho foi direcionado para o isolamento, inicialmente com o fracionamento da FAE por CLV e a analise das frações resultantes por CLAE-DAD, e como resultado foi sugerido a presença de um flavonóide derivado do flavonol apigenina. Os resultados microbiológicos corroboram com alguns de seus usos populares contribuindo assim para a validação da forma de uso alegada da planta.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O potencial da Arrabidaea chica (pariri) como indicador naturalácido-base: uma proposta para o ensino de ciências.(Universidade Federal do Pará, 2023-03-24) SILVA, Vanderlane Suelen da Silva e; SOUSA JUNIOR, Pedro Moreira de; http://lattes.cnpq.br/3194428833833524; https://orcid.org/0000-0002-6964-562X; PEREIRA, Simone de Fátima Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/6059412003152989; https://orcid.org/0000-0002-2556-211XA experimentação é uma boa estratégia didática que contribui para o ensino e a aprendizagem em ciências da natureza. Entre os diversos assuntos de ciências que podem ser trabalhados por meio da experimentação, vale mencionar a acidez e basicidade de substâncias, pois é um tópico que está presente no cotidiano do aluno. Sob tal panorama, os temas de ácido e bases podem ser estudados por meio de indicadores naturais, esses são extratos naturais que apresentam como base as antocianinas, sendo que elas são pigmentos da classe dos flavonóides que podem ser usadas para determinar o pH de diversas amostras. A Arrabidaea chica conhecida popularmente como Pariri é uma das várias plantas que apresentam antocianina. Assim, o presente estudo visou identificar as propriedades indicadoras ácido-base do extrato vegetal da espécie A. chica, tendo em vista sua utilização como indicador natural para teste de pH da água de consumo e na água de chuva aplicado no ensino de ciências. Para isso, a pesquisa foi desenvolvida em 3 etapas: preparação do extrato alcoólico de A. chica, aplicação do extrato alcoólico da A. chica como indicador de pH com alunos do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Maria Conceição Malheiro em Irituia- PA e a composição do produto educacional. O produto final da pesquisa constituiu em uma cartilha que abordou sobre o pH da água de consumo e como elaborar um indicador natural de pH a partir do extrato alcoólico da A. chica. Conclui-se que o extrato da A. chica pode ser utilizado como indicador de pH apresentando uma mudança de coloração ácido-base bastante satisfatória quando aplicada nas amostras testadas. Também ficou evidente que houve um grande envolvimento dos alunos e professores com a experiência proposta e como a aproximação do conhecimento científico com o cotidiano dos alunos pode favorecer o processo ensino-aprendizagem. O produto final da pesquisa ao ser aplicado aos professores teve resposta satisfatória na Escola objeto deste estudo e poderá auxiliar outros professores de outros lugares.
