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Navegando por Assunto "Assimetria"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Determinação da função de transferência de enlaces metálicos a partir de medições de impedância de entrada
    (Universidade Federal do Pará, 2012-04-02) RODRIGUES, Roberto Menezes; COSTA, João Crisóstomo Weyl Albuquerque; http://lattes.cnpq.br/9622051867672434
    A tecnologia digital subscriber line (DSL) tem por objetivo explorar todo o potencial dos enlaces metálicos telefônicos no provimento de acesso em banda larga. Por outro lado, os enlaces metálicos podem apresentar capacidades de transmissão bem distintas devido a diferenças em suas topologias. Portanto, é importante mensurar a real capacidade de cada enlace antes da implantação do serviço DSL. Esse processo chama-se qualificação de enlaces. O cálculo da capacidade de transmissão de um enlace perpassa pela determinação de sua função de transferência. As técnicas de qualificação existentes determinam a função de transferência a partir da comunicação entre equipamentos na central e na casa do assinante ou indiretamente, a partir do conhecimento da topologia do enlace sob teste. Ambos os processos não são adequados num cenário de pré-implantação do serviço DSL, pois envolvem custos adicionais com envio de técnico a localidade do assinante, dependência de registros atualizados por parte das operadoras (quase nunca disponíveis) ou o emprego de técnicas sofisticadas de identificação de topologia. Assim sendo, o objetivo do presente trabalho é propor um método de determinação da função de transferência de enlaces metálicos que não necessite de conhecimento prévio da topologia, que utilize somente informações coletadas na central telefônica e que não necessite de intervenção humana na localidade do assinante. Essencialmente, a forma geral do método do método proposto descreve analiticamente a função de transferência do enlace sob teste em função de suas impedâncias de entrada em curto-circuito e circuito aberto, vistas a partir da central, e da sua assimetria. Também foi desenvolvido um algoritmo o qual estima a impedância de entrada em curto-circuito a partir da detecção das envoltórias da impedância em circuito aberto. Ao utilizar esse estimador conjuntamente com a forma geral do método proposto, é possível determinar a função de transferência a partir de uma única medição de impedância feita na central e sem nenhuma intervenção humana na localidade do assinante. O método proposto foi avaliado em duas etapas distintas. Na primeira, avaliou-se o desempenho da forma geral do método. Os testes consistiram de comparação com um método de referência, usando dados simulados para três enlaces; aplicação do método proposto a uma bateria de dados simulados gerados a partir de um gerador arbitrário de topologias; e aplicação do método a medições de impedância realizadas em laboratório com oito enlaces reais. A segunda etapa diz respeito à aplicação conjunta da forma geral do método e do estimador de impedância em curto-circuito para dois dos enlaces medidos em laboratório. Os resultados obtidos para dados simulados demonstram que a forma geral do método proposto tem comprovada eficácia, fornecendo estimativas bem abaixo do limiar definido (< 3 dB por tom DSL). Para dados medidos, a forma geral do método determinou a função de transferência de sete dos enlaces com desvio por tom abaixo de 1,5 dB, mas falhou para o enlace com duas derivações, sendo uma junto à localidade do assinante. Com relação aos resultados para a aplicação conjunta da forma geral e do estimador, as estimativas de função de transferência foram equivalentes àquelas obtidas pela forma geral do método proposto, apesar de apresentarem desvios mais acentuados no início e no final da faixa de frequências. Esses desvios mais acentuados devem-se principalmente a versão atual do bloco de detecção de envoltórias do estimador de impedância em curto-circuito, que apresenta desempenho limitado, sobretudo para enlaces com mais de duas seções seriais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Punição: uma replicação sistemática de skinner (1938)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-06) FIGUEIRA, Renata Almeida; MAYER, Paulo César Morales; http://lattes.cnpq.br/5360949596306254; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    Skinner (1938) produziu um conjunto de dados que o levaram a concluir que os efeitos da punição sobre a probabilidade de resposta seriam apenas indiretos. No principal experimento realizado na ocasião, os efeitos supressivos iniciais da punição (tapas na pata dos ratos) desapareciam após a segunda sessão de extinção. Esse dado é utilizado até hoje como uma prova a favor da interpretação assimétrica da punição. O presente estudo é uma replicação sistemática de Skinner (1938) com quatro manipulações: (a) uso do choque elétrico como estímulo aversivo; (b) adoção de 10 sessões em linha de base; (c) a adoção de 5 sessões de extinção; (d) introdução de um grupo acoplado com choque não contingente. Foram realizados dois experimentos, A e B. No Experimento A, 20 ratos foram divididos igualmente em dois grupos, grupo punido (1PUN) e grupo controle (1CON). Foram submetidos a uma sessão de treino ao comedouro e modelagem, três sessões de fortalecimento em FI-4min, todas com duração de 60 min. Posteriormente, duas sessões de extinção de 120 minutos. Para 1PUN, sobreposta à extinção e nos primeiros 10 minutos da primeira sessão de extinção, cada resposta de pressão à barra produziu a liberação de um choque elétrico. No Experimento B, 30 ratos foram divididos igualmente em três grupos: grupo punido (2PUN), grupo controle (2CON) e grupo acoplado (2ACO). Foram submetidos a uma sessão de treino ao comedouro e modelagem, três sessões de fortalecimento em FI-4min, todas com duração de 60 min. Posteriormente os sujeitos passaram por cinco sessões de extinção de 60 minutos. Para 2PUN, sobreposta à extinção e nos primeiros 10 minutos da primeira sessão de extinção, cada resposta de pressão à barra produziu a liberação de um choque elétrico. Para 2ACO os choques eram administrados de acordo com o momento em que seus pares do grupo punição os recebiam. Durante todas as sessões foi registrado o número de pressões a barra por minuto e, na análise, comparou-se o tratamento de dados de Skinner (1938) com os de Boe e Church (1967) intergrupo e intragupo. Os resultados mostraram que não houve recuperação do responder após suspensão da contingência de punição com os controles adicionados, o que sugere que é possível produzir efeitos duradouros em contextos de punição desde que alguns cuidados metodológicos sejam adotados.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Simetria e assimetria entre reforçamento e punição
    (Universidade Federal do Pará, 2014-08-22) MAYER, Paulo César Morales; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    Em análise do comportamento, considera-se central o papel das consequências na explicação do comportamento. Reforçamento e punição são as ferramentas conceituais utilizadas para se referir às relações comportamentais básicas entre o organismo e seu ambiente e seus possíveis efeitos sobre o responder. Apesar de consensual a noção de que certas consequências possam aumentar a probabilidade do responder (reforçamento) há um extenso debate quanto ao papel de consequências em suprimir o responder e o modo pelo qual isso ocorreria (punição). Duas perspectivas predominam nesse debate, uma denominada simétrica, que considera reforçamento e punição como diferindo essencialmente apenas na direção do efeito sobre a probabilidade do responder e outra denominada assimétrica que, sob diversos aspectos, considera punição e reforço como fenômenos essencialmente distintos e estabelece bases distintas para considerar cada um deles. O presente trabalho é uma investigação das bases experimentais da proposição assimétrica e uma proposta de redimensionamento do debate sobre a simetria entre reforçamento e punição. Três estudos empíricos foram realizados investigando proposições assimétricas. O Estudo 1 foi uma de replicação de um experimento de Thorndike (1932), buscando verificar se a magnitude de efeitos da punição sobre o responder seria proporcional a do reforçamento. Participaram do estudo 10 universitários em um procedimento de múltipla escolha no qual as respostas eram consequenciadas com os estímulos verbais “Certo” e “Errado”. Assim como no estudo original, constatou-se, que embora escolhas seguidas de “Certo” aumentaram de probabilidade, respostas seguidas de “Errado” continuaram a ocorrer em proporção próxima ao nível do acaso, sugerindo um efeito desigual entre os dois tipos de consequências. O Estudo 2 foi uma replicação de um experimento de Skinner (1938), avaliando a extensão dos efeitos supressivos da punição comparativamente aos da extinção. Seis ratos passaram por um treino de pressão à barra em FI e então foram submetidos a duas sessões de extinção. Metade dos sujeitos recebeu jatos de ar quente (punição em FR1) como consequência para o pressionar a barra nos 10 minutos iniciais da primeira sessão de extinção. Novamente os dados obtidos reproduziram o observado do estudo original: apesar de se observar uma supressão quase completa do responder dos sujeitos que passaram por punição, quando a punição foi descontinuada estes responderam em taxas mais elevadas e o número total médio de respostas dos sujeitos não diferiu tendo eles passado ou não por punição. O Estudo 3 foi uma replicação de Arbuckle e Lattal (1987) avaliando a relação entre a supressão comportamental produzida pela punição e o reforçamento negativo. Participaram do estudo sete ratos. Foi utilizada uma caixa de condicionamento operante com duas barras e equipamento de autoadministração de drogas. Após treino em VI, uma das barras produzia alimento (VI-120s) e infusões intravenosas de histamina (supressor comportamental) em diferentes VI’s, de no máximo 15s. Respostas na outra barra preveniam as infusões de histamina (esquiva). Constatou-se que a histamina foi eficaz em suprimir o responder. Entretanto, não se conseguiu estabelecer confiavelmente o responder de esquiva, mesmo quando em fase posterior do estudo foi realizado umv treino específico de esquiva não sinalizada. Ao se analisar conjuntamente os dados destes três estudos, verificou-se a dificuldade de discutir a questão da simetria entre reforçamento e punição sob apenas um enfoque. Cada um dos estudos, apesar de relacionados ao tema geral abordado, pautava-se em diferentes perguntas específicas de pesquisa. Diante desse cenário, uma seção adicional foi redigida com o objetivo de examinar o problema do ponto de vista conceitual. Foi proposta, então, uma categorização da literatura, redimensionando o debate.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Thorndike (1932) e a assimetria entre reforçamento e punição: uma replicação
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-06) WANZILER, Jesiane Silva; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    Em uma série de pesquisas, Thorndike concluiu que a punição não produz efeitos diretos como a recompensa sobre o comportamento, pois algumas respostas de participantes continuaram a ser repetidas quando seguidas do anúncio de “Errado” (punição) e as seguidas de “Certo” (recompensa) foram todas repetidas. Seus resultados são amplamente citados para justificar a interpretação assimétrica entre os efeitos dos processos comportamentais. O presente trabalho replicou sistematicamente um estudo de Thorndike, por meio de três experimentos interligados (20 universitários em cada), visando discutir-se a magnitude dos efeitos da punição e contribuindo-se ao debate sobre simetria e assimetria entre essa operação e o reforçamento. Uma lista de vocabulário (de um arranjo fatorial de 200 ou 50 questões e de cinco ou três alternativas de resposta) era apresentada seis vezes ao participante e a proporção de repetição de respostas foi analisada. No Experimento 1, com listas impressas, “Certo” e “Errado” foram as consequências e essa última foi mais efetiva (supressão do responder de todos os participantes) na lista com 50 questões e três alternativas, confirmando estudos anteriores observando maior efetividade da punição conforme o número de itens foi reduzido. No Experimento 2, com a tarefa automatizada, não houve resultados consistentes de supressão por “Errado” e, portanto, revelando a tarefa manual com maior influência sobre a efetividade da punição. Também não houve resultados sistemáticos no Experimento 3 e os universitários repetiram mais os erros mesmo quando esses geravam a perda monetária. Todos os experimentos replicaram resultados como do trabalho original: a repetição de algumas respostas incorretas não foi suprimida pelas consequências potencialmente punidoras. Todavia, a repetição de algumas respostas corretas foi aparentemente enfraquecida pelas consequências potencialmente reforçadoras. Assim, a efetividade dos processos comportamentais pode estar mais vinculada às condições de teste e a simetria ou assimetria entre ambos, à ótica de interpretação.
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