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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ação antimicrobiana do óleo essencial de Piper Aduncum e dilapiol em infecções de pele
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06-25) FERREIRA, Roseane Guimarães; MAIA, José Guilherme Soares; http://lattes.cnpq.br/1034534634988402
    Pipes aduncum L. É uma planta com várias propriedades biológicas,tais como atividade microbiana, que está associada principalmente à ação do seu óleo essencial rico em dilapiol. Nos últimos anos, a ocorrência de infecções de pele, causadas por bactérias e fungos aumentou consideradamente.Dessa forma, este trabalho teve como objetivo avaliar a atividade antimicrobiana de P. Anducum (OEPA) e do dilapiol,seu constituinte majoritário, contra organismos patogênicos da pele e seus anexos. A atividade antimicrobiana foi realizada através do método de microdiluição e por contagem de Unidades Formadoras de Colônias (UFC) para a determinação da Concentração Inibitória Mínima (CIM), a Concentração Bactericida Mínima (CBM) e Concentração Fungicida Mínima (CFM). Esses compostos vegetais foram testados frente aos fundos filomentosos dermatófitos (FFD) e aos não dermatófitos (FFND), a levedura e a bactéria gram-positiva. Os resultados mostraram frente às cepas de Trichophyton mentagrophytes (ATCC e o isolado clínico), valores de CIM de 500 µg.mL-1 para o OEPA e o dilapiol e CFM de 1500 e 1000 µg.mL-1, respectivamente. Para os isolados clínicos Trichophyton rubrum e Epidermophyton floccosum os valores da CIM de 500 µg.mL-1 e a CFM de 1500 µg.mL-1 foram semelhantes para os dois compostos, assim como para Microspurum canis e Microspurum gypseum com valores da CIM de 250 µg.mL-1 e CFM de 500 µg.mL-1. O FFND Aspergillus funigatus ATCC apresentou CIM de 3,9 µg.mL-1 e CFM de 7,8 µg.mL-1 e para a cepa de isolado clínico a CIM foi de 3,9 µg.mL-1 e a CFM de 15,6 µg.mL-1,para ambos os compostos. Entretanto, não mostrou atividades frente à levedura Candida albicans e a bactéria Straphylococcus aureus nas concentrações utilizadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Atividades antimicrobiana e antipromastigota de extratos e frações de Virola surinamensis (Rol ex Rottb.) Warb (Myristicaceae)
    (Universidade Federal do Pará, 2012-09-13) SARAIVA, Maria Elinete Veras; DOLABELA, Maria Fâni; http://lattes.cnpq.br/0458080121943649; SANTOS, Lourivaldo da Silva; http://lattes.cnpq.br/3232898465948962
    O presente estudo teve como objetivo avaliar as atividades antimicrobiana e antipromastigota de extratos de V. surinamensis e suas frações. Na obtenção dos extratos foram utilizados solventes de polaridade crescente (hexano, acetato de etila e metanol) e o extrato acetato de etila foi fracionado em coluna cromatográfica aberta, empregando como fase estacionária gel de sílica e como eluentes misturas de hexano e acetato de etila em gradiente de polaridade crescente. Para avaliação da atividade antimicrobiana utilizou-se o teste de difusão em Agar, sendo utilizados os seguintes microorganismos: Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Candida albicans. A fração ativa foi submetida à microdiluição, onde se determinou a concentração inibitória mínima (CIM). Na avaliação da atividade antipromastigota utilizou-se a Leishmania amazonensis e L. chagasi, sendo determinadas as concentrações inibitórias mínimas e Concentração Inibitória 50% (CI50). Os extratos hexânico, acetato de etila e metanólico foram submetidos ao ensaio de difusão em Agar, não sendo observadas inibições do crescimento bacteriano e fúngico. Apenas a fração acetato de etila FA3, obtida do extrato acetato de etila, inibiu o crescimento do S. aureus no teste de difusão em Agar. Porém na microdiluição esta fração mostrou-se inativa (CIM>1000μg/mL). Apenas o extrato hexânico mostrou-se ativo em formas promastigota de L. amazonensis e L.chagasi. Em síntese, apenas o extrato hexânico mostrou-se ativo em formas promastigota de leishmanias.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação biológica dos extratos obtidos das sementes de Vatairea guianensis (Aublet).
    (Universidade Federal do Pará, 2011-03-28) SILVA, Cléia Tereza Lamarão da; SOUSA, Pergentino José da Cunha; http://lattes.cnpq.br/9909053957915090; CARVALHO, José Carlos Tavares; http://lattes.cnpq.br/4251174810000113
    As plantas medicinais são ampla e culturalmente utilizadas de forma empírica na Amazônia no tratamento de diversas doenças. Grande parte dessas plantas ainda não foi investigada cientificamente sobretudo quanto aos aspectos relacionados as atividades biológicas. A espécie selecionada neste trabalho é Vatairea guianensis, utilizada na medicina tradicional para tratar infecções de pele como as micoses cutâneas. Este trabalho avaliou a atividade antibacteriana in vitro dos extratos hidroetanólico, henicosânico, clorofórmico e metanólico obtidos das sementes de Vatairea guianensis pelo método da microdiluição em caldo para obtenção da Concentração Inibitória Mínima (CIM) e Concentração Bactericida Mínima (CBM), frente a bactérias Gram-positivas (Staphylococus aureus e Enterecoccus faecalis) e Gram-negativas (Pseudomonas aeruginosa e Salmonella sp). Avaliou-se também a atividade cicatrizante sobre feridas cutâneas abertas em ratos pela aplicação tópica do extrato hidroetanólico, representados pelos grupos G1 controle positivo (fibrinase); G2 controle negativo (sol salina); e grupos experimentais, (G3 dose 500mg/kg; G4 250mg/kg; G5 100mg/kg) por sete dias e a toxicidade aguda por via oral. A análise histológica do processo cicatricial foi avaliada, por meio de técnica convencional incluindo coloração HE e Picrossírius para observação das características histomorfológicas da reação inflamatória e análise descritiva da deposição de colágeno,respectivamente. Todos os extratos demonstraram atividade antimicrobiana contra todos os microrganismos testados com CIM que variaram de 3,12μg/mL a 50μg/mL e CBM com valores 6,25μg/mL a 100μg/mL. A análise histológica mostrou que o extrato hidroetanólico diminuiu a intensidade da reação inflamatória nos grupos G3 e G1, estimulou a síntese de colágeno tipo III em G1, G3 e G4 e aumentou a síntese de colágeno em G2 e G5. O experimento com extrato hidroetanólico obtido das sementes de Vatairea guianensis pareceu retardar o processo cicatricial nas doses de 500 e 250mg/kg em feridas abertas o que pode ser um efeito positivo por impedir a formação de cicatriz hipertrófica, sugerindo assim um efeito modulatório por parte do extrato. A avaliação da toxicidade aguda em camundongos revelou que o extrato hidroetanólico apresentou baixa toxicidade por via oral.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da atividade antimicrobiana de extratos de própolis em diferente maturação
    (Universidade Federal do Pará, 2013-11-29) CHADA, Fabio José Garcia; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390
    A descoberta e síntese de antimicrobianos compõem um elemento de suma importância para a saúde, entretanto algumas dessas substâncias tornaram-se obsoletas devido ao surgimento de micro-organismos resistentes à terapêutica convencional. Dentro das formas de tratamento, os produtos naturais são uma fonte inesgotável de substâncias, entre elas a própolis, a qual é conhecida mundialmente devido a sua atividade antimicrobiana. O objetivo deste trabalho foi a análise microbiológica de seis amostras de própolis, coletadas de regiões de Prudentópolis- PR, em tempos distintos de depósito em colmeia, uma com até 40 dias de depósito (Própolis Nova) e outra com mais de 180 dias (Própolis Velha). A atividade antimicrobiana foi verificada frente a Pseudomonas aeruginosa, Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Micrococcus luteus e Enterococcus faecalis, através do ensaio de microdiluição em placa com teste colorimétrico usando resazurina. Ao fim dos testes obteve-se os valores variando entre 0,38 a 0,68 mg/ml para a CIM da própolis nova e 0,34 a 1,3 mg/ml para a velha, para os micro-organismos S. aureus e M. luteus tendo valores próximos para ambos assim como a CBM destes, entre 0,38 - 1,62 e 0,67 – 2,6 mg/ml, respectivamente. Da mesma forma, para o E. faecalis foram alcançados os valores de CIM entre 0,76 e 2,73 mg/ml para a própolis nova e 1,34 e 2,72 mg/ml para a própolis velha, bem como valores de CBM de 1,5 a 3,07 e 2,68 a 3,11 mg/ml, respectivamente, nas amostras 1V, 2N, 5V e 5N não se verificou CBM para as concentrações estudadas. Os micro-organismos gram-negativos não foram sensíveis ao própolis. Conclui-se que a própolis nova apresentou melhor ação antimicrobiana, principalmente contra S. aureus e M. luteus. No entanto, os dados também mostram que os valores de CIM e CBM foram bem próximos entre as diferentes própolis, fato que não evidencia razões para que a própolis velha seja descartada.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da composição química, atividade antioxidante e antimicrobiana do óleo de cipó-de-alho (Mansoa standleyi) (Steyerm.) A. H. Gentry (Bignoniaceae) obtido via extração supercítica
    (Universidade Federal do Pará, 2019-05-31) URBINA, Glides Rafael Olivo; CARVALHO JÚNIOR, Raul Nunes de; http://lattes.cnpq.br/5544305606838748; https://orcid.org/0000-0002-4433-6580
    Mansoa standleyi é conhecida popularmente como "cipó-de-alho" em virtude do seu odor característico de alho (Allium sativum). A planta possui efeito inibitório no crescimento de bactérias e fungos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a composição química, atividade antioxidante e antimicrobiana do óleo obtido das folhas de M. standleyi via extração com fluido supercrítico (SFE) e extração convencional (Hidrodestilação). Os ensaios da SFE foram realizados utilizando CO2 supercrítico, tempo de extração estática de 30 min e tempo dinâmico de 180 min, vazão de CO2 de 2,5 L/min e massa de matéria-prima de 10 g. A seleção das variáveis temperatura e pressão foi realizada a fim de obter uma diferença da densidade do CO2 (𝜌𝐶𝑂2) nas isotermas de 35 e 45 ºC combinadas com os valores de pressão de 100, 200, 300 e 400 bar. Os resultados obtidos permitem constatar que os valores de rendimento global da SFE em base seca apresentam diferenças significativas entre si (p≤0,05), com valores variando de 0,87 a 2,02%. A maior média encontrada refere-se à condição de 400 bar/35 °C (𝜌𝐶𝑂2 = 972,26 kg/m3). Entretanto, na extração por Hidrodestilação o rendimento do óleo foi de 0,14%. Os resultados da triagem fitoquímica por cromatografia em camada delgada de alta eficiência (CCDAE) evidenciaram a presença de terpenos, ácidos graxos, compostos fenólicos e flavonoides. Foi demonstrada a presença de substâncias com atividade antioxidante para todos os óleos obtidos com SFE, sendo observado uma melhor identificação nos óleos extraídos nas condições de pressões mais altas. Na análise quantitativa de composição química, foi observado que os valores variaram de 31,87 a 72,06 mg EAG/g óleo no conteúdo de compostos fenólicos totais. Em relação a atividade antioxidante os valores variaram de 457,64 a 2475,55 EC50 expresso em g de óleo/ g de DPPH, sendo os melhores resultados obtidos na condição de 400 bar/35 °C. Nos perfis de ácidos graxos do óleo de M. standleyi obtido por SFE os resultados indicaram que houve diferença na composição qualitativa dos ácidos graxos detectados, em função da condição operacional de extração, onde foi observada a presença de ácido linoleico (≅95%), palmítico (≅12%) e oleico (≅5%). Os constituintes químicos identificados no óleo obtidos por Hidrodestilação foram compostos sulfurados, fenóis e álcoois. A análise da atividade antimicrobiana in vitro demonstrou que o óleo obtido por SFE apresenta ação antibacteriana contra Stapphylococcus aureus e Escherichia coli. Por fim, óleo de M. standleyi representa uma alternativa para utilização futura no tratamento de doenças causadas por microrganismos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação in vitro da atividade antimicrobiana de extratos vegetais sobre microrganismos relacionados à lesão de mucosite oral
    (Universidade Federal do Pará, 2010-10-14) ARAÚJO, Núbia Rafaela Ribeiro; VIEIRA, José Maria dos Santos; http://lattes.cnpq.br/6807452375674442
    A mucosite oral é a complicação oral mais freqüente nos pacientes sob quimioterapia e/ou radioterapia. Vários microrganismos podem estar presentes nesta lesão o que dificulta o seu tratamento. A propriedade antimicrobiana de plantas tem sido estudada com o intuito de confirmar cientificamente sua ação, e o possível potencial no controle de doenças infecciosas, principalmente devido ao aumento de microrganismos resistentes aos antimicrobianos conhecidos. O estudo teve por objetivo observar a ação inibidora de extratos das plantas Arrabidaea chica, Bryophyllum calycinum, Mansoa alliacea, Azadirachta indica, Senna alata, Vatairea guianensis, Vismia guianensis, Ananas erectifolius, Psidium guajava, Euterpe oleracea e Symphonia globulifera sobre cepas de microrganismos frequentemente envolvidos em lesões de mucosite oral, tais como, Streptococcus mitis (ATCC 903), Streptococcus sanguis (ATCC 10557), Streptococcus mutans (ATCC 25175), Staphylococcus aureus (ATCC 6538), Pseudomonas aeruginosa (ATCC 9027), Candida albicans (ATCC 40175), Candida krusei (ATCC 40147) e Candida parapsilosis (ATCC 40038). A avaliação da atividade antimicrobiana e a determinação da Concentração Inibitória Mínima (CIM) foram realizadas através do método de disco-difusão em meio sólido. Os extratos brutos das plantas foram testados nas concentrações de 500, 250, 125, 62,50, 31,25 e 15,62 mg/ml utilizando como solvente o Dimetil-Sulfóxido (DMSO). Os extratos de anani e de pirarucu foram os que apresentaram maior espectro de ação, inibindo o crescimento de sete microrganismos dentre os oito testados. As menores CIM foram obtidas com os extratos de anani, lacre e mata pasto. O extrato de anani foi o mais ativo tendo demonstrado boa atividade antimicrobiana (CIM abaixo de 100 mg/mL) contra sete microrganismos (S. aureus, C. albicans, C. krusei, C. parapsilosis, S. mitis. S. sanguis e S. mutans, sendo inativo apenas para P. aeruginosa). O extrato de lacre demonstrou boa atividade frente a cinco microrganismos. Mata pasto teve boa atividade contra S. aureus, S. mitis e C. albicans. P. aeruginosa foi o microrganismo mais resistente sendo suscetível apenas para os extratos de pariri e pirarucu. Dentre os extratos avaliados, apenas o curauá não apresentou atividade sobre nenhum dos microrganismos testados. Os resultados obtidos demonstraram a capacidade antimicrobiana dos produtos vegetais testados. Entretanto, estudos futuros são necessários para esclarecer os seus mecanismos de ações e as possíveis interações com as drogas antimicrobianas, visando seu aproveitamento na terapêutica de doenças infecciosas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito de uma espécie do gênero Varronia sobre a viabilidade celular, atividade antimicrobiana, toxicidade dérmica aguda e o processo de cicatrização (in vitro e in vivo)
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09-09) RIBERA, Paula Cardoso; FONTES JÚNIOR, Enéas de Andrade; http://lattes.cnpq.br/7056265073849866; https://orcid.org/ 0000-0002-6186-9581
    Lesões teciduais, particularmente na pele, resultam em danos a estruturas, camadas e linhagens celulares por toda sua extensão. Nessas condições, a cicatrização é o processo fisiológico responsável pela reparação do tecido. A inflamação é uma etapa importante no reparo tecidual e, portanto, um forte alvo para estudos clínicos. A espécie Varronia multispicata é usada popularmente para o tratamento de contusões, sendo evidenciado recentemente efeitos anti inflamatórios e analgésicos. O presente trabalho visou investigar o efeito do extrato aquoso das folhas de Varronia multispicata (VAR01) na viabilidade celular, atividade antimicrobiana, toxicidade dérmica e cicatrização in vitro e in vivo. In vitro foi avaliado a viabilidade celular e a cicatrização em fibroblastos murinos da linhagem BALB/c 3T3 e a ação antimicrobiana pela determinação de concentração inibitória mínima e concentração bactericida mínima. In vivo foi realizado o teste de toxicidade dérmica usando ratos Wistar fêmeas (grupo salina, 100mg/ml, 200mg/ml e 1000mg/ml do VAR01) e avaliação do processo de cicatrização usando camundongos Mus musculus (grupo sham, controle negativo, tratado (creme VAR01 10%) e controle positivo (Dersani®). In vitro o VAR01 manteve as células viáveis no período de 24h, com redução de fibroblastos no tempo de 48h na concentração de 500 µg/ml, aumentou a contração da lesão em fibroblastos e não apresentou atividade antimicrobiana. In vivo o VAR01 não promoveu morte ou mudanças comportamentais, não apresentou perfil irritativo, não causou alterações sobre o consumo de água e ração, ganho de peso, peso relativo e análise histológica dos órgãos. O VAR01 mostrou redução nas concentrações séricas de fosfatase alcalina e TGO no grupo tratado com 100 mg/ml quando comparado como grupo controle e, em contrapartida um aumento significativo de concentrações de TGP no grupo de 200 mg/ml em relação ao controle. O extrato, portanto, evidencia-se seguro e de baixa toxicidade, mostrou- se promissor no processo de regeneração tecidual com possível modulação na via inflamatória, sendo um resultado estimulante para a realização das etapas seguintes de avaliação de atividade biológica e elucidação sobre o processo de cicatrização.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo do crescimento bacteriano na presença de óleos essenciais de Dysphania ambrosioides l. e Ocimum campechianum mill. para avaliar seus potenciais como antissépticos bucais
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-31) MOURA, Luiziana Barbosa; SANTOS, Alberdan Silva; http://lattes.cnpq.br/5976702134131016
    As plantas aromáticas como Dysphania ambrosioides (mastruz) e Ocimum campechianum (alfavaca), que fazem parte da medicina popular no Brasil, apresentam substâncias fenilpropanoídicas e terpenoídicas em seus óleos essenciais como resultado do metabolismo secundário, o qual influencia na adaptação e defesa destas espécies no meio ambiente. O objetivo deste estudo foi avaliar a atividade antimicrobiana dos óleos essenciais de Dysphania ambrosioides L. e Ocimum campechianum Mill. contra bactérias patogênicas bucais. Para isso foram utilizados os métodos de disco de difusão em Ágar e de microdiluição em caldo adaptado. As plantas foram obtidas no município de Santa Izabel do Pará, suas folhas foram lavadas e pesadas; o óleo essencial foi obtido por hidrodestilação. Anteriormente, os componentes dos óleos essenciais foram identificados por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas. As linhagens de bactérias utilizadas foram: Lactobacillus casei (ATCC 7469), Lactobacillus fermentum (ATCC 9338), Streptococcus mutans (ATCC 25175), Streptococcus oralis (ATCC 10557) e Agregatibacter actinomycetencomitans (ATCC 29522). As suspensões bacterianas para os testes foram preparadas e padronizadas a 0,5 McFarland. Como controle positivo adotou-se o digluconato de clorexidina a 0,12%. Observaram-se halos de inibição para todas as amostras nas diferentes concentrações de cada óleo (1%, 5%, 10%, 25%, 50% e 75%). Os maiores halos foram encontrados para A. actinomycetencomitans. No teste de microdiluição o óleo de alfavaca inibiu a bactéria S. mutans, principal fator etiológico da cárie, em concentração de 1%; o óleo de mastruz inibiu L. casei, microrganismo que potencializa o processo de cárie, em concentrações a partir de 10%; Ambos os óleos inibiram o crescimento de A. actinomycetemcomitans, e podem ser eficazes contra a doença periodontal provocada por esse patógeno. As espécies vegetais deste estudo produzem classes de metabólitos secundários com potenciais aplicações na formulação de produtos odontológicos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudos de pré-formulação e formulação de Heliotropium indicum (L.) DC (Boraginaceae)
    (Universidade Federal do Pará, 2010-01-14) COSTA, Russany Silva da; SILVA JÚNIOR, José Otávio Carréra; http://lattes.cnpq.br/4437885351749994
    Heliotropium indicum L. (Boraginaceae) é um subarbusto que atinge até 70 cm de altura, é amplamente distribuído geograficamente. A espécie é conhecida como fedegoso na região norte e nordeste. Diante do potencial biológico desta espécie este trabalho objetiva determinar parâmetros de qualidade da droga vegetal até o produto final e avaliar a atividade antimicrobiana de suas folhas, com finalidade de se obter uma formulação fitoterápica semi-sólida. Para isso utilizou-se parâmetros de controle de qualidade físico, químico e físico-químico descritos na Farmacopéia Brasileira e literatura pertinente. A droga vegetal foi classificada como pó grosso, apresentou valores médios de perda por dessecação e cinzas totais de 12,88% e 17,14%, respectivamente. A análise termogravimétrica do pó e do extrato liofilizado mostrou que ambos apresentaram boa estabilidade térmica até 180°C. Os espectros na região do IV mostraram um aumento na intensidade das bandas de absorção do extrato liofilizado, que pode está relacionado à extração dos constituintes químicos da matriz celular. A prospecção química do extrato confirmou a presença de classes de metabólitos secundários já relatados em literatura. A fração clorofórmica sugere a presença de alcalóides pelo teste de precipitação com reagente de Dragendorff. A CCD e a CLAE mostraram uma possível presença de uma mesma substância nas frações alcaloídicas e hexânicas. O extrato bruto de H. indicum L. inibiu o crescimento de Staphylococcus aureus apresentando halos de 12,5 mm±0,707 e 10,5 mm±0,707 para as concentrações de 500 mg/mL e 250 mg/mL, respectivamente. As misturas físicas do extrato com os adjuvantes farmacêuticos, utilizados no desenvolvimento da formulação fitoterápica, não apresentaram incompatibilidade física e não houve modificações significativas no perfil de absorção entre os compostos analisados. A formulação fitoterápica semi-sólida manteve-se estável após sua preparação, após a submissão do gel a força centrípeta e após ação do estresse térmico.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Geoprópolis produzida por diferentes espécies de abelhas: atividades antimicrobiana e antioxidante e determinação do teor de compostos fenólicos
    (Universidade Federal do Pará, 2015-05-15) LIMA, Marcus Vinicius Dias de; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390
    Dentre os meliponíneos ou “abelhas sem ferrão” (Stingless bee) destacam-se a Melipona quadrifasciata (Mandaçaia), Melipona marginata (Manduri) e a Tetragonisca angustula (Jataí). Um dos produtos produzidos por estas abelhas e que apresenta grande aceitabilidade no mercado é a geoprópolis, uma substância resinosa e balsâmica de composição química complexa, coletado pelas abelhas de brotos, exsudações e de outras partes do tecido vegetal, que é transformada por processos enzimáticos por adição de secreções, sendo adicionados terra e/ou barro. Dentre os componentes químicos, destacam-se a presença de compostos fenólicos, diterpenos, triterpenos, óleos essenciais e muitos outros. As atividades mais estudadas da própolis são a antibacteriana e antifúngica, além da atividade antiviral, imunomoduladora, antitumoral, antiinflamatoria e antioxidante. Este trabalho objetivou avaliar a atividade antimicrobiana, através da determinação da Concentração Inibitória Mínima (CIM) e Concentração Bactericida Mínima (CBM), e atividade antirradicalar pelo método de capacidade antioxidante equivalente ao trolox (TEAC), além da determinação dos teores de compostos fenólicos e flavonóides (Método de Folin-Cioucalteu e complexação com cloreto de alumínio, respectivamente) de amostras de geoprópolis de diferentes espécies de abelhas sem ferrão (Melipona quadrifasciata, Melipona marginata e Tetragonisca angustula). Todas as amostras de geoprópolis apresentaram atividade antimicrobiana frente às bactéria gram-positivas, sendo que a abelha Manduri apresentou menor valor de CIM e CBM; somente a espécie Mandaçaia apresentou atividade moderada contra bactérias gram-negativas. A geoprópolis da abelha Manduri foi a que apresentou maior teor de compostos fenólicos e flavonóides, seguido da geoprópolis da abelha mandaçaia, e ambas estavam em conformidade com os parâmetros preconizados pela legislação vigente, sendo que a geoprópolis da espécie Manduri também apresentou elevados níveis de antioxidante total em relação as demais abelhas. Observou-se que a atividade antimicrobiana dos extratos de geoprópolis não está diretamente associada aos elevados níveis de compostos fenólicos, incluindo flavonóides.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Obtenção de gordura das sementes de Ucuúba (Virola surinamensis) por meio de extração com CO2 em estado supercrítico: rendimento global, dados cinéticos, ácidos graxos totais e atividade antimicrobiana
    (Universidade Federal do Pará, 2015-09-28) CORDEIRO, Renato Macedo; CARVALHO JÚNIOR, Raul Nunes de; http://lattes.cnpq.br/5544305606838748
    A Virola surinamensis, popularmente conhecida como ucuúba, é uma árvore típica encontrada em várzeas e margens de rios da região Amazônica. A gordura extraída das sementes possui alto ponto de fusão e é um produto apreciado pelas indústrias de cosméticos. O objetivo deste trabalho foi estudar a extração de gordura das sementes de ucuúba utilizando fluido supercrítico e comparar, em termos de rendimento de processo e composição dos extratos, com os obtidos a partir da técnica de extração por solvente orgânico (via soxhlet). A técnica de Extração por Fluido Supercrítico (Supercritical Fluid Extraction - SFE) foi utilizada por ser considerada uma tecnologia limpa, ambientalmente segura e economicamente atrativa, evitando o consumo de grandes quantidades de solventes orgânicos, que são muitas vezes caros e potencialmente prejudiciais. Os extratos supercríticos de sementes de ucuúba foram obtidos utilizando temperaturas de 40, 60 e 80 ºC, combinado com uma pressão de 350 bar, a densidade do solvente variou de 789,2 a 935,6 kg/m3 e uma vazão de 2,7 L/min. O maior rendimento obtido utilizando CO2 supercrítico foi de 64,39% para a condição de extração de 350 bar e 80 °C. O rendimento para a extração via soxhlet foi de 61,38%. Os modelos de transferência de massa de Goto et al. (1993), Esquível et al. (1999) , Tan e Lio (1989), Barton (1991) e Martinez et al. (2003) foram utilizados para descrever as cinéticas de extração utilizando fluido supercrítico. Os modelos que melhor descreveram as cinéticas de extração, apresentando baixos desvios relativos médios, foram os modelos de Martinez et al. (2003) e Goto et al. (1991). A análise de perfil de ácidos graxos mostrou que a composição da gordura de ucuúba é predominante por ácidos graxos saturados, principalmente dos ácidos mirístico e láurico. A atividade antimicrobiana das gorduras obtidas foi testada nos seguintes microorganismos: Candida albicans, Staphylococcus aureus e Escherichia coli. Somente a bactéria Staphylococcus aureus apresentou halo de inibição, que variou de 10 a 11 mm.
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