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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Processos de auto-regulação no curso de vida: controle primário e controle secundário
    (2009) KHOURY, Hilma Tereza Tôrres; GÜNTHER, Isolda de Araújo
    Este artigo discute conceitos relevantes à perspectiva do curso de vida, porém pouco difundidos no Brasil: controle primário e controle secundário. O primeiro se refere aos esforços que o indivíduo empreende para adaptar o ambiente às suas necessidades; o segundo, para se adaptar ao ambiente. Apresenta-se a formulação original dos conceitos como modelo de dois processos de controle, em oposição a modelos de processo único, como o do desamparo aprendido. Em seguida, discute-se revisão conceitual que trouxe modificação e ampliação para estes construtos, concebendo-os em um modelo bidimensional que articula controle primário e secundário com os conceitos de seleção e compensação. Nesse processo, apresentam-se contribuições no intuito de estimular a reflexão e expandir a discussão teórico-conceitual que envolve estes construtos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Processos de regulação em práticas de ensino para futuros profissionais de francês
    (Universidade Federal do Pará, 2014-07-28) SILVA, Fernanda Souza e; CUNHA, Myriam Crestian Chaves da; http://lattes.cnpq.br/0057919162522146
    Este trabalho tem por objeto os processos formativos, entre os quais se encontram os de regulação da aprendizagem, no campo do Ensino/Aprendizagem de Línguas Estrangeiras. O atual Projeto Pedagógico do curso de Letras – habilitação em língua francesa da Universidade Federal do Pará investe no desenvolvimento das competências autorregulatórias dos aprendentes de línguas estrangeiras. Estudos recentes, referentes ao impacto das propostas desta matriz curricular, identificaram aspectos que ainda precisam ser investigados, entre os quais encontra-se o papel do professor da língua estrangeira neste processo, o que justificou a presente investigação. Sendo assim, buscou-se com este projeto contribuir para ampliar, teórica e metodologicamente, os conhecimentos acerca da avaliação formativa como facilitadora dos processos de (auto) regulação da aprendizagem no âmbito do ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras, procurando entender quais componentes nas práticas e concepções docentes, podem influenciar positiva ou negativamente o desenvolvimento dessas práticas no contexto da sala de aula de língua. Para tal, foi realizado um estudo de caso, no qual foram observadas aulas de Língua Francesa de três professoras diferentes, com as quais também foram realizadas entrevistas no intuito de entender como lidam com a regulação em suas aulas. Os resultados revelam que as intervenções regulatórias das professoras recaem, principalmente, no plano da comunicação (que abarca aspectos linguísticos e de uso da língua) deixando o plano da aprendizagem (concernente aos métodos e procedimentos de aprendizagem) em segundo lugar, e que as concepções que subjazem a essas práticas estão mais voltadas para a regulação do ensino do que para o desenvolvimento das capacidades autorregulatórias dos aprendentes. Por fim, indicamos algumas ações que um professor de língua pode adotar para promover as capacidades em questão.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Propostas de autoavaliação e autorregulação em livros didáticos de Espanhol como língua estrangeira
    (Universidade Federal do Pará, 2018-07-31) VELÁSTEGUI, Débora Aline Camargo; CUNHA, Myriam Crestian Chaves da; http://lattes.cnpq.br/0057919162522146
    Este trabalho teve por objeto de análise as atividades de autoavaliação presentes em livros didáticos de Espanhol como Língua Estrangeira e visou analisar se processos formativos são possibilitados nesses materiais, de modo a contribuir para a autonomia dos aprendentes. Percebemos que, embora um número cada vez maior de materiais incorpore atividades consideradas como de autoavaliação, poucas pesquisas são empreendidas sobre o tema e sobre o processo correlato: a autorregulação. No ensino de idiomas, a avaliação da aprendizagem tem deixado de ter um caráter apenas somativo e classificatório, passando a integrar a construção do conhecimento pelos aprendentes, numa perspectiva dita formativa. Apoiamo-nos na concepção de avaliação formativa francófona, para compor a fundamentação teórica de nosso trabalho e nos baseamos, principalmente, nos estudos de Bonniol; Vial (2001), Fernandes (2004, 2005, 2006, 2008,), Perrenoud (2008), Barreiro (2009), Mottier-Lopez (2010), Hadji (2011). Formamos um corpus de materiais didáticos de Espanhol como Língua estrangeira (livro didático, CD, caderno de exercícios etc.) e para a sua análise elaboramos cinco categorias (localização das atividades no conjunto didático; tipos de atividades propostas; objetos avaliados; orientações dos autores para o uso das propostas das atividades de autoavaliação e; modo de expressão da autoavaliação e de seus resultados) com base nas concepções da avaliação formativa, com o objetivo de: identificar quais atividades de natureza formativa estão presentes nos materiais selecionados; analisar suas características e sua inserção no livro em relação aos objetivos pretendidos e às atividades didáticas propostas; verificar quais orientações aparecem no guia didático, para o desenvolvimento dessas atividades pelos professores, e como essas orientações se relacionam com as opções metodológicas do livro didático. Os dados analisados mostram que, de um modo geral, as atividades de (auto)avaliação ainda se apresentam como uma simples recapitulação da gramática ou dos aspectos linguísticos da língua estrangeira estudada, destoando assim das concepções formativas, de modo que, não servem para autorregular as aprendizagens, nem, tampouco, ajudam os professores a apoiar seu ensino nas estratégias metacognitivas que seu alunos poderiam desenvolver para ajudá-los realmente a aprender.
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