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Navegando por Assunto "Barreiras Formation"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação das influências espaço-temporais e de maré nas concentrações de metais em água e sedimentos estuarinos no entorno de um polo industrial amazônico
    (Universidade Federal do Pará, 2025-04-25) FERREIRA, Johnata Azevedo; AMADO, Lílian Lund; http://lattes.cnpq.br/3382900147208081; https://orcid.org/0000-0001-7693-8191
    O estuário do rio Pará é formado pelo rio Tocantins e afluentes de pequenas contribuições como os rios Guamá e Capim. O estuário é um importante ecossistema por servir de abrigo e reprodução para diversas espécies de peixes além de ser responsável pela reciclagem de nutrientes para o meio aquático. Entretanto, esse ambiente sofre constantemente descargas de efluentes de origem doméstica e industrial. O município de Barcarena, região estuarina do estado do Pará, localizado a 40 km de distância da capital (Belém) é um local de grande importância econômica para o estado, possuindo um polo industrial no setor de alumino, caulim e siderurgia. O presente estudo tem por objetivo a caracterização da variação espaço-temporal de metais e metaloide em água superficial (frações total, dissolvida e particulada) e sedimento superficial (fração total) em pontos sob distintos níveis de influência urbano-industrial no município de Barcarena, PA. Foram coletadas amostras de água e sedimento no estuário do rio Pará em diferentes períodos sazonais nos anos de 2023 períodos (I- Transicional, II – Chuvoso, III – transicional, IV - Estiagem) e 2024 (V – Chuvoso, e VI – Estiagem). Durante o período de coleta, foram observados diferentes fenômenos climáticos relacionados ao El Niño- Southern Oscillation (ENSO). O ano de 2023 foi marcado pela ocorrência do La Niña, enquanto em 2024 ocorreu o El Niño. As coletas para obtenção de dados químicos de águas e sedimentos foram realizadas em triplicata, na maré enchente e na vazante em pontos com diferentes proximidades do polo urbano-industrial de Barcarena. Foram analisadas as concentrações de 10 metais (Al, Ba, Cd, Fe, Pb, Mn, Ni, Cr, As e Hg), na água (fração total, particulada e dissolvida) e em sedimentos (fração total) através da técnica de Espectrometria de Absorção Atômica com atomização em Chama, Forno de Grafite, Vapor Frio de Mercúrio e Geração de Hidretos. Os resultados obtidos demonstraram ausência de diferenças significativas nas concentrações dos metais entre as marés (enchente e vazante) nos pontos amostrados. Em relação às concentrações de metais nas matrizes ambientais (água e sedimento) em todos os pontos analisados, os metais Al, Fe, Mn e Ba apresentaram as maiores concentrações. Esse resultado já era esperado, pois esses elementos possuem altas concentrações na formação geológica da região (Formação Barreiras). Apesar de a região de Barcarena apresentar grandes concentrações de metais, esse padrão reflete fortemente geologia local. No entanto, fatores de natureza antropogênica também podem estar contribuindo para o aporte de metais potencialmente tóxicos na região. Esse fato pode ser observado nos pontos do Rio Murucupi (RM) e porto de Vila do Conde (VC). Ambas as localidades apresentam baixo saneamento básico, recebendo efluentes de origem doméstica e lixões. Esses resíduos acabam liberando metais e metaloides, como Pb, Hg e As, para a água e o sedimento. Esses elementos são frequentemente associados a efluentes de origem doméstica, descarte inadequado de resíduos sólidos e lixões. Nossos resultados também demonstram importantes conclusões sobre a influência do ENSO (El Niño e La Niña) na distribuição e no comportamento dos metais na região amazônica de estudo. As maiores concentrações de metais, tanto na água quanto no sedimento, foram encontradas durante o período de El Niño em comparação com La Niña. Assim, concluímos que estudos de avaliação ambiental na Amazônia, especialmente os que envolvem o monitoramento de metais em distintos compartimentos ambientais, devem levar em consideração o aporte natural destes elementos nos compartimentos abióticos para que se possa pontuar os potenciais contaminações advindas de atividades antrópicas como urbanização e industrialização.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O Neógeno da Plataforma Bragantina e da parte leste da Bacia do Marajó, norte do Brasil: Paleoambiente, Proveniência e relação com a evolução do Proto-Amazonas
    (Universidade Federal do Pará, 2021-11-16) BAIA, Lohan Barbosa; SILVA JUNIOR, José Bandeira Cavalcante da
    Durante o Mioceno inferior, a estabilidade tectônica na Plataforma Bragantina favoreceu a acumulação de depósitos de carbonatos, posteriormente suprimidos por um sistema iliciclástico associado a Formação Barreiras. Trabalhos anteriores sugerem que este foi oriundo da pluma sedimentar do proto-Amazonas, enquanto outros indicam uma evolução independente. Com base no exposto, este estudo aplicou técnicas de proveniência para indicar os compartimentos tectônicos que contribuíram como rochas fonte da Formação Barreiras, discutir a influência do proto-Amazonas na supressão da plataforma carbonática e compreender o contexto paleogeográfico. A área de estudo abrange os municípios de Ourém (OU), Capanema (CA), Castanhal (CS), Santa Isabel do Pará (SI), Outeiro (OT), Ilha de Mosqueiro (IM), Salinópolis (SA), Aricuru (AR) e Mocooca (MO). Foram realizadas técnicas de análise de fácies com medidas de paleocorrente e coletadas 12 amostras, contendo em torno de 500 g de sedimento cada. Foi ealizada a coleta de clastos para a caracterização morfológica em Ourém e Ilha de Mosqueiro. Para o sedimento inconsolidado, houve o peneiramento visando as frações 250 – 25 µm e 125 - 63 µm. Aplicou-se ácido oxálico (50 g.L -1 ) nestas frações e separamos por densidade em bromofórmio (2,8 g/ml) os minerais leves e pesados. Foram confeccionadas 24 âminas petrográficas de minerais leves destinadas a catodoluminescência (CL) e 24 lâminas de minerais pesados para identificação da assembleia mineralógica, análise de forma e elaboração de gráficos. A partir dos resultados de minerais pesados, foi possível agrupar os valores com dados de estudos anteriores e aplicar o método Ponderação do Inverso das Distâncias. Os resultados indicam a presença de 10 fácies, das quais foram agrupadas em duas associações, abrangendo conglomerados, arenitos e pelitos. Os clastos apresentaram composição exclusivamente quartzosa, predominando formas subangulares a arredondadas. A CL indica predomínio de 45% de quartzo com luminescência azul escura, 28% com luminescência azul clara e 26% com luminescência violeta. Os esultados de minerais pesados indicam presença de estaurolita (54,45%), zircão 20,29%), turmalina (10,02%), cianita (7,19%), rutilo (5,37%) e sillimanita (2,67%). Os valores acima de 50% da somatória das porcentagens de zircão, turmalina e rutilo indicamelevação da maturidade em direção à porção costeira, enquanto os mapas de distribuição mostram predominância de estaurolita na Plataforma Bragantina e aumento dos valores de cianita acompanhando os de turmalina e zircão na Bacia do Marajó. A partir das nterpretações faciológicas, pudemos aprimorar reconstrução paleoambiental constituída de leques aluviais, rios entrelaçados e meandrantes, planícies arenosas, planícies lamosas e manguezais. Os valores de CL e a grande concentração de estaurolita refletem fontes de rochas metamórficas para a Plataforma Bragantina que são provenientes do sudeste do Pará, possivelmente do Cinturão Gurupi e Cráton São Luís; enquanto os valores de CL para a Bacia do Marajó, atrelado aos valores de cianita, zircão e turmalina, indica uma forte influência de fontes plutônicas e metamórficas provenientes do sul do Pará, tais como o Cinturão do Tocantins-Araguaia, Bacia do Grajaú e Sub-Bacia de Cametá. De modo geral, o proto-Amazonas não teve influência na supressão carbonática, sendo o principal fenômeno responsável a progradação de sedimentos, principalmente provenientes de rochas metamórficas com menores contribuições de rochas plutônicas e vulcânicas, a partir da evolução da tectônica do sul e sudeste paraense.Palavras-chave: Plataforma carbonática. Mioceno. Leques aluviais. Formação Barreiras.Cinturão Gurupi.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O Neógeno da Plataforma Bragantina e da parte leste da Bacia do Marajó, norte do Brasil: Paleoambiente, Proveniência e relação com a evolução do Proto-Amazonas
    (Universidade Federal do Pará, 2021-11-16) BAÍA, Lohan Barbosa; SILVA JUNIOR, José Bandeira Cavalcante da; http://lattes.cnpq.br/8615194741719443
    Durante o Mioceno inferior, a estabilidade tectônica na Plataforma Bragantina favoreceu a acumulação de depósitos de carbonatos, posteriormente suprimidos por um sistema siliciclástico associado a Formação Barreiras. Trabalhos anteriores sugerem que este foi oriundo da pluma sedimentar do proto-Amazonas, enquanto outros indicam uma evolução independente. Com base no exposto, este estudo aplicou técnicas de proveniência para indicar os compartimentos tectônicos que contribuíram como rochasfonte da Formação Barreiras, discutir a influência do proto-Amazonas na supressão da plataforma carbonática e compreender o contexto paleogeográfico. A área de estudo abrange os municípios de Ourém (OU), Capanema (CA), Castanhal (CS), Santa Isabel do Pará (SI), Outeiro (OT), Ilha de Mosqueiro (IM), Salinópolis (SA), Aricuru (AR) e Mocooca (MO). Foram realizadas técnicas de análise de fácies com medidas de paleocorrente e coletadas 12 amostras, contendo em torno de 500 g de sedimento cada. Foi realizada a coleta de clastos para a caracterização morfológica em Ourém e Ilha de Mosqueiro. Para o sedimento inconsolidado, houve o peneiramento visando as frações 250 – 125 μm e 125 - 63 μm. Aplicou-se ácido oxálico (50 g.L-1) nestas frações e separamos por densidade em bromofórmio (2,8 g/ml) os minerais leves e pesados. Foram confeccionadas 24 lâminas petrográficas de minerais leves destinadas a catodoluminescência (CL) e 24 lâminas de minerais pesados para identificação da assembleia mineralógica, análise de forma e elaboração de gráficos. A partir dos resultados de minerais pesados, foi possível agrupar os valores com dados de estudos anteriores e aplicar o método Ponderação do Inverso das Distâncias. Os resultados indicam a presença de 10 fácies, das quais foram agrupadas em duas associações, abrangendo conglomerados, arenitos e pelitos. Os clastos apresentaram composição exclusivamente quartzosa, predominando formas subangulares a arredondadas. A CL indica predomínio de 45% de quartzo com luminescência azul escura, 28% com luminescência azul clara e 26% com luminescência violeta. Os resultados de minerais pesados indicam presença de estaurolita (54,45%), zircão (20,29%), turmalina (10,02%), cianita (7,19%), rutilo (5,37%) e sillimanita (2,67%). Os valores acima de 50% da somatória das porcentagens de zircão, turmalina e rutilo indicam elevação da maturidade em direção à porção costeira, enquanto os mapas de distribuição mostram predominância de estaurolita na Plataforma Bragantina e aumento dos valores de cianita acompanhando os de turmalina e zircão na Bacia do Marajó. A partir das interpretações faciológicas, pudemos aprimorar reconstrução paleoambiental constituída de leques aluviais, rios entrelaçados e meandrantes, planícies arenosas, planícies lamosas e manguezais. Os valores de CL e a grande concentração de estaurolita refletem fontes de rochas metamórficas para a Plataforma Bragantina que são provenientes do sudeste do Pará, possivelmente do Cinturão Gurupi e Cráton São Luís; enquanto os valores de CL para a Bacia do Marajó, atrelado aos valores de cianita, zircão e turmalina, indica uma forte influência de fontes plutônicas e metamórficas provenientes do sul do Pará, tais como o Cinturão do Tocantins-Araguaia, Bacia do Grajaú e Sub-Bacia de Cametá. De modo geral, o proto-Amazonas não teve influência na supressão carbonática, sendo o principal fenômeno responsável a progradação de sedimentos, principalmente provenientes de rochas metamórficas com menores contribuições de rochas plutônicas e vulcânicas, a partir da evolução da tectônica do sul e sudeste paraense.
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