Navegando por Assunto "Benedicto Monteiro"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Dois dedos de prosa (ficcional, brasileira, contemporânea) sobre um viajante(Universidade Federal do Pará, 2010-06) SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria PereiraEste trabalho pretende paralelos entre dois romances da literatura brasileira, A terceira margem e Nove noites, a partir da movimentação de categorias importantes para a compreensão das poéticas que marcam o Século XX, como a relação entre História e ficção.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A perspectiva labiríntica na memória do narrador em Verde Vagomundo, de Benedito Monteiro(Universidade Federal do Pará, 2018-09-13) MORAES, Nayana Regina de; SIMÕES, Maria do Perpétuo Socorro Galvão; http://lattes.cnpq.br/0672011058049782; https://orcid.org/0000-0002-1365-6258Este estudo aborda a perspectiva da memória do narrador-personagem no romance Verde Vagomundo (1972), de Benedicto Monteiro. A pesquisa parte de imbricamentos narrativos observados a partir de elementos que constituem a memória individual e coletiva do personagem major Antônio, que ao regressar para sua cidade natal, depara-se com o imaginário de memórias da Amazônia ribeirinha. A memória de major transita por recordações de um passado distante do cotidiano urbano, na medida que, ao defrontar-se com as imagens de sua terra natal, a personagem-narrador reelabora o lugar da infância, aproximando-se de narrativas ligadas à tradição oral. Busca-se, ainda, entender o contexto ao qual está inserida a obra de Benedicto Monteiro, haja vista a interação da referida prosa literária com a atmosfera política da ditadura militar brasileira. Adiante, avalia-se a pertinência de teorias do narrador contemporâneo, cujo estudo aqui interpreta a memória como bifurcação de experiências subjetivas do homem moderno, urbano e fragmentado. Ao regressar a sua cidade de origem, o narrador de Verde Vagomundo concebe na narrativa a experiência de tensão do homem no mundo. A base teórica da discussão compreende os estudos de Walter Benjamin (1987), Theodor Adorno (2003), Silviano Santiago (1989), Cândido (1989) (2007), Henri Bergson (1999), Maurice Halbawachs (2003) e Jacques Le Goff (2014).
