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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Agostinho de Souza Moreira, comandante dos rios Guamá e Capim: trajetória de uma liderança cabana do interior da Amazônia (1829-1837)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-03-14) NASCIMENTO, Wesley David Silva do; RICCI, Magda Maria de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/4368326880097299
    A presente dissertação analisa a trajetória de Agostinho de Souza Moreira, uma liderança do interior do Grão-Pará nos anos iniciais da Cabanagem (1835-1836). Através da pesquisa em torno desse sujeito, este trabalho visa abordar os desdobramentos da guerra cabana nos rios Capim e Guamá, que compreende a freguesia de São Domingos da Boa Vista e São Miguel da Cachoeira, e a vila de Ourém; além de exercer influência na vila de Bragança e no lugar de Viseu. Nessas localidades, Agostinho Moreira atuou enquanto Comandante Geral com a responsabilidade de legitimar a autoridade do governo cabano na região. Anteriormente, esse sujeito teve passagens pela Câmara Municipal, pelo Juízo Ordinário e a Guarda Nacional, que permitiu conhecer muitas pessoas, a fiscalização da produção da região, além da geografia local. Marcada historicamente pelas fugas, pela ação dos mocambos, da resistência indígena e as deserções militares, essa região conhecida como o meio do caminho entre Pará e Maranhão convulsionou em muitas lutas protagonizadas por esses povos que lutavam por melhores condições de vida e de suas liberdades, durante a década de 1820. Assim, a partir de 1836 quando a Cabanagem começa a se radicalizar para os interiores do Pará, Agostinho Moreira garantiu notoriedade por possuir o controle de uma região que detinha os gêneros necessários para uma economia de guerra que ameaçava o controle das autoridades interprovinciais que se muniram fortemente em caçada ao líder cabano. Nesse sentido, apresentaremos a região de atuação de Agostinho Moreira marcada por travessias e refúgios. E em seguida analisaremos sua trajetória em busca por um lugar no poder local até sua ascensão como líder cabano, evidenciando sua organização, suas estratégias de guerra e as suas fugas durante a repressão anticabana. Fizemos isso através da busca pelos rastros documentais que nos levassem a Agostinho Moreira encontrados em ofícios e correspondências trocadas entre autoridades, termos de vereação e notícias de jornais que circulavam no Império, utilizando a metodologia do paradigma indiciário para identificar a ação dos amocambados e indígenas no período de maior radicalidade da guerra cabana.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Anna Turan Machado Falcão (1862-1940): a pioneira médica esquecida da Amazônia
    (2012-03) MIRANDA, Aristóteles Guilliod de; ABREU JUNIOR, José Maria de Castro
    O artigo esboça uma biografia de Anna Turan Machado Falcão. Nascida em 1862, em Igarapé Miri, Estado do Pará, foi a primeira médica paraense, formada em 1887, nos Estados Unidos da América. Após retornar ao Brasil e revalidar seu diploma na Faculdade de Medicina da Bahia, exerceu sua profissão no Pará, no Acre e em São Paulo, onde faleceu, em 1940.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O antropólogo Herbert Baldus
    (2000) SILVA, Orlando Sampaio
    Herbert Baldus foi um antropólogo teuto-brasileiro que exerceu importante papel na constituição da pesquisa e dos conhecimentos antropológicos no Brasil. Seu trabalho científico se desenvolveu intimamente ligado ao curso de sua própria vida, que transcorreu, em sua maior parte, neste país, dedicada ao ensino, à pesquisa, à divulgação científica e à tentativa de instituir uma política indigenista comprometida com a preservação das etnias indígenas. A contribuição de seu pensamento teórico, tendo iniciado com explanações sobre as culturas materiais e não materiais, passou por abordagens funcionalistas e estruturalistas, lançando as bases dos estudos das sociedades indígenas em situação de contato e de mudança cultural.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Assinado, Pierre Beltrand. Por Ubiratan de Aguiar (1957-2023)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-01-10) PINHEIRO, Marcelo Coelho do Amaral; FONTES, Edilza Joana Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9447513031256372
    É a história do colunista social mais longevo do Brasil de sua época. Escrita pelo decano da imprensa paraense nas páginas dos jornais O Estado do Pará, A Província do Pará, O Liberal e Amazônia; na Rádio Clube do Pará e na Rádio Difusora; e nas tevês Marajoara, Guajará e Liberal. E agora contada a partir da trajetória do jornalista Ubiratan de Aguiar - o filho de papel passado da mãe de santo do governador do Pará tio da esposa do patrão dono do grupo de telecomunicações desde a agência de publicidade de poste e lista telefônica da Belém onde meninas são “New Faces”, garotas “Glamour Girl”, moças e rapazes entre “10 Mais Elegantes”, jovens d’ “Os Mais Cobiçados” e senhoras pontificam como “Hostess do Ano” - em pseudônimo... heterônimo... nome artístico... personagem... figura... duplo... por sessenta e cinco anos Assinado, Pierre Beltrand.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Barão de Marajó: um intelectual e político entre a Amazônia e a Europa (1855-1906)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-11-16) COELHO, Anna Carolina de Abreu; SARGES, Maria de Nazaré dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2076421409418420
    José Coelho da Gama e Abreu, o Barão de Marajó, formou-se em filosofia na Universidade de Coimbra, tornando-se respeitado no círculo intelectual português, inclusive com biografias publicadas na imprensa. Pertencia a uma família rica e com certa tradição no Pará, cujo poder aquisitivo e status foi aumentado com o seu casamento com Maria Pombo Brício. O Barão de Marajó foi um homem que soube se manter no poder ao longo de sua vida desempenhando diferentes cargos públicos durante os períodos imperial e republicano. Iniciou a carreira em 1855 como Diretor das Obras Públicas no Pará, foi presidente das Províncias do Pará e do Amazonas e Deputado; era amigo do Imperador D. Pedro II mas, isso não impediu que se tornasse o primeiro Intendente republicano da cidade de Belém, escolhido pessoalmente pelo governador Lauro Sodré. Terminou sua carreira como Senador estadual em 1906, o ano de sua morte. Divulgador dos interesses da Amazônia na Europa foi representante do Pará na Exposição Universal de Paris em 1889 e na Exposição Universal de Chicago em 1893. A despeito de meio século de vida pública, o Barão de Marajó tornou-se mais conhecido como um intelectual que escreveu obras de referência sobre a Amazônia, abordando questões de grande relevância para as definições da nacionalidade brasileira e dos interesses específicos de sua região nas obras: A Amazonia, As Regiões Amazonicas e Um Protesto. Suas viagens, publicadas na obra Do Amazonas ao Sena, Nilo, Bosphoro e Danúbio – Apontamentos de Viagem, fizeram parte de sua formação, sendo que suas reflexões a respeito de cidades europeias e orientais tornaram-se fundamentais no exercício de diferentes cargos públicos contribuindo para o remodelamento urbano da cidade de Belém na segunda metade do século XIX. Partindo dessas lembranças e esquecimentos, busca-se perceber a trajetória política e intelectual do Barão de Marajó, um sujeito emblemático para o entendimento da formação nacional na segunda metade do século XIX e início do XX.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Clodoaldo Beckmann (1927–2007): o médico cirurgião e documentalista dedicado à Biblioteconomia
    (2015-10) SOUZA, Orinete Costa; FERREIRA, Rubens da Silva
    Estudo sobre a vida e a obra do médico cirurgião e documentalista Clodoaldo Fernando Ribeiro Beckmann (1927-2007), fundador do curso de Biblioteconomia na Universidade Federal do Pará (UFPA). Com o objetivo de recuperar a dimensão profissional do homem que colocou seu conhecimento a serviço da Medicina e da Biblioteconomia, foi realizado um estudo de natureza qualitativa, fundamentado na história oral, mais precisamente no método biográfico, combinado à pesquisa documental, à bibliográfica e à realização de entrevistas abertas e conversas informais junto aos familiares, amigos e ex-alunos. A memória recuperada pelas evidências destaca os feitos marcantes da vida de Clodoaldo Beckmann que fizeram com que o nome dele entrasse para a história da Medicina e da Biblioteconomia no Pará.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O desvelar do processo de criação: a questão da autoria em Um Sopro de Vida, de Clarice Lispector
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12-02) RIBEIRO, Merissa Ferreira; FERRAZ, Antônio Máximo von Sohsten Gomes; http://lattes.cnpq.br/5982898787473373
    Este trabalho pretende alargar as concepções acerca da autoria na obra de Clarice Lispector, a partir do romance Um Sopro de Vida – o qual nos concede um rico conteúdo para pensarmos as dimensões do autor na obra literária, principalmente pelo fato de nele a questão da autoria ser posta em pauta de modo indubitável, não apenas pela personagem chamada Autor, mas porque, além disso, tal personagem inquieta-se a todo momento com o material de sua narrativa, inquirindo-se a respeito da autonomia e natureza de sua criação, Ângela Pralini. Essa criação (a personagem Ângela) do Autor, na obra, também tem espaço para expor seus pensamentos, suas manifestações e, numa espécie de diálogo indireto, questiona (em sintonia com o seu criador) o fazer artístico. Os elementos da narrativa expostos nesta obra publicada em 1978 abrem-nos, nesse sentido, novas perspectivas sobre as delimitações do autor na obra de arte. A fim de oferecer uma colaboração para a fortuna crítica da autora, o estudo se justifica em razão da vasta crítica que aborda as representações autobiográficas na obra clariceana, as quais apresentam, por vezes, um olhar restrito sobre a questão da autoria. Esta noção, todavia, passa pelos conceitos de literatura confessional e literatura feminina: no primeiro, pelo entendimento de que a obra literária é uma externalização ou projeção das vivências pessoais do escritor, o qual – sob a face de uma personagem – transpõe para narrativa uma autobiografia; na segunda, por evidenciarmos que “confessional” e “feminino” são termos por vezes amalgamados nas críticas literárias. Ao trazer-se para a discussão essas percepções, discutimos ligeiramente a cobrança por uma literatura engajada na obra de Clarice Lispector, posto que esse conceito é um dos critérios para se abordar a qualidade biográfica de determinada obra. Fazemos, para isso, um percurso por obras tidas como confessionais, por outros escritos de Lispector, bem como considerações acerca de sua fortuna crítica. Dessa forma, ancorando-nos em textos que nos deixam entrever o conceito de autor e no que postula Martin Heidegger (2010) sobre a origem da obra artística, buscamos instaurar outras possibilidades para a interpretação da autoria na obra da escritora.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Diálogo entre história e psicologia: a biografia na berlinda
    (Universidade Federal do Pará, 2010-06) LEMOS, Flávia Cristina Silveira
    Pretende-se, neste texto, interrogar os usos da biografia e da autobiografia, pensando os efeitos desta prática de produção de si, a partir de discussões baseadas em Foucault e Bourdieu. Diversos autores, representantes das ciências sociais e humanas, têm assinalado o interesse crescente pelo tema, na atualidade. A biografia e a autobiografia podem ser utilizadas para a construção de um modelo exemplar a ser imitado e canonizado, produzindo uma concepção de unidade, linearidade, sentido e continuidade na história de vida, contudo, também possibilita rupturas com a mesma, dependendo do modo como for utilizada. Deste modo, a teoria da história teria contribuições para as práticas da Psicologia, a partir de um diálogo a respeito da temática e discussão em pauta.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    José Sidrim (1881-1969): um capítulo da biografia de Belém
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-20) MATOS, Ana Léa Nassar; SARGES, Maria de Nazaré dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2076421409418420
    Percorrendo o itinerário do engenheiro arquiteto José Sidrim, auto exilado de Fortaleza, Ceará, para se estabelecer em Belém do Pará, no início do século XX, procurou-se através da narrativa histórica reconstituir a sua própria fábula, tendo como pano de fundo a história da cidade e, ao mesmo tempo, a participação deste personagem na sua construção. Tomou-se como ponto essencial a sua relação com o intendente Antonio Lemos, na sua condição de funcionário municipal e de amigo próximo, além das outras amizades que daí decorreram, enfatizando-se o seu desenvolvimento profissional, o repertório de sua produção arquitetônica como um representante do ecletismo do Pará.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Três faces de Haroldo Maranhão: o leitor, o jornalista, o escritor
    (Universidade Federal do Pará, 2010-08-27) MEDINA, Maria Juliana da Silva; AUGUSTI, Valéria; http://lattes.cnpq.br/6970953321235328
    Esta dissertação tem por objetivo discutir parcela da trajetória do escritor Haroldo Maranhão (1927-2004), revelada à luz dos documentos pertencentes ao seu arquivo pessoal. O estudo se organiza tendo em vista três perspectivas: o Haroldo Maranhão leitor, possuidor de um acervo bibliográfico acumulado ao longo de anos, o Haroldo Maranhão jornalista, nascido e formado profissionalmente no seio de um clã que por meio século esteve à frente de um dos jornais mais influentes da capital paraense, a Folha do Norte, e o Haroldo Maranhão escritor, em seus freqüentes embates com as práticas que regem a lógica do mundo editorial.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Wilson Fonseca: crendices e lendas amazônicas para canto e piano
    (Universidade Federal do Pará, 2012-02-08) AZULAY , Humberto Valente; CHADA, Sonia Maria Moraes; http://lattes.cnpq.br/1004865944722134
    O presente trabalho fala sobre Wilson Fonseca, um dos compositores mais importantes da nossa região amazônica, devido a sua trajetória e dedicação de uma vida inteira a favor da música e da nossa cultura, sendo uma referência não somente no campo musical, mas também na memória e resgate da história e cultura santarena. Crendices e lendas amazônicas para canto e piano, temática abordada nessa pesquisa, é apenas uma das várias faces a qual o autor retratou em sua extensa produção musical.
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