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Navegando por Assunto "Bioplástico"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Desenvolvimento e caracterização de bioplásticos de fécula de mandioca com extrato alcoólico de Vismia Guianensis
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08-27) SANTOS, Josiel Ferreira; PASCA, Gabriel Adolfo Cabrera; http://lattes.cnpq.br/5642784995274060; https://orcid.org/0000-0002-9411-0889
    Este trabalho investiga a incorporação do extrato alcoólico de Vismia Guianensis (EAVG) em fécula de mandioca, visando melhorar suas propriedades bioplásticas. O amido de mandioca foi dissolvido em água destilada nas seguintes concentrações com 0,2%, 0,5% e 1,0% de EAVG sob temperatura controlada no ponto de gelatinização (~70 °C) e depois moldado para formar os bioplásticos. As amostras preparadas foram caracterizadas por Refletância Total Atenuada/Espectroscopia de Infravermelho por Transformada de Fourier (ATR/FTIR), Análise Termogravimétrica e Térmica Diferencial (TGA-DTA), Difração de Raios X (XRD), Microscopia Eletrônica de Varredura/Espectroscopia de Energia Dispersiva (SEM/EDS). ), Microscopia de Força Atômica (AFM) e ensaios mecânicos, fornecendo insights sobre composição química, estabilidade térmica, cristalinidade, morfologia de superfície e propriedades mecânicas. Essas técnicas caracterizaram de forma abrangente os bioplásticos de fécula de mandioca com adição de EAVG, destacando suas propriedades mecânicas aprimoradas. Os resultados demonstraram que o EAVG desempenhou um papel eficaz como plastificante, aumentando a flexibilidade, resistência e estabilidade do biofilme que possuem uma espessura de 0,8mm, e suportam uma tração de 4,19 a 18, 43 MPa. Este estudo justifica o EAVG como um aditivo promissor para a produção de materiais biocompatíveis e sustentáveis, adequados para inúmeras aplicações em plásticos biodegradáveis. A EAVG apresenta um caminho para o avanço de bioplásticos com propriedades mecânicas, térmicas e funcionais aprimoradas, com um futuro promissor, no que diz respeito à sua contribuição para novos desenvolvimentos nessas áreas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Uso do óleo de açaí (Euterpe oleracea) e amido de mandioca (Manihot esculenta) na obtenção de produtos bioativos
    (Universidade Federal do Pará, 2023-10-30) OLIVEIRA, Sara Caroline Pacheco de; LAGO, Gleice Vasconcelos Pereira do; http://lattes.cnpq.br/7932392876332323; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0002-9702-250X; BRASIL, Davi do Socorro Barros; http://lattes.cnpq.br/0931007460545219; https://orcid.org/0000-0002-1461-7306
    A mandioca é encontrada em abundância na natureza, especialmente no Estado do Pará, dela é possível fazer a extração do amido, rico em amilose e amilopectina, componentes que auxiliam na produção de bioplásticos. Além disso, o Pará se apresenta como maior produtor do açaí, matéria-prima também natural e que apresenta compostos antioxidantes, fenólicos e cicatrizantes. O óleo extraído do açaí apresenta as mesmas características encontradas na polpa, o que o torna um excelente agente para incorporação em produtos adicionados de polímeros. O presente estudo relata a caracterização do amido de mandioca e avaliação das características biológicas do óleo de açaí, para a produção de um bioplástico ativo, com o intuito de incorporar neste, os benefícios encontrados no óleo. Para isso, alguns testes foram realizados utilizando plastificantes como glicerol, etilenoglicol e sorbitol na composição, para estruturação do bioplástico, onde o glicerol se mostrou a opção mais viável. O amido de mandioca foi seco a três temperaturas: 45, 60 e 75°C, para curva de secagem, e observou-se que o amido seco a 45°C teve melhor desempenho, sem perdas significativas em sua estrutura. As análises realizadas foram relevantes para detectar o potencial do óleo de açaí, na incorporação do bioplástico. Sabe-se que a caracterização do óleo é primordial para assegurar sua qualidade. O óleo de açaí foi avaliado quanto a RMN de 1H que foi fundamental para a quantificação dos índices de iodo (67,05 I2/g) e saponificação (109,06 mg KOH/g). Além disso, o óleo também apresentou resultados satisfatórios, com destaque para as atividades: antioxidante (532,56 µM de Trolox/g), anticâncer (com redução de atividade metabólica e viabilidade celular para as linhagens AGP01, SK19 e VERO, com IC50 75,30; 80,15; 73,05 µg/ml, respectivamente), além do resultado promissor na atividade anti-inflamatória que testou gene alvo TNF-α (fator de necrose tumoral alfa) e detectou que as amostras analisadas com o óleo apresentaram efeito anti-inflamatório mesmo após 24h de exposição do ensaio, o que afirma sua bioatividade. Isso ressalta o potencial gigantesco do uso do óleo de açaí para o aprimoramento e aplicação em novos produtos, uma vez que provou ser um forte aliado contra doenças infecciosas e cancerígenas, com capacidade de recuperação celular. Sendo assim, incorporou-se o óleo em matriz polimérica a base de amido de mandioca, onde obteve-se o bioplástico com espessura (0,157 mm), PVA (19,39 g.mm.KPa 1.d-1.m-2), transparência (2,60), e um dos destaques foi a análise colorimétrica que foi capaz de detectar tons de verde na amostra, representado pelos valores de -5,75 (a*) e 10,90 (b*), identificando a presença da clorofila oriunda do óleo de açaí. Dessa forma, foi possível notar a relevância do uso desse óleo para inclusão em produtos que tragam benefícios ao consumidor final, de forma a aproveitar as propriedades químicas e biológicas que esse óleo dispõe em sua composição, como é o caso do bioplástico, que contribui para o setor farmacêutico por apresentar bioatividade, além do possível uso no setor de embalagens e auxílio na redução do uso de plásticos oriundos do petróleo, por se tratar de um plástico 100% biodegradável.
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