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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Necronarrativas em três romances contemporâneos brasileiros
    (Universidade Federal do Pará, 2021-07-30) AUTIELLO, Sheila Lopes Maués; RUSSO, Vincenzo; http://lattes.cnpq.br/4108882812232683; CASTILO, Luís Heleno Montoril del; http://lattes.cnpq.br/3519128535996125; https://orcid.org/0000-0002-2507-5346
    A presente tese trata da ocorrência de necronarrativas na Literatura Brasileira Contemporânea a partir dos romances Pssica (2015), de Edyr Augusto; Enterre seus mortos (2018), de Ana Paula Maia e A Morte e o Meteoro (2019), de Joca Reiners Terron. O objetivo é analisar, a partir de uma abordagem analítico-comparatista, de que modo as narrativas ficcionalizam os processos necropolíticos da sociedade brasileira, nos últimos cinco anos. A pesquisa propõe análise dos romances a partir de três eixos críticos: o primeiro, corresponde aos corpos dispensáveis, que terá como base os conceitos de vida nua, de Giorgio Agamben (2002) e de vida precária, de Judith Butler (2019); o segundo, respeita à presença predatória dos negócios ‘gore’, que se fundamenta nos estudos sobre o capitalismo ‘gore’, de Sayak Valencia (2010) e, por fim, o terceiro, que relaciona-se à recorrência da imagem do morto-vivo ou zumbi, tendo como chave de leitura os estudos de Deleuze e Guattari (2010) e de Leo Barros (2020). O estudo concentra-se na análise temática das obras, apesar de fazer breves incursões por outros elementos narrativos. Conclui-se que os romances estudados fazem parte de uma força estruturante de composição romanesca, que representa esteticamente os processos necropolíticos brasileiros, a qual denominei: necronarrativa. Portanto, entende-se que as obras analisadas, fazem parte de um trecho do romance brasileiro que está preocupado em problematizar esteticamente a vida a partir da necropolítica (MBEMBE, 2018). A caracterização das necronarrativas se dá, sobretudo, pelas representações da precarização dos corpos contemporâneos; da emergência de mercados criminosos que florescem nos grupos submetidos a condições mortíferas e da iniciação a processos simbólicos de zumbificação social. Trata-se, todavia, de um estudo que identifica uma tendência e não uma generalização.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    No resflor da idade: a velhice em Corpo de baile
    (Universidade Federal do Pará, 2022-02-28) HENRIQUE, Rosalina Albuquerque; CASTILO, Luís Heleno Montoril del; http://lattes.cnpq.br/3519128535996125; https://orcid.org/0000-0002-2507-5346; HOLANDA, Sílvio Augusto de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0928175455054278; https://orcid.org/0000-0003-3971-9007
    Nesta tese, propõe-se uma discussão em torno das figurações da velhice com base nas narrativas das personagens de Corpo de baile (1956), Camilo, Cara-de-Bronze, Liodoro, Manuelzão e Rosalina, escritas por Guimarães Rosa (1908-1967), cujas estórias nos fazem discutir acerca da condição humana deles que permanece ainda inacabada ao ser assinalado a evocação do seguinte discurso: o de que a atual condição de velho não os destina ao nada. Em oposição a isso, continuam a alimentar sentimentos, desejos e projetos. Ao se destacar a importância da produção literária de Guimarães Rosa para o cenário da literatura brasileira, assinalar-se-ão algumas considerações sobre a velhice (de ontem à terceira idade de hoje) e sua correlação com a morte. O trabalho está alicerçado em pesquisas de caráter bibliográfico, como as de Beauvoir (2018), Ariès (2014), Elias (2001), Bosi (1994), Bolsanello, A.; Bolsanello, M. (1981), Kübler-Ross (1981, 1996), Debert (1988, 1999) e Cícero (2006, 2011), e, além de algumas produções críticas de estudiosos das obras rosianas: Rónai (2020), Oliveira; Schröder (2020), Salles (2020), Leonel; Nascimento (2018), Diogo (2017), Mendonça (2013), Lucchese (2011), Ferraz (2010), Holanda (2009), Fantini (2008), Zilberman (2007), Xisto (1991), Brasil (1969), Ramos (1968), Candido (1964), Lins (1963), Secco (1994, 2003), Martins (1996, 2001), Passos (2000, 2007), Roncari (2007, 2008), Atroch (2013, 2017), Marchelli (2016, 2018), Nunes (1957, 1998, 2000, 2009) e Vasconcelos (1996, 1997, 1998). O escopo teórico é o da Estética da recepção, proposto por Jauss (1994, 1982, 2002) por meio de uma hermenêutica centrada no leitor com base em Gadamer (2002), na qual o interesse primordial reside na maneira como a obra de arte deveria ser recebida, levando em conta a relação entre texto e leitor ou ainda entre efeito e recepção, sem perder de vista a importância do valor e da experiência estética da obra recebida e para quem está destinada, assumindo-se, nesse sentido, uma nova postura para o leitor em que a obra literária só existe quando é motivada por este sujeito, fulcral tanto para o conhecimento estético quanto histórico. Por último, baseado no método estético-recepcional serão estabelecidas discussões pertinentes à velhice em Corpo de baile, sem que se deixe de lado a relação do indivíduo com o tempo, o mundo e com a sua própria história.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A terra dos meninos pelados e o estado de exceção: um projeto estético graciliânico
    (Universidade Federal do Pará, 2018-06) BORGES, Lilliân Alves
    Graciliano Ramos, autor cânone da literatura brasileira, é mais reconhecido por suas produções literárias adultas, como Vidas Secas, São Bernardo, Memórias do Cárcere. Contudo, Ramos também deixou para seus leitores, narrativas destinadas ao público infantil, como Histórias de Alexandre, A terra dos meninos pelados, Pequena História da República, e os contos “Minsk” e “Luciana”. Refletindo sobre como a crítica vem privilegiando algumas obras de Graciliano Ramos em suas análises e deixando à margem, principalmente, as narrativas infantis, resolvemos ponderar e pensar o projeto estético graciliânico e como esse perpassa necessariamente todas as suas produções literárias e também como a análise de um Estado de exceção ultrapassa o conceito clássico exposto por alguns teóricos, como Giorgio Agamben.
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