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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise perceptual da harmonia vocálica na fala Belenense
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08-29) XAVIER, Francisco Cavalcante; CRUZ, Regina Célia Fernandes; http://lattes.cnpq.br/3307472469778577
    O presente trabalho tem por objetivo investigar, perceptualmente, a produtividade da harmonia vocálica (HV) disparada por vogais baixas na variedade do português falada em Belém/PA. Para isso, formou-se um corpus com 42 vocábulos paroxítonos, em sua maioria, no molde silábico CV'CV.CV, em que /e/ e /o/ se alternam na sílaba pretônica e /i, e, ɛ, a, ᴐ, o, u/, na tônica. Com uso do conversor Wideo Text-to-Speech Software, geraram-se, como estímulos sonoros, três variantes para cada item do corpus, de acordo com a altura da vogal pretônica: para , [i], [e], [E]; para , [u], [o], [O]. Uma amostra de 60 belenenses, estratificados em sexo, faixa etária e escolaridade, respondeu a um questionário implementado na plataforma Gorilla Experiment BuilderTM, versão 4, com dois protocolos de coleta de dados: I - Avaliação de Frequência (AF); II - Avaliação de Identificação (AI). Para a AF, protocolo principal, os participantes atribuíram às variantes de , uma frequência de ocorrência/uso aproximada na fala belenense, a partir dos seguintes índices escalares: Nunca, Raramente, Às vezes, Quase sempre. Na AI, tomou-se a avaliação dos participantes em identificar as três variantes como, de fato, diferentes. Para o tratamento estatístico dos 10.080 dados coletados, aplicaram-se análises de Correlação Simples e de Regressão Logística Binária, por meio do Programa R, versão 2024.04.1. Tomadas , por variáveis dependentes e as sete vogais tônicas por variáveis independentes, os resultados revelaram que, na fala de Belém, em geral, com base na escolha do índice de ocorrência plena Quase sempre: (a) as variantes altas são as menos frequentes – [i], com frequência relativa de .13 e [u], com .20; (b) as variantes médias são largamente predominantes, ajustando-se relativamente bem a todas as vogais tônicas – [e], .77 e [o], .75; (c) as variantes baixas estão em segundo lugar como mais frequentes – [E], .43 e [O], .41 –, mas, fortemente atraídas por vogais tônicas baixas, tomam a hegemonia das médias nesse contexto estrutural – [E], .82; [O], .78. Por fim, dos fatores externos: (a) falantes com mais idade realçaram a hegemonia da HV – [E], .83; [O], .83; (b) falantes mais jovens atenuaram-na – [E], .72; [O], .65; c) indivíduos formados na área da pesquisa tiveram maiores índices de discriminação entre as três variantes na AI – , .89; , .87. Em vista disso, atestou-se, no campo perceptual, uma regra fonológica de HV disparada por vogais baixas em pleno funcionamento no falar de Belém, como já apontavam estudos acústicos (Sousa, 2010; Fagundes, 2015; Souza, 2020). O fenômeno revelou-se produtivo com todas as vogais baixas em sílaba tônica, tanto sobre quanto , contrariando, nesse ponto específico, o sinal acústico (Souza, 2020).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Desenvolvimento de recursos para a construção de um sistema texto-fala para o português brasileiro
    (Universidade Federal do Pará, 2010-12-23) COUTO, Igor Costa do; KLAUTAU JÚNIOR, Aldebaro Barreto da Rocha; http://lattes.cnpq.br/1596629769697284
    Sistema Texto-Fala (TTS) é atualmente uma tecnologia madura que é utilizada em muitas aplicações. Alguns módulos de um sistema TTS são dependentes do idioma e, enquanto existem muitos recursos disponíveis para a língua inglesa, os recursos para alguns idiomas ainda são limitados. Este trabalho descreve o desenvolvimento de um sistema TTS completo para português brasileiro (PB), o qual também apresenta os recursos já disponíveis. O sistema usa a plataforma MARY e o processo de síntese da voz é baseado em cadeias escondidas de Markov (HMM). Algumas das contribuições deste trabalho consistem na implementação de silabação, determinação da sílaba tônica e conversão grafema-fonema (G2P). O trabalho também descreve as etapas para a organização dos recursos desenvolvidos e a criação de uma voz em PB junto ao MARY. Estes recursos estão disponíveis e facilita a pesquisa na normalização de texto e síntese baseada em HMM par o PB.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Padrão geoprosódico do português falado na Amazônia Oriental: análise comparativa de Belém, Macapá e São Luís
    (Universidade Federal do Pará, 2021-05-19) LEMOS, Rosinele Lemos e; CRUZ, Regina Célia Fernandes; http://lattes.cnpq.br/3307472469778577
    A presente tese tem como objetivo principal proceder a um mapeamento geoprosódico de três pontos de inquéritos do português brasileiro (PB) falado na Amazônia Oriental: Belém (PA), Macapá (AP) e São Luís (MA), tomando como objeto de análise a entoação modal. Trata-se de um estudo com base nos pressupostos da Sociofonética (THOMAS, 2011) por compreender uma análise acústica da fala que considera a atuação dos fatores sociais como sexo e escolaridade, na descrição do fenômeno analisado. A comparação interdialetal das três capitais compreende uma análise acústica dos parâmetros físicos de frequência fundamental (em st), duração (em Z-score) e intensidade (em Z-score), observados em sentenças declarativas neutras e interrogativas totais. Para a coleta dos dados utilizou-se a metodologia estabelecida pelo projeto AMPER. O tratamento dos dados consistiu em várias etapas, sendo que duas delas estão em consonância com a metodologia AMPER: a) codificação dos dados; b) isolamento dos áudios em arquivos individuais. As outras etapas foram realizadas com o suporte de scripts criados por Albert Rilliard (LIMSI-CNRS), utilizados na segmentação automática dos dados, a saber: c) script lance_batch_easyalign_v3.praat para obter o textgrid dos arquivos .wav; d) script de correção_segmentação.praat para a segmentação fonética no programa Praat 6.0.39, e) script AMPER_Textgrid2Txt_V3_boucle_DepoisEasyAlign_v2.praat que gerou os arquivos com os parâmetros acústicos; f) normalização dos parâmetros acústicos. Com os dados tratados, obtiveram-se as medidas acústicas dos parâmetros de frequência fundamental (f0), duração e intensidade, as quais foram organizadas em uma planilha do Excel para posterior tratamento estatístico e elaboração de gráficos no software R. Visando validar as análises acústicas, foram aplicados dois testes estatísticos não paramétricos (de Kruskal-Wallis e de Wilcoxon), e o teste Post hoc. Para esta pesquisa coletaram-se amostras de fala de dezoito locutores, estratificados em sexo, escolaridade (ensino fundamental, médio e superior) e localidades. O corpus total foi composto por 33 sentenças declarativas neutras e 33 interrogativas totais, sendo que os vocábulos utilizados para compor as frases contemplaram as três pautas acentuais do português (oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas), e a extensão das frases contém 10, 13 ou 14 vogais, com as sentenças repetidas seis vezes por cada locutor. No total, contou-se com 3.564 dados analisados (33 sentenças x 2 modalidades x 3 melhores repetições x 6 locutores x 3 localidades). As análises acústicas dos parâmetros de f0 normalizados (em st), duração (em Z-score) e intensidade (em Z-score) são relevantes na caracterização das localidades, observadas na sílaba tônica do último vocábulo da parte nuclear da sentença. As variações de f0, duração e intensidade verificadas na análise acústica interdialetal foram apontadas como significativas, com (p-valor ≤ 0,05) nos testes de Wilcoxon e Kruskal-Wallis. Isso demonstra que há diferenças significativas tanto para o fator localidade quanto para os fatores sociais (sexo e escolaridade dos locutores). As capitais confrontadas registraram um padrão prosódico similar com relação às variações de f0 na caracterização acústica das sentenças declarativas neutras e interrogativas totais. Os resultados apontaram que as as capitais paraense, macapaense e ludovicense acompanharam o padrão entoacional descrito para o PB, com elevação do pico entoacional na pretônica e queda de f0 na sílaba tônica na modalidade declarativa neutra (SILVESTRE, 2012). Já as interrogativas totais apresentaram valores de f0 mais baixos nas pretônicas com elevação nas tônicas finais, seguido de queda nas postônicas quando existiram, como o padrão circunflexo descrito por Moraes (1993) para o PB. Com relação ao contorno entoacional, as três capitais da Amazônia Oriental apresentaram contorno de f0 semelhante no sintagma nominal final (SNF). Por outro lado, houve diferença na altura de f0, visto que Macapá apresentou contornos mais altos de f0 nas sílabas tônicas finais, nas três pautas acentuais, para as duas modalidades frasais; enquanto São Luís e Belém registraram altura de f0 com médias aproximadas. Os resultados das análises acústicas do fator escolaridade mostraram que Macapá apresentou maior variação na altura de f0 nos três níveis de escolaridade, nas três pautas acentuais do português para as duas modalidades frasais. O parâmetro da duração atestou valores mais altos nas tônicas, com tempo de produção semelhante nas duas modalidades frasais, nas três localidades mapeadas, o que não se trata de uma particularidade da entoação modal, mas que está ligada ao acento lexical. Já as variações no parâmetro intensidade estão relacionadas à entoação modal. Portanto, o padrão prosódico das capitais constatado neste estudo tem comportamento semelhante ao PB, uma vez que não houve diferença do ponto de vista da entoação modal entre o padrão verificado no PB e o português falado nas três capitais da Amazônia Oriental.
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