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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Brincadeiras, jogos e a autorregulação da aprendizagem na educação infantil: um estudo de intervenção
    (Universidade Federal do Pará, 2018-01-31) FURTADO, Maria Roberta Miranda; RAMOS, Maely Ferreira Holanda; http://lattes.cnpq.br/8174411008021957
    A presente pesquisa teve como objetivo estudar a autorregulação da aprendizagem na Educação Infantil por meio de brincadeiras e jogos. A autorregulação da aprendizagem em crianças pequenas tem se mostrado cada vez mais eficaz no ambiente escolar, pois pode ajudar as crianças em seu desenvolvimento cognitivo e metacognitivo. A autorregulação da aprendizagem se refere a capacidade que o indivíduo possui de se tornar mais independente e autônomo quanto a sua própria aprendizagem. A autorregulação da aprendizagem é uma proposta atual, apoiada na Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura (2008). Diante da importância deste construto pode significar para o campo educacional e mais especificamente para a Educação Infantil, busca-se compreender como a autorregulação da aprendizagem pode contribuir para o processo de desenvolvimento cognitivo das crianças em idade pré-escolar por meio de jogos e brincadeiras. Do ponto de vista teórico-metodológico este estudo consiste em uma pesquisa exploratória e descritiva de caráter quantitativo e qualitativo, constituindo-se também como um estudo de intervenção. Por meio da aplicação do instrumento de formação-ação-reflexão CHILD – Lista de Desenvolvimento da Aprendizagem Independente (PISCALHO & VEIGA SIMÃO, 2014), observou-se que as crianças apresentaram aspectos autorregulatórios menos frequentes nas dimensões motivacional e cognitiva, dimensões essas que foram foco central para a construção do Plano de Intervenção, seguindo os pressupostos da Teoria Social Cognitiva. O qual configura-se como um importante instrumento colaborativo para o alcance desses resultados na Educação Infantil.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Brincando no sítio: crianças, cultura material e passado na Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12) BEZERRA, Márcia
    É comum andar pela Amazônia e encontrar casas assentadas sobre sítios de terra preta arqueológica (TPA), urnas funerárias usadas como recipientes para o armazenamento de água e farinha e machados polidos como pesos de porta. Essas coisas do passado afetam a vida de moradores do entorno de sítios arqueológicos em vários aspectos: elas podem provocar “visagens”, trazer doenças e má sorte, mas também podem ser reunidas em pequenas coleções domésticas e até incorporadas às brincadeiras infantis...
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O brincar e as relações de genêro entre meninas e meninos na educação infantil desvelados pelo linguagem fotográfica
    (Universidade Federal do Pará, 2018) SOUSA, Naire Gomes de; SOUZA, Ana Paula Vieira e; VIEIRA, Norma Cristina
    Este espaço de discussão objetiva, com o uso da linguagem fotográfica, desvelar as relações de gênero construídas por crianças no tempo das brincadeiras livres no espaço escolar. Com esse enfoque, observamos as crianças no momento “Brincadeira Livre” na Creche Ana Sousa e percebemos como elas estabelecem possíveis relações de gênero durante o brincar e o manuseio de artefatos culturalmente impregnados de sentidos do que é de menina e do que é de menino. A pesquisa foi desenvolvida com uma Turma de Pré-Escola II, crianças na faixa etária de 04 e 05 anos. O estudo evidencia que a brincadeira é um espaço rico para refletir sobre a equidade de gênero na pré-escola. Por outro lado, revela que para falarmos de igualdade de gênero há de se construir novas perspectivas educacionais no que concerne à educação infantil, uma vez que meninos e meninas, no ensaio etnofotográfico, mostraram-se presas/os a convenções instituídas historicamente na sociedade sobre o que seja o brincar. Por fim, mostrou-nos um possível caminho à equidade de gênero, assentado na emergência de propostas pedagógicas que busquem mediações possíveis entre as novas perspectivas acerca do tema gênero na educação infantil. Sinalizando, assim, uma educação que possa realmente contribuir para a construção de uma sociedade mais ética e tolerante às diferenças.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O contexto das brincadeiras das crianças ribeirinhas da Ilha do Combu
    (2008) TEIXEIRA, Sônia Regina dos Santos; ALVES, José Moysés
    O presente estudo descreve o contexto das brincadeiras de pré-escolares da Ilha do Combu, em Belém-Pará, destacando aspectos do ambiente físico e social, as principais atividades dos adultos e peculiaridades das brincadeiras. Participaram da pesquisa treze crianças de uma turma de educação infantil, onze meninos e duas meninas, entre quatro e cinco anos de idade. As crianças e seus familiares foram entrevistados. As crianças foram observadas brincando em suas casas. Foram analisados os temas, os parceiros, os locais, os objetos e os significados produzidos nas brincadeiras. Apesar de estarem em contato com o contexto urbano, as crianças mostraram-se vinculadas, principalmente, ao contexto ribeirinho.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Crianças em acolhimento institucional: brincadeiras, espaços e interações
    (Universidade Federal do Pará, 2014-04-10) OLIVEIRA, Luísa Sousa Monteiro; MAGALHÃES, Celina Maria Colino; http://lattes.cnpq.br/1695449937472051
    O objetivo deste trabalho foi investigar os contextos de brincadeira existentes em uma instituição de acolhimento infantil em Belém-PA como um microssistema através da análise das atividades, interações e papéis. Os participantes foram 10 crianças de cinco a seis anos, de ambos os sexos, com tempo de acolhimento que variou de um a 12 meses. Elegeram-se dois contextos para observar os participantes em situações de brincadeiras: o contexto estruturado (CE), representado pela brinquedoteca e o contexto semiestruturado (CSE), representado pelo barracão, playground e piscina. Foram realizados 117 registros de cinco minutos, totalizando 585 minutos de observação. Os resultados mostraram que com relação às atividades, a categoria brincadeira simbólica foi a mais frequente (43,25%), seguida da contingência física (35,04%) e da brincadeira exploratória (8,38%). A escolha da brincadeira variou em função do contexto, a simbólica obteve o maior número de ocorrências no CE e a contingência física no CSE. Os temas das brincadeiras variaram em função de variáveis: gênero; as meninas brincaram com temáticas relacionadas à vida familiar e doméstica; já os meninos preferiram brincar com temas relacionados a super-heróis e ao mundo do trabalho. A escolha dos parceiros também foi influenciada pelo contexto, apesar de o maior percentual de parcerias ocorrer com coetâneos, o CSE permitiu que as crianças interagissem com um grupo mais diversificado e maior de parceiros, além de aproximar grupos de irmãos. Perceberam-se papéis diferenciados entre os gêneros; meninos assumiam mais papéis de vilões, super-heróis; enquanto as meninas preferiram assumir papéis de mãe, filha, etc. Considera-se que a instituição de acolhimento constitui-se em um microssistema elementar de desenvolvimento, que deve assegurar e estimular o engajamento das crianças em um rol amplo e diversificado de brincadeiras. O estudo elucida a necessidade de flexibilização no uso dos espaços, em especial, do CE, de modo que possa promover a interação entre grupos diversificados, entre estes os de irmãos. Além disso, sugere-se o oferecimento de cursos e workshops para sensibilizar os profissionais acerca da importância das interações lúdicas para o desenvolvimento infantil. Aliado a isso, devem ser criadas possibilidades que aproximem e estimulem a família a interagir nas brincadeiras com as crianças.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Diferenças de gênero na preferência de pares e brincadeiras de crianças
    (2013) MENEZES, Aline Beckmann de Castro; BRITO, Regina Célia Souza
    O dimorfismo sexual na preferência de pares e brincadeiras infantis é registrado desde idades precoces. Crianças com padrões atípicos do seu sexo tendem a apresentar dificuldades de socialização. Investigaram-se tais preferências utilizando dois instrumentos padronizados: Entrevista Estruturada de Preferências de Parcerias e Estilos de Brincadeiras e Desenho da Figura Humana. Participaram 234 crianças, de 9 a 11 anos, sendo 120 do sexo feminino. Observou-se correlação elevada entre o sexo da criança e o sexo do par preferido, bem como com brincadeiras típicas do seu sexo e o sexo da pessoa desenhada corroborando dados similares obtidos pela literatura internacional. Conclui-se que crianças entre 9 e 11 anos apresentam predominância de padrões típicos de gênero sem que os mesmos sejam rígidos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Diferenças de gêneros nos grupos de brincadeira na rua: a hipótese de aproximação unilateral
    (2006) SILVA, Lúcia Isabel da Conceição; PONTES, Fernando Augusto Ramos; SILVA, Sarah Danielle Baia da; MAGALHÃES, Celina Maria Colino; BICHARA, Ilka Dias
    Este estudo investigou aspectos da diferenciação sexual em brincadeiras de crianças/adolescentes na rua. Participaram 668 pessoas entre 1 e 18 anos (245 meninas – 423 meninos), moradores/visitantes de três ruas num bairro da periferia de Belém, durante 1 ano. Foram observadas diferenças de gênero quanto à participação na rua e à variedade de subcultura lúdica. Observou-se predominância dos meninos na rua, segregação e tipificação sexual nas brincadeiras e maior penetração das meninas na subcultura masculina. Os dados sobre composição dos grupos, segregação, tipificação e preferência por brincadeiras levam à hipótese de aproximação unilateral entre os grupos de gênero.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Porto das brincadeiras no Porto-do-Sal (Belém-Pará): uma leitura antropológica das práticas da infância
    (Universidade Federal do Pará, 2006) AZEVEDO, Alexandre Mauricio Fonseca de; ANTONAZ, Diana; http://lattes.cnpq.br/7547028254641362
    Esta dissertação apresenta um estudo antropológico desenvolvido no Porto-do-Sal em Belém, no qual reflete-se sobre as práticas das crianças e o modo como elas mesmas se percebem. Para tanto, é utilizado instrumento etnográfico resultante de observação pessoal prolongada. Como apoio ao trabalho de campo, utilizo o recurso das imagens fotográficas. A fim de reconstituir a reprodução das práticas sociais, parto da análise da construção das brincadeiras entre as crianças, estendendo o estudo sobre sua família.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A transmissão da cultura da brincadeira: algumas possibilidades de investigação
    (2003) PONTES, Fernando Augusto Ramos; MAGALHÃES, Celina Maria Colino
    Este trabalho esboça possibilidades de investigar fatores relacionados à transmissão da cultura do brinquedo. A brincadeira pressupõe uma aprendizagem social, aprendem-se as formas, o vocabulário típico, os tipos de interações condizentes, as regras, o momento de enunciá-las etc. A investigação de tais categorias e dos fatores envolvidos em sua produção é importante para uma melhor descrição da brincadeira e da ocorrência de aprendizagem em situação natural e também para criar indicadores para a compreensão das relações entre os membros dos grupos de crianças, da socialização, da constituição do sujeito e da transmissão da cultura.
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