Navegando por Assunto "Buriti"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Adsorção de ácido 2,4-diclorofenoxiacético em carvão ativado granular de resíduos de buriti (mauritia flexuosa l.): estudo em batelada e leito fixo. Orientador: Lênio José Guerreiro de Faria. 2024. 135 f.(Universidade Federal do Pará, 2024-12-27) ARAÚJO, Raíssa Cristine Santos de; FARIA, Lênio José Guerreiro de; http://lattes.cnpq.br/7428609361678173Os agrotóxicos, quando aplicados de forma responsável, são fundamentais para a produtividade agrícola. No entanto, dependendo da dosagem ou da frequência de exposição, podem causar sérios problemas à saúde humana, além de contaminação do solo e das águas superficiais ou subterrâneas. Neste contexto, o presente trabalho avalia a adsorção do herbicida ácido 2,4- diclorofenoxiacético (2,4-D) utilizando carvão granular ativado fisicamente (CAT) e quimicamente (CAQ) com ZnCl2, ambos produzidos a partir do endocarpo e endosperma do buriti (Mauritia flexuosa L.), uma fruta típica da região amazônica. Os adsorventes foram caracterizados quanto às suas propriedades texturais e físico-químicas através da porcentagem de cinzas, umidade, área superficial específica (SBET), volume de poros (Vtotal), por MEV/EDS, DRX, espectroscopia FTIR, ATG/DTG, assim como, os grupos funcionais de superfície, ponto de carga zero (pHPCZ) e o pH de superfície dos carvões. Testes de adsorção em batelada foram realizados para elucidar a influência da dosagem dos carvões ativados e o efeito do pH da solução. Os mecanismos de adsorção e a natureza do processo foram investigados através do estudo da cinética, equilíbrio e termodinâmica para o carvão com o maior desempenho. Os melhores resultados de porcentagem de remoção do adsorvato foram CAT (96,93 %) e CAQ (92,46%) e a capacidade de adsorção CAT (29,00 mg.g-1 ) e CAQ (137,70 mg.g-1 ) no tempo de 24 horas, pH 2,0 e dosagem de 0,25 g de CAT e 0,05 g de CAQ. O adsorvente CAQ demonstrou altos valores de remoção e capacidade adsortiva, ajustado satisfatoriamente ao modelo de pseudosegunda ordem, com a difusão externa sendo a etapa determinante do processo de adsorção. O processo adsortivo foi satisfatoriamente ajustado ao modelo de Sips. Os dados termodinâmicos revelaram a natureza endotérmica, física e espontânea do processo de adsorção. A adsorção em leito fixo confirmou que a massa de adsorvente, a concentração de adsorvato e o fluxo de entrada são influentes na interação adsorvente/adsorvato e ratificou-se a eficiência da técnica de otimização simultânea, dentro da região experimental explorada neste estudo. As interações evidenciaram que os carvões produzidos apresentam elevado rendimento, com desenvolvimento de poros e grupos funcionais na superfície, além de excelente desempenho na remoção do herbicida 2,4-D, promissores substitutos dos carvões comerciais.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Characterization of Buriti (Mauritia flexuosa L.) oil by absorption and emission spectroscopies(2005-12) ALBUQUERQUE, Marcos Lázaro de Souza; SILVA, Ilde Guedes da; ALCANTARA JUNIOR, Petrus Agrippino de; MOREIRA, Sanclayton Geraldo Carneiro; BARBOSA NETO, Newton Martins; CORRÊA, Daniel Souza; ZILIO, Sérgio CarlosAmostras de óleo obtido do fruto do Buriti (Mauritia flexuosa L.) foram caracterizadas por espectroscopia de absorção e emissão. O espectro de absorção foi obtido no intervalo de 300 a 2000 nm, enquanto o espectro de emissão foi analisado entre 400 e 800 nm, onde observamos várias bandas. Para melhor entender a complexidade destes espectros, também obtivemos os espectros de absorção e emissão dos componentes majoritários do óleo de Buriti. Correlacionando estes dados, apresentamos uma discussão sobre a origem das bandas observadas.Tese Acesso aberto (Open Access) Ecologia da polinização do buriti (Mauritia flexuosa L. – Arecaceae) na restinga de Barreirinhas, Maranhão, Brasil(Universidade Federal do Pará, 2013) MENDES, Fernanda Nogueira; VALENTE, Roberta de Melo; http://lattes.cnpq.br/9638288458835324; ESPOSITO, Maria Cristina; http://lattes.cnpq.br/2112497575917273O estudo das palmeiras nativas é importante por seu grande valor econômico e na manutenção das comunidades de várias espécies de vertebrados e invertebrados que se alimentam de seus frutos, sementes e folhas. A eficiência na produção dos frutos das palmeiras está diretamente relacionada com a presença de insetos polinizadores, principalmente besouros, abelhas e moscas. A palmeira Mauritia flexuosa, comumente conhecida como buriti, é a espécie mais abundante do Brasil e é também chamada de “árvore da vida”, por ser 100% utilizável. Este trabalho teve como objetivo contribuir para o conhecimento da ecologia da polinização do buriti em ambiente de restinga, no município de Barreirinhas, Maranhão, Brasil. Para tanto, obteve-se dados sobre fenologia reprodutiva, biologia floral, sistema reprodutivo e visitantes florais. Para o acompanhamento fenológico foram selecionados 25 indivíduos de cada sexo, os quais foram observados de agosto/2009 a outubro/2012. As fenofases de floração e frutificação foram relacionadas com as variáveis climáticas através de correlação de Spearman. O processo de abertura e longevidade floral foi acompanhado durante o pico de floração da espécie, verificando-se a viabilidade polínica, a receptividade estigmática, as regiões emissoras de odor e a ocorrência de termogênese. Para determinar o sistema reprodutivo foram feitos testes de polinização cruzada e apomixia. O transporte de grãos de pólen pelo vento foi observado, por meio de lâminas de vidros untadas com vaselina que permaneceram penduradas próximas às inflorescências pistiladas durante 24 horas. Os visitantes florais foram coletados através do ensacamento de 20 inflorescências de cada sexo, sendo classificados de acordo com a frequência e o comportamento. O buriti apresentou padrão fenológico anual, sincrônico e sazonal, com floração de agosto a novembro e pico de queda dos frutos em setembro, o que corresponde à estação seca, diferindo do observado na Amazônia, onde estes eventos fenológicos ocorreram na estação chuvosa. Esta diferença pode ser justificada pela grande disponibilidade de água na região, o que faz com que o buriti não necessariamente dependa das chuvas para florescer. Este fato foi evidenciado pela correlação significativa negativa das fenofases com a precipitação e com a umidade relativa. A forte incidência solar e a disponibilidade de água no ambiente contribuíram para o sucesso na floração e frutificação do buriti. Além disto, fatores bióticos podem ter exercido influência no comportamento fenológico, cuja estratégia reprodutiva adotada parece ser a sincronização da floração e da frutificação com a atividade dos polinizadores e dispersores. Dessa maneira a espécie garante a sua reprodução em um período ótimo para a germinação de sementes e estabelecimento de plântulas. O sistema reprodutivo do buriti é xenogâmico. O conjunto de características florais, aliado à abundância de pólen e ao forte odor leva a crer que essa palmeira tenha como principal estratégia de polinização a cantarofilia, porém o vento também possui grande importância na polinização. Além de apresentar polinização do tipo misto (ambofilia), as flores do buriti atraíram uma grande variedade de visitantes, cuja riqueza foi maior que a observada na Amazônia.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Fatty acid profiles and tocopherol contents of buriti (Mauritia flexuosa), patawa (Oenocarpus bataua), tucuma (Astrocaryum vulgare), mari (Poraqueiba paraensis) and inaja (Maximiliana maripa) fruits(2010) RODRIGUES, Antonio Manoel da Cruz; DARNET, Sylvain Henri; SILVA, Luiza Helena Meller daO buriti, tucumã, inajá, mari e patauá são palmeiras endêmicas da região Amazônica. As polpas destes frutos são tradicionalmente consumidas pela população local, mas ainda não ganharam os mercados nacionais e internacionais. A composição nutricional em ácidos graxos foi determinada por cromatografia gasosa (CG) e a de tocoferol determinada por cromatografia liquida de alta eficiência (CLAE). As polpas se mostraram bastante energéticas, com um alto teor de óleo que variou entre 31,0 a 41,8%. Os ácidos graxos que apresentaram maiores concentrações foram o oleico (C18:1) e o palmítico (C16:0), para todas as polpas estudadas. A polpa de buriti foi a que apresentou maior teor de vitamina E sendo considerada uma ótima fonte de tocoferol. O α-tocoferol foi o tocoferol predominante, com exceção da polpa de buriti. Os dados indicaram que as frutas estudadas são boas fontes de ácidos graxos insaturados e tocoferóis.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Hygroscopic behavior of buriti (Mauritia flexuosa) fruit(2011-12) MELO, Wellington dos Santos; PENA, Rosinelson da Silva; RODRIGUES, Antonio Manoel da Cruz; SILVA, Luiza Helena Meller daForam caracterizadas a casca, a polpa e a parte fibrosa do buriti (Mauritia flexuosa) e avaliados os seus comportamentos higroscópicos, visando estabelecer condições de secagem e de armazenamento para os produtos. Foram obtidas isotermas de adsorção e dessorção de umidade a 25 °C, determinado o valor da monocamada e avaliada a aplicabilidade dos modelos: Halsey, Handerson, Kuhn, Mizrahi, Oswin, Smith, BET e GAB, na predição das isotermas. A polpa foi classificada como rica em óleo de alta qualidade e juntamente com a casca e a parte fibrosa como ricas em fibra alimentar. As isotermas dos produtos foram classificadas como do tipo II e suas estabilidades microbiológicas a 25 °C asseguradas quando apresentarem umidade inferior a 8,5, 7,3 e 11,0 gH2O.100 g-1de base seca, respectivamente. Segundo a avaliação, os produtos serão mais bem conservados, se acondicionados em embalagens com baixa permeabilidade ao vapor de água, e os valores da monocamada indicaram que a casca, a polpa e a parte fibrosa não devem ser secas a umidades inferiores a 5,9, 5,0 e 6,4 H2O.100 g-1b.s., respectivamente. O modelo de GAB foi o que melhor descreveu as isotermas dos produtos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Nutritional composition, fatty acid and tocopherol contents of buriti (Mauritia flexuosa) and patawa (Oenocarpus bataua) fruit pulp from the amazon region(2011-06) DARNET, Sylvain Henri; SILVA, Luiza Helena Meller da; RODRIGUES, Antonio Manoel da Cruz; LINS, Roseana TellesO buriti e o patauá são duas palmeiras endêmicas da região Amazônica. As polpas destes frutos são tradicionalmente consumidas pela população local, mas ainda não ganharam os mercados nacional e internacional. A composição nutricional em ácidos graxos e tocoferol foi determinada com metodologias analíticas modernas de cromatografia gasosa (CG) e cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) baseadas nos padrões da AOCS (AMERICAN..., 2002) e AOAC (ASSOCIATION..., 1997), respectivamente. As duas polpas se mostraram bastante energéticas, com uma alta concentração em ácidos graxos, respectivamente 38,4% e 29,1% em massa seca (MS), em proteínas, 7,8% e 7,4% MS e em fibras dietéticas, 46% e 44,7%. A polpa de buriti pode ser considerada uma ótima fonte de vitamina E devido ao seu alto teor de tocoferol (1169 µg.g-1 MS). O perfil de ácidos graxos encontrados para a polpa de patauá foi muito semelhante ao de azeite de oliva.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Obtenção e caracterização de carvão ativado de caroço de buriti (Mauritia flexuosa L. f.) para avaliar o processo de adsorção de uma solução de Cu (II)(Universidade Federal do Pará, 2013-09-30) PINTO, Marcos Vinicios de Souza; SILVA, Denilson Luz da; http://lattes.cnpq.br/4241759369873376Produziu-se carvão de caroço de buriti (CCB) a partir do rejeito da produção artesanal do fruto, destinado à extração de óleo, à temperatura de 400ºC. O CCB então foi ativado a temperaturas de 800ºC e 900ºC. Ensaios de adsorção foram executados para se avaliar o desempenho dessas temperaturas de ativação na adsorção de uma solução de cobre (II) de concentração inicial conhecida de 50 mg/L. Após a análise dos resultados, decidiu-se pela ativação do carvão a 900ºC. Caracterizou-se o carvão ativado do caroço de buriti (CACB) a 900ºC de acordo com as propriedades comerciais, tais como: área específica, porosimetria, densidades aparente e real, porosidade de um leito fixo, microscopia eletrônica de varredura, conteúdo de cinzas, pH, umidade, carbono fixo e grupos funcionais de superfície ácida presentes no CACB. Realizaram-se ensaios de equilíbrio de adsorção para se determinar a influência do diâmetro das partículas de CACB (D < 0,595 mm; 0,595 < D < 1,19 mm e D > 1,19 mm); a influência do tempo de contato adsorvente/adsorvato (15, 30, 60, 120, 180, 240 e 300 minutos); a influência do pH (3,00; 4,01; 5,18 e 6,00) e a influência da concentração inicial da solução de cobre (II) (5, 10, 30, 50, 80, 100 e 200 mg/L) para se avaliar a eficiência de remoção. Os resultados mostraram uma maior eficiência de remoção de cobre (II) para o diâmetro D < 0,595 mm; para o tempo de contato de 300 minutos; para o pH de 4,01 e para as concentrações iniciais de cobre (II) de 50 e 80 mg/L. Os modelos matemáticos de Langmuir e Freundlich foram aplicados para os dados de equilíbrio de adsorção. O modelo matemático de Langmuir foi o que melhor se ajustou aos dados de equilíbrio. De acordo com os dados da cinética de equilíbrio, observa-se que a partir do tempo de contato de 15 minutos todas as concentrações de equilíbrio ficaram abaixo do máximo permitido de 1,0 mg/L previsto pela legislação CONAMA nº 357/2005 para lançamento de efluentes em corpos receptores. Os resultados experimentais encontrados são indicativos de que é possível a remoção de cobre (II) de efluentes industriais utilizando CACB ativado fisicamente a 900ºC por um período de 60 minutos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Produção de ésteres etílicos utilizando rejeito da neutralização do processo do refino dos óleos de buriti, maracujá e castanha-do-pará(Universidade Federal do Pará, 2015-11-27) BRITO, Rogerio da Cunha; NASCIMENTO, Luis Adriano Santos do; http://lattes.cnpq.br/3720461233595226O presente estudo trata da obtenção de ésteres etílicos partindo de três borras de neutralização geradas a partir do processo de refino dos óleos de buriti, maracujá e castanha-do-pará. No primeiro momento foi realizada a acidificação da borra, para obtenção de um concentrado de ácidos graxos, utilizou-se como reagente o ácido sulfúrico deixando reagir por 50 min à temperatura em torno de 85ºC. Após esta etapa houve formação de três fases: componente óleo, emulsão oleosa e fase água ácida, sendo a fase sobrenadante (componente óleo) de interesse pela presença de possíveis ácidos graxos. Foi realizada a caracterização por cromatografia gasosa das três amostras de borras, visando quantificar os ácidos graxos presentes nas mesmas, determinaram-se as massas molares e também o índice de acidez. Os componentes óleos resultantes da reação de acidificação foram caracterizados pelo índice de saponificação, índice de acidez e pelos índices de conversões que apresentaram os seguintes valores: 96,5% para o buriti, 94,2% para o maracujá e 90,4%, para a castanha-do-pará. Os produtos da acidificação (componente óleo) de buriti, maracujá e castanha-do-pará, foram submetidos à reação de esterificação, na qual, utilizou-se o etanol como reagente na razão molar 1:30 (óleo:etanol) e 5% de catalisador (em relação à massa do componente óleo). A reação ocorreu durante 60min a uma temperatura de aproximadamente de 90°C. Os mesmos parâmetros foram aplicados para as três reações. A caracterização dos ésteres etílicos foi determinada por alguns parâmetros de qualidade exigidos pela ANP, como: índice de acidez, massa específica, viscosidade cinemática a 40°C e também o teor de ésteres etílicos presente nas amostras. Os índices de conversões dos componentes óleos para ésteres etílicos apresentaram os seguintes percentuais: 93,42% (buriti), 91,71% (maracujá) e 89,38% (castanha-do-pará). Apesar da maior conversão em ésteres etílicos ter sido observado para o buriti, as amostras de maracujá e da castanha-do-pará, também apresentaram resultados satisfatórios, pois esses valores revelaram que as amostras possuem alto potencial de reaproveitamento servindo como matéria-prima para produção de biodiesel.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Propriedades reológicas do suco de buriti (Mauritia flexuosa)(Universidade Federal do Pará, 2016-02) RODRIGUES, Antonio Manoel da Cruz; BEZERRA, Carolina Vieira; SILVA, Ivonete Quaresma da; SILVA, Luiza Helena Meller daO conhecimento do comportamento reológico de sucos de frutas tropicais é muito importante para a indústria de alimentos, uma vez que permite estabelecer condições de processamento e projetos de equipamentos relacionados à transferência de calor e massa bem como as operações unitárias envolvidas em todo o processo de obtenção. Este trabalho estudou o comportamento reológico do suco de buriti (Mauritia flexuosa). Os dados reológicos foram obtidos através de um viscosímetro rotacional com geometria de cilindros concêntricos (Brookfield, modelo DV II+). Os ensaios foram realizados em seis diferentes temperaturas (10; 20; 30; 40; 50 e 60ºC), e os resultados experimentais foram ajustados pelos modelos Lei da Potência e Mizrahi-Berk. O suco de buriti apresentou comportamento não newtoniano nas seis temperaturas. Na quantificação da viscosidade aparente (hap), os parâmetros reológicos (K e n) foram obtidos através do ajuste do modelo Lei da Potência, que se mostrou bastante adequado na predição do comportamento reológico do suco, com coeficientes de determinação r2> 0,99 para cinco das seis temperaturas investigadas. O produto apresentou comportamento pseudoplástico (n<1), e o índice de comportamento de fluxo decresceu com o aumento da temperatura. O efeito da temperatura sobre a viscosidade aparente foi descrita pela equação de Arrhenius e discutida em termos de energia de ativação (Ea), e os valores da Ea variaram de 2,84 a 3,0 kcal/ gmol para a faixa da taxa de deformação utilizada.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Reproductive phenology of Mauritia flexuosa L. (Arecaceae) in a coastal restinga environment in northeastern Brazil(Universidade Federal do Pará, 2017-03) MENDES, Fernanda Nogueira; VALENTE, Roberta de Melo; RÊGO, Márcia Maria Corrêa; ESPOSITO, Maria CristinaPopularmente conhecido como buriti, Mauritia flexuosa é a palmeira mais abundante no Brasil, com grande importância ecológica e econômica, porém ainda são poucos os estudos sobre a sua fenologia, não existindo nenhum em ambiente de Restinga. O presente trabalho teve como objetivo estudar a fenologia reprodutiva de M. flexuosa na Restinga de Barreirinhas, no Nordeste do Brasil, verificando como as fenofases se correlacionam com os fatores climáticos. Foram acompanhados mensalmente 25 indivíduos de cada sexo, de agosto/2009 a outubro/2012, verificando a presença/ausência de floração e frutificação. Não houve diferença no padrão fenológico entre indivíduos femininos e masculinos de M. flexuosa, com floração e queda dos frutos exclusivamente na estação seca. Acreditamos que as características abióticas específicas do ambiente estudado, como a forte incidência solar e a disponibilidade de água no solo, contribuíram para o sucesso reprodutivo de M. flexuosa na estação seca, com consequente germinação e estabelecimento de plântulas no período chuvoso.
