Navegando por Assunto "Caio Fernando Abreu"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Uma Análise Existencial De Onde Andará Dulce Veiga?, De Caio Fernando Abreu(Universidade Federal do Pará, 2013-12) MACEDO, Éder Alves deO artigo Uma Análise Existencial de Onde Andará Dulce Veiga, de Caio Fernando Abreu tem por objetivo relacionar conteúdo, forma e espírito época (Zeitgeist), considerando o estudo e análise do romance Onde Andará Dulce Veiga?, de Caio Fernando Abreu, em vistas do existencialismo, disseminado fortemente pelo filósofo francês Jean-Paul Sartre no cenário pós-Segunda Guerra Mundial. Para tanto, são utilizados os conceitos de ser e de consciência presentes na obra de Sartre, O Ser e o Nada: Ensaio de Ontologia Fenomenológica, bem como o conceito de espaço narrativo. Assim, o procedimento metodológico está pautado em elaborar um análise do romance fazendo-se uso da relação espaço, ser e consciência; com isso, cria-se a ferramenta espaço existencial. Preliminarmente, concluiu-se que, de fato, o existencialismo participou enquanto formador da estrutura narrativa do romance moderno, especificamente, do romance analisado, contudo, não apenas como temática, mas também como elemento incrustado na forma romanesca. Nesse sentido, a importância deste estudo para os estudos literários é que muito além de detectar e descrever temáticas, busca-se apontar elementos formais enquanto produtos dialéticos, resultantes de uma conjunção histórica, ideológica e filosóficaArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Espetacularização da violência e a resistência na contística de Clarice Lispector e Caio Fernando Abreu(Universidade Federal do Pará, 2021-06) FERREIRA, Rennan Willian Vasconcelos; SARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto NascimentoEste artigo analisa a espetacularização da violência e resistência encontrados na contística brasileira produzida pós-64, em dois contos A língua do “P”, (1974) de Clarice Lispector, e Terça-feira gorda (1982), de Caio Fernando Abreu,. Essas produções, se aproximam por servirem como um importante mecanismo de contestação, de forma direta e/ou indireta, ao regime ditatorial instaurado no país. Tomaremos como fundamentação teórica os estudos de Alfredo Bosi (2002), Augusto Sarmento-Pantoja (2013) e Sandra Pesavento (2006), na tentativa de assimilar como os contos de tais décadas estão atrelados intrinsicamente a uma vontade de resistir, concebendo as vozes aos silenciados pela opressão e proporcionando reflexões a respeito das práticas coercivas que levaram o indivíduo a repensar sua condição humana.
