Navegando por Assunto "Carbon stock"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estrutura vertical e hotspots de carbono: os Manguezais amazônicos entre os mais altos do mundo(Universidade Federal do Pará, 2026-03-13) CORTES BURGOS, Angee Catalina; COHEN, Marcelo Cancela Lisboa; http://lattes.cnpq.br/8809787145146228; ROVAI, Anfré; ASP NETO, Nils Edvin; http://lattes.cnpq.br/3739236195138235; http://lattes.cnpq.br/7113886150130994; https://orcid.org/0000-0003-4117-2055; https://orcid.org/0000-0002-6468-6158Os manguezais da costa amazônica brasileira desempenham um papel essencial no sequestro de carbono, na proteção costeira e na compreensão dos processos associados às mudanças climáticas. Entretanto, a estrutura vertical e a biomassa aérea dos manguezais do nordeste do estado do Pará, especialmente no Estuário do Rio Marapanim (ERM), ainda são pouco documentadas. Considerando que parâmetros alométricos como o diâmetro à altura do peito (DAP) e a altura do dossel (H) estão diretamente relacionados à biomassa aérea (AGB) e, portanto, aos estoques de carbono, este estudo teve como objetivo estimar a AGB e caracterizar os gradientes de altura do dossel no ERM. A pesquisa integrou medições de campo em duas zonas (Norte e Sul), levantamentos com veículos aéreos não tripulados (VANTs) e a identificação individual de árvores de Rhizophora e Avicennia a partir de imagens QuickBird. As alturas derivadas dos VANTs, combinadas com medições pontuais de DAP obtidas in situ, permitiram ajustar uma equação empírica baseada nos modelos alométricos. Além disso, foram integrados dados do Shuttle Radar Topography Mission (SRTM), do TanDEM-X e dos VANTs para comparar estimativas de biomassa em diferentes escalas e resoluções. Os resultados mostram que os manguezais do ERM apresentam indivíduos com mais de 49 m de altura, posicionando-se entre os mais altos já registrados globalmente. A biomassa máxima estimada por VANT alcançou aproximadamente 800 Mg/há, enquanto SRTM e TanDEM-X apresentaram valores inferiores (93 Mg/há e 136 Mg/há, respectivamente), refletindo diferenças associadas à resolução dos sensores, à densidade florestal, à heterogeneidade do dossel e à capacidade de cada modelo de identificar o topo do dossel. Em conjunto, os resultados indicam que os manguezais amazônicos brasileiros estão entre os mais altos e mais ricos em carbono do planeta, ressaltando sua relevância para o carbono azul, a mitigação climática e aplicações avançadas no sensoriamento remoto, incluindo a calibração de algoritmos satelitais de estimativa de biomassa.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Sequestro de carbono em sistemas silvipastoris de regeneração natural da agricultura familiar, São Domingos do Araguaia - PA(Brazilian Journals Publicações de Periódicos e Editora Ltda, 2021-09) GUIMARÃES, Tatiane Pereira; MANESCHY, Rosana Quaresma; OLIVEIRA, Ilmaione Keisa de Souza; CASTRO, Albinei Araujo de; OLIVEIRA, Pâmela Dias de; COSTA, Karolinny Carneiro GuerraEsta pesquisa teve como objetivo quantificar o estoque de carbono da vegetação viva acima do solo em sistemas silvipastoris de regeneração natural praticado por agricultores familiares no projeto de assentamento Belo Horizonte II. O assentamento fica localizado em São Domingos do Araguaia - PA e os SSP manejados a partir da regeneração natural de espécies arbóreas configura uma alternativa para integração de objetivos socioeconômicos e ambientais buscando a sustentabilidade para a agricultura familiar no Sudeste do Pará. A biomassa do componente arbóreo foi obtida a partir dos dados da avaliação de campo realizada em dezembro de 2009. A biomassa arbórea por hectare foi estimada a partir do cálculo: BA = (ΣBA/1000) x (10000/área da parcela) e o estoque de carbono foi estimado a partir de ΔCBA = (BA x CF), onde: ΔCBA = quantidade de carbono na biomassa viva acima do solo (t C/ha); BA = biomassa viva acima do solo arbórea (t MS/ha); CF = é a fração de carbono (t C /t MS) que segundo o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) o valor padrão é de 0,5. O estoque de carbono na biomassa viva acima do solo foi de 14,08 t C/ha, sendo de 0,27 C t/ha e 13,81 t C/ha para a biomassa da vegetação arbórea e não arbórea, respectivamente.
