Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Carnival"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O embate carnavalesco rumo ao "Trem de Guerra": imaginário e memória na evocação de imagens do bloco " As Virgienses"
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06) BRITO, Geovana Nascimento Brito; FERNANDES, José Guilherme dos Santos
    O presente artigo tem por finalidade refletir sobre imaginário, memória e narrativas de um bloco de carnaval na cidade de Vigia de Nazaré, intitulado “As Virgienses”. A intenção é apresentar, por meio das narrativas de brincantes, as imagens que são construídas nesse espaço e que estão para além da imagem da bagunça, desordem e outras imagens associadas ao carnaval. A partir da memória desses singulares personagens que se configuram em feminilidades e masculinidades dúbias, foi possível descortinar todo um imaginário de questionamento social surgido a partir de dinâmicas subjetivas que marcam tensões sociais presentes no cotidiano da sociedade vigiense.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    “No meu sangue corre as águas desse mar”: o movimento do bloco Pretinhos do Mangue, Curuçá-PA, Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2020-06-07) FERREIRA, Marcus dos Reis; FURTADO, Lourdes de Fátima Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/1828475659148260; https://orcid.org/0000-0002-5243-4607; VILLACORTA, Gisela Macambira; http://lattes.cnpq.br/4673875521234184
    Esta pesquisa busca discutir sobre a ideia de natureza produzida pelos brincantes-curuçaenses do bloco “Pretinhos do Mangue”, no Município de Curuçá – Região do Salgado Paraense. Para realizar essa discussão, parto das orientações teóricas da História Ambiental (ARNOLD, 2000; PÁDUA, 2010; WORSTER, 2015) e da Antropologia (CSORDAS, 2008; INGOLD, 2015). E, nessa perspectiva, a etnografia foi utilizada como caminho para experimentar as formas de habitar o ambiente, que estão presentes no desfile do bloco, no Carnaval (FABIAN, 2013; SALDI; WAGNER, 2013; PEIRANO, 2014; INGOLD, 2015). Nesse período, os interlocutores buscam apresentar os principais não humanos que habitam o ambiente da cidade e, também, enunciar o dia-a-dia do pescador artesanal. E essas experiênciasperceptivas do “salgado” paraense são materializadas por meio das suas alegorias: o “Caranguejo”, o “Guará”, a “Ostra” e a “Barraca do Avoado”. Contudo, é o uso da “lama” (“tijuco”e “tabatinga”) que tem chamado mais atenção dos “brincantes”, já que para eles a lama-no-corpo manifesta a experiência “ecológica” e a ideia de “preservação da natureza”. Nesse contexto, os meios de comunicação começaram a divulgar essa experiência com o manguezal que, por sua vez, passou a fomentar cada vez mais o deslocamento de turistas para participar do bloco. Com isso, nota-se que os brincantes-curuçaenses buscam levar a vida do “salgado” paraense para o seu desfile, a fim de “mostrar” essa experiência para “todos” que visitam o Carnaval de Curuçá. Assim, a lama do manguezal e as alegorias não são simples acessórios utilizados pelos brincantes-curuçaenses, uma vez que eles apresentam as suas ideias de natureza, no desfile do Pretinhos do Mangue.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Vigienses e cabrassurdos: um espelho de si no outro
    (Universidade Federal do Pará, 2017-06) BRITO, Geovana Nascimento Brito; TRUSEN, Sylvia Maria
    O presente artigo tem por finalidade estudar o tema da alteridade que emerge das relações entre os blocos de rua “As Virgienses” e “Os Cabrassurdos “ no carnaval de Vigia de Nazaré, no Pará. De um lado, encontram-se homens que se vestem de mulher, que utilizam alegorias e adereços femininos, além da maquiagem que configura peça indispensável para caracterização das Virgienses neste contexto carnavalesco. De outro lado, estão as mulheres que se caracterizam de homens para compor o mosaico imagético que irá destacar o bloco “Os Cabrassurdos”. Observa-se, nessa inter-relação entre os blocos, a existência de uma tensão dialética. A interdição imposta pelo bloco “As Virgienses” resulta em um reconhecer-se no outro. O Eu (“ Os Cabrassurdos”) cria um devir de si no outro (“As Virgienses”). Assim, a composição do bloco “Os Cabrassurdos”, foi estimulada pelas regras do bloco que provocou a interdição (“As Virgienses”). Nessa relação dialética, as mulheres se reconhecem nos homens e os homens se reconhecem nas mulheres. Nesse sentido, as principais premissas que baseiam essa investigação se encontram nas discussões de Beauvoir (1970), Bravo (1985) e Bakhtin (1987), dentre outros. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica e a captura de imagens. Em seguida, realiza-se a análise a respeito da relação de alteridade estabelecida entre os blocos de rua “As Virgienses” e “Os Cabrassurdos”, no carnaval de Vigia de Nazaré.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA