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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Fatal bothropic snakebite in a horse: a case report
    (2011) SILVA, Natália da Silva e; SILVEIRA, José Alcides Sarmento da; ALBERNAZ, Tatiane Teles; CAMPOS, Karinny Ferreira; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; FREITAS, Nayra Fernanda de Queiroz Ramos; BOMJARDIM, Henrique dos Anjos; BARBOSA NETO, José Diomedes
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Lesões traumáticas na pele causadas pelos espinhos de Mimosa pudica e Mimosa debilis em equídeos
    (Universidade Federal do Pará, 2012-02-24) REIS, Alessandra dos Santos Belo; BARBOSA NETO, José Diomedes; http://lattes.cnpq.br/1516707357889557
    Foram estudadas lesões traumáticas de pele em equídeos causadas por plantas traumáticas, conhecidas popularmente como “dorme-maria”, “dormideira”, “arranhadeira”, “malícia” e “não-me-toque”. O estudo foi conduzido em uma propriedade no município de Castanhal, região Nordeste do Estado do Pará, onde foram realizadas visitas técnicas, estudo epidemiológico, coletas de sangue, biopsias de pele afetada e coleta das plantas. Foram estudados 25 equídeos, sendo 14 machos e 11 fêmeas, com idade entre seis meses e oito anos. A pastagem era constituída de Brachiaria humidicola e estava intensamente invadida pelas plantas traumatizantes. Os animais apresentaram lesões ulcerativas, de bordos irregulares, na cabeça (narinas, focinho, lábios superiores e inferiores e chanfro), na cavidade oral (vestíbulo bucal e gengiva) e nos membros (boletos, metacarpos e metatarsos e articulação escápulo-umeral). No exame histopatológico foram observados focos de erosões cutâneas, caracterizados por perda e necrose da epiderme, com espongiose e degeneração vesicular da epiderme remanescente, e leve infiltrado inflamatório na derme subjacente, constituído predominantemente por macrófagos e, em menor grau, eosinófilos. Foram identificadas duas plantas, Mimosa pudica e Mimosa debilis, ambas da família Leguminosae Mimosoideae. Baseado nos resultados obtidos pode-se concluir que as lesões de pele foram causadas pela ação traumática de Mimosa pudica e Mimosa debilis.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência da anemia infecciosa equina na Ilha de Marajó, estado do Pará, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2014) FREITAS, Nayra Fernanda de Queiroz Ramos; BARBOSA NETO, José Diomedes; http://lattes.cnpq.br/1516707357889557
    O objetivo do estudo foi verificar a prevalência da anemia infecciosa equina nos municípios de Cachoeira do Arari, Salvaterra, Santa Cruz do Arari e Soure, Ilha de Marajó, estado do Pará, Brasil. Para a pesquisa sorológica foram selecionadas 349 amostras, coletadas no período de outubro de 2012 a março de 2013 e testadas pela imunodifusão em gel de ágar. Em 65 amostras foi realizado hemograma e em 70 exame bioquímico, no qual se pesquisou ureia, creatinina, aspartato aminotransferase, alanina aminotransferase, gama glutamiltransferase fosfatase alcalina, bilirrubina total e bilirrubina direta. Foi verificada uma prevalência de 24,06% (84/349). O número médio de hemácias foi significativamente menor nos animais soropositivos em relação aos soronegativos e não houve diferença significativa nos resultados médios de hematócrito, hemoglobina, volume globular médio, concentração de hemoglobina globular média, plaquetas, no leucograma, assim como no exame bioquímico. O quadro clínico observado foi estado nutricional ruim, apatia, mucosas pálidas, desidratação, além de elevação nas frequências cardíaca e respiratória. Na necropsia as principais alterações encontradas em todos os equinos foram carcaça ictérica, pequeno acúmulo de líquido na cavidade abdominal, assim como hepato e esplenomegalia. O exame histopatológico demonstrou baço e fígado com hemossiderose. A anemia infecciosa equina é endêmica nos municípios estudados.
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