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Navegando por Assunto "Censura"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    De Carlos Eugênio à “Codinome Clemente”, entrevista com Isa Albuquerque
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06) SARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto Nascimento; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria Pereira
    Entrevista realiza no dia 15 de outubro de 2020, como atividade do VII Seminário Internacional Literatura e Cinema de Resistência (SELCIR). A entrevista foi conduzida pelo Prof. Dr. Augusto Sarmento-Pantoja e contou com a colaboração da Profa. Dra. Tânia Sarmento-Pantoja e a participação da Cineasta Isa Albuquerque e pesquisadora e viúva de Carlos Eugênio, Dra. Maria Cláudia Badan Ribeiro. A seguir transcrevemos algumas passagens da entrevista de Isa Albuquerque. A entrevista na íntegra encontra-se disponível em vídeo https://www.youtube.com/watch?v=O9LQuU0pKsQ.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Entre a censura e a disseminação: uma análise crítica sobre a prática profissional bibliotecária fundada na emancipação de informação e dignidade humana
    (Universidade Federal do Pará, 2017) OLIVEIRA, Alessandra Nunes de; CASTRO, Jetur Lima de
    A aplicabilidade profissional do bibliotecário, em norma, fundamenta-se sobre a liberdade científica em seu disseminar, totalizando, dessa maneira, o acesso à informação para os seus usuários que procuram nas bibliotecas determinados conhecimentos e, sobretudo, podem encontrar obstáculos em algumas formas de obtenção da informação, em face de algumas práticas profissionais do bibliotecário. Neste sentido, objetiva-se discutir sobre os reflexos da censura na prática profissional do bibliotecário, apresentando alguns arcabouços conceituais, a partir do estado da arte, através de questionamentos e ações interpretativas, das variáveis do conhecimento sobre práticas de censura e disseminação da informação em bibliotecas. Trata-se de uma pesquisa teórica e bibliográfica, uma vez que procura discutir por intermédio da análise indiciária as evidências interpretativas, no sentido de encontrar pistas no processo da disseminação informacional que componha os pressupostos da prática de censura, sob o ponto de vista explícito e implícito (censura velada). Como resultado, avalia-se que a censura se perdura ao tempo, além de camuflar-se, assim, aparecendo de maneira implícita em lugares que deveriam estar reforçando-se contra quaisquer vestígios que lembrem o comportamento censório. Ao final, contextualiza que o bibliotecário como profissional da informação, juramentado na liberdade da investigação científica e na dignidade da pessoa humana, tem a responsabilidade e compromisso de lutar para que este juramento não seja só em teoria, e sim, que este recorra para a prática do nosso cotidiano nas bibliotecas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A guerrilha do Araguaia: meios de comunicação contra-hegemônicos da Amazônia para a Europa
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-22) RODRIGUEZ, Lorena de Meira; AMORIM, Célia Regina Trindade Chagas; http://lattes.cnpq.br/9650931755253248
    O presente estudo busca refletir acerca do papel das mídias contra-hegemônicas na divulgação de notícias sobre a Guerrilha do Araguaia nas dimensões internacionais, nacionais e regionais e tem como objetos empíricos de análise os seguintes meios de comunicação alternativos: rádio Tirana (Albânia), jornais Frente Brasileño de Informaciones (1968-1973) (Chile), Politique Hebdo (1970-1978/1982) e Liberatión (1973) (França), A Classe Operária (1925), O Araguaia (1974-1975), Coojornal (1976-1983) e Resistência (1978-1983) (Brasil). Para este fim foram selecionadas veiculações que abordassem a Guerrilha, uma de cada meio, dando-se prioridade à primeira identificada seguindo a ordem cronológica. Estes veículos de comunicação alternativos referiram-se à Guerrilha do Araguaia, movimento de resistência armada à ditadura militar brasileira (1964-1985) que aconteceu entre as décadas de 1960 e 1970, no sudeste do Pará, enquanto esta ainda se encontrava em curso e sob a mordaça do Estado brasileiro. A hipótese apreciada é a de que, mesmo essas mídias tendo sido produzidas em âmbitos e locais distintos, eram alimentadas por uma ou mais redes de informações, preocupadas em divulgar o conflito. A questão que originou esta pesquisa foi: como as notícias da Guerrilha chegavam à mídia contra-hegemônica internacional se o conflito era negado pelo Regime Militar Brasileiro e pouco foi divulgado na imprensa chamada “oficial”, à época de sua ocorrência? De modo a poder desvelar o objeto de estudo preterido buscamos como referências conceitos fundamentais ao tema tais como o de hegemonia proposto por Antonio Gramsci (1999), que aborda o domínio de um grupo detentor de capital financeiro e/ou intelectual sobre outro o qual detém a condição de oprimido, este logo alude à contra-hegemonia, aqui ancorada por Denis de Moraes (2011). Outros preceitos foram fundamentais como a censura à imprensa debatida por Karl Marx (2006), em âmbito internacional, e por Beatriz Kushnir (2015) e Anne-Marie Smith (2000), no plano nacional. Nos debruçamos ainda sobre a mídia tida como radical e alternativa, contestadora do status quo, através de John Downing (2002) e Cecília Peruzzo (2006) dentre outros. Logo, para a Guerrilha, estudamos as obras de Fernando Portela (1986), Élio Gáspari (2002) e Paulo Fonteles Filho (2013). A pesquisa mostrou-se relevante uma vez que levantou meios de comunicação alternativos que abordaram a temática da Guerrilha e, todavia, não haviam sido trabalhados anteriormente. Para além do ineditismo, o estudo fez-nos perceber que, mesmo estando a imprensa nacional censurada sobre o assunto, o tema alcançou inclusive veículos internacionais, sendo estes fundamentais para que o conflito fosse registrado e legitimado. Inferiu-se que as notícias eram partilhadas por redes de informações. A pesquisa foi feita a partir do viés qualitativo proposto por Ortez e Gonzáles e das técnicas de análise de conteúdo propostas por Laurece Bardin (1979).
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Narrativas da censura informacional registrada sob a ótica historiográfica: apreciações a partir da influência do Terceiro Reich Alemão
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04) OLIVEIRA, Alessandra Nunes de; SILVA, Luiz Eduardo Ferreira da; CASTRO, Jetur Lima de
    O artigo investiga o contexto historiográfico do Terceiro Reich Alemão situando os caminhos da censura, sua influência com a propaganda política nazista e seu clímax com a ação bücherverbrennung (queima de livros) que envolveu as bibliotecas alemães. Configura-se como uma abordagem teórica de cunho histórico, bibliográfico e documental, adotando o conhecimento indiciário, evidenciando os aspectos interpretativos de outras formas do saber que partilham das pistas e pegadas através do conhecimento indireto. Apresenta o contexto da censura em livros a partir das narrativas historiográficas do Terceiro Reich Alemão, destacando a intenção da intolerância nazista, a qual ficou marcada contra a liberdade de expressão e do conhecimento, que se propagou por estratégias propagandistas empregadas a influenciar adeptos às práticas do extremismo nazista. Resgata à memória dos bibliotecários alemães que no exercício de sua função foram perseguidos pela barbárie nazista e, ao mesmo tempo, cativos de um regime ultrajante nas realizações de suas funções como disseminadores do conhecimento e dos seus aspectos científico, técnico e humanista.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    (Re)visitando o Estado Novo no Brasil: uma análise da censura e a difusão cultural dos livros nas bibliotecas
    (Universidade Federal do Pará, 2018-12) OLIVEIRA, Alessandra Nunes de; SILVA, Luiz Eduardo Ferreira da; CASTRO, Jetur Lima de
    O artigo traz uma discussão sobre as relações da censura com as medidas de implementação da difusão cultural dos livros nas bibliotecas no Estado Novo no Brasil. Configura-se como uma abordagem teórica de cunho histórico, bibliográfico e documental, em que foi adotado o conhecimento indiciário sobre as quais evidenciam-se os aspectos interpretativos de outras formas do saber que partilham das pistas e das pegadas por meio do conhecimento indireto.  São feitas considerações sobre o desenvolvimento do Instituto Nacional do Livro nas bibliotecas, sob a influência do Estado Novista, e sobre a relação da censura com o Departamento de Imprensa e Propaganda, com o qual estava coligada aos interesses do governo em questão em relação à expansão e à difusão dos livros. Considera-se que o livro e a leitura foram um esforço grande na política de Vargas com o Estado Novo, com a criação do Instituto Nacional do Livro, um ato perigoso, diga-se, na propaganda, instanciado em nome da moral e dos bons costumes e, por conseguinte, alvo da censura e da repressão à liberdade de expressão de grandes autores brasileiros citados no estudo, como Jorge Amado, Monteiro Lobato, Cecília Meireles e José Lins do Rego. Portanto, é necessário questionar, visto que ainda há uma tendência aos vestígios conservadores, como o do Estado Novo, devido às tradições habituais instauradas nos ambientes de trabalho, ao clima de vigilância nas instituições e às políticas comuns em bibliotecas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Violência, censura e loucura: a semente de Gianfracesco Guarnieri
    (Universidade Federal do Pará, 2015-12) SARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto Nascimento
    O presente estudo analisa a peça de teatro A Semente (1961), do dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri. A peça foi censurada em 26/04/1961 e liberada dois dias depois após uma comissão de intelectuais considerarem que a peça não poderia ser acusada de subversiva, pois ela era “reveladora de um problema tremendamente humano na sua grandiosidade” (ÚLTIMA HORA, 27/04/1961). Vemos neste texto que o ambiente de violência, embargo e loucura circundam os anos 60, por conta dos antagonismos promovidos pela guerra fria e a luta contra a “subversão”. No espetáculo, Guarnieri consegue colocar o operariado no palco e discutir questões fundamentais sobre a resistência e a necessidade de lutar pelos direitos humanos.
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