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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Arquétipo e representação na telenovela: lugar comum e espaços discursivos na representação do mesmo nas protagonistas - Helena de Manoel Carlos(Universidade Federal do Pará, 2013-06) MIRANDA, Cristia RodriguesO presente trabalho visa analisar a constituição de certos arquétipos e estereótipos, na composição das personagens-Helenas de Manoel Carlos , considerando a lógica da indústria cultural e da cultura de massas. Para tanto, serão utilizadas algumas considerações de Morin (1992) sobre a cultura de massas, o conceito de representações sociais, tal como aborda Jodelet (1989), e ainda, abordar-se-ão conceitos sobre a cultura como simulacro Subirats (1998). Consideramos, aqui, que a cultura de massas, como manifestação veemente do imaginário popular e das ideologias, cria representações sociais e, especularmente, tem-se o real produzido e fabricado. Nessa perspectiva, consideramos pertinente analisar as regularidades e as dispersões na composição das personagens- Helena, uma vez que elas se estruturam segundo a lógica da cultura de massas, como também relação à rela reprodução do real em forma de simulacro (re)produzindo e mediando representações sociais.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A cidade personagem de Belém do Grão-Pará(Universidade Federal do Pará, 2018-11-29) BRASIL, Clara Alice da Silva Guimarães; FURTADO, Marli Tereza; http://lattes.cnpq.br/2382303554607592A cidade estabelece importantes significações para a Literatura. Dessa maneira, muitos estudos apontam para essa relevância, buscando entender a relação que ela estabelece com a obra literária. Em “Belém do Grão-Pará” (1960), de Dalcídio Jurandir, isso não é diferente, pois a cidade se torna figura crucial para o enredo do romance; tanto que muitos estudiosos, como Nunes (2006), Linhares (1987), Furtado (2010), Ornela (2003), Castilo (2007), enfatizaram o papel que a cidade designa na narrativa, mais precisamente, apontaram a personificação vigente nas linhas romanesca. Considerando essa perspectiva, a iniciativa desse estudo funda-se na necessidade de ampliar essa indicação. Para isso, objetiva-se interpretar a cidade de Belém como personagem na obra “Belém do Grão-Pará”. Sendo que, para alcançar esta proposta, pretende-se observar os limites entre personagem e espaço na narrativa; compreender como a configuração da cidade pode estabelecê-la como personagem; e, paralelamente, examinar como a cidade dialoga com as demais personagens. Para tanto, procede-se à pesquisa bibliográfica sobre as diversas definições de espaço, personagens e cidades na literatura. Textos de Osman Lins (1976), Candido (2011), Santos e Oliveira (2001), Dimas (1985), Dias (1986), Briesemeister (1998), Freitag (1998) Mesquita (1986), Borges Filho (2007; 2009), Barbieri (2009), entre outros, foram imprescindíveis para a reflexão dessa proposta. Desse modo, observa-se que as fronteiras entre espaço e personagem são tênues e, principalmente, contribuem para construir o perfil da cidade, o que permite concluir que ela é personagem em “Belém do Grão-Pará”.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O desvelar do processo de criação: a questão da autoria em Um Sopro de Vida, de Clarice Lispector(Universidade Federal do Pará, 2020-12-02) RIBEIRO, Merissa Ferreira; FERRAZ, Antônio Máximo von Sohsten Gomes; http://lattes.cnpq.br/5982898787473373Este trabalho pretende alargar as concepções acerca da autoria na obra de Clarice Lispector, a partir do romance Um Sopro de Vida – o qual nos concede um rico conteúdo para pensarmos as dimensões do autor na obra literária, principalmente pelo fato de nele a questão da autoria ser posta em pauta de modo indubitável, não apenas pela personagem chamada Autor, mas porque, além disso, tal personagem inquieta-se a todo momento com o material de sua narrativa, inquirindo-se a respeito da autonomia e natureza de sua criação, Ângela Pralini. Essa criação (a personagem Ângela) do Autor, na obra, também tem espaço para expor seus pensamentos, suas manifestações e, numa espécie de diálogo indireto, questiona (em sintonia com o seu criador) o fazer artístico. Os elementos da narrativa expostos nesta obra publicada em 1978 abrem-nos, nesse sentido, novas perspectivas sobre as delimitações do autor na obra de arte. A fim de oferecer uma colaboração para a fortuna crítica da autora, o estudo se justifica em razão da vasta crítica que aborda as representações autobiográficas na obra clariceana, as quais apresentam, por vezes, um olhar restrito sobre a questão da autoria. Esta noção, todavia, passa pelos conceitos de literatura confessional e literatura feminina: no primeiro, pelo entendimento de que a obra literária é uma externalização ou projeção das vivências pessoais do escritor, o qual – sob a face de uma personagem – transpõe para narrativa uma autobiografia; na segunda, por evidenciarmos que “confessional” e “feminino” são termos por vezes amalgamados nas críticas literárias. Ao trazer-se para a discussão essas percepções, discutimos ligeiramente a cobrança por uma literatura engajada na obra de Clarice Lispector, posto que esse conceito é um dos critérios para se abordar a qualidade biográfica de determinada obra. Fazemos, para isso, um percurso por obras tidas como confessionais, por outros escritos de Lispector, bem como considerações acerca de sua fortuna crítica. Dessa forma, ancorando-nos em textos que nos deixam entrever o conceito de autor e no que postula Martin Heidegger (2010) sobre a origem da obra artística, buscamos instaurar outras possibilidades para a interpretação da autoria na obra da escritora.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O nome das personagens em cinzas do Norte: uma questão poética(Universidade Federal do Pará, 2017-09) PINHEIRO, Lucilia Lúbia de Sousa; PRESSLER, Gunter KarlO artigo apresenta a forma poética, de acordo com Meschonnic (2002), do nome das personagens em Cinzas do Norte (2005), partindo da intenção do autor abstrato em intensificar o nome da personagem principal Mundo, pois ao ser chamado constantemente de Mundo, a personagem transmite a experiência que ele vai ter para além de Manaus, do Norte, mas para o mundo. As experiências que Mundo terá a partir dessas viagens e do próprio contexto na obra o colocam como personagem de um romance de formação.
