Navegando por Assunto "Cinema"
Agora exibindo 1 - 20 de 27
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Aspecto da narrativa de resistência na literatura e no cinema(Universidade Federal do Pará, 2010-06) CASTRO, Veridiana Valente Pinheiro; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria PereiraCom o objetivo de observar as ressonâncias de um determinado período histórico/cultural, o da ditadura militar de 1964, o trabalho em questão parte da relação entre literatura e cinema e de seus efeitos, na composição do romance Em Câmera lenta (1977), do paraense Renato Tapajós.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Belém entre filmes e fitas: a experiência do cinema, do cotidiano das salas às representações sociais nos anos de 1920(Universidade Federal do Pará, 2011-08-12) CARNEIRO, Eva Dayna Felix; SARGES, Maria de Nazaré dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2076421409418420; LACERDA, Franciane Gama; http://lattes.cnpq.br/1007392320101957A história social do cinema é marcada pelo hábito de frequentação. Para além do filme, elementos como infraestrutura e propaganda desempenham papel fundamental para que se crie um clima de sedução e envolvimento com as imagens visualizadas. A trajetória do cinema, entre outros caminhos, vincula-se ao espectador, ao espaço físico das salas de projeção e as sociabilidades nele elaboradas. Esta dissertação discute o cinema na cidade de Belém (Pará) nos anos de 1920. Para tanto investiga a forma como as salas de cinema interagiam com o espaço urbano daquele período. Do mesmo modo, discutem-se elementos da infraestrutura das salas tais como: acomodações, ventilação e música. Procurou-se demonstrar que o ato de assistir a um filme na capital paraense daqueles anos era apenas uma parte do ―ritual de frequentação dos cinemas, daí a preocupação em se compreender as formas de sociabilidade processadas no interior daquelas salas. Ao lado disso, faz-se uma análise do cinema atuando como mediador das representações sociais de gênero e infância.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Casa de Luiza : escritos de um retorno(Universidade Federal do Pará, 2023-03-06) SILVA, Rodrigo Antonio da; LEÃO, Ana Cláudia do Amaral; http://lattes.cnpq.br/3091200390689592Casa de Luiza, escritos de um retorno é uma pesquisa-obra em Artes. Parte da reflexão e construção de narrativas visuais de famílias negras no cinema documentário, tendo o falecimento de minha avó como disparador do processo de coleta, colagem e diálogo de distintos vestígios de memória. Para o desenvolvimento da pesquisa-obra, adoto como base discursiva vozes-mulheres, pensadoras e artistas, a saber: Beatriz Nascimento (1989) e sua definição do corpo negro como corpo-memória; a afrografia de Leda Martins (2021) em interlocução com a escrevivência de Conceição Evaristo (2005), que me auxiliam a entender a necessidade e a potência do uso da minha voz e corpo – no domínio da escrita fílmica; e a perspectiva do tornar-se sujeito de Grada Kilomba (2019), para compreender esse aspecto na afirmação de minha ação como pesquisador-artista. Num fabular fílmico, passado, presente e futuro são instanciados na compreensão de uma ancestralidade da diáspora que nasce da fuga como liberdade, em um constante recriar de caminhos a ser apresentado em formato de “texto de artista”, conforme conceitua Rosana Paulino (2011). Nesta escrita, partilham-se as reflexões que deram origem às obras em formato curta-metragem que integram a pesquisa e que visam a contribuir para o debate sobre a episteme afrocentrada na área da pesquisa poética. A escrita desta história está nas paredes, nos rastros de vida, em imagens dispersas, em vozes múltiplas, em fios da memória ainda por alinhavar.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Cinema como escola de vida: a propósito das películas de ficção científica(Universidade Federal do Pará, 2022-02-18) OLIVEIRA NETO, José Augusto de Jesus de; SILVA, Carlos Aldemir Farias da; http://lattes.cnpq.br/7226908910873590; https://orcid.org/0000-0001-5463-1316O cinema possui configurações que permitem acionar o fascínio humano pela imagem do real herdado da fotografia, além de possibilitar uma experiência individual e coletiva e múltipla em termos de ambiente, seja em salas de exibição, seja na tela de um smartphone. Essas qualidades acionam em nós a projeção-identificação, processo pelo qual nos projetamos nos personagens que, por sua vez, ganham vida a partir de nós. Este trabalho reflete como o cinema, por meio de suas películas, proporciona uma aprendizagem além da didatização dos conteúdos escolares e do ensino de conceitos científicos ao ampliarmos a expressão conceitual moriniana de cinema como escola de vida. Tal reflexão é feita por meio de uma incursão bibliográfica a partir dos estudos sobre o cinema de Edgar Morin e da produção científica brasileira sobre a temática, em especial a ficção científica no ensino de ciências. Por fim, a partir do filme Contágio (2011), buscamos compreender, por meio de reflexões que respondem ao acontecimento da crise sanitária de Covid-19, quais aprendizados a escola de vida do cinema pode ensinar através de uma narrativa de pandemia que projeta realidades a partir do imaginário em um futuro que já chegou.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Cinema e resistência: a ditadura militar brasileira em Zuzu Angel, de Sergio Rezende(Universidade Federal do Pará, 2015-12) CALEGARI, Lizandro CarlosNos anos compreendidos entre 1964 e 1985, o Brasil viveu a Ditadura Militar, a que se associam imagens de violência extrema. A produção artística desse momento passou a representar tal circunstância histórica, muitas vezes, procurando produzir obras que se colocavam contra a ideologia do poder autoritário em curso. Além de obras literárias e expressões musicais, muitos filmes foram produzidos para “falar” daquela experiência. O propósito deste artigo é arrolar sobre os conceitos de cinema e resistência, buscando verificar como as definições que caracterizam tais vocábulos prestam-se para uma análise da obra Zuzu Angel (2006), do diretor Sergio Rezende. Para o embasamento da proposta, buscou-se respaldo em autores como Walter Benjamin, Alfredo Bosi e Márcio Seligmann-Silva, entre outros.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O Cinema ficcional de Líbero Luxardo(Universidade Federal do Pará, 2013-06-28) CASTRO NETO, Advaldo; SILVA, Joel Cardoso da; http://lattes.cnpq.br/6918547599708778A dissertação O Cinema Ficcional de Líbero Luxardo, a partir da história do cinema brasileiro, estuda as representações cinematográficas de Líbero Luxardo, especificamente seus três longas-metragens de ficção Um dia qualquer; Marajó, barreira do mar e Brutos Inocentes, produzidos na Amazônia paraense, nos anos 60 e 70 do século XX. Belém, Marajó e, de modo geral, a Amazônia fazem, mesmo que de modo ligeiro, parte dessa reflexão por estarem representadas no texto fílmico. Dividido em quatro capítulos, analisam-se cenas, contextos, linguagem cinematográfica e outros temas pertinentes à pesquisa, que se intertextualiza com outros textos de linguagens artísticas, como a literatura, o desenho e a canção popular, contextualizados no processo histórico e social dos locais geograficamente situados na Amazônia. Este trabalho é uma reflexão acerca dessas representações e traz como base teórica-histórico diversas fontes de estudo para análise do cinema de Líbero Luxardo, entre elas, Pedro Veriano (1983, 1999, 2006, 2008), J.J. Paes Loureiro (1965, 2008), Acyr Castro (1965, 1986), Sidney Leite (2005), Paulo Emílio Sales Gomes (2001), Joseph Mascelli (2010), Christian Metz (1973, 2010), principalmente, com relação ao cinema. Marcio Souza (1994), Violeta Loureiro (1992), Leandro Tocantins (1982, 1987), entre outros, com relação à Amazônia.Tese Acesso aberto (Open Access) O Cineteatro territorial de Macapá e a criação de uma política cultural janarista(Universidade Federal do Pará, 2023-06-26) FERREIRA, Frederico de Carvalho; MARTINS, Benedita Afonso; http://lattes.cnpq.br/6379814397024971A presente pesquisa de doutorado, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Pará, sob a orientação da Profa. Dra. Bene Martins, realizou estudo sobre contextos sócio-político-culturais engendrados a partir da instauração do Território Federal do Amapá (TFA), com foco no Cineteatro Territorial de Macapá, entre os anos de 1944 e 1949. A pesquisa, intitulada: O Cineteatro Territorial de Macapá e a Criação de uma Política Cultural Janarista. Os objetivos são os de evidenciar e de refletir sobre a criação de uma política cultural, disseminada pelo Governador Capitão Janary Gentil Nunes e suas possíveis influências no processo de formação identitária amapaense. Esta pesquisa justifica-se pela insuficiência de trabalhos que contemplem o tema e pela necessidade de abordagens mais aprofundadas sobre as memórias artística, cultural e teatral amapaense e seus contextos sociais e políticos, que podem ter influenciado na sua formação identitária e cultural, além de contribuir, como aporte teórico e crítico para pesquisas futuras, possibilitando, com isso, condições para o crescimento do Teatro no/do Norte e no/do Brasil. O ponto central do estudo é o movimento artístico e cultural oportunizado (ou não) pelo Cineteatro Territorial de Macapá, espaço oficial de difusão política e cultural do TFA. No processo de construção desta pesquisa, conforme objetivos propostos, é investigada a formação do TFA, desde sua fragmentação do estado do Pará (1943); a escolha da capital territorial e o Jornal Amapá, como fonte documental; a inauguração do Cineteatro Territorial de Macapá (1944) e suas atividades político-culturais; a criação de uma política cultural janarista e o possível diálogo com o movimento cultural amapaense. O estudo alia-se à linha de pesquisa: Memórias, histórias e educação em artes, do Programa de pós-graduação em artes (PPGARTES-UFPA). As metodologias de apoio são as do campo artístico-cultural, estudos culturais, em diálogo com outras referências, a partir de uma análise qualitativa das fontes. Inicialmente com leitura sistemática das bibliografias sobre política cultural, contextos teatral e audiovisual estabelecidos entre 1944 e 1949. Os materiais consultados são de filmes, espetáculos, artistas e companhias teatrais registrados em MacapáAP. Caracteriza-se como pesquisa documental, por priorizar o levantamento e análise das fontes que possibilitem a interpretação dos órgãos e documentos oficiais, como o Jornal Amapá e Relatório de Atividades do Governo do Território Federal do Amapá.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A crise da palavra no centro do drama: uma leitura de Eu sei que vou te amar de Arnaldo Jabor(Universidade Federal do Pará, 2012) MATOS, Bruno Sérvulo da Silva; MARTINS, Benedita Afonso; http://lattes.cnpq.br/6379814397024971A literatura e o cinema constituem dois campos de produção sígnica distintos cuja relação pode se tornar possível em razão da visualidade presente nas duas linguagens. Não é de hoje que o cinema se utiliza de outras linguagens e/ou outros signos para a construção, reconstrução, criação e recriação fílmica, provocando, dessa forma, o aparecimento de uma matéria híbrida. Porém, na atualidade, esse processo de influências/trocas também ocorre de forma contrária: se antes o cinema se valia da literatura como hipotexto, desta vez, a literatura pode valer-se do cinema para sua criação narrativo-verbal. O corpus de análise será o filme e romance homônimo EU SEI QUE VOU TE AMAR do cineasta, escritor, jornalista e crítico Arnaldo Jabor cujas obras exploram a linguagem cinematográfica de forma artística e também consegue, ao mesmo tempo, desenvolver seu cunho literário-poético, demonstrando assim, que a literatura pode sofrer influência do cinema. Os referenciais para análise se inserem nos estudos semiológicos que perpassam a teoria literária e fílmica. Far-se-á, portanto, análises das linguagens (literária e fílmica) empregadas pelo diretor/escritor e seu produto artístico final.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) De Carlos Eugênio à “Codinome Clemente”, entrevista com Isa Albuquerque(Universidade Federal do Pará, 2021-06) SARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto Nascimento; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria PereiraEntrevista realiza no dia 15 de outubro de 2020, como atividade do VII Seminário Internacional Literatura e Cinema de Resistência (SELCIR). A entrevista foi conduzida pelo Prof. Dr. Augusto Sarmento-Pantoja e contou com a colaboração da Profa. Dra. Tânia Sarmento-Pantoja e a participação da Cineasta Isa Albuquerque e pesquisadora e viúva de Carlos Eugênio, Dra. Maria Cláudia Badan Ribeiro. A seguir transcrevemos algumas passagens da entrevista de Isa Albuquerque. A entrevista na íntegra encontra-se disponível em vídeo https://www.youtube.com/watch?v=O9LQuU0pKsQ.Tese Acesso aberto (Open Access) O discurso do Infilmável: formas de pensar a adaptação entre literatura e cinema(Universidade Federal do Pará, 2023-09-11) LOUREIRO JUNIOR, João Pereira; SARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto Nascimento; http://lattes.cnpq.br/3263239932031945; https://orcid.org/0000-0003-0552-4295A presente tese reflete sobre o discurso do infilmável a partir da representação da impossibilidade no processo tradutório entre a literatura e o cinema, utilizada como potencial justificativa para evidenciar um suposto impedimento estético na relação interartística entre o literário e o fílmico. Para discutir sobre as formas de pensar a adaptação a partir dessa perspectiva, partimos do pressuposto de que o infilmável revela a conflitiva relação entre o que se propõe a ser feito (a partir de mecanismos e recursos construídos na confecção do roteiro) e o que se materializou como produto adaptado. Isso se dá através de um intenso processo de busca pelo filme e de encontrar soluções para assumir a particularidade da obra cinematográfica, que no filmável, se encontra enquanto infilmável, pois toda tradução cinematográfica é uma possibilidade, um desejo de transformar a criação estética em uma linguagem em todo seu potencial imagético. Para analisar a constituição dos discursos do infilmável, recorremos a diversos marcos teóricos no campo da adaptação que nos ajudaram na pesquisa. Para discutir construções relacionais em torno do jogo literatura, cinema e tradução, recorremos a autores como Borges (2007), Benjamin (2008), Llosa (2004), Cândido (1972), Adorno (1970), Bernardet (1985). Quando discutimos o infilmável, partindo de uma perspectiva conceitual, etimológica, semântica, linguística e histórica, até alcançar os lugares de fala que alimentam o termo, utilizamos autores como Stam (2008), Avellar (2007), Bazin (1991). Para fundamentar nossas leituras sobre tradução, adaptação e outros conceitos correlatos, propomos um diálogo com Figueiredo (2010), Sanchez Noriega (2001), Plaza (2003), Seger (2007), Hutcheon (2013). No sentido de potencializar nossa discussão, analisamos algumas adaptações de filmes/séries de TV, baseados em Dom Quixote de Miguel de Cervantes, usamos como aporte teórico estudiosos como León (2015); Hidalgo e Arruda (2020), Morell (2022) Silva (2016), Johnson (2003). Como apontamento conclusivo para a delimitação discursiva que nos propomos investigar, esta tese demarca sua posição no campo da tradução/adaptação entre cinema e literatura, evidenciando a fragilidade de um discurso em torno do infilmável que se potencializa no espaço do senso comum, pela imposição discursiva de uma impossibilidade descontruída, tão logo se vê confrontada pela potência da tradução entre as fronteiras que abarcam o literário e o fílmico e seu eterno devir.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Entre o cinema e a locomotiva: os documentários de Edivaldo Moura como escrituras fílmicas de um passado castanhalense (1940-1995)(Universidade Federal do Pará, 2024-02-26) OLIVEIRA, Matheus de Sousa; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073Esta pesquisa visa analisar o processo de escritura fílmica de parte do cotidiano urbano do século XX (1940-1995) do município de Castanhal (Pará) através de dois documentários produzidos pelo cineasta paraense Edivaldo Moura, sendo eles O Cinema de Seu Duca (2016) que aborda a trajetória multicultural do Cine Argus durante suas quase seis décadas de funcionamento no município; e A Última Maria (2021) que centra-se em parte dos elementos estruturais da estrada de ferro de Bragança (EFB), no dia-a-dia dos habitantes castanhalenses, resguardando a locomotiva Castanhal e a estação ferroviária como protagonistas. Ambos os filmes são estruturados de formas semelhantes ao convidar moradores do município para compartilhar suas experiências pessoais pretéritas com os elementos principais que os filmes visionam – o Cine Argus e a Locomotiva Castanhal. Utilizamos a análise fílmica (leitura interna) em conjunto com fontes documentais para afirmar os filmes não como espelhos que representam um passado já dado por uma externalidade social passiva, mas sim como produtores de um movimento histórico próprio ao período castanhalense abordado e, principalmente, ao seu presente produtor. Como resultado, os filmes foram entendidos como criadores de uma inteligibilidade temporal que ancora presente-passado ao formularem suas próprias escrituras especificas de parte da transformação urbana de Castanhal, tendo o cinema e a locomotiva, junto às experiências sociais desenvolvidas nesses espaços, como símbolos suplantados – e ao mesmo tempo resistentes – da política de remodelamento urbano-comercial de Castanhal iniciada com vigor a partir da segunda metade do século XX no município.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O espaço e o tempo feminino num dia qualquer: Belém 1960(1995) ÁLVARES, Maria Luzia MirandaArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Etologia, Antropologia e cinema: uma etnografia da violência em Sob o Domínio do Medo(2009-12) SOUZA, Maurício Rodrigues deEste artigo aparece como uma tentativa de compreensão do fenômeno da agressão em seus múltiplos aspectos, tarefa para a qual contaremos com os referenciais teóricos advindos da Etologia e da Antropologia Social. Para melhor expressar as idéias aqui expostas utilizaremos o cinema como recurso etnográfico. Neste sentido, destacaremos alguns trechos do filme Sob o Domínio do Medo (1971), os quais serão trabalhados em maiores detalhes.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) #Fetiço (in progress): fazer pensar magia no cinema amazônida(Universidade Federal do Pará, 2019-04) CORDEIRO, Rosilene; WEYL, Francisco; BEZERRA, José Denis de OliveiraPensar/fazer cinema é fazer/pensar memórias/nomadismos por entre (des)lugares, territórios/fronteiras para os quais são necessárias inúmeras viagens, cujos percursos/trajetos - para além das experiências - traduzem imagens/i-marginários, que nos impregnam e em cujas brumas desaparecemos...Dissertação Acesso aberto (Open Access) Financiamento Coletivo Audiovisual Universitário : Uma reflexão a partir da realização do longa-metragem A Besta Pop(Universidade Federal do Pará, 2021-09-29) FERNANDES, Suelen Cristina Nino; STOCO, Sávio Luís; http://lattes.cnpq.br/3206903170798612A dissertação analisa o uso do financiamento coletivo pelos universitários de cinema, audiovisual e áreas afins enquanto alternativa criativa de viabilização dos projetos, propondo uma reflexão a partir da experiência pessoal de realização do longa-metragem A Besta Pop (2018). Em um primeiro momento, apresento o processo de construção do filme desde a origem até suas diversas exibições, traçando um paralelo entre o modelo de produção do mercado e as adaptações realizadas no ambiente universitário do longa, utilizando como referencial teórico Aída Marques (2007), Chris Rodrigues (2007) e Jose Quesada (1996). Em seguida, traço um panorama das características do financiamento coletivo, enquanto braço financeiro das práticas de construções coletivas que acontecem no ambiente virtual, conhecido como crowdsourcing, valendo-me do escopo teórico de Vanessa Valiati (2012; 2013) e Scott Steinberg e Russel DeMaria (2012), dentre outros. Para tanto, analiso os mecanismos presentes na plataforma Catarse, apresentando o levantamento de dados dos projetos hospedados na plataforma que se identificaram como universitários, entre os anos de 2016 a 2018, com vistas a entender o perfil dos projetos e dos proponentes. Neste sentido, procuro compreender o movimento do financiamento coletivo no contexto da economia criativa, propondo uma leitura da criatividade na atuação do produtor audiovisual, embasando-me em John Howkins (2007), Richard Flórida (2012), Mariana Madeira (2014), entre outros, como referências para refletir sobre os desafios impostos por questões sociais, econômicas e políticas da atividade audiovisual.Tese Acesso aberto (Open Access) Hilda Híbrida Outro Eu: Filme Ensaio(Universidade Federal do Pará, 2022-02-09) GALVÃO, Galvanda; MENDES, Ana Flávia de Mello; http://lattes.cnpq.br/6144243746546776Este memorial trata da poética Hilda Híbrida Outro Eu, filme ensaio, cinema experimental em diálogo com a artista Hilda Hilst. O trabalho constrói-se a partir de várias linguagens em atravessamentos: fotografia, colagem, vídeo, cinema de arquivo, aquarela, crítica e criação. Parto da Memória Viva, imagem, palavra, voz, desdobradas, “a memória da língua", provocação da artista Hilda Hilst, os recortes insubmissos, para dar a ver os processos de uma ação expandida VIDAARTE, simultânea, controversa. Perscruto aqui os deslocamentos que irrompem fronteiras, cânones, inscrições em fúria e delicadeza, as mutantes imagens coladas, sobrepostas: o visível e o invisível, emaranhados numa poética do fragmento, lugar da utopia, floema, ebulição e inacabamento em correspondências, os não-lugares das experiências em partilha com Walter Benjamin, Gilles Deleuze, Maya Deren, Agnes Varda, Aracy do Amaral, Chantal Akerman, Michel Foucault, Cristina Freire, Letícia Parente, Octavio Paz e Pier Paolo Pasolini, entre outras pesquisas. O processo de criação revela as cenas da impermanência, o rastro expandido, percorro as artes de Hilda Hilst numa confabulação, sobretudo em Kadosh, livro de 1973, poesia de guerrilha. O corpo, o gozo, o transbordamento surreal, as convergências, os processos como questões com Hilda Hilst entre as artes, a viragem, minha poética visual.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) História e cinema: uma leitura iconográfica da modernidade(Universidade Federal do Pará, 2021-06) SILVA, Edinei Pereira daO presente artigo tem como escopo tratar o cinema como consequência das transformações proporcionadas pelo desencadeamento da Modernidade. Os elementos constituintes e capturados pelas lentes cinematográficas, além dos grandes e visibilizados fatos já apontados pelos estudos historiográficos, passam pelas relações do cotidiano, aqueles que muitas vezes são geridos pelas forças do controle do Tempo. Este, problematizado aqui como substancia de um capitalismo que se coloca como normatização daquela organicidade. Algumas obras fílmicas foram pensadas para fundamentar o estudo. Como: Metropolis (de Fritz Lang), e Tempos Modernos (de Charles Chaplin). Ambas trazem uma série de questões pertinentes para uma análise à luz daquela conjuntura. Procurei esquadrinhar as cenas que remetiam de forma direta ao Tempo como substância elementar daquela realidade, e suas conjunções ao que implica na alteração e consequência do homem moderno a partir da leitura iconográfica.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Infância e pobreza: as crianças ao cuidado do cinema(Universidade Federal do Pará, 2018-06) DOMINGOS, Susana Isabel Marcelino GuerraO preconceito em relação à pobreza, e especialmente em relação à pobreza infantil, construído com base em pesados estereótipos de classe, carrega uma série de imagens e representações negativas associadas. Demasiadas vezes associada à errância e à delinquência, a infância pobre é vista como uma ameaça à sociedade, e configura um objeto incômodo sobre o qual se tem dificuldade em olhar, porque dá visibilidade a um lado perturbador da nossa realidade social. O presente trabalho propõe que nos detenhamos sobre o modo como a infância em estado de exceção foi representada pelo cinema. A partir de Os Esquecidos, de Luis Buñuel e Os Incompreendidos, de François Truffaut, tentaremos entender como a pobreza infantil nos é dada a ver, ao mesmo tempo que questionamos o papel do cinema no exercício da resistência contra o fenômeno da invisibilidade da pobreza, bem como o alcance e os limites da nossa reação às imagens que projetaArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Melancolia e resistência: em câmara lenta(Universidade Federal do Pará, 2013-09) PINHEIRO, Veridiana Valente; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria PereiraCom o objetivo de observar as ressonâncias de um determinado período histórico/cultural, o da ditadura militar de 1964, o trabalho em questão parte da relação entre literatura e cinema e de seus efeitos, na composição do romance Em Câmera lenta (1977), do paraense Renato Tapajós.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A música nos filmes "Um dia qualquer" e "Brutos inocentes" de Líbero Luxardo(Universidade Federal do Pará, 2016-07-08) ALONSO, Wagner de Lima; SILVA, Joel Cardoso da; http://lattes.cnpq.br/6918547599708778Nesta pesquisa, exploramos, com base nos filmes ficcionais Um dia qualquer e Brutos inocentes de Líbero Luxardo, ambos integrantes do chamado Ciclo Amazônico de sua produção de cineasta, as relações entre música instrumental e cena em sua síntese, naquilo que se pode afirmar não ser mais apenas imagem e tampouco música isoladas, mas um amálgama característico da linguagem cinematográfica, ou das expressões. Nesse estudo, que se inscreve na linha de pesquisa Trânsitos e estratégias epistemológicas em artes nas amazônias, pretendemos explicar o processo de criação cinematográfica de Líbero Luxardo ao utilizar a música nos filmes do Ciclo Amazônico referidos; contribuir para as pesquisas teórico-reflexivas sobre o cinema a partir da produção local; e colaborar para a difusão da relevância da música na constituição da linguagem cinematográfica. Dessa maneira, consideramos, neste trabalho, um filme como obra singular, dotada de autonomia, capaz de estabelecer um texto em que a leitura seja engendrada pelas características de sua narrativa e seus dados visuais e sonoros. Para realizar o estudo, não empregamos integralmente nenhuma proposta metodológica fundada em pré-concepções, antes utilizamos um modelo diverso, fundado na Filosofia que nos oferece uma abordagem do objeto denominada Fenomenologia, a qual julgamos mais adequada ao nosso trabalho, por valorizar um modo de tentar dizer o que as coisas são pela sua descrição enquanto fenômeno, por entender que o exterior e o interior das coisas coincidem, ou seja, que uma coisa é como ela é, de tal modo que, se desejarmos dizer o que algo seja, devemos percebê-lo, contatá-lo como fenômeno, como algo que se processa em nosso campo perceptivo e, a seguir, sem pré-noções, descrevê-lo. Essa abordagem norteará todas as etapas descritivas. Assim, nosso percurso na análise dos filmes foi direcionado pelo seguinte ciclo: identificação das sequências do filme nas quais há música instrumental incidental; descrição das imagens das sequências selecionadas; descrição da música das mesmas sequências; identificação das relações entre música e imagem; e, finalmente, comentários sobre as relações entre imagem e música em cada cena, relacionando-os, quando possível, com a bibliografia sobre o assunto. Também consideramos que os filmes de Luxardo devem ser tomados como obras inscritas numa história das formas e estilos cinematográficos, assim, na última etapa proposta, estabelecemos um diálogo das relações identificadas entre música e imagem de seus filmes estudados com algumas teorias existentes sobre o tema, e utilizamos como pressupostos teóricos, principalmente, Carrasco (2003), Chion (2011, 2015), Matos (2014), Radigales (2008), Tragtenberg (2008) e Xalabarder (2013), signatários da ideia de que música e cena em suas relações ampliam as possibilidades de significações e ressignificações na percepção do espectador. As teorias que subsidiaram a pesquisa foram obtidas por pesquisa bibliográfica em meios impressos e digitais. Com esse modelo, buscamos um equilíbrio entre o teor interpretativo dos comentários e o fornecimento de informações que possam torná-los verificáveis, estimulando o debate e a continuidade da construção desse conhecimento.
