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Navegando por Assunto "Citotoxicidade imunológica"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise proteômica de cultura macrófagica tratada com ácido kójico
    (Universidade Federal do Pará, 2023-07) ALMEIDA, Heyder Coutinho; SANTOS, Agenor Valadares; http://lattes.cnpq.br/9530734927662735; https://orcid.org/0000-0002-2690-2841
    O ácido kójico (AK) é um metabólito secundário fúngico natural, produzido por algumas espécies de Aspergillus, Penicillium e Acetobacter, através da biotransformação direta de substratos de carbono como glicose, sucralose, etanol entre outros. O AK foi isolado originalmente no Japão, em 1907, a partir de micélios de Aspergillus oryzae, é utilizado na indústria cosmética na forma de géis e sabonete é utilizado para obter o efeito de clareamento da pele inibindo a enzima tirosinase, reduzindo a produção de formação de melanina, também bloqueia a formação de pigmentação e uniformiza o tom da pele. Também é aplicado como um aditivo alimentar para a prevenção de escurecimento enzimático, pois é um quelante de metais e um potente antioxidante. Embora o AK tenha inúmeras funções biológicas, apenas recentemente estudos sobre a proliferação in vitro e citotoxicidade foram relatadas, mas ainda de forma limitada quanto ao seu efeito nas células imunes. Os macrófagos estão entre as células de defesa mais importantes que especificamente reconhecem e respondem a corpos estranhos, apoptose células e patógenos. Através de processo de ativação, há uma maior proliferação de macrófagos, que sofrem várias alterações morfológicas, como um aumento nas habilidades de disseminação e adesão, atividade de fagocitose, geração de ROS, apresentação de antígeno e produção de citocinas. De acordo com a classificação das funções biológicas, nossos resultados revelaram que em ambas as concentrações de ácido Kójico, as 14 proteínas expressas possuem função predita relacionada a processos do ciclo celular e oxirredução.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação in vivo do potencial efeito protetor da prolactina contra danos causados pelo metilmercúrio
    (Universidade Federal do Pará, 2022-04) CUNHA, Lorena Araújo da; ROCHA, Carlos Alberto Machado da; http://lattes.cnpq.br/5789536737681588; BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099; https://orcid.org/0000-0002-4872-234X
    Metais biodegradáveis, como o mercúrio, acumulam-se nos organismos vivos ao longo de suas vidas (bioacumulação) e também nas teias tróficas (biomagnificação), podendo atingir altas concentrações em humanos. A contaminação de humanos por mercúrio encontrado na água potável e nos alimentos pode ser comum, principalmente em comunidades ribeirinhas que dependem do pescado como principal fonte de proteína. Estudos in vitro, com linhagens celulares humanas expostas aos metilmercúrio mostraram que a prolactina possui propriedades citoprotetoras contra efeitos citotóxicos e mutagênicos deste metal, podendo atuar como fator co-mitogênico e inibidor de apoptose. O presente estudo investigou, in vivo, o potencial protetor da prolactina contra os efeitos tóxicos do metilmercúrio em mamíferos, utilizando o camundongo (Mus musculus) como modelo. Biomarcadores de genotoxicidade (ensaio cometa e teste do micronúcleo) e de estresse oxidativo (peroxidação lipídica e atividade das enzimas CAT e SOD), juntamente com análises histológicas (em amostras de tecidos hepático, renal e encefálico) e bioquímicas (parâmetros renais e hepáticos e dosagem de Hg e PRL no sangue), foram utilizados para verificar o potencial protetor da prolactina em camundongos expostos ao metilmercúrio. Foi observada, de maneira mais expressiva, uma redução nas alterações dos parâmetros bioquímicos renais e hepáticos e dos efeitos mutagênicos na presença da prolactina, em comparação com os efeitos isolados do metal. Quando a prolactina foi usada junto com o metal, também foi observado uma diminuição dos danos histológicos e um aumento da atividade da enzima SOD. Os resultados do estudo indicam que a prolactina possui efeitos protetores contra impactos tóxicos do metilmercúrio.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito da temperatura e molaridade na avaliação das atividades antimicrobiana, citotóxica e antioxidante do bio-óleo da semente do açaí (Euterpe oleracea, Mart.)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08) SILVA, Iago Castro da; MACHADO, Nélio Teixeira; http://lattes.cnpq.br/5698208558551065; MONTEIRO, Marta Chagas; http://lattes.cnpq.br/6710783324317390; https://orcid.org/0000-0002-3328-5650
    O açaí, uma fruta da Amazônia, é valioso tanto do ponto de vista econômico quanto nutricional. Suas sementes, geralmente descartadas, podem ser transformadas em bio-óleo por meio da pirólise (Processo de degradação termoquímica de biomassa residual), oferecendo uma alternativa sustentável aos combustíveis fósseis. Este estudo investiga como a temperatura e a molaridade com Hidróxido de Potássio (KOH) e Ácido clorídrico (HCl) que são reagentes de impregnação química no processo, influenciam as atividades antimicrobiana, antioxidante e citotóxica do bio- óleo produzido. Foram realizados testes utilizando Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massas (CG-MS) e ensaios para avaliar a atividade antimicrobiana, antioxidante e citotóxica em diferentes temperaturas (350, 400 e 450 °C) e molaridades (0,5 M, 1,0 M e 2,0 M). Os compostos fenólicos foram os mais abundantes no bio-óleo (55,70%), seguidos por hidrocarbonetos cíclicos e aromáticos (11,89%) e hidrocarbonetos lineares (9,64%). Apesar da redução nos compostos oxigenados, o bio-óleo manteve atividade bacteriostática contra Escherichia coli e Staphylococcus aureus em várias faixas de temperatura, destacando-se a 350 °C. A atividade antioxidante foi maior a 350 °C e em molaridades menores. Além disso, concentrações mais baixas de impregnação ácida apresentaram efeito citotóxico em altas temperaturas. Assim, o bio-óleo de sementes de açai gerados pelo processo de pirólise demonstra potencial para atividades antioxidantes e antimicrobianas, sugerindo viabilidade para testes adicionais em diluições com menor citotoxicidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos citotóxicos e mecanismo de ação da eleuterina isolada de Eleutherine plicata em modelo in vitro de células c6
    (Universidade Federal do Pará, 2024-05) SHINKAI, Victória Mae Tsuruzaki; NASCIMENTO, José Luiz Martins do; http://lattes.cnpq.br/7216249286784978; https://orcid.org/0000-0003-3647-9124
    O glioblastoma multiforme (GBM) é o tumor primário maligno mais prevalente do sistema nervoso central (SNC). As células de GBM são caracterizadas por rápida proliferação e migração. Há uma forte demanda por novas terapias para o tratamento desse tumor, em virtude das limitações terapêuticas atuais. Derivados de quinona de plantas têm recebido maior interesse como potenciais drogas antiglioma, devido às suas diversas atividades farmacológicas, como inibição do crescimento celular, invasão tumoral, ação anti-inflamatória e promoção da regressão tumoral. A erva Eleutherine plicata, conhecida popularmente como Marupazinho, possui ampla utilização na medicina popular devido às suas propriedades farmacológicas, possuindo derivados de quinonas, mais especificamente, naftoquinonas. Estudos anteriores demonstraram que a atividade antiglioma da Eleutherine plicata está relacionada a três compostos principais de naftoquinonas – eleutherine, isoeleutherine e eleutherol – contudo, seu mecanismo de ação permanece indefinido. Assim, o objetivo do trabalho é investigar o potencial efeito citotóxico e antiproliferativo da eleuterina em modelo in vitro de glioblastoma (linhagem C6). A citotoxicidade in vitro foi avaliada pelo ensaio MTT; alterações morfológicas foram avaliadas por microscopia de contraste de fase. Apoptose foi determinada pelo ensaio de anexina V-FITC-iodeto de propídio e os efeitos antiproliferativos foram avaliados pelo ensaio de formação de colônias. A expressão da proteína cinase B (AKT/pAKT) foi determinada por western blot, e o mRNA da transcriptase reversa da telomerase foi medido por reação quantitativa em cadeia da polimerase em tempo real (qRT-PCR). Os resultados obtidos indicaram que a eleuterina, isolada a partir da fração Hexânica, apresentou efeito citotóxico na linhagem C6. Foram observadas alterações estruturais pela captura de imagem, com uma redução expressiva da formação de colônias, indução de apoptose, inibição de pAKT e redução da expressão de telomerase após o tratamento. Dessa forma, nosso estudo mostrou que a molécula eleuterina apresenta atividade citotóxica em glioma de linhagem C6.
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