Navegando por Assunto "Clareamento dental"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Evaluation of metallic brackets adhesion after the use of bleaching gels with and without amorphous calcium phosphate (ACP): in vitro study(2013-06) MACHADO, Sissy Maria Mendes; NASCIMENTO, Diego Bruno Pinho do; SILVA, Robson Costa; LORETTO, Sandro Cordeiro; NORMANDO, Antonio David CorrêaOBJETIVO: avaliar, in vitro, a influência do clareamento dentário com gel contendo fosfato de cálcio amorfo (ACP) na resistência da união adesiva de braquetes metálicos. MÉTODOS: trinta e seis dentes incisivos bovinos foram seccionados no limite coronorradicular e tiveram suas coroas incluídas em cilindros de PVC. Os corpos de prova foram divididos em três grupos (n = 12), de acordo com a realização do tratamento clareador e tipo de gel utilizado, sendo: G1 (controle) - sem clareamento; G2 - clareamento com gel sem ACP (Whiteness Perfect, FGM); G3 - clareamento com gel contendo ACP (Nite White ACP, Discus Dental). Os grupos G2 e G3 foram submetidos a 14 ciclos de clareamento, seguidos de intervalo de espera de 15 dias para a fixação adesiva dos braquetes metálicos. O ensaio mecânico de cisalhamento foi realizado em máquina universal Kratos, com velocidade de 0,5mm/min. Após o teste mecânico, os corpos de prova foram avaliados quanto ao índice de remanescente adesivo (ARI). Os resultados foram submetidos à ANOVA, ao teste de Tukey e ao de Kruskall-Wallis (α = 5%). RESULTADOS: diferenças significativas foram observadas entre os grupos testados. O grupo controle G1 (11,1MPa) mostrou uma resistência ao cisalhamento estatisticamente superior aos grupos submetidos ao clareamento (G2 = 5,40MPa; G3 = 3,73MPa), os quais não diferiram entre si. Não se observou diferença significativa para o ARI entre os grupos estudados. CONCLUSÃO: o clareamento dentário reduz a resistência da união adesiva de braquetes metálicos, enquanto a presença de ACP no gel clareador não influencia os resultados encontrados.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Influence of bioactive materials used on the dentin surface whitened with carbamide peroxide 16%(2010-06) PINHEIRO, Helena Burlamaqui; LOPES, Bruno; KLAUTAU, Eliza Burlamaqui; CARDOSO, Jomara; SILVA, Bruna Rozzetti; CARDOSO, Paulo Eduardo CapelArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Influence of whitening gel on pulp chamber temperature rise by in-office bleaching technique(2013-12) LORETTO, Sandro Cordeiro; LIBDY, Mylena Ranieri; RIBEIRO, Fabiola do Socorro da Rocha; BRAGA, Esther Marina França; CARNEIRO, Karina Gama Kato; SOUZA JUNIOR, Mario Honorato Silva eINTRODUÇÃO: O clareamento dental representa uma manobra conservadora na recuperação estética de dentes com alterações cromáticas. Contudo, os tratamentos clareadores são passíveis de causar efeitos adversos, quando não bem planejados e executados. OBJETIVO: Este estudo avaliou a influência do gel clareador no aumento da temperatura intra-câmara pulpar através da técnica de clareamento dental fotoativado realizado em consultório. MATERIAL E MÉTODO: Um incisivo central superior humano foi seccionado na porção radicular 3 mm abaixo da junção cemento-esmalte. O canal radicular foi alargado para permitir a introdução do sensor do termômetro na câmara pulpar, a qual foi preenchida com pasta térmica, favorecendo a transferência de calor das paredes dentárias para o sensor do termômetro digital com termopar tipo K (MT- 401A) durante o clareamento. Três agentes clareadores fotossensíveis (peróxido de hidrogênio a 35%) foram utilizados, sendo: Whiteness HP (FGM), Whiteness HP Maxx (FGM) e Lase Peroxide Sensy (DMC). Um aparelho fotopolimerizador de led (Flash Lite - Discus Dental) foi empregado para a ativação dos géis clareadores. Seis ciclos de clareamento foram realizados para cada grupo testado. Os resultados foram submetidos à ANOVA de um critério e ao teste t (LSD) (α<0,05). RESULTADO: A menor média de variação de temperatura (ºC) foi observada com o Lase Peroxide Sensy (0,20), enquanto que a maior com o Whiteness HP (1,50). CONCLUSÃO: Os géis clareadores Whiteness HP e Whiteness HP Maxx interferiram significativamente no aumento da temperatura intra-câmara pulpar durante o clareamento, sendo esta variação dependente do tipo de gel clareador empregado.Tese Acesso aberto (Open Access) Influência de agentes clareadores de uso caseiro e em consultório na resistência de união braquetes ao esmalte em diferentes tempos após clareamento(São Leopoldo Mandic, 2013-05-24) NUNES, Mauro de Amorim Acatauassú; HÖFLING, Roberta Tarkany Basting; http://lattes.cnpq.br/2395614442725255Este estudo teve como objetivo avaliar a influência de agentes clareadores na resistência de união de bráquetes metálicos ortodônticos ao esmalte utilizando-se um agente de cimentação resinoso em diferentes tempos após o tratamento clareador e o modo de fratura. Cento e oitenta dentes incisivos permanentes bovinos foram selecionados e aleatoriamente divididos em três grupos: Grupo 1 (controle): sem clareamento. Grupo 2: clareados com Peróxido de Carbamida a 20%, (Opalescence® PF) durante 21 dias, 10 horas/dia. Grupo 3: clareados com Peróxido de Hidrogênio a 38% (Opalescence® Boost™) em duas aplicações de 15 minutos a cada 7 dias (por 21 dias). A seguir, os grupos (2 e 3) foram novamente separados em sub-grupos (n=15) de acordo com o tempo após clareamento para a realização dos procedimentos de colagem de bráquetes ao esmalte: imediato, 24 horas, 7 dias, 14 dias, 21 dias e 28 dias. Os testes de resistência de união por cisalhamento foram realizados em máquina universal de ensaios (EMIC) com velocidade de 0,5mm/min e os valores registrados em MPa. Em seguida, os dentes foram examinados em uma lupa estereoscópica com ampliação de 40 vezes para registrar o Índice de Remanescente Adesivo (IRA). A ANOVA mostrou que a interação técnica x tempo foi significativa (p=0,0310). Os escores foram analisados por meio do teste de Kruskal Wallis e Dunn para comparações entre os tempos e Mann Whitney para comparações entre as técnicas e comparações dos grupos com o controle. Foi considerado o nível de significância de 5%. Em relação ao Grupo 2, não houve diferença estatisticamente significante entre os tempos. Para o Grupo 3, houve menor resistência de união dos bráquetes ao esmalte no tempo imediato, sendo este tempo também diferente estatisticamente do Grupo controle. O tempo imediato não foi estatisticamente diferente dos tempos 14 e 21 dias. Os tempos entre 1 e 28 dias também não foram estatisticamente diferentes entre si. A maioria das fraturas foram do tipo coesiva na interface bráquete/resina ortodôntica. Para o grupo que utilizou o peróxido de hidrogênio a 38% no tempo imediato, as fraturas adesivas na região esmalte/resina ortodôntica foram predominantes. A utilização de peróxido de carbamida a 20%, não influenciou a resistência de união de bráquetes ortodônticos; por outro lado, o uso de peróxido de hidrogênio a 38% imediatamente antes da colagem reduziu a resistência ao cisalhamento.
