Navegando por Assunto "Climatério"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estudo da prevalência da infecção pelo Papiloma Vírus Humano (HPV) em mulheres no climatério em um hospital de referência de Belém(Universidade Federal do Pará, 2015-04-10) BALBI, Florentina do Socorro Martins; FUZII, Hellen Thais; http://lattes.cnpq.br/0026958665547973O Papiloma vírus humano (HPV) infecta uma grande parcela da população feminina mundial, aproximadamente, 291 milhões de mulheres sendo a principal causa do câncer de colo uterino. O câncer de colo uterino tem sua maior incidência após 40 anos de idade, o que coincide com a idade do climatério. Sendo assim, investigar a presença da infecção genital pelo HPV e seus fatores de risco em mulheres no climatério é de grande importância para avaliar a susceptibilidade desta população para o desenvolvimento de câncer. Com isso, este estudo teve como objetivo investigar os aspectos epidemiológicos da infecção genital pelo HPV em mulheres da região metropolitana de Belém, no período do climatério Foram avaliadas 213 mulheres entre 35 a 60 anos, atendidas no Ambulatório da Mulher da Fundação Santa Casa do Pará, no período de janeiro de 2009 a dezembro de 2011. Foram coletados dados clínicos e epidemiológicos das pacientes através de um formulário. As amostras para detecção do DNA do HPV também foram colhidas utilizando escova citológica. Para a detecção do HPV foi utilizada Reação em cadeia de polymerase (PCR) com oligonucleotídeos iniciadores MY9/MY11. E para tipagem dos subtipos HPV6, 11, 16, 18, 31, 33, 35, 52 e 58 foi realizada PCR em tempo real com sondas específicas. Entre as 213 mulheres estudadas, a prevalência geral de infecção genital pelo HPV foi de 11,7%. Os fatores de risco que foram associados à infecção por HPV foram o uso irregular do preservativo ( OR 1.11), e a coitarca com idade igual ou inferior a 14 anos ( OR 1). As frequências dos subtipos testados entre as amostras positivas para HPV foram de 4% para HPV 11, 16, 31, 33 e de 8% para HPV 6 e 35.Tese Acesso aberto (Open Access) Influência da terapia de reposição hormonal e da vinculação afetiva sobre a função sexual de mulheres nas fases reprodutivas, peri e pós-menopausa(Universidade Federal do Pará, 2015-02-12) RODRIGUES, Cibele Nazaré Câmara; SOUSA, Regina Célia Gomes de; http://lattes.cnpq.br/5576436464955236; LOPES, Fivia de Araujo; SOUSA, Maria Bernardete Cordeiro de; PINTO, Denise da Silva; MENEZES, Aline Beckmann de Castro; BELTRÃO, Manuela Cavaleiro de Macêdo; HENRIQUES, Alda Loureiro; http://lattes.cnpq.br/2583445528542625; http://lattes.cnpq.br/8488760386226790; http://lattes.cnpq.br/9586650002626739; http://lattes.cnpq.br/7234238423788708; http://lattes.cnpq.br/6031840881584358; https://orcid.org/0000-0002-8388-9786; https://orcid.org/0000-0001-6200-0418Durante a transição entre o período de vida reprodutivo e não reprodutivo, alterações biológicas e psicológicas podem interferir na resposta sexual. No climatério ocorre a diminuição progressiva da produção de hormônios dentre eles o estradiol podendo afetar a resposta sexualidade feminina, contudo outros fatores como a vinculação afetiva, o tempo de relacionamento e o Índice de massa corpórea, também são relevantes para compreensão das alterações na resposta sexual feminina. Objetivou-se investigar e relação da função sexual feminina nas fases reprodutivas, peri e pós-menopausa com fatores biológicos e psicossociais. Participaram 411 mulheres com idades entre 18 e 70 anos, agrupadas por idade compondo três subgrupos: a) idade reprodutiva; b) perimenopausa; c) pós-menopausa. Os instrumentos utilizados foram o FSFI (Female Sexual Function Index); a escala MARQ (Marriage and Relationship Questionnaire) em específico a subescala de questões referentes a vinculação afetiva (amor); um instrumento com questões sociodemográficas (incluindo o tempo de relacionamento e cálculo do IMC - Índice de massa corpórea). Os resultados apontam maior escore do FSFI em mulheres em idade reprodutiva, seguido pelo grupo na perimenopausa e pós-menopausa, sugerindo um declínio da função sexual na pós-menopausa, sendo os domínios do desejo e da excitação os menores em toda a amostra. Tanto as mulheres da peri e da pós-menopausa que faziam uso da terapia hormonal apresentaram escores de FSFI maiores que aquelas que não o faziam. Contudo, essas diferenças não foram estatisticamente significantes. O IMC, o tempo de relacionamento e a terapia de reposição hormonal não possuíram efeitos positivos sobre a função sexual, já o vínculo afetivo se revelou como uma variável importante em predizer melhor função sexual. Embora o tempo de relacionamento não tenha apresentado significância estatística, algumas mulheres em relacionamentos mais curtos apresentaram maior função sexual. Os resultados deste estudo indicam que o desejo não tenha precedido a excitação sexual na maioria das mulheres, sugerindo que o envolvimento com a atividade sexual se atribua a múltiplas razões, o sustento do relacionamento seria uma delas, reforçando a estratégia feminina de formação de vínculo com o parceiro.
