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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Ação coletiva e luta pela terra no assentamento Palmares II, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2011) MORENO, Glaucia de Sousa; ASSIS, William Santos de; http://lattes.cnpq.br/0188412611746531; GUERRA, Gutemberg Armando Diniz; http://lattes.cnpq.br/4262726973211880
    Nesta dissertação se analisa como as ações desenvolvidas pelos militantes e participantes do Projeto de Assentamento Palmares II, em Parauapebas-PA, contribuem ou não para consolidar uma prática política solidária afinada com o ideário do MST, desde a fase de acampamento até o assentamento. Os dados foram coletados entre janeiro e agosto de 2010, através de roteiro estruturado, utilizado para entrevistar lideranças e assentados do assentamento em foco. A categoria principal do trabalho é a ação coletiva. Apresenta elementos que favoreceram a formação e consolidação do MST no Brasil, e posteriormente no Pará. Discute os aspectos teóricos e empíricos da ação coletiva no movimento, seguido de um breve histórico de formação do assentamento. Demonstra e descreve as ações coletivas ocorridas neste período, aporta na discussão as contribuições da escola America de Chicago e do filósofo italiano Antonio Gramsci. Descreve as iniciativas coletivas ocorridas no assentamento entre 1996 e 2010, demonstra como elas se desenvolveram, quais seus objetivos e os fracassos que marcaram esse período, utilizando as contribuições de Olson, Mckean e Ostrom para fundamentar a discussão. Assinala convergências e divergências entre os projetos dos assentados e das lideranças do movimento, demonstrando que alguns assentados tiveram seus projetos “fracassados” devido a imposições do jogo de poder entre assentados e lideranças. Aponta, no ano da pesquisa, as iniciativas coletivas que ocorreram no assentamento, quais sejam assembléias e ocupações, com o intuito de resolver problemas demandados pela necessidade de melhoria de infra-estrutura e abastecimento do assentamento. Por fim expõe que é preciso pensar em ações coletivas dentro de um projeto que vise à emancipação dos agricultores a partir de uma lógica que funcione ancorada no respeito, antes de tudo centrada nos objetivos e necessidades dos assentados, ou seja, circunscrito não em modelos ideais (avessos à realidade), mas substanciados na condução democrática que fortaleça a possibilidade de escolha pelos assentados de suas prioridades. Por isso antes de tudo deve-se ouvir os atores da reforma agrária, os sem-terra ou assentados, e não permitir que apenas os supostos interesses da liderança sejam levados em consideração.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Os trabalhadores da Ciência: a crise da ação coletiva dos docentes da UFPA
    (Universidade Federal do Pará, 2022-05-05) FARIAS, Silvio Kanner Pereira; SCHMITZ, Heribert; http://lattes.cnpq.br/2294519993210835
    Este estudo se inscreve nas temáticas da ação coletiva e da organização sindical dos trabalhadores. Trata-se de uma pesquisa sobre o sindicalismo docente dos professores da UFPA. Aporta contribuições da sociologia das organizações e dos movimentos sociais às teorias da sociologia do trabalho que se referem à crise do sindicalismo. Discute a condição crítica do sindicalismo docente no quadro da degradação da educação superior e das condições de trabalho específicas desta categoria. Por meio de entrevistas e pesquisa documental verificou-se a ocorrência de três crise simultâneas no sindicalismo docente da UFPA, participação, filiação e repertório, estas três crises combinadas configurando um quadro de crise da ação coletiva. As respostas teóricas da sociologia do trabalho para a condição crítica do sindicalismo no Brasil, apesar de relevantes em termos macro, não possibilitam uma explicação do fenômeno identificado no caso em estudo, por não problematizar o aspecto organizacional e a forma especifica de trabalho e seu controle. Conclui que se constituiu nos últimos anos um modo especifico de controle do trabalho intelectual no âmbito das universidades que se denomina produtivismo acadêmico. Como outros, esse modo de controle também afeta a capacidade de ação coletiva, por meio da compressão do tempo e da subjetivação das injunções da produção cientifica. Seu locus de reprodução é a pós-graduação. Verifica-se um elevado crescimento da pós-graduação na UFPA nas últimas duas décadas. O produtivismo acadêmico introduz uma forma sui generis de alienação do trabalho docente. Sugere que a natureza da crise de ação coletiva, não obstante os aspectos contextuais marcados pela degradação das condições de trabalho e por mecanismos externos de regulação, pode ser encontrada na pragmática sindical, marcada pelo acento institucionalista e pela ausência de espaços de interação direta como forma de ação organizacional entendida como a construção e reconstrução sistemática das condições para a mobilização a partir da estruturação de uma rede de significados compartilhados.
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